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Frases de Nemilson Vieira de Morais

187 frases

⁠RIO MOSQUITO, O NOSSO BEM MAIOR Por Nemilson Vieira (*) Percebo a preocupação dos moradores conscientes, do Pouso Alto, distrito de Campos Belos (GO), com o Rio Mosquito; sobre os impactos ambientais que se intensificam com o tempo; devido ao aumento populacional do povoado e…
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⁠RIO MOSQUITO, O NOSSO BEM MAIOR Por Nemilson Vieira (*) Percebo a preocupação dos moradores conscientes, do Pouso Alto, distrito de Campos Belos (GO), com o Rio Mosquito; sobre os impactos ambientais que se intensificam com o tempo; devido ao aumento populacional do povoado e pelo acesso das pessoas oriundas dos mais variados lugares que convergem a ele atraídas pelo refrigério das suas águas e pelas belezas paisagísticas do lugar. Às imagens do rio divulgadas favorecem a confluência humana a esse paraíso natural. Fico a torcer com aqueles que desejam ver essa relação, mais harmônica possível. Seus cidadãos consideram esse rio como a galinha dos ovos de ouro: a mais expressiva e relevante fonte de abastecimento de água doce à população local e grande potencial turístico da cidade e região. Temos sofrido na própria carne os reflexos das nossas atitudes impensadas, de não gerirmos sabiamente os nossos recursos naturais. Como a escassez hídrica é uma realidade constatada em várias regiões do país e do mundo temos motivos de sobra para colocarmos as nossas barbas de molho e cuidarmos melhor desse recurso vital de Campos Belos, terra abençoada por Deus também com essa premissa Divina batizado por Rio Mosquito. Não nos esqueçamos: a natureza se encarregará de nos ensinar a lição que carecemos, quanto a ela, às duras penas. Ficam as minhas considerações! *Nemilson Vieira de Morais Gestor Ambiental, Acadêmico Literário (10:03:15)

⁠HÁ UM FOGO… Há um fogo lá fora! Na Serra das Almas;
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⁠HÁ UM FOGO… Há um fogo lá fora! Na Serra das Almas; Fumega, queima a fauna. Lambe à terra, a flora... Há um fogo lá fora! No Morro da Cruz, Que a tudo devora; Tenha dó Jesus! Há um fogo lá fora! No Monte da sedução. É o que mais queima: Abrasa o tição... No Lago da Angústia Há um fogo abrasador… Do lado de cá, o fogo Acalma a dor… … Só vive em rogos Convence, do pecado O mais vil pecador; Fogo brando que muda A história: Apura o ouro do ourives: Lança fora a escória. Do lado de cá A brisa inflama a chama Do fogo. — Que não lesiona; Queima e não causa dor.

⁠DOCE COMUNHÃO Os cultos devem ser realizados para Deus — unicamente. “A Minha honra a outro não darei.” Neles (nos cultos) engrandecemos o Seu nome, buscamos a Sua face adorável e O louvamos.
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⁠DOCE COMUNHÃO Os cultos devem ser realizados para Deus — unicamente. “A Minha honra a outro não darei.” Neles (nos cultos) engrandecemos o Seu nome, buscamos a Sua face adorável e O louvamos. Sentimos a Sua doce presença… De uma maneira coletiva. Nessas reuniões sagradas os cristãos aprendem mais e mais a cada dia, sobre a Santa Palavra; — uns com os outros. Pela exposição litúrgica das Escrituras por vasos de honra da Casa de Deus. Nos testemunhos sinceros dos fiéis, somos edificados, fortalecidos em fé. Nesse compartilhar da doce comunhão com o Pai-Supremo e com os nossos irmãos de fé e crença, nos fortalecemos na graça de Deus. Desde o início do cristianismo, os que criam nos ensinos bíblicos “estavam juntos na comunhão, no partir do pão, nas orações” nas obrigações cristãs de modo geral. Isso nos torna mais íntimos do nosso Amado Pai e Ele de nós. Nesse ambiente de convivência saudável, alegre, de reverência, respeito, adoração santa os propósitos de Deus são lembrados, ensinados, propagados; a Sua Glória manifesta… A vontade Dele em nós, cumprida. (27:04:18)

