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Frases de Nemilson Vieira de Moraes

394 frases

NOSTALGIA NAS TARDES DECLINANTES DOS MEUS DIAS,
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NOSTALGIA NAS TARDES DECLINANTES DOS MEUS DIAS, CAI A LUZ ESMAECIDA NO MEUS ROSTO; EXCITANDO A NOSTALGIA, ACELERANDO MEU DESGOSTO. .

QUE SERIA DE MIM? Que seria de mim? Se não fosse o teu olhar
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QUE SERIA DE MIM? Que seria de mim? Se não fosse o teu olhar de misericórdia... Se não fosse o doce da tua palavra para atenuar o amargo do meu fel. Que seria de mim? Se o prazer na tua Lei me faltasse, e se a tua vontade não se cumprisse em meu querer... Se eu não pudesse contemplar o teu sorriso de felicidade, com o meu proceder Que seria de mim? Se a vida não me desse à oportunidade, e o prazer de estar ligado em teu corpo... Se no meu caminhar, me perdesse no labirinto da ilusão. Que seria de mim? Se a minha busca por ti fosse em vão; e minh’alma cansada, não alcançasse o perdão... Se não me aceitasse como um dos teus filhos; e, se eu,não o reconheceste como Pai. Que seria de mim? Se não fosse o teu imensurável amor... E o teu sacrifício por mim - 25.07.15

EU VI DEUS... Deus estava na flor, na bioindústria natural, no inseto polinizador...
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EU VI DEUS... Deus estava na flor, na bioindústria natural, no inseto polinizador... Na força do operário; No mel da abelha, na matéria prima... Na água da fonte,no rio a correr, na centelha que ilumina, o meu viver. Vi Deus na estrela d'alva, na Natureza; na união da família, na fé, e no café da manhã, em volta da mesa. O vi, no templo: no sermão do pregador, na oração e no louvor... E, no evento da dor, estava no cântico dolente da despedida... Vi Deus arrependido, desolado, chorando, por ter dado tanta autonomia ao homem; Inclusive, para pecar (desobedecê-lo). Mas, vi um Deus alegre sorridente: onde numa grande festa, Ele, de braços abertos, recepcionava um povo de vestes brancas... Iluminado pelo perdão! 12.07.16

SEM ELA / COM ELA Sem você o tédio,
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SEM ELA / COM ELA Sem você o tédio, a tristeza, a dor, as horas, as uvas... Sem você, nem mesmo a breve noite passa! Com você nem sei se o tédio existe, ou, se algum dia fui triste; só sei dizer que a dor exala, o tempo voa e as uvas-passas. -17.10.15

JOELHO DE PORCO COM CHUCRUTE Aqui em casa eu mesmo queimo a lata - faço meus cozidos. Mas, sabe como é... às vezes enjoa; então, estava mesmo determinado a comer um trem, lá na região central de Belo Horizonte.
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JOELHO DE PORCO COM CHUCRUTE Aqui em casa eu mesmo queimo a lata - faço meus cozidos. Mas, sabe como é... às vezes enjoa; então, estava mesmo determinado a comer um trem, lá na região central de Belo Horizonte. Lugar escolhido, dia chegado... lá estava eu. Sem olhar o cardápio porque a fome era muita, fui logo pedindo por gentileza ao garçom, que trouxesse-me uma porção de joelho de porco com chucrute. Optei por aquele prato, mais por achar o nome do mesmo, sugestivo,diferente; e não por saber do seu verdadeiro conteúdo. Não havia consultado previamente sobre o assunto... Qual foi a minha surpresa?! Aquilo não era uma comida da culinária mineira,propriamente dita, como eu achava. Nada mais era do que pé de porco com batata inglesa, acompanhado com uma iguaria de repolho picado,fininho, fermentado no vinho branco. Trem de alemão. De mineiro não era. Comi aquilo pra não fazer desfeita... não achei grandes coisas! Antes, tivesse degustado um franguinho com angu,quiabo e couve rasgada, aqui de Minas e do Brasil. Teria sido mais interessante,mais nutritivo e mais em conta. Não teria jogado meu dinheirinho fora; nem teria elevado o meu colesterol, já alto, à níveis ainda mais preocupante. 02.07.16

POETA SEM A INSPIRAÇÃO Poeta sem a inspiração não tem ar para respirar,
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POETA SEM A INSPIRAÇÃO Poeta sem a inspiração não tem ar para respirar, não vê o brilho do dia; nem tem prazer de brincar com as palavras... é um peixe fora do mar. O poeta sem a inspiração sente profundamente a dor de não poder expressar-se, poeticamente; e vive a desejar o retorno da inspiração, quando a mesma, anda ausente. O poeta sem a inspiração é como uma ave sem penas, tentando voar; é como um atleta sem pernas, querendo correr. O poeta sem a inspiração não tem cabeça pra pensar, falta-lhe a alegria... a imaginação; Não sabe bem o que dizer, não tem olhos pra enxergar, seus pés, não alcançam o chão. O poeta sem a inspiração e, sem um coração pra bater, não tem forças pra caminhar... perde o gosto de viver. Mas, como um paciente esperançoso, em fase terminal, insiste em viver, apesar do mal. - 30.06.16

