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Frases de Nemilson Vieira de Morais

187 frases

UM PARECER... Maravilha de registro! Lançamento do livro "Divinópolis de Goiás- terra da gente" da escritora professora Francielle Rego - Filha de Divinópolis - Goiás, mas campo-belense de coração: mora e trabalha em Campos Belos-GO, há 17 anos.
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UM PARECER... Maravilha de registro! Lançamento do livro "Divinópolis de Goiás- terra da gente" da escritora professora Francielle Rego - Filha de Divinópolis - Goiás, mas campo-belense de coração: mora e trabalha em Campos Belos-GO, há 17 anos. O que senti... A foto do evento onde aparece a autora e duas anciãs da cidade com o livro nas mãos, transmite algo tão bom e suave!... Pudera eu ter a sensibilidade de um poeta para expressar,em palavras,o que deveras sinto quando a contemplo. Textualizá -la à altura do que ela exprime presisaria mesmo da maestria de um grande pensador... Como cada um esboça o que sente... Senti, a pureza de alma e grandeza de espírito das três que compunham daquele cenário. Pelas narrativas de seus próprios filhos... Saber um pouco da "história vivida cheia de experiências e esinamentos" de D. Maria Torres e D. Felismina Aires Cirineu,da cidade em questão,de gente encantadora e feliz, rebatizada por Divinópolis; - erguida ao pé Serra Geral... No nordeste goiano divisando com Bahia; é de extrema relevância e grandeza para todos nós da cidade e região. Fico contente em saber que esse povo amável, e, este lugar tão querido não ficaram e nem ficarão renegados ao esquecimento: - Uma de suas filhas ilustre, autora do "Divinópolis de Goiás - terra da gente", a prof. Francielle Rego a eternizou nesta apoteótica obra literária. 30.06.19

⁠APAIXONANTE EUGENIA Por Nemilson Vieira (*) Hoje foi um daqueles dias especiais para mim: conheci a EUGENIA.
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⁠APAIXONANTE EUGENIA Por Nemilson Vieira (*) Hoje foi um daqueles dias especiais para mim: conheci a EUGENIA. O meu olhar achou o seu e rolou de imediato, a química do amor. Fato que se deu de uma maneira muito espontânea, natural. Não creio desse relacionamento ter acontecido por uma coincidência, mas por uma providência. Com tanta intimidade à primeira vista que tivemos alguém deve ter imaginado sermos velhos amantes. Combinamos tanto… Continuamos firmes e fortes nesse propósito de querer-nos sempre. Depois daquele sim inicial e do entrelaço sentimentimental só sabemos andar, a nos amar como dois eternos apaixonados. Assim vamos a tocar os nossos dias e a nossa comum união. Cada vez mais presentes, um, na vida do outro, a alicerçar os nossos vínculos. Continuamos nessa livre relação, à distância, a todo vapor. Eugenia no seu canteiro público, no São João Batista, eu no meu espaço de sempre, no Luar. Posso ter novos amores e ela também. Com pouco de ciúmes, mas sem contendas. Podemos amar outros(as), que nos afeiçoarmos. Aos que torcem contra o nosso apego afetivo, quase anormal, que desistam. — Ele veio para ficar; até que o destino ou a morte nos separe. Fica aqui um pouco dessa nossa história sentimental. Se o caro leitor desejar saber melhor sobre nós e mais especificamente sobre EUGENIA pergunte ao Dr. Google, ele lhe informará detalhadamente. *Nemilson Vieira Gestor Ambiental, Acadêmico Literário (12:07:20). Fli e Lang

⁠VOCÊ… Por Nemilson Vieira (*) É a minha música mais preferida que aprendi a gostar de ouvi-la;
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⁠VOCÊ… Por Nemilson Vieira (*) É a minha música mais preferida que aprendi a gostar de ouvi-la; É a melodia perfeita que me acalma em momentos de preocupações; Canção de ninar que me faz dormir na esperança de dias melhores; A minha musa inspiradora que embala o meu mundo de ideias, de poesia… Possui uma candura toda especial, uma beleza natural, um olhar penetrante que me deixa fascinado. Ao se expressar verbalmente ou na escrita é tão diferente das outras… No tecer, na coesão, na coerência, em tudo que faz. *Nemilson Vieira, Acadêmico Literário (03:05:15). Fli e Lang