⁠FORMIGAS, “POVO INTELIGENTE” Por Nemilson Vieira “Vai ter com as formigas…”
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⁠FORMIGAS, “POVO INTELIGENTE” Por Nemilson Vieira “Vai ter com as formigas…” É uma orientação bíblica, com uma razão de ser; como outros ensinamentos. Indo às formigas, aprenderemos com elas, algumas coisas… Dentre os exemplos que às formigas nos deixa, os mais difundidos e repassados estão o trabalho, a organização, a resignação, a inteligência. “As formigas são um povo inteligente”, Bíblia. É verdade que a formiga sabe a folha que corta; nem precisava mais sabedoria que esta. Hoje à tarde, no meu percurso das compras, já retornando para casa, as observei à beira do caminho; nos seus trabalhos em filas indianas num ir e vir constante. Umas vazias e outras que voltavam com as suas cargas presas nas garras dianteiras: parte de uma folha verde, duma textura lisa. Num ritmo mais acelerado do que o normal delas. Talvez pelo fato de estarmos em período muito frio e seco. Precisam de um aquecimento mais acentuado em seu recôndito lar e, a temporada de chuva não demora tanto; onde não podem trabalhar ao ar livre com desenvoltura. Estas formigas do meu observatório estava a cortar as suas folhas muito longe do formigueiro. Então, sabem as folhas que devem cortar; e onde fazer isso. Como a vida não é somente trabalho… As formigas também precisam de um entretenimento. Nos seus momentos de folgas preferem brincar, como as crianças do meu tempo. Um (dia) mamãe chamou-me numa das dependências da nossa casa: — Vem cá meu filho ver as formigas na brincadeira de roda. Fui ver e constatei muitas delas, em (círculo) agarrada na mão uma da outra. A se divertir como nós os humanos.

⁠CAÇADOR DE PALAVRAS Já cacei, persegui, maltratei… Feri quem não merecia; por não medir direito a gravidade das palavras. Não amei o necessário e, em troca de nada causei dores, constrangimentos. Ainda bem, que o meu pensar mudou de lado em tempo oportuno, louvável! Baixei as…
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⁠CAÇADOR DE PALAVRAS Já cacei, persegui, maltratei… Feri quem não merecia; por não medir direito a gravidade das palavras. Não amei o necessário e, em troca de nada causei dores, constrangimentos. Ainda bem, que o meu pensar mudou de lado em tempo oportuno, louvável! Baixei as armas de fogo, pólvora e chumbo; letais mesmo em disparos desnecessários. Desarmei o meu coração errante. Nessa ablação do erro, conquistei muitos amores, compensei os meus temores. Agora o meu prazer é ganhar os meus dias em calmaria, se possível. — Ver a vida florescer nos meus encantos, em segurança. Armado adequadamente ao meu trabalho de pensar. Se a vida propor-me a agitação no dia-a-dia, esforçarei-me a viver na calmaria das palavras e navegar em mar tranquilo. Não temerei o resultado dos meus relatos, pois o farei em sábias palavras. Se houver críticas no meu fazer de escrita, não levarei tanto a sério quem as faça isso servirá para o meu aprendizado. Caso as boas palavras que procuro se mostrarem fugidias, não ficarei aborrecido; nem sairei por aí a atirar para todos os lados, em vãs escritas. É preciso cuidado no abate da caça, não deve ser qualquer uma, para não comprometer a qualidade do prato; o guisado da linguagem precisa aguçar o apetite. Há ocasiões em que o caçador das palavras vira presa: é achado por elas. Não é bom esperar que as palavras surjam do nada e nos surpreenda na nossa acomodação, busquemo-las. Se não caçarmos bem às palavras; em imaginação, podemos jogar algo indevido no texto que produzirmos. Quando a inspiração faltar-me não farei nenhuma narrativa, por fazer. — Nem demandarei os meus desejos em descrições ou expressões que não satisfazem. As palavras, talvez percebam o respeito ou desprezo que muitos de nós tem por elas. Se realmente for assim sentirão a falta de quem as escrevem e os procurem ou não. Se não buscarmos as melhores palavras para nos relacionar, as ruins demandam a questão e saltam no papel. As boas palavras dão assistência e o ar da graça a outros pensadores. As palavras estão por todos os lugares: na mente, no coração, diante dos nossos olhos e ao alcance das mãos. — Elas (As palavras) resistem o quanto podem ao tempo e querem ser lembradas, amadas, escritas, ditas e preditas, quantas vezes se fizerem necessário. Por isso intitulei este texto por Caçador de Palavras. — Para que sejam postas, expostas, falada, escritas, vividas… em benefícios das boas relações e bem estar de quem as ouvem, leem, guardam. (08:11:15) Languagetool