CLAMOR DAS ÁGUAS Sou o combustível da vida e em condições normais, no meu ciclo natural, mantenho os seres viventes em harmonia, num frenesi constante. Sou infinitamente mais importante do que qualquer outro recuso existencial.
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CLAMOR DAS ÁGUAS Sou o combustível da vida e em condições normais, no meu ciclo natural, mantenho os seres viventes em harmonia, num frenesi constante. Sou infinitamente mais importante do que qualquer outro recuso existencial. Dependem de mim, todos os seres animados da Terra. Vivo nos campos e nas cidades. Sou os rios, lagos e mares. Estou presente, nos reservatórios, nas torneiras, nos filtros e nos potes; nos baldes, nas piscinas, nas represas, nas poças, na bexiga, nos joelhos... Nas olheiras. Sou o pingo da goteira. Sou uma obra prima, e um presente do Criador a todos os mortais. E no início do mundo, o ‘Espírito de Deus’ se movia sobre a minha face. Vejam só o que sou!... Saciei e sacio a todos os viventes. Nunca me neguei ao serviço de limpeza da vossa casa, do vosso carro e do vosso corpo; dou refrigério a quem me procurar, do micro ao macro organismo; Nunca deixei de servi-los. Sou tão grande, tão imensa... Sou vista até do espaço sideral. No meu ciclo constante, sempre caio do céu para vós ou broto da Terra, em fontes termais, ou não. E corro no meu leito perenemente, como deveria correr a justiça dos homens. Vim a esse mundo com essa missão. Higienizo o mundo, e ponho o alimento na mesa de cada um de vós: Sem mim, não há fartura, nem haverá indústrias, verduras... Agronegócios. – Que por sinal, são quem mais me consomem. Assessoro a obra divina em suas mais variáveis nuances, nesse planeta; à vida inteira. O maior Profeta que já pisou nesta Terra: “São João Batista”. Lançou mão do meu recurso para batizar o Homem mais importante, e que está entre nós até hoje: “Jesus, o Salvador da Humanidade.” Quem pode sentir a sua presença? ... Somente quem tiver muita sensibilidade, pode senti-lo. Eu, que sou a vida e a promotora dela, uma vez contaminada, sou um veneno letal; atualmente, apresento sinais de cansaço e fraqueza, estou perdendo lentamente a saúde e a vida. – Há necroses em muitas partes do meu corpo. Morro a cada instante um pouco, pelas incúrias dos habitantes Terrestres, e a minha situação só piora a cada dia. Falta-me o tão necessário oxigênio, que vocês usam para respirar e viver. No leito, onde sigo meu caminho, na Região Metropolitana da maior cidade brasileira “São Paulo”, já me consideram como uma das mais sujas do planeta. Naqueles Termos, me chamam Rio Tietê. Lá eu já morri. E relataram no meu atestado de óbito, as verdadeiras causas da minha morte, que não cabe aqui relatar. Vocês já sabem o motivo. Por isso, socorram-me, tenho urgência; para a múltipla falência não se generalize por todo meu organismo; o meu estado de saúde é gravíssimo! Estou enferma de morte em outros lugares também, no Brasil e fora dele. Eu não sei se saio dessa com vida, para contar a história. Dependo de vocês agora... Não quero partir dessa para uma melhor e levá-los comigo. Não seria interessante isso. A única coisa que peço em troca de tudo que fiz e ainda faço a todos vós, é o “RESPEITO”, pois há por toda parte um clamor de JUSTIÇA, muito grande; de vocês próprios. E para que ela corra como eu corro no meu leito sem secar, primeiro, tem que haver o respeito à ‘MIM’. Preciso assistir os viventes da atualidade e os que ainda virão; porque a vida precisa continuar para eles também: - gerações de animais e vegetais. Pela minha posição na hierarquia dos elementos da natureza, eu precisaria ser mais amada, reverenciada ou até mesmo adorada, porque não? Vós “seres pensantes”, em algum momento, já pararam para refletir sobre o nosso relacionamento?...Como tem sido ele? Qual é a qualidade dele? Há uma harmonia perfeita em nosso convívio diário? Estou pedindo demais? Ao querer um tratamento mais digno, respeitoso e humano? Lembrem-se da “lei da semeadura e da colheita”; e não se lamentem depois, se algo der errado, por não observarem esse princípio! Será que mereço mesmo tanta insensatez e injustiça?Há muito abuso e covardia da vossa parte, para comigo. Vejam quantas agressões tem sofrido meus corpos d’água; minhas bacias hidrográficas: afluentes... Rios principais... Somente o homem maltrata-me, assim... Vós “cospem no prato quê comem” – ao me poluírem... Da forma embrionária ao nascimento, vocês nadaram de braçadas em mim: - no fluido amniótico; eu os protegia de impactos e outros males, naquele ambiente. Ao sugarem o leite materno eu estava - e estou - presente nos nutrientes que vos dão o crescimento e a vida. Eu vivo presente em vossos corpos – compondo mais de setenta por cento dele: nos capilares, em vasos e artérias, conduzo oxigênio e outras substâncias para a nutrição das células; e carreio de volta as impurezas metabólicas. Quem mais pode fazer isso? Quando doentes, sendo ainda bebês, eu estava no medicamento - farmacológico - que o médico indicava para a cura dos males, da barriga ou do ouvido, tão comum nos recém nascidos. Nunca vos neguei o pescado para o pirão de cada dia; quando lançavam sobres mim vossas redes e anzóis. Lembram-se da “multiplicação dos pães, por Cristo”? Pois bem,... O complemento do milagre era peixinhos, que viviam em mim, e que cuidei com muito amor para aquele momento especial. Devido as suas atitudes irresponsáveis, recebo uma carga diária de efluentes in natura – todos os dias, dos mais variados tipos e origens; de coliformes fecais a metais pesados; de indústrias, mineradoras, residências domésticas, de cidades grandes e pequenas. O que estão fazendo comigo é mesmo uma coisa inimaginável. É um verdadeiro ‘tiro no pé’ da vossa parte, na nossa relação. Como se tudo isso fosse pouco, ainda se envergonham de mim – principalmente juntos dos vossos amigos estrangeiros, e nem mais querem me ver ou me deixar ser vista (o) por eles; Não mais me contemplam, banham-se ou pescam, nas minhas águas. E, onde estou represada, e sendo CARTÃO POSTAL, como a conhecidíssima Lagoa Pampulha; há placas nas minhas margens com os dizeres “É proibido pescar! Peixes impróprios para o consumo.” Sou bonita nas fotos, mas quem se aproximar de mim, sentirá um mau cheiro terrível. Nas cidades grandes, fluo como “rios invisíveis”. Tem até um livro com esse título no mercado literário. Leiam! Talvez vos ajudem em alguma coisa. Essa relação insana começou desde que viestes morar junto a mim... Multiplicaram-se desordenadamente como areia do mar e agora me tem como culpada de seus problemas; principalmente em períodos chuvosos: enchentes, desmoronamentos, perdas, mortes... Aí vocês me maldizem e recorrem a São Pedro - pra me parar- devidos os problemas calamitosos, que surgem nessas épocas do ano – pedem, a Ele para fechar as torneiras. Em vez de me restaurar, canalizaram-me; e jogam os problemas para os vizinhos das jusantes. Arrancaram as minhas margens verdes – as matas ciliares, e a minha clara visão do mundo exterior. Isolaram-me entre paredões, e submersa (o), numa escuridão sem fim; com uma cobertura pesadíssima por cima da minha cabeça - em toda minha extensão urbana. O asfalto e o concreto interromperam a minha interação externa. Fui isolada (o) dos elementos da natureza como à luz, o ar e o solo... Não posso mais respirar e nem me infiltrar no solo, para recarregar os aqüíferos subterrâneos e seguir o meu caminho natural, tão necessário. Não pude mais serpentear a céu aberto, nas cidades; nem ser acariciada (o) pelos barrancos no meu trajeto; e nem ser oxigenada (o) pela luz solar; não posso acolher os seres aquáticos que dependem de mim, para se alimentar, se reproduzir e viver. Em muitas situações não posso mais ver a luz do mundo... E meus cílios (as matas ciliares) que me protegiam da sujeira que caiem em meus olhos, foram arrancados de maneira cruel. Perdi também essa proteção natural. Hoje, principalmente nas cidades grandes e médias, os veículos vivem sobre minha cabeça, e fazem dela uma avenida. Não levo mais o lazer a população, não mato a cede dos animais; porque o meu estado de saúde é deplorável. É de cortar o coração! Não dou mais alegria aos meninos em longos banhos nos poções. Porque não fizeram nenhum sacrifício para me salvar. Vim ao mundo bem antes de Adão e Eva; eu era límpida, pura e transparente como um cristal bonito; sem cor e sem odor, para agradar a todos os gostos. Eu agradava a “gregos e troianos” como diz o ditado. Hoje ninguém suporta o mau cheiro que exala do meu corpo; não mato mais a cede do gado, dos porcos e do povo: - em muitos lugares no mundo. Locomovo-me com muita dificuldade nos espaços rurais e urbanos: devido o assoreamento. Não posso mais fazer nenhum agrado aos banhistas ou turistas, que antes vinham de longe me apreciar. Há rejeitos de mineradoras espalhados e aderidos em meu corpo, alterando minha composição química. Com substâncias em circulação, além do permitido, pela Legislação Vigente. Será que meu maior pecado, foi mesmo, o de ter vivido a vida inteira fazendo o bem, sem olhar a quem?! 07.04. 16