⁠QUERO A PAZ Por Nemilson Vieira(*) Quero a paz do cisne no lago. No meio à tempestade: afagos.
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⁠QUERO A PAZ Por Nemilson Vieira(*) Quero a paz do cisne no lago. No meio à tempestade: afagos. Paz no campo e na cidade; sobre as ondas bravias, nas noites obscuras, tenebosas. Paz ao partir e ao retornar, no dormir, no acordar. — Do colibri a proteger a sua prole; da natureza harmoniosa. Quero a paz do agricultor depois da boa colheita; paz nos campos, nos montes, nos vales, por todos os lados. Quero a paz dos pássaros nos voos recreativos; dos pirilampos na escuridão da noite, por ermos caminhos. — Do paciente depois do tratamento. Quero a paz do pecador que alcançou o perdão; de quem ama e é correspondido, moças e rapazes eternos enamorados. Quero a alegria dos inimigos ao fazerem as pazes; a doce sintonia de um poeta ao fazer a sua poesia; os seus versos, as suas rimas... A paz dos fiéis na inquisição: Jogados às feras a entoar canções. — Das crianças a brincar; de um salvo a louvar, jogado aos leões. Quero a paz dos agentes polinizadores, ao fecundarem as flores na primavera. Torço pela paz na Terra, entre os homens de boa vontade... *Nemilson Vieira Acadêmico Literário Fli e Lang (07:08:15).

⁠A MINHA DESPEDIDA Por Nemilson Vieira (*) Chegou o momento da partida…
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⁠A MINHA DESPEDIDA Por Nemilson Vieira (*) Chegou o momento da partida… Na rodoviária lembrei-me do hino da Harpa Cristã: “Se Cristo comigo, vai, eu irei”… “O ônibus está a sair”. — Lembrou-me, uma das minhas irmãs. Esse momento é difícil… Enfim o abraço nos irmãos, no pai e na mamãe. Vi lágrimas nos seus olhos. — Imagino: quanta ingratidão minha ao deixá-la! Tudo por uma busca de um nada, talvez… Havia comprado a passagem previamente, os meus pés estavam no caminho, ainda ao alcance da visão e da voz de alguns dos meus. Mais um tchau eu dava e recebia… — Tchau! pai. Tchau! mãe. — Tchau! filho. Vai com Deus! meu filho. — Amém! fica com Deus também, mamãe. Guardados os pertences no ônibus os abraços finais aos irmãos queridos que foram à rodoviária comigo. A conferência da passagem e da localização da poltrona. Os últimos gestos de despedidas; são marcantes. Na BR 118 que corta a cidade, mais tchau, aos velhos conhecidos que margeavam a rodovia. A minha história seguiu o seu curso natural porque fui sonhar o meu sonho… O mais importante disso tudo é ter tido a certeza de que Deus ficou com o meu povo e que segui com Ele pelo mundo afora. É confortante ter a esperança do retorno; não entendo às pessoas que deixam os seus familiares no seu lugar de origem e nunca mais voltam lá; nem mesmo a passeio fazem isso. Acho uma tremenda ingratidão. No meu caso, como bom saudosista nunca irei desistir do retorno ao lugar que nunca deveria ter saído. Sempre tenho feito as minhas visitas familiares; Continuo a imensa necessidade de fazer o caminho inverso. — Regressar a casa dos meus pais para ficar. Para sair foi traumatizante, mas para voltar é gratificante. Só alegria! O dia mais feliz de um migrante é poder voltar à sua terra amada. Se no meu retorno conseguir levar comigo “os molhos” mais alegre serei. Como seria bom se eu pudesse repetir os vencedores que ao retornar às suas origens dizem: “fui e venci! Voltei”. Não mais correr atrás do que não guardei; como as formigas que criam asas e se perdem. *Nemilson Vieira de Morais, Gestor Ambiental e Acadêmico Literário. — (23:12:14). Fli e Lang

