Sorriso fácil Na alma de uma criança Mora o riso.
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Sorriso fácil Na alma de uma criança Mora o riso. Um dia também fomos meninos Mas muitos de nós Esquecemos como é o badalar dos sinos.
10 frases
Sorriso fácil Na alma de uma criança Mora o riso.
Sorriso fácil Na alma de uma criança Mora o riso. Um dia também fomos meninos Mas muitos de nós Esquecemos como é o badalar dos sinos.
Diálogo Sobre a Esperança — Há, ainda, esperança? — Sim! E por que não haveria?
Diálogo Sobre a Esperança — Há, ainda, esperança? — Sim! E por que não haveria? — Tantas guerras, violência, corrupção, polarização... — Mas você não acredita que exista alguma bondade no mundo? — Existe! Mas parece tão escassa diante de tantas tragédias... — Então, ainda existe esperança. — Já não sei mais. — Às vezes, ela se oculta no cotidiano. — Será mesmo? Como posso descobri-la? — Comece por deixar de tomar café com notícias ruins. — Acha que isso realmente vai ajudar? — Não resolverá todos os problemas, mas pode iluminar sua perspectiva. — Não sei se é tão simples assim. — Não é simples; é necessário. — Mas isso é o suficiente? — Talvez não sempre, mas é um passo significativo na direção certa. — Você não tem uma receita pronta? — Não. Certas estradas só se abrem ao toque dos pés do caminhante.
Palácios de Likes Vazios Vendedores de sonhos forjados em ostentação Inflamando vaidades com falsa exibição
Palácios de Likes Vazios Vendedores de sonhos forjados em ostentação Inflamando vaidades com falsa exibição Nas vitrines digitais, luxos ocos e frios Vivem em palácios de likes vazios Enquanto exibem o brilho que não têm Esquecem que a verdade mora além Influenciadores de farsas, que ecoam ilusão E quem dela se alimenta, afoga-se na solidão Na busca incessante por um sorriso alheio Perde-se o calor de um abraço verdadeiro.
Amores Ofertados O cigarro lhe queimava as pontas dos dedos A bituca fumegava na noite escura
Amores Ofertados O cigarro lhe queimava as pontas dos dedos A bituca fumegava na noite escura A fumaça ganhava o céu naquele inferno A madrugada se aproximava, era inverno. Na esquina quase escura, alguém surgiu Passos lentos, caminhar sem brilho Batom vermelho, silhueta em cifrão Tão tarde, o preço baixo, amargo e cruel. Sem glamour, sem luxo, sem perspectivas Apenas amores em ofertas Sem nome, sem futuro, só a rotina.
Pausa Entre o som e o silêncio, a calma flui A melodia repousa, e o dia se dilui
Pausa Entre o som e o silêncio, a calma flui A melodia repousa, e o dia se dilui Respiro leve, em pausa na correria A vida me chama no meio do caos É preciso paz para alcançar a harmonia.
Juntos Você um dia me perguntou: — Até onde eu iria contigo?
Juntos Você um dia me perguntou: — Até onde eu iria contigo? Respondi: — E o infinito tem fim? Aqui estamos...
O Olhar e o Silêncio Queria poder não escrever nada Apenas ficar olhando o horizonte
O Olhar e o Silêncio Queria poder não escrever nada Apenas ficar olhando o horizonte E você entendesse o que vejo Sem lhe dizer uma única palavra. O silêncio falaria por nós O dia se despedindo à distância A beleza exposta aos nossos olhos Falando com calma, tocando a alma.
Quinze anos, uma jornada Quinze anos provados em desafios Houve risos e celebrações
Quinze anos, uma jornada Quinze anos provados em desafios Houve risos e celebrações Teve lágrimas e decepções Mas nosso laço é forte À prova de divisões. Somos namorados, sem idade ou limite Teu amor me completa, doce e sincero És meu abrigo, meu lar, o que sempre espero. Nosso amor gerou frutos E um deles chamamos de Emanuelly Helena Paradoxo de bagunça e vida plena. Cada instante ao teu lado é viver Sou tão feliz sabendo que me amas Seu amor me chama, coração em chamas. A vida, com suas reviravoltas, nos ensina que o verdadeiro amor não é apenas feito de momentos felizes, mas também de superações e desafios. Neste poema, quero celebrar esses 15 anos ao lado de alguém que, mais do que uma parceira, se tornou meu abrigo. Espero que as palavras deste poema toquem o coração de quem entende que, apesar das dificuldades, o amor verdadeiro se fortalece com o tempo.
Sextou Lá vem o desejo de escapar do tempo, Um fim de tarde para fugir do contratempo.
Sextou Lá vem o desejo de escapar do tempo, Um fim de tarde para fugir do contratempo. O happy hour virou garantia de fuga, Dessa rotina que pesa e suga. Sextou, a rota de evasão tão esperada, Um intervalo marcado pra alegria contida. Um dia específico pra dopamina, tão rara, Datas no calendário para lembrar de viver.
Livre-Arbítrio Quantas escolhas cabem em um livre-arbítrio? Cada decisão — um leque que se abre?
Livre-Arbítrio Quantas escolhas cabem em um livre-arbítrio? Cada decisão — um leque que se abre? Um passo ao lado, um novo olhar um podcast ouvido, uma mensagem sutil. Quanto de nós é escolha pessoal quanto de nós é influência externa? Entre o destino e o passo que tomamos em quantas direções podemos seguir quantas versões de nós são, de fato, nós mesmos? A linha que separa nossas escolhas é tênue e, muitas vezes, influenciável. O livre-arbítrio — é questionável!