CLAMOR DAS ÁGUAS Sou o combustível da vida e em condições normais, no meu ciclo natural, mantenho os seres viventes em harmonia; num frenesi constante. Sou infinitamente mais importante do que o ouro e o diamante.
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CLAMOR DAS ÁGUAS Sou o combustível da vida e em condições normais, no meu ciclo natural, mantenho os seres viventes em harmonia; num frenesi constante. Sou infinitamente mais importante do que o ouro e o diamante. Dependem de mim, todos os seres: animados e inanimados da Terra. Vivo nos campos e nas cidades. Sou os rios, lagos e mares. Estou presente, em reservatórios, torneiras, nos filtros e nos potes; nos baldes, nas piscinas, nas represas, nas poças, na bexiga, nos joelhos... Nas olheiras. Sou uma obra prima, e um presente do Criador a todos os mortais. E no início do mundo, o ‘Espírito de Deus’ se movia sobre a minha face. Saciei e sacio a todos os viventes. Nunca me neguei ao serviço de limpeza da vossa casa, do vosso carro e do vosso corpo; dou refrigério a quem me procurar: do micro ao macro organismo; Nunca deixei de servi-los. Sou tão grande... Que sou vista até do espaço sideral. No meu ciclo constante, sempre caio do céu para vós. Ou broto da Terra, em fontes termais, ou não. E corro no meu leito perenemente, como deveria correr a justiça dos homens. Vim a esse orbe com essa missão. Higienizo o mundo, e ponho o alimento na mesa de cada um de vós: até mesmo, ao um ser, por mais insignificante, que pareça. Sem mim, não há fartura, nem haverá indústria... Agronegócios – que por sinal, são quem mais me consomem. Assessoro a obra divina em suas mais variáveis nuances, nesse planeta; à vida inteira. O maior Profeta que já pisou nesta Terra: “João Batista”, lançou mão do meu recurso para batizar o Homem mais importante, e que está entre nós até hoje: “Jesus, o Salvador da Humanidade.” Quem pode sentir a sua presença?... Somente quem tiver muita sensibilidade, pode senti-lo. Eu, que sou a vida e a promotora dela, uma vez contaminada, sou um veneno letal; atualmente, apresento sinais de cansaço, e estou perdendo lentamente a saúde e a vida. – Há necroses em muitas partes do meu corpo. Morro a cada instante um pouco, e a minha situação só piora a cada dia. Falta-me o tão necessário oxigênio, que vocês usam para inspirar e viver. No leito, onde sigo meu caminho, na Região Metropolitana da maior cidade brasileira “São Paulo”, já me consideram como uma das mais sujas do planeta. Naqueles Termos, me chamam Rio Tietê. Lá eu já morri. E relataram no meu atestado de óbito, as verdadeiras causas da minha morte, que não cabe aqui relatar. Vocês já sabem o motivo. Por isso, peço socorro!...Com urgência; para essa morte não se generalizar por todo meu organismo; o meu estado de saúde é gravíssimo... Estou enferma de morte em outros lugares também, no Brasil e fora dele. E não sei se saio dessa com vida, para contar a história. Dependo de vocês agora... Não quero morrer e levá-los comigo. Não seria interessante isso. A única coisa que peço em troca de tudo que fiz e ainda faço a todos vós, é o “RESPEITO”, pois há por toda parte um clamor de JUSTIÇA, muito grande-vindo de vocês mesmos; e, para que ela corra como eu corro, no leito sem secar, primeiro, tem que haver o respeito à ‘MIM’. Ainda preciso assistir outros viventes, que estão entre nós e os que ainda virão; Porque a vida precisa continuar para outras gerações também: - De animais e vegetais. Pela minha posição na hierarquia dos elementos da natureza, eu precisaria ser mais amada, reverenciada ou até mesmo adorada, porque não? Vós “seres pensantes”, em algum momento, já pararam para refletir sobre o nosso relacionamento?...Como tem sido ele? Qual é a qualidade dele? Há uma harmonia perfeita em nosso convívio diário? Será que estou pedindo demais? Ao querer um tratamento mais digno, respeitoso e humano? Lembrem-se da “lei da semeadura e da colheita”; e não se lamentem depois, se algo der errado, por não observarem esse princípio! Será que mereço mesmo tanta insensatez, tanta falta de justiça; há muito abuso e covardia da vossa parte, para comigo. Vejam quantas agressões tem sofrido meus corpos d’água; minhas bacias hidrográficas: nascentes, afluentes... Rios principais... Somente o homem maltrata-me, assim... Vós “cospem no prato quê comem” – ao me poluírem... Da forma embrionária ao nascimento, vocês nadaram de braçadas em mim: - no líquido da bolsa uterina; Ao sugarem o leite materno eu estava - e estou - presente nos nutrientes, que vos dão o crescimento e a vida. Eu vivo presente em vossos corpos – compondo mais de setenta por cento dele: nos capilares, em vasos e artérias, conduzo oxigênio e outras substâncias, para a nutrição das células; e carreio de volta as impurezas metabólicas. Quem mais pode fazer isso? Quando doentes, sendo ainda bebês, eu estava no princípio ativo do medicamento - farmacológico - que o médico indicava para a cura dos males, da barriga ou do ouvido, tão comum nos recém nascidos. Nunca vos neguei o pescado para o pirão de cada dia; quando lançavam sobres mim vossas redes e anzóis. Lembram-se da “multiplicação dos pães, por Cristo”? Pois bem,... O complemento do milagre era peixinhos, que cuidei com muito amor para aquele momento especial. Devido as suas atitudes irresponsáveis, recebo uma carga diária de poluentes in natura – todos os dias, das mais variadas origens. O que estão fazendo comigo é uma coisa inimaginável. É um verdadeiro ‘tiro no pé’ da vossa parte, na nossa relação. Como se tudo isso não fosse pouco, ainda se envergonham de mim – principalmente juntos dos vossos amigos estrangeiros, e nem mais querem me ver ou me deixar ser visto por eles; Não mais me contemplam, banham-se ou pescando nas minhas águas. E, onde estou represada, e sendo chamada de CARTÃO POSTAL, como a Pampulha por exemplo. Há placas nas minhas margens com os dizeres “É proibido pescar: peixes impróprios para o consumo.” Sou bonita somente em fotos. Mas quem se aproxima de mim...Vai sentir um odor horrível! Nas cidades grandes, fluo como “Rios Invisíveis”. Tem até um livro com esse título no mercado literário. Vê se vocês lêem! Talvez vos ajudem em alguma coisa. Isso tudo aconteceu depois que usaram e abusaram da minha boa vontade; numa relação insana, desde que vieram morar junto a mim. Multiplicaram-se desordenadamente como areia do mar e agora me tem como culpado de seus problemas; principalmente em períodos chuvosos: enchentes, desmoronamentos, perdas, mortes... Aí vocês me maldizem e recorre a São Pedro - para dar um jeito nas situações calamitosas que surgem nessas épocas do ano – pedindo a Ele para fechar as torneiras. Em vez de me restaurar, canalizaram-me; e jogam os problemas para os moradores da jusante. Arrancaram as minhas margens verdes – as matas ciliares e a minha clara visão do mundo exterior. Isolaram-me entre paredões, e, submerso (a), numa escuridão sem fim; com uma tampa pesadíssima por cima da minha cabeça - em toda minha extensão urbana. O asfalto e o concreto interromperam a minha relação externa com outros seres viventes que sobrevivem e se reproduzem em meus Termos. Fui isolado (a) também de elementos da natureza como à luz, o ar e o solo... Não posso mais respirar e nem me infiltrar no solo, para recarregar os aqüíferos subterrâneos e seguir o meu caminho natural, tão necessário. Não pude mais serpentear a céu aberto nas cidades; nem ser acariciada (o) pelos barrancos no meu trajeto; e nem ser oxigenada (o) pela luz solar; não posso acolher os seres aquáticos que dependem de mim, para se alimentarem e se reproduzirem. Não posso mais ver a luz do mundo... E meus cílios (as matas ciliares) que me protegiam da sujeira que caiem em meus olhos, foram arrancados de maneira cruel. Perdi também essa proteção natural. Os veículos vivem sobre minha cabeça, fazendo dela uma avenida. Não levo mais o lazer a população, não mato a cede dos animais; porque o meu estado de saúde é deplorável. É de cortar o coração! Não dou mais alegria aos meninos em longos banhos nos poções. Porque não fizeram nenhum sacrifício para me salvar. Vim ao mundo bem antes de Adão e Eva; eu era clara, pura e transparente como um cristal bonito; sem cor e sem odor, para agradar a todos os gostos. Eu agradava a “gregos e troianos” como diz o ditado. Hoje ninguém suporta o mau cheiro que exala do meu corpo; não mato mais a cede do gado, dos porcos e do povo: - em muitos lugares no mundo. Locomovo-me com muita dificuldade nos espaços rurais e urbanos: devido o assoreamento. Não posso mais fazer nenhum agrado aos banhistas ou turistas, que antes me apreciavam. Há rejeitos de mineradoras espalhados e aderidos em minhas lâminas, alterando minha composição. Com substâncias em circulação, além do permitido, pela Legislação Vigente. Será que meu maior pecado, foi mesmo, o de ter vivido a vida inteira fazendo o bem?! 07.04. 16

UMA FORMIGUINHA EM ADÉLIA Siga seu caminho formiguinha... Juro que não o importunarei um só instante!
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UMA FORMIGUINHA EM ADÉLIA Siga seu caminho formiguinha... Juro que não o importunarei um só instante! Mas, veja bem por onde anda! Desça do degrau da glória, tão somente, pois neste universo de encanto , e nestes doces versos, que pisaste, aflora a sensibilidade extrema, de uma terna Poeta. Planeje bem o seu trajeto, amiga minha; antes de sair por aí sozinha. O que mais te encantou neste casaco claro estampado de flores, de Adélia?! 14.05.16

A PALAVRA É UM ALIMENTO As palavras devem ser comidas sem muita pressa, como um alimento – integral ou não, à medida do nosso paladar e desejo. Levando-se em conta as leis vigentes do bom senso, ou da alimentação: qualidade, quantidade, harmonia...
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A PALAVRA É UM ALIMENTO As palavras devem ser comidas sem muita pressa, como um alimento – integral ou não, à medida do nosso paladar e desejo. Levando-se em conta as leis vigentes do bom senso, ou da alimentação: qualidade, quantidade, harmonia... Se preferir, tire o miolo das palavras e ponha um recheio; como se faz com um pão a ser ingerido. O complemento deve ser gostoso e ao gosto do cliente, algo saudável que lhes dê o prazer em degustá-lo; Para que supra de energia qualitativa e vital ao homem interior, existencial em cada um de nós, seres humanos. - 24.05.15

UMA FORMIGUINHA EM ADÉLIA Siga seu caminho formiguinha... Juro que não o importunarei um só instante!
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UMA FORMIGUINHA EM ADÉLIA Siga seu caminho formiguinha... Juro que não o importunarei um só instante! Mas, veja bem por onde anda! Desça do degrau da fama tão somente, pois esse universo de poesia , e esse doce verso, que pisa, é de uma sensível Poeta. Reveja seu trajeto, amiguinha: não vistes que esse casaco claro estampado de flores, que pusestes os pés, é de Adélia?! - 14.05.16