⁠TÍNHAMOS QUE IR Por Nemilson Vieira(*) É um grande desafio de repente termos que deixar tudo para trás: a parentela, os amigos, uma cultura, o ambiente em que se viveu desde os primórdios da vida e aventurar-se num lugar que não o conhecemos, distante e diferente do nosso. Mui…
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⁠TÍNHAMOS QUE IR Por Nemilson Vieira(*) É um grande desafio de repente termos que deixar tudo para trás: a parentela, os amigos, uma cultura, o ambiente em que se viveu desde os primórdios da vida e aventurar-se num lugar que não o conhecemos, distante e diferente do nosso. Muitas vezes o apoio de alguém por lá não acontece; fato até justificável pelo não conhecimento das partes. Um ditado diz que boi erado na sua terra, em outro lugar é bezerro. Assim passamos a ser quando deixamos o nosso lugar e pegamos a estrada da cidade grande; eu e o colega de escola Carlos; vizinho de porta. Deixamos a nossa pacata Campos Belos(GO), nordeste goiano, no final dos anos 80, e nos aventuramos na capital dos mineiros. O corte abrupto do nosso cordão umbilical doeu muito. Tudo o que havíamos conquistado ficou para trás: o nosso mundo afetivo, o ambiente sagrado, familiar, os parentes de perto e de longe, os amigos, muito deles de infância e mocidade. Precisávamos ir, mesmo que o novo mundo de possibilidades que propusemos desbravar, desconhecido fosse a nós. Deixávamos o certo pelo duvidoso? Provável que Sim. Geralmente os jovens tão cheios de sonhos; por um ideal são capazes de fazer algumas ‘loucuras’ na vida, mesmo que isso se converta numa ilusão. Nesse frenesi de sonhos acabam indo a lugares remotos arriscar-se necessário ou desnecessariamente; por alguns caminhos da vida. Na busca da concretização desses sonhos; nada mais justificável, para que, depois não se queixarem de não terem tentado aquilo que desejavam. Assim nos acontecera: entramos nessa aventura há muitos anos… A situação social, econômica e tantos outros desafios que surgem abalam grandemente o emocional do imigrante. Com o tempo, algumas dificuldades vinham e iam-se de nós; as superavamos uma a uma; umas maiores outras menores. As visitas familiares, as cartas, os telefonemas que realizávamos amenizavam um poucos a solidão. “A dor da despedida só sabe quem passou”, diz uma letra de música. A do viver distante das raízes também. Talvez mais acentuada com o agravante de viver latente em nós. Uma angústia, um aperto no peito, uma vontade de chorar daquelas, de vez em quando aparece. A ida ou vinda de alguém a um determinado lugar é um mal, às vezes necessário. *Nemilson Vieira de Morais Acadêmico Literário.

⁠UM POUCO DO QUE SOU Por Nemilson Vieira (*) Do coco sou água isotônica; do corpo, a água de cheiro.
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⁠UM POUCO DO QUE SOU Por Nemilson Vieira (*) Do coco sou água isotônica; do corpo, a água de cheiro. Morro na praia todos os dias. Lavo os pés, em cerimoniais batizo os fiéis; refresco o corpo e tiro a fadiga... Sou a poça nas estradas e da criançada, o poço. O suor do rosto, a chuva, a enxurrada, o sereno da madrugada, as lágrimas caídas… … A esperança dos idosos, a doce alegria das crianças; o fiel da balança, o ouro da torneira a entornar. Sou o direito, o amor-perfeito que brota do chão, que desce do céu. No organismo, carreio as impurezas metabólicas, ao ser bombeada pelo coração. Sou um devoto em súplicas, a água benta; estou no pássaro que voa, no lago e na lagoa; no Rio Mosquito, no Bezerra no Montes Claro... Sou a vida na Terra acontecendo. Uma célula pulsando em cada canto. Estou no predador e na presa fugidia; fonte a brotar água cristalina, nos brejos, juntinho dos buritis… Sou de todos os lugares: do Planalto Central, da Serra da Mesa, da Moeda, da Canastra… Da Serra do Geral. Sou das veredas do Guimarães Rosa, da Serra do Curral; do Pantanal… Sou das Minas Gerais, Universal. Fui vista até em Marte; visualizada do espaço sideral. Por fim, sou a justiça qual rio a correr, que não pode secar. Sou a vida a escoar na direção do mar. * Nemilson Vieira, Gestor Ambiental, Acadêmico Literário