SORRIR, ANTAR, ESPANTAR OS MALES Por Nemilson Vieira de Morais (*) Num céu pujante saltarei alegremente, a entoar canções de pássaro livre em campo aberto; — num dia de liberdade.
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SORRIR, ANTAR, ESPANTAR OS MALES Por Nemilson Vieira de Morais (*) Num céu pujante saltarei alegremente, a entoar canções de pássaro livre em campo aberto; — num dia de liberdade. Com voz a expressar um novo cântico de alento. — Enquanto houver a concessão vital a mim. Num sentido lógico, harmônico das melodias, insistirei nessa repetição nostálgica. Com a esperança de espantar os males. Por certo, em 'quadrados' sóis, não terei o ânimo necessário de expressar-me e ser ouvido… Ainda assim seguirei como bicho solto envolto na energia inebriante do sol da esperança. Serei ouvido por muitos e compreendido mais facilmente, por poucos, nas minhas demandas emotivas, emergentes. Não me abaterei pelas circunstâncias adversas à minha vontade, em dado instante; caso me envolva em loucas questões que não levam a lugar algum. Bem como em recorrentes pensamentos negativos, daninhos à minha saúde e ao bem estar. Contudo, seguirei resoluto o caminho que me foi proposto, confiante de não ser abatido pelos constantes desafios que a vida oferece. Nasci a chorar e, em muitas ocasiões, entristecido, ainda choro se precisar; Não é vergonhosa uma atitude assim. Vejo como balela' a história de que 'homem não chora.' Pode ser algo estranho, a minha sensibilidade quase infantil, num dado instante, mas nós, adultos, ainda carregamos alguma coisa de criança sim. Prefiro mesmo os muitos momentos alegres e os sorrisos fartos que a vida proporciona. Não podendo mais exercer as minhas fluidas emoções, alguém, em algum momento, o fará por mim numa ocasião qualquer; num encontro ou num adeus definitivo. Curtirei esse instante solícito a mim, para externar a minha gratidão à vida. Assim como a alegria, a tristeza, o choro sempre irá povoar o cenário da emoção de alguém. Se a noite é triste, lembremos que dias alegres virão para refazer as nossas forças e continuarmos a caminhada que ainda temos de empreender. Tenhamos então, pelo menos um pouco de paciência nas lutas diárias e voltarmos a sorrir num instante oportuno. A tristeza e o choro sempre irão perdurar e povoar o cenário emotivo, latentes em nós. As lágrimas sentidas, as dores, a melancolia faz parte do processo vital, que estamos envolvidos. — Assim tem sido e será. Caso as noites sejam tristes e intermináveis, lembremos: dias alegres virão para que cantemos, num refazer das nossas forças… Continuemos a caminhada que nos resta, se não com o mesmo, mas ainda com muito vigor. Manter a confiança e o entusiasmo de sempre para caminhada; é o que mais importa. Se fugiu de nós a alegria, voltemos a ser livre para sonhar, sorrir e cantar; espantar os males. *Nemilson Vieira Acadêmico Literário. (24:07:19) - RL