AMIGOS DE SEMPRE “Quem tem muitos amigos pode congratular-se, há amigos mais chegados do que um irmão”. Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida, para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais.
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AMIGOS DE SEMPRE “Quem tem muitos amigos pode congratular-se, há amigos mais chegados do que um irmão”. Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida, para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais. Perdoem-me os demais amigos que vieram depois! Mas, não fiquem tristes, nem por isso, sois menos importantes. Vivendo há muitos anos na terra das Alterosas, isolei-me de muito, dos ternos amigos de Campos Belos. Quando retorno à minha região de origem, ainda encontro-me, com alguns “amigos de sempre”; mas outros, infelizmente não. E, aqueles que não os veremos jamais: por já terem ido para o outro lado da vida. Olha que já perdi muita gente boa, da cidade que me viu crescer. Mas, paciência, isso faz parte do ciclo natural das coisas. Dizem que eu também estou na fila... Eu nem sabia disso. Se for verdade, espero ser o último. Sou muito gregário. Adoro manter e fazer novas amizades a cada dia. Para ir repondo na medida do possível, as perdas irreparáveis, desses seres iluminados que, nos vão deixando, ao longo do tempo. Cada amigo de minha terra, que parte para a eternidade, é um baque inquietante que sinto, dentro do meu já, tão sôfrego coração. E, somente com o tempo me sinto mais aliviado um pouco. Outro dia, ao acessar o blog do jornalista Dinomar Miranda – faço isso todos os dias. Essa plataforma é um espaço de grande utilidade, não somente para o povo da região do Nordeste de Goiás. Sua importância transpõe fronteiras. - E, ao deparar-me, no topo da página, com a foto e a noticia da morte trágica do Jacinto da Costa Madureira, filho de Estevam e Iram, não pude me conter: chorei muito!... De maneira tal, que os transeuntes que passavam na rua, ouviam o meu lamento. No último retorno ao meu reduto familiar, agarrei-me a oportunidade de rever um grande amigo de infância, que há mais de 37 anos não a via. – O Claudionor, filho de Chico Pedro, um dos primeiros pedreiros profissionais da cidade; que construíra uma das lojas de papai na Rua do Comércio, e um dos primeiros atletas do famoso e memorável time de futebol amador da cidade, o Campos Belos Futebol Clube (CBFC). Num domingo à noite, um dia antes do meu regresso a Minas Gerais, Adão, seu irmão, me ligou para avisar-me, que o dito amigo das antigas,estava na cidade. Nem jantei direito, e corri para vê-lo. Afinal de contas era uma oportunidade única de matar uma grande saudade. Alegramo-nos bastante nesse encontro!... Mas, não foi possível por toda a conversa em dia, em tão pouco tempo; nem bem começamos a parlamentarmos, fomos interrompidos por um telefonema inesperado: era o vice- prefeito municipal, diretor e radialista de uma Rádio Comunitária local, Zé Cândido Cardoso, outro amigo nosso, de infância. Não parava de conversar e nem o crédito do seu celular, acabava; e quando soube que eu estava agarrado de prosa com Claudionor, aí pronto: fomos intimados por ele, na mesma hora, a comparecer à sua residência, sob o risco de não alcançar, em seu tribunal, o perdão devido, caso não o atendêssemos. E, como não se convence uma autoridade constituída, muito facilmente... Restou-nos, naquela mesma noite, acatar as ordens dadas. Apesar das horas avançadas – já eram quase vinte e três horas. Para a minha surpresa, fomos recebidos com as honrarias de Chefe de Estado. Como fazem verdadeiros líderes, com seus ilustres convidados. Ainda se recuperava de um delicado problema de saúde, e se mostrava muito otimista com a vida e seus meandros. Falou-nos de sua atuação na política local, e sobre seus projetos para o bem comum de todos, da comunidade em que vive e atua. Demonstrou muita sensibilidade com a cultura literária local: ao relatar-me que lera no ar, em seu programa “Manhã Sertaneja”, na Rádio, um dos meus artigos jornalísticos “O pôr do Sol em Campos Belos”, publicado no Jornal O Vetor de Roberto Naborfasan, veiculado em 03.06.2015. E, ao colocar alguns livros de escritores da cidade e região, sobre uma mesa imensa na varanda de sua casa; discorreu sobre o conteúdo de cada um, que incluem relatos inéditos, sobre a rica história de Campos Belos - GO. E, concluiu o fechamento da prosa, desta vez, nos convidando a estarmos no seu programa na Rádio Atividade FM, 87,9 às sete horas da manhã do dia seguinte. Mais uma vez, não pudemos deixar de comparecer... Apesar de tentar me esquivar: com a alegação de não ter preparado, previamente, algo especial para ser discorrido no evento. Na Rádio, falamos um pouco sobre a nossa infância, na terrinha; e falei também sobre a minha trajetória de vida; incluindo, Formação Acadêmica, e Produções Literárias. Para não fugir a regra das boas relações: o presenteei com duas Antologias em que sou um dos autores: “ANELCA em Prosa e Verso”, 8° Edição 2014, da Academia Nevense de Letras Ciências e Artes; e “ALB Em Prosa e Verso” 1° Edição 2014, da Academia de Letras do Brasil (ALB-MG/RMBH). E, como os diletos ouvintes, desta tão conceituada Rádio, não poderiam ficar de fora, disponibilizei também, dois exemplares das obras acima, mencionadas; para serem sorteados a eles. Viajei feliz da vida, de volta, ao reduto dos mineiros; com as energias renovadas, pelo reencontro com os velhos amigos. Continuo cada vez mais convicto, de que, o lugar dos “os amigos de sempre” é mesmo “do lado esquerdo do peito” como diz um dos cantores, que iniciou sua trajetória musical no Clube da Esquina. Ainda é tempo de plantar a alegria, a amizade, a fraternidade; pois, o maior patrimônio de uma cidade é mesmo o ser humano. E os amigos que nela conquistarmos. -16.04.16

UM POUCO DO QUE SOU Sou a água do coco, o doce da cocada. Do corpo, a água de cheiro.
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UM POUCO DO QUE SOU Sou a água do coco, o doce da cocada. Do corpo, a água de cheiro. Morro na praia, todos os dias, depois de molhar teu corpo inteiro. Sou a poça nas estradas, e da criançada, o poço; sou o suor do teu rosto, a chuva, a enxurrada. Sou o sereno da madrugada, o orvalho, e as lágrimas dos teus olhos. Sou a esperança dos idosos, e a doce alegria das crianças, sou o fiel da balança, o ouro da torneira. Sou o “direito”, o amor perfeito que brota do chão, que desce do céu; sou bombeada,também, pelo coração. Sou um devoto em súplicas, estou no pássaro que voa, sou a vida na Terra, acontecendo. Sou uma célula pulsando em cada canto. Estou na presa fugindo; e na ave de rapina. Sou a fonte brotando, água cristalina, Juntinho dos buritis; pra não me estender muito, sou de todos os lugares: do Planalto Central, da Serra da Mesa, da Moeda, da Canastra... Da Serra Geral. Sou das veredas do Guimarães Rosa, da Serra do Curral, do Pantanal... sou de Minas Gerais,sou Universal: sou vista até em Marte. Por fim, sou a justiça qual rio a correr, que não pode secar; sou a vida escoando procurando o mar. -24.04.16

"GRAÇAS A DEUS" CRÔNICA Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês (1 Tessalonicenses 5:16-18).
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"GRAÇAS A DEUS" CRÔNICA Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês (1 Tessalonicenses 5:16-18). “Cobra de vidro”, como era conhecido não saia do bar de Betinho, tomando pinga com mel... O irmão João e a irmã Maria, seus pais, viviam intercedendo a Deus por ele para que o Senhor usasse de misericórdia e o libertasse daquele maldito vício. Mas, Jucélio só pensava “nela” na bebida. O levei à igreja evangélica no Céu Azul, num certo domingo de abril, onde participamos de um culto abençoado. A pregação daquele dia tocou-lhe bastante. Falava do “amor de Deus que pode nos tornar mais fortes para enfrentarmos os problemas da vida." Depois do sermão, o pastor regional fez o apelo aos visitantes, que ainda não professavam uma fé: “Caso haja em nosso meio,alguém interessado em seguir o caminho maravilhoso de Jesus se manifeste!” Jucélio, já envolto em lágrimas, não resistiu o apelo, e levantou as duas mãos em sinal de aceitação a Jesus, como Salvador de sua alma. Mas, ele não rompeu muito tempo na fé cristã, e voltou para o “mundão”. Começou novamente ser visto nos ambientes mundanos. Gente boa o Jucélio! Trabalhador e muito prestativo. Tínhamos uma boa afinidade. Quando nos víamos era uma alegria só. E me cobrava uma visita à casa de seus pais para conhecê-los. Jucélio, mais recentemente, fez a opção de morar nas ruas do bairro onde foi criado; em “malocas” com os seus antigos companheiros de bebida. Já estava usando armas. Na última vez que nos encontramos foi na praça da igreja matriz, do bairro Lagoa, região de Justinópolis. Depois dos nossos cumprimentos, puxou da cintura uma enorme faca de aço inoxidável de 12’ polegadas, que clareou na luz do dia, ofuscando a minha visão. Pedi a ele que guardasse aquilo, pois era perigoso se cortar com ela e também poderia ter algum policial o observando. Atendeu o meu pedido, e voltou com a lâmina fria, para a cinta, sem bainha mesmo. Ainda que vivendo a perambular, não deixou de me convidar a visitar seus pais. Desta vez, não me foi possível resistir; e fui com ele fazer aquela visita. Parece que seu velho pai, o irmão João, nos aguardava, e nos recebeu no portão, com alegria. Quando o cumprimentei com a “paz do Senhor” como usam fazer os santos, ele respondeu-me com um “graças a Deus”. E nos convidou a entrar na sua humilde residência. Como uma boa mineira a irmã Maria, nos ofereceu queijo fresco e cafezinho feito na hora, com uma fumaçinha subindo da beira da xícara. Na despedida, seguindo um velho costume ainda muito usual no seguimento evangélico, li um texto na bíblia sagrada e oramos coletivamente antes de seguir meu caminho. O irmão João não conseguia dizer palavras alguma, em diálogos que tentava fazer, a não ser “graças a Deus”. Então, despedi-me dos demais, e o irmão João, muito cortês, acompanhou-me até o portão; ao despedi-me dele com a paz do Senhor, novamente ouvi da sua boca, o último “graças a Deus” da sua vida. Tempos depois, encontrei-me com o seu neto: - “Roger, outro dia estive na casa do seu avô e tudo que ele ia falar só saia “graças a Deus” da sua boca, eu fique preocupado com aquilo. - Te explico: tempos atrás ele sofreu um fulminante Acidente Vascular Cerebral (AVC), e, esse problema de saúde afetou a sua fala e memória, de tal maneira que ele esqueceu-se de todas as palavras que você possa imaginar; menos o “graças a Deus”. Aquela expressão de gratidão do irmão João, o acompanhou ao túmulo. “Quão grandioso é o nosso Deus!” A sua "graça", na vida de seus servos, atrai os pecadores a Cristo. Por isso, ela deve sempre está presente na vida do cristão. A doença poderá tirar todas as palavras da mente de um salvo. Mas, neste caso especial, ela não pôde tirar a palavra de agradecimento "graças a Deus" da cabeça do irmão João; porque ela não estava mais lá, e sim no coração. A grata palavra a Deus é o que fica! Graças a Deus! - 07.09.16.

