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Frases de Ny Queiroz

20 frases

Encontro das almas O segundo que nos calou num beijo, Caminhou até o fim de tudo
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Encontro das almas O segundo que nos calou num beijo, Caminhou até o fim de tudo E encontrou em um vasto silêncio, O que pairava, um sentimento. Que tão sozinho cantarolava Na espera de um outro alguém... E ele achou em seu colo leve O que em preces era pedido. Me abriguei nesse vento bom Nunca mais vou querer partir... Desde o segundo que nos calou Até o momento em que me convenci... Que teu sorriso é mais bonito Assim quando reflete o meu...

As que não caem As lágrimas que nem sempre caem Mesmo que chorando esteja
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As que não caem As lágrimas que nem sempre caem Mesmo que chorando esteja O grito não chega aos surdos... Hipocrisia chama o cabresto de hoje em dia Os sentimentos que vagam só Saem de mim, rebatem em nada Voltam assim, mais fortes Vão se nutrindo pelo caminho, Se alimentam sei lá do que... Eu vou seguindo me afundando... Ao meu redor eu vou contemplando Esse silêncio que doí a alma, Que já não chora de tão cansada As suas lágrimas que já não caem.

Entre as luzes Eu fui aquela lágrima caindo, Silêncio esvaindo
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Entre as luzes Eu fui aquela lágrima caindo, Silêncio esvaindo Cálida solidão... Eu fui o grito forte, que ninguém ouviu Eu não tive sorte, nem anjo da guarda Pra cuidar de mim... Cultivei o medo de voltar pra casa, Pelo meu receio de não ter abrigo... Sempre fui do mundo, eu corri de tudo Pra sobreviver... Me virei de lado, do outro, e do lado errado Sou gato escaldado, Sou esperta assim... No balancear dessa malandragem Vou um pé cá, e o outro segue Eu não sei pra onde...

Do que vejo Nos olhos guardo desejos Maiores do que tudo que já vi
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Do que vejo Nos olhos guardo desejos Maiores do que tudo que já vi Saudades do que não conheci Vontade de partir sem rumo, Coragens que não expressei Amores que não beijarei... Dos olhos pra dentro o que sinto Exala dos olhos pra fora Deslumbro nas nuvens que passam, No vento que bate, na pressa do outros Não posso explicar... A música toca... Suave lembrança Me leva pra longe, distante de tudo Me perco em mim mesma com grande frequência Delícias da vida respiram meu ar

Música Música é poesia em ritmo É emoção cantarolada em felicidades
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Música Música é poesia em ritmo É emoção cantarolada em felicidades Mesmo que seja triste Passo dias a resmungar as mesmas canções Eu amo com todos os sentidos As notas que entram pelos ouvidos, E se sacodem pelo coração Eu me apaixono por ele... E pela música que me faz lembrar Ela me transporta pelo tempo Quando resolve tocar, Traz sentimentos perdidos Renova os que ainda sinto E quando chora por mim A voz que eu não soube ser Ponho-me a converter a versos A letras que não escrevi, Refrões que falam por mim

Roda gigante Me leva pra roda gingante Quero ter medo de cair do céu
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Roda gigante Me leva pra roda gingante Quero ter medo de cair do céu E rir da brisa que bate lá fora... Quero brincar até não poder mais Acreditar em nós? Quem sabe? Eu vou fingir que não conheço o medo De me ferir por outro sentimento De novo... Vou me perdendo por uma esperança... Do lado sóbrio que me dita o amor Já não procuro ouvir a verdade Quero sonhar com um vento bom Que assassine a minha saudade De um dia louco a continuar...

A canga e o resto encontro na lembrança do que foi Nos sorrisos perdidos, caídos Em um verde que não vejo faz um tempo...
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A canga e o resto encontro na lembrança do que foi Nos sorrisos perdidos, caídos Em um verde que não vejo faz um tempo... O verde passado A brisa nostalgia traz lembranças dos meus dias Seguindo o caminho de agonia, na espera de te ver... Cutucando a ferida da pergunta que não cala O que quer dizer nós dois? O que há de ser depois? Nosso amor sem compromisso...