CUMPRINDO O "IDE" DE JESUS CRÔNICA “Quem ganha uma alma sábio é...”
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CUMPRINDO O "IDE" DE JESUS CRÔNICA “Quem ganha uma alma sábio é...” Segundo os evangelistas do NT, Jesus orientou seus discípulos a irem pregar o Evangelho da paz, por todos os lugares, por onde fossem. “Em tempo e fora de tempo”. Isso nos remete a duas situações: "Ir" a luta (ação) ao encontro das almas perdidas, como Jesus foi; e o fato de se “criar” situações para falar do amor de Deus a determinadas pessoas,como Jesus fez no caso da mulher samaritana. Essa ordenança do Mestre aos discípulos, para que fizessem mais discípulos (ovelha gerando ovelha), foi uma ordem extensiva também a todos àqueles que abraçarem a fé cristã; e continuará a perdurar até a sua volta. Pregar e ganhar as almas para o reino de Deus, não é um privilégio dos anjos ( e olha que eles gostariam muito de terem essa missão,mas isso não foi possível), do pastor, dos obreiros; mas, é uma obrigação de “todos” os salvos em Jesus. Então, a obra de Deus conta com esses “trabalhadores” para crescer e frutificar. Imagina só!... "Trabalhar para Deus!..." Que bom não é?! Mas... O salário é o "amor". E sempre há vagas! “Como ouvirão se não há quem pregue, e como entenderão se não há quem explique”? Portanto, "Ele nos impôs essa obrigação" e, "ai de mim se negligenciá-la" disse o apóstolo Paulo. Quando convertido à fé cristã, eu queria falar de Jesus para o mundo inteiro ouvir; queria que todas as pessoas servissem a Deus, como eu estava servindo. Havia um prazer incomensurável e incontido no meu coração, e eu só queria mesmo era compartilhar aquele júbilo com mais alguém. Aquela satisfação era com certeza resultante da liberdade que o Espírito Santo encontrava na vida da gente. No nosso relacionamento havia uma “folga”; e era bom está com Ele. E quando a alegria no Espírito aflorava dava para sentir que “a recíproca era verdadeira”. Mas, eu não andava devagar com “o andor” como diz o ditado: era meio fanático, quanto a maneira de pensar,de agir e de falar das "boas novas" de Cristo. Certa vez tentei proibir minhas irmãs de assistirem suas novelas preferidas, lá em casa; mudava de canal ou desligava a TV. Aí, o “caldo engrossava...” Às vezes tinha que sair numa velocidade!...e evitar um problema maior. Eu estava totalmente equivocado: pois, não é “por força ou violência”, que a gente vai fazer as pessoas entender o que deve ser melhor para suas vidas. Mas, somente o Espírito de Deus pode trabalhar no coração do homem. Admito meus erros em dados momentos, ao cumprir o “ide” de Jesus: pois na tarefa de falar do seu amor, eu realmente incomodava muito, às pessoas. Porque me faltava mais qualificação, ou mais sabedoria, para isso. Como mensageiros de Cristo, não devemos levar as coisas a "ferro e fogo" ou sobrecarregar as pessoas pelo muito falar. O alimento da palavra de Deus deve ser dado com moderação; assim como se deve observar as leis da nutrição quanto a quantidade, a qualidade... Para que o nutriente cumpra sua função de dar a vida e não a morte. Mas só soube dessas verdades muito depois. Tudo deve ser no tempo de Deus, na vontade Dele. Aprendi que a persistência e a prudência é o segredo do sucesso de quem faz a obra do Senhor. Certa vez, fiz um “pacotão” contendo bíblia, harpa Cristã, revista da escola dominical, jornal Mensageiro da Paz; folhetos evangelísticos, e uma carta com oito laudas e trinta e sete referências bíblica e o enviei ao amigo João, fiscal da Receita Estadual; que havia sido transferido para uma cidade no estado do Tocantins; pois desejava muito que ele aceitasse Jesus como Salvador; éramos muitíssimos amigos e parceiros de jogos de damas e xadrez. Tempos depois, João regressou a minha cidade,e fiquei sabendo dele ter dito a uma pessoa, que eu estava meio "chato"com aquele “negócio de Jesus”; mas a mim, fez uma declaração diferente e interessante: disse que a bíblia que eu o havia lhe dado, e a carta que recebera, iria acompanhá-lo pelo resto da sua vida. Verdade ou não, isso não importava muito para mim; eu queria mesmo ser “chato” e falar das boas novas de salvação a todos que cruzassem o meu caminho. O certo é, que nos foi “imposta essa obrigação” tão sublime (ganhar almas para o reino de Deus), não pode ter uma honra maior do que essa. Cumprindo com as obrigações de Jesus, eu fui falar do seu amor a uma alma que estava internada na "Casa de Saúde" de Campos Belos. Convidei a tia Lídia Vieira, para me assessorar nessa tarefa; ninguém melhor do que ela na cidade para essa tão nobre missão: pois, além de ser uma das fundadoras e lideres da instituição religiosa a qual eu fazia parte: era (é) também a própria mãe do paciente que estava em tratamento naquele hospital, que estava na pauta dessa visita. O primo Jamil estava mesmo muito debilitado. Havia contraído uma terrível febre amarela no estado do Pará, quando se aventurava nos garimpos de ouro, daquela jurisdição, em companhia do seu velho pai, o tio “Vieira” como era conhecido. O Jamil pensava muito em morrer sem Jesus e sem salvação. Quando comecei a lhe falar do plano da salvação, que Deus traçou para o homem, parecia que ele bebia aquelas palavras. Antes de despedi-me dele, fui ao carro e peguei uma literatura cristã, “O Coração do Homem” para que ele lesse. Pronto! Era tudo o que o Espírito Santo precisava para concluir a obra de salvação em sua vida. Disse-me depois que desde o primeiro momento que começou a leitura daquele livreto; seu coração “ardia” de coisas boas. E a partir de então nunca mais foi o mesmo: “as coisas velhas passaram e eis que tudo se fez se novo” em sua vida. O Espírito Santo o convenceu do pecado da justiça e do juízo. Aceitou Jesus como único e suficiente Salvador de sua vida! Numa igreja mais próxima da sua casa, naquela igrejinha que fora demolida na Vila Baiana.. E, não parou mais de caminhar com os salvos, para a Canaã celestial. Até hoje, o Jamil da tia Lídia, têm dado um bom exemplo cristão; e sempre cooperou grandemente na obra de Deus: foi presidente da mocidade, diácono e atualmente é presbítero da Igreja Assembléia de Deus em sua cidade. E nesse caso e noutros, me senti muito honrado de cumprir com o "ide" de Jesus, nosso Senhor! 04.09.16

UM JOVEM LOBO ENTRE NÓS CRÔNICA Para quem não sabe “lobo” é um termo que as comunidades evangélicas usam muito para denominar o personagem que se veste de pele de ovelha; surge de fora ou do próprio seio das instituições religiosas, e se aproveita da boa fé dos fiéis, para leva…
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UM JOVEM LOBO ENTRE NÓS CRÔNICA Para quem não sabe “lobo” é um termo que as comunidades evangélicas usam muito para denominar o personagem que se veste de pele de ovelha; surge de fora ou do próprio seio das instituições religiosas, e se aproveita da boa fé dos fiéis, para levar alguma vantagem qualquer. O "joio" nasce e cresce, juntamente com o "trigo". Há uma informação tipo assim no texto Sagrado. E, praticamente torna-se muito difícil viver longe do joio, ou evitar um dano que ele causa; o lobo é sempre muito astuto. Percebi uma particularidade curiosa quanto a esse “intruso”: quando o lobo é de fora - de lugares distantes -, ao se dirigir a uma localidade qualquer, a sua boa fama vai a sua frente e chega primeiro que ele, a tal destino; isso facilita muito suas ações de “trapacear” e aplicar seus “golpes” fatais. Todo lobo têm uma boa “lábia” - como geralmente são os estelionatários-,daí mora o perigo das pessoas serem ludibriadas mais facilmente! No início da década de 1980, poucos anos depois da minha conversão ao cristianismo e o meu ingresso numa entidade religiosa; a mocidade era “fogo puro” (muito espiritual),na fé, no evangelismo, nas orações nos ensaios e nos louvores... E dávamos bom exemplo no testemunho cristão. Uma vez por mês havia um culto sob a direção dos jovens nessa igreja que eu congregava. Esse evento era muito “badalado” (era anunciado aos quatro cantos) por lá. Convergiam ao lugar, jovens de algumas cidades da redondeza para participar conosco daquele trabalho. Alegrávamos muito no Senhor, e na comunhão com os jovens irmãos visitantes. Era um intercâmbio interessante aquilo! Eu, naquele grupo de jovens era o mais “erado” (o mais antigo da turma),e já acumulava um pouco de experiência na fé, apesar de ser ainda um novo convertido. Próximo da edição de mais um desses cultos mensais de jovens, estávamos todos ansiosos e desejosos que chegasse logo aquele dia. A fama de um jovem “muito abençoado” havia chegado a Campos Belos, exatamente por ocasião do culto que iria ser ministrado por nós, jovens, daquela comunidade; o mesmo, viria da cidade vizinha de São Domingos-nordeste de Goiás (mas, ele não era morador daquela instância, ninguém sabia sua origem), e poderia sim ter uma chance de ministrar a palavra de Deus naquele evento que iríamos realizar; pois, já se sabia que ele era “muito usado por Deus com o "dom da pregação”. Geralmente o presidente da mocidade dirigia aqueles trabalhos religiosos. Nos dias que antecederam o referido culto; e, fazendo o papel de um conselheiro, orientei o Jamil, que na época estava como presidente da mocidade (posteriormente fora consagrado a presbítero); que, não seria bom dar muita “liberdade” (no decorrer do culto) àquele visitante; nosso desconhecido, e que apenas permitisse a ele somente a oportunidade de uma pequena saudação. Fiz tal sugestão pensando evitar um mal maior na seara do Senhor... No ensaio dos louvores do conjunto de jovens na tarde do dia “D” do tal evento, quem estava lá?! Exatamente o jovem visitante, tão esperado por toda da irmandade; o Levigone! "De carne e osso!" Ninguém imaginaria a que veio. E o que predominava em nós era a inocência. Ele não perdeu tempo pois tinha urgência... Levigone nesse ensaio, já teve logo sua primeira oportunidade de dizer alguma coisa; mas, teria que ser breve as suas ponderações. Na verdade Levigine nem queria falar naquele momento: pois como uma cobra ele sabia a hora certa de "dar o bote". Mas, para não “chegar calado e sair mudo”... Abriu sua ferramenta de trabalho a “arma de dois gumes” – a bíblia, que a usava como facilitadora do cometimento de seus delitos e como esconderijo. E cravou em minha memória e na memoria de muitos para sempre, as palavras de Deus saída da boca de São Paulo: "Mas como está escrito: as coisas que o olho não viu,e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam "(I Cor 2.9). E baseado no referido texto acima, que lera para nós, fez um emocionante comentário em que muitas lágrimas rolaram dos olhos “simples” daqueles jovens. E no pouco que falou deu para se vê, que Levigone era mesmo "terrível" na arte da oratória!... Mas, "suas unhas" só mostraria mesmo, depois... Ele não teve a receptividade que gostaria de ter, por parte da mocidade e da igreja; foi recebido com uma certa frieza. Mas, ”tem problema não: se não dá de um jeito dá de outro.” pensava o jovem lobo. Mudou o foco e já pensava em alguma possível vítima fora da igreja, na sociedade campo-belense. Então,o joio irmanou-se ao trigo de maneira que não dava para saber “quem era quem”. E, andava com os crentes como se fosse um dos tais. Para cima e para baixo lá ia ele “enturmado” com os servos do Senhor como se fosse um dos escolhidos de Deus. O tempo passou... Não é que o culto estava ruim naquele dia, longe disso. Mas naquela noite não sentimos muita alegria no espírito. O clima na congregação estava meio tenso, e com poucos “glórias a Deus e aleluias”; para um povo pentecostal aquilo não era muito comum. Percebi que havia algo estranho no ar... Após o término do trabalho ofereci uma carona para o primo Jamil, que ainda morava com sua mãe no Brejinho – saída para Brasília. Parei o fusca na frente da sua casa e ele já foi me dizendo: - Primo, você não imagina quem passou hoje à tardinha, aqui em frente, dando tchau pra mim! - Não tenho a menor ideia! Disse a ele. - Foi o Levigone, o jovem lobo que estava entre nós. - Como você soube que ele era um lobo?! O interroguei. - Fiquei sabendo que o mesmo, fora embora, depois de roubar o corcel II de Zé da farmácia. Sabemos que Deus fala de muitas maneiras... Então resolvi fazer uma prova disso e lancei um desafio: Combinei com o Jamil: - vou abrir a minha bíblia no escuro da noite, e você vai pôr o dedo na página da mesma; e vamos ver qual vai ser a palavra de Deus para esse tipo de pessoas? - Vamos! Concordou comigo. E, segundo as sagradas letras “o que for acordado a cerca de uma boa causa aqui na terra será confirmado no céu”. E assim o fizemos: abri a minha bíblia, e o primo colocou o dedo indicador da mão direita em uma das páginas do livro Santo, e acendi a luz interna do veículo; e qual foi a palavra do Senhor para o jovem lobo que estava entre nós?! Fora a seguinte: "Mas os homens maus e enganadores irão de mal a pior,enganando e sendo enganados" (II Timóteo 3:13). E São Paulo nos revela o verdadeiro perfil moral e espiritual dos lobos que podem está por aí entre nós: “... os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo,mas a seu ventre: e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples (Romanos 16.18). 31.08.16

O MAIOR SONHO DE LUDOVICO CRÔNICA Os sonhos é que nos movem. No dia que deixarmos de sonhar morreremos. Há sonhos de tudo quanto é jeito: os sonhos possíveis de serem realizados e os impossíveis; sonhos bons e sonhos ruins, sonhos estranhos, sonhos bobos...
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O MAIOR SONHO DE LUDOVICO CRÔNICA Os sonhos é que nos movem. No dia que deixarmos de sonhar morreremos. Há sonhos de tudo quanto é jeito: os sonhos possíveis de serem realizados e os impossíveis; sonhos bons e sonhos ruins, sonhos estranhos, sonhos bobos... Veremos a seguir um sonho não muito comum de se ver; que o achei engraçado. Ludovico já estava com a família criada e aposentou-se ainda com uma boa idade. Mas,só alcançou esse benefício devido a um acidente de trabalho; segundo comentários que circulam a “boca miúda”, entre a torcida do Cruzeiro, Atlético e América... É que, foi o Ludovico que adiantou esse processo: provocando sua propria queda do quarto andar de um prédio em construção, onde trabalhava como ajudante de pedreiro. Quebrou-se todo, e foi tido como morto por muito tempo, por populares e pela equipe de saúde do Serviço do Atendimento Médico de Urgência (SAMU). Depois de dezenas de cirurgias... Ficou internado numa Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) sobrevivendo com o auxílio de aparelhos, um ano e oito meses. Abaixo de Deus uma árvore, plantada no passeio, também deu uma demão para sua sobrevivência: amortecendo o impacto da queda. Hoje, ele leva uma vida quase normal. Se foi verdade o fato de ter sido ele o autor dessa loucura, apesar do sofrimento, o plano deu certo: pois, logo depois desse ocorrido ele já estava recebendo seus parcos recursos da Previdência Social. Mesmo antes de receber alta do hospital. Mas... Por um triz não perdera a sua tão preciosa vida! Ludovico vivia dizendo que o dinheiro da sua aposentadoria era muito pouco, então, complementava sua renda fazendo pequenas “catiras” de celular,relógio etc., e, compras e vendas de ferro velho; apesar de Messias, sua esposa, viver implicando com ele principalmente por não ter na casa um espaço adequado para acondicionar os materiais que ia adquirindo, e por não haver tanta necessidade daquele serviço extra. A mulher estava certa: é sabido que o saldo de Ludovico no banco era “gordo”. Até já andou emprestando algum dinheiro a juros altos,tempos atrás. Mas, depois de levar alguns "calotes" desistiu dessa atividade. . Ludovico não serviu ao Exército para não “prestar continência”- continência se presta com a mão aberta. Pensa num sujeito “seguro”! "Mais seguro do que papagaio no arame". Assim era ele. “Não comia banana para não jogara a casca fora”. Dona Messias, mais católica do que o Papa,era mais “mão aberta” digamos assim; e sempre carregava umas pratinhas na bolsa para dar de oferta,na congregação que frequentava; mas o Ludovico... Messias vivia pelejando com o marido para levá-lo ao santuário católico; mas perdia o seu tempo: ele só ia mesmo à igreja, quando a missa era de “ações de graças”. Não se via coletores de ofertas nessas liturgias. Estava explicado então, o verdadeiro motivo de tanta resistência de Ludovico em não cumprir suas obrigações da fé religiosa,com denodo como Messias gostaria. Havia mesmo "cobra em seu bolso!" Muito bom vizinho, o Ludovico, de vez enquanto vinha ter comigo: para propor um negócio qualquer, contar causos; quando era novo bebia "umas e outras" e bateu num delegado. Disse em certa ocasião. E, numa dessas muitas prosas revelou-me, o seu “maior sonho na vida”, que me deixou de cabelos brancos: Ele gostaria de ser enterrado no Cemitério de Ribeirão das Neves; sendo que morava em Belo Horizonte; numa região bem servida por outras opções de sepultamento. “Como é que pode uma pessoa ter um sonho assim!" ... esse questionamento insistia em ficar comigo. Se ele fosse residente ou natural dessa cidade, ou tivesse parentes por lá, seu desejo seria mais justificável. Como, quase mineiro que já sou, fui matutar aquilo. E, “Zé matuta matutou... matutou... Matutou”. E não achava o motivo do seu desejo maior de Ludovico; “Não tenho pressa mesmo, uma hora dessa eu descubro o verdadeiro motivo disso.” Pensei. Passaram-se quinze longos anos até que a verdade veio à tona! Pela boca do próprio Ludovico: “O bom de ser enterrado em Ribeirão das Neves é o preço baixo da taxa de enterro: é bem menor do que na capital.” Pronto!!! Mistério revelado! Eu já tenho visto muito sujeito “pão duro”, ”mão de vaca”. Mas como esse foi o primeiro! Onde já se viu uma pessoa se preocupar em obter um desconto financeiro depois de morto! como dizia os antigos: É "vivendo e aprendendo!" 28.08.16