Amizade O real não precisa de fantasia É a fantasia em si, sem gritar a ninguém
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Amizade O real não precisa de fantasia É a fantasia em si, sem gritar a ninguém E sei que não precisa dizer... Foi recitado nas poesias que tocam, Na música que dita o que o coração grita, Na paisagem que paira o olhar aflito... Repito pelo mero gosto de dizer, Que calam as palavras na presença Das metades que se abraçam... Quando encontram um punhado de confete É festa pra todo lado... No corfoto de um pedaço de alegria Deixado por ironia, Na alma de outro alguém

Desabafo Não sei o que quero dizer Não consigo desafogar na escrita
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Desabafo Não sei o que quero dizer Não consigo desafogar na escrita Intalei em mim, e não sei sair daqui Minha confusão... Não me sinto triste, quem dera que fosse Só... Como sempre, Procurando forças para me vencer Mas eu não sei como me fazer parar... Noites acordadas, dias se perdendo E eu olhando tudo sem ter reação Eu me sinto fraca nessa luta tola... Sinto que estacionei No congestionamento de minhas dúvidas... Perdida em meu caos E não sei partir...

Em claro Mais uma noite em claro Mais um dia apagado...
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Em claro Mais uma noite em claro Mais um dia apagado... Eu me arrastei pelas horas E me joguei de um abismo, Entre mim e a paz que não tenho Eu me prendi em um tempo Distante de tudo que vejo, Eu me esqueci do futuro Vivendo detrás pra frente Não sei cuidar de mim, e choro ao cair da noite Talvez porque seja a hora de adormecer E não sei me apagar por completo

Boneca de pano E ele volta... Para descosturar os meus remendos
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Boneca de pano E ele volta... Para descosturar os meus remendos Bonequinha de pano com coração de vidro Prestes a se espatifar, nas palavras doces De pura ilusão E ele volta... Como se não me deixasse a cada sonho tolo Que lhe brilha aos olhos... Mas eu não voltei Eu fiquei perdida, na infantil intriga Bonequinha boba... Mesmo com costura, sangra de espuma Quando a deixam ao chão Chega de brincar!

Rima Boba É dia de meia colorida Comer pipoca no sofá
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Rima Boba É dia de meia colorida Comer pipoca no sofá Deixar os dilemas de lado, Não ser adulta, esquecer o relógio Não lembrar de nada que não faça sorrir... É dia de lambuzar de alegria De fazer rima errada De comer palhaçada, até passar mal É tempo de ficar à toa Molhar os pés na garagem lavando o quintal, Balançar o vestido e sorrir pro destino Como se não houvesse nenhuma mal É dia de amar o romance alheio De arrumar namorado no filme De fingir ser a mocinha, Só pra ser feliz no final... Minha folga da realidade Tem data marcada pra hoje E sempre que for necessário Eu ligo correndo pra ela... Me salva do mundo maluco Quando perco meu lado fera...

Que nossos sonhos sejam menos sonhos e mais realidade Que a realidade seja mais leve, e as tristezas sejam mais breves Que os sorrisos não tenham pressa em largarem nossos lábios,
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Que nossos sonhos sejam menos sonhos e mais realidade Que a realidade seja mais leve, e as tristezas sejam mais breves Que os sorrisos não tenham pressa em largarem nossos lábios, E nossos lábios sejam amor a cada beijo jogado ar... O quinto de setembro Que os corações fiquem mais puros, se desapeguem das velhas mágoas Que haja mais carinho entre nós, todos nós, sem pré ou preconceito... E que sejamos mais calmaria para aprender abraçar a vida E se a vida nós querer tão bem, como eu acho que ela quer Só cabe a nós ajudá-la, a ser uma verdade mais sorridente Seguir em frente, mantendo os os sonhos mais acordados