CAMPOS BELOS Quem bebeu de sua fonte, e conheceu a hospitalidade,
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CAMPOS BELOS Quem bebeu de sua fonte, e conheceu a hospitalidade, a singeleza de sua gente, a beleza e o vigor da sua mocidade; Quem conheceu a simplicidade de suas ruas, das casas, das coisas, das pessoas; a imponência de seus montes... O deseja o tempo todo quando se encontra distante. Suas montanhas são como gigantes interrompendo bravios fluxos de ventos de superfícies predominantes, no frenesi das tempestades... Para que nada seja atingido com gravidade nos domínios de seus Termos, por esse fenômeno natural. Esses relevos são guardiões fiéis erguidos rumo ao céu; muralhas intransponíveis à proteger a cidade. Lá, todos os dias o sol ressurge por detrás da linda cerra, e a incidência de luz anima a vida na terra; Quando as atividades diárias cessam... Chega o merecido descanso, E logo reaparece o clarão da esperança, querendo pressa, à todos despertam. Iluminando sua gente de fé e crença! Na estrutura analítica do meu projeto o meu retorno a Campos Belos é mencionado como a etapa mais importante. Não a nego, como o meu eterno desejo e referencial. Por onde passei tenho dito, querendo que o mundo ouça, que, tenho lutado, mas, tenho sofrido: hora melancólico hora deprimido... E, sempre pelos mesmos motivos; o de viver assim tão ausente: dos amigos, dos parentes, e dessa terra querida, que me viu crescer. (04/2014)

ALGUNS DOS PROBLEMAS DE MARIA DAS DORES CRÔNICA “Maria” é um nome bom, por causa da mãe de Jesus (homem) que assim se chamava. Por isso é o mais "querido" até hoje pelas famílias.
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ALGUNS DOS PROBLEMAS DE MARIA DAS DORES CRÔNICA “Maria” é um nome bom, por causa da mãe de Jesus (homem) que assim se chamava. Por isso é o mais "querido" até hoje pelas famílias. A agregação da palavra “das Dores” ao nome de Maria, não vejo graça nisso! Num passado não muito distante era mais comum esse nome “Maria das dores”. Mas isso vem mudando ao longo do tempo; os pais mais "modernos" estão mais caltelosos quanto ao registro de suas filhas com esse complemento “das Dores”. Todos nós temos problemas na vida,independente do nome que temos; mas, dá pra se pensar que as pessoas com esse nome “Maria das Dores”, tendem a ter muito mais complicações e dores, ao longo de suas existências, do que outras, com nomes diferentes. Minha amiga a Maria das Dores daqui da região do Céu Azul é um exemplo disso; sempre vivia com problemas de toda ordem: quando não era um problema de saúde, era outro qualquer. Certa ocasião foi buscar socorro espiritual numa congregação evangélica onde congregava: na época, vivia num relacionamento conjugal muito conturbado. - Pastor Geny, não tô mais agüentando o home lá de casa! ... Ele tá impossível!... Bebendo, jogando, dançando,... ainda me agride constantemente. Quero que o senhor ore, para que Jesus dê um jeito nesse problema; tenho urgência, estou em tempo de fazer uma “loucura!”... - "Bem, quanto as agressões... A princípio, a senhora deveria registrar uma queixa contra ele numa delegacia de polícia, mas... "Vamos orar sim, minha irmã. E mais: se você quiser podemos fazer uma campanha de oração nesse sentido." - Sim pastor! Se o senhor puder fazer isso por mim serei eternamente grata! O Reverendo convocou os fiéis naquela mesma noite, nesse propósito. Dias depois a Maria das Dores voltou com um problema ainda mais grave: - Pastor o senhor não devia ter feito aquilo!... -“Aquilo” o “quê” minha irmã?! - Depois que o senhor começou a fazer a campanha de oração, não demorou nada o home “bateu as botas!” Foi atropelado e não resistiu os ferimentos e morreu! Se tava ruim com ele, agora, ficou pior. Com toda ruindade do mundo, era ele que levava o pão de cada dia para nossa mesa, e agora?! ... Somente Amarildo trabalhava lá em casa. Agora estou sem marido e sem emprego... Sem nada no mundo! A minha vida virou de "ponta cabeça". O pastor fez uma cara de quem não gostou: - Quero deixar bem claro minha irmã, que não oramos pro seu marido morrer. Oramos pra Jesus resolver o seu “problema” como a irmã pediu. Sabe de uma coisa, desde que lhe conheço por gente que a senhora sempre está clamando de uma coisa ou outra; isso é devido o complemento do seu nome: sugiro que tire o “das Dores” dele. Mas era difícil demais... pois antes dela nascer já carregava consigo essa "cruz"- das Dores. Dona Rufina sua mãe, não se cansava de bater na "tecla". "Se for uma menina se chamará Maria das Dores." Aquilo era uma homenagem que sua mãe gostaria de fazer ainda em vida, à sua comadre Maria das Dores. E todos da sua região só a tratavam de das Dores. Além disso, o custo financeiro e burocrático do processo para a modificação do registro de nascimento de uma pessoa o inviabilizava a tomar tal decisão. O pastor levou mesmo a coisa a sério: encerrou definitivamente aquele tipo de campanha de oração que fizera em prol daquela irmã: jurou no Santo altar com a mão sobre a bíblia que nem orava, e nem faria mais aquele tipo de intercessão coletiva em favor “desse ou daquele casal de cristão. Ele lembrava de um trecho sagrado: “De que se queixa o homem vivente? Se queixa de seus próprios pecados.” E ainda: "Na hora de arrumar o 'homem' não orou nem pediu ajuda a ninguém,agora..." Então, a viúva Maria das Dores com seu três filhos pequenos Carlos, Marcos e Cleide seguiam a sua via sacra sobrevivendo da ajuda dos irmãos de fé e de algumas outras almas bondosas do lugar. Pois, o marido não contribuía com a Previdência Social quando em vida. Portanto, não pode deixar uma pensão para família. Por volta de julho ou agosto do ano desse acontecimento, ela foi ter comigo querendo que lhe arrumasse um golinho de álcool-líquido; eu ainda tinha mais de meio litro desse produto, no seu frasco original, lá em casa; então prontamente tirei do recipiente uma porção do mesmo e lhe dei. Todo dia ela estava lá na minha porta querendo mais um pouco. Como naquele período somente o álcool gel estava disponível à venda no mercado (o álcool líquido estava proibido por força de uma Legislação estadual vigente) e, como eu fazia pouco uso daquilo, fui lhe cedendo sem maiores problemas toda vez que ela vinha a mim; mais para o final, disponibilizei todo o restante do álcool a ela. Um belo dia, bem cedo, adivinha caro leitor quem queria mais álcool?! A própria: Maria das Dores! - Não tenho mais, minha irmã. Mas, tenho uma cachaça muito boa de Serra dos Aimorés, que ganhei de um baiano que viera de lá recentemente. - Eu aceito com todo prazer; nem precisava ser tão boa assim, não é pra eu beber mesmo... Sou evangélica: só bebo água e o vinho da Santa Ceia. - Uai!... E quem está fazendo uso de bebidas alcoólicas em sua casa? -Eu mesmo,mas,porém pra pôr na carinha de um “bicho de pé” (inseto, semelhante à pulga), que tá atazanando a minha vida há muito tempo. Preocupado e desejoso de ajudá-la na resolução daquele problema, pedi para dar uma olhada em seu pé; vendo aquelas bolinhas escuras e seu pé bastante inchado, percebi que era muitos “bichinhos” que já estavam instalados naquele local há muito tempo e, naturalmente, ovulando bastante, então, concluí que havia a necessidade de uma intervenção cirúrgica mais criteriosa e o orientei que fosse ao posto de saúde mais próximo. Dias depois, voltando do Hospital Evangélico onde estagiava, e chegando ao local aonde morávamos, a nossa rua estava tomada de curiosos e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), parada na porta da casa de Maria das Dores. Pronto!... “Pelo jeito morreu alguém nessa casa!” Pensei. Só se pensa o pior nessas horas. Mas, graças a Deus não era nada do que eu pensava! Não havia morrido ninguém! Maria das Dores estava sendo assistida por uma equipe de trabalhadores da saúde, e sendo conduzida ao Pronto Socorro João XXIII. Para a retirada dos pobres “bichinhos de pé” “tontos” que nem “gambás” que pareciam ter adorado a ideia da sua hospedeira, de regá-los dioturnamemente com álcool e cachaça; e com certeza insistiam o quanto podiam, para não sair daquele ambiente “etílico” que estavam envolvidos. Se pudessem cantar, cantariam: “Daqui não saio / daqui ninguém nos tira /...” Coitada da Irmã Maria das Dores!...Tem vivido, mas, tem sofrido! “Se seus pais tivessem o cuidado de não pôr “ Dores” compondo o nome da filha, ou se Maria das Dores, tivesse seguido a orientação de seu pastor: removendo o 'das Dores' do seu nome, com certeza sua vida seria menos “dolorida”. Há palavras que devem ser omitidas se for possível. Tenho uma sugestão para os futuros pais: na frente do nome "Maria" coloquem "Dolores", e a "dor" da sua filha,ao logo da sua caminha, ficará mais amena; além de ser uma palavra mais romântica. Fica a dica! 21.08.16

EM BUSCA DA FELICIDADE Ainda que a subjetividade advinda das miragens e da razão,oculte o mover do meu destino; e a estigma autêntica da "felicidade",me for negada em dado instante,não desistirei da busca e do desejo de me envolver em sua energia inebriante;
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EM BUSCA DA FELICIDADE Ainda que a subjetividade advinda das miragens e da razão,oculte o mover do meu destino; e a estigma autêntica da "felicidade",me for negada em dado instante,não desistirei da busca e do desejo de me envolver em sua energia inebriante; e em momentos de pura emoção,perpetuar o meu futuro em sua grandeza. 25.08.15

ALGUNS DOS PROBLEMAS DE MARIA DAS DORES CRÔNICA “Maria” é um nome bom, por causa da mãe de Jesus (homem) que assim se chamava. Por isso é o mais "querido" até hoje pelas famílias.
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ALGUNS DOS PROBLEMAS DE MARIA DAS DORES CRÔNICA “Maria” é um nome bom, por causa da mãe de Jesus (homem) que assim se chamava. Por isso é o mais "querido" até hoje pelas famílias. A agregação da palavra “das Dores” ao nome de Maria, não vejo graça nisso! Num passado não muito distante era mais comum esse nome “Maria das dores”. Mas isso vem mudando ao longo do tempo; os pais mais "modernos" estão mais caltelosos quanto ao registro de suas filhas com esse complemento “das Dores”. Todos nós temos problemas na vida,independente do nome que temos; mas, dá pra se pensar que as pessoas com esse nome “Maria das Dores”, tendem a ter muito mais complicações e dores, ao longo de suas existências, do que outras, com nomes diferentes. Minha amiga a Maria das Dores daqui da região do Céu Azul é um exemplo disso; sempre vivia com problemas de toda ordem: quando não era um problema de saúde, era outro qualquer. Certa ocasião foi buscar socorro espiritual numa congregação evangélica onde congregava: na época, vivia num relacionamento conjugal muito conturbado. - Pastor Geny, não tô mais agüentando o home lá de casa! ... Ele tá impossível!... Bebendo, jogando, dançando,... ainda me agride constantemente. Quero que o senhor ore, para que Jesus dê um jeito nesse problema; tenho urgência, estou em tempo de fazer uma “loucura!”... - "Bem, quanto as agressões... A princípio, a senhora deveria registrar uma queixa contra ele numa delegacia de polícia, mas... "Vamos orar sim, minha irmã. E mais: se você quiser podemos fazer uma campanha de oração nesse sentido." - Sim pastor! Se o senhor puder fazer isso por mim serei eternamente grata! O Reverendo convocou os fiéis naquela mesma noite, nesse propósito. Dias depois a Maria das Dores voltou com um problema ainda mais grave: - Pastor o senhor não devia ter feito aquilo!... -“Aquilo” o “quê” minha irmã?! - Depois que o senhor começou a fazer a campanha de oração, não demorou nada o home “bateu as botas!” Foi atropelado e não resistiu os ferimentos e morreu! Se tava ruim com ele, agora, ficou pior. Com toda ruindade do mundo, era ele que levava o pão de cada dia para nossa mesa, e agora?! ... Somente Amarildo trabalhava lá em casa. Agora estou sem marido e sem emprego... Sem nada no mundo! A minha vida virou de "ponta cabeça". O pastor fez uma cara de quem não gostou: - Quero deixar bem claro minha irmã, que não oramos pro seu marido morrer. Oramos pra Jesus resolver o seu “problema” como a irmã pediu. Sabe de uma coisa, desde que lhe conheço por gente que a senhora sempre está clamando de uma coisa ou outra; isso é devido o complemento do seu nome: sugiro que tire o “das Dores” dele. Mas era difícil demais... pois antes dela nascer já carregava consigo essa "cruz"- das Dores. Dona Rufina sua mãe, não se cansava de bater na "tecla". "Se for uma menina se chamará Maria das Dores." Aquilo era uma homenagem que sua mãe gostaria de fazer ainda em vida, à sua comadre Maria das Dores. E todos da sua região só a tratavam de das Dores. Além disso, o custo financeiro e burocrático do processo para a modificação do registro de nascimento de uma pessoa o inviabilizava a tomar tal decisão. O pastor levou mesmo a coisa a sério: encerrou definitivamente aquele tipo de campanha de oração que fizera em prol daquela irmã: jurou no Santo altar com a mão sobre a bíblia que nem orava, e nem faria mais aquele tipo de intercessão coletiva em favor “desse ou daquele casal de cristão. Ele lembrava de um trecho sagrado: “De que se queixa o homem vivente? Se queixa de seus próprios pecados.” E ainda: "Na hora de arrumar o 'homem' não orou nem pediu ajuda a ninguém,agora..." Então, a viúva Maria das Dores com seu três filhos pequenos Carlos, Marcos e Cleide seguiam a sua via sacra sobrevivendo da ajuda dos irmãos de fé e de algumas outras almas bondosas do lugar. Pois, o marido não contribuía com a Previdência Social quando em vida. Portanto, não pode deixar uma pensão para família. Por volta de julho ou agosto do ano desse acontecimento, ela foi ter comigo querendo que lhe arrumasse um golinho de álcool-líquido; eu ainda tinha mais de meio litro desse produto, no seu frasco original, lá em casa; então prontamente tirei do recipiente uma porção do mesmo e lhe dei. Todo dia ela estava lá na minha porta querendo mais um pouco. Como naquele período somente o álcool gel estava disponível à venda no mercado (o álcool líquido estava proibido por força de uma Legislação estadual vigente) e, como eu fazia pouco uso daquilo, fui lhe cedendo sem maiores problemas toda vez que ela vinha a mim; mais para o final, disponibilizei todo o restante do álcool a ela. Um belo dia, bem cedo, adivinha caro leitor quem queria mais álcool?! A própria: Maria das Dores! - Não tenho mais, minha irmã. Mas, tenho uma cachaça muito boa de Serra dos Aimorés, que ganhei de um baiano que viera de lá recentemente. - Eu aceito com todo prazer; nem precisava ser tão boa assim, não é pra eu beber mesmo... Sou evangélica: só bebo água e o vinho da Santa Ceia. - Uai!... E quem está fazendo uso de bebidas alcoólicas em sua casa? -Eu mesmo,mas,porém pra pôr na carinha de um “bicho de pé” (inseto, semelhante à pulga), que tá atazanando a minha vida há muito tempo. Preocupado e desejoso de ajudá-la na resolução daquele problema, pedi para dar uma olhada em seu pé; vendo aquelas bolinhas escuras e seu pé bastante inchado, percebi que era muitos “bichinhos” que já estavam instalados naquele local há muito tempo e, naturalmente, ovulando bastante, então, concluí que havia a necessidade de uma intervenção cirúrgica mais criteriosa e o orientei que fosse ao posto de saúde mais próximo. Dias depois, voltando do Hospital Evangélico onde estagiava, e chegando ao local aonde morávamos, a nossa rua estava tomada de curiosos e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), parada na porta da casa de Maria das Dores. Pronto!... “Pelo jeito morreu alguém nessa casa!” Pensei. Só se pensa o pior nessas horas. Mas, graças a Deus não era nada do que eu pensava! Não havia morrido ninguém! Maria das Dores estava sendo assistida por uma equipe de trabalhadores da saúde, e sendo conduzida ao Pronto Socorro João XXIII. Para a retirada dos pobres “bichinhos de pé” “tontos” que nem “gambás” que pareciam ter adorado a ideia da sua hospedeira, de regá-los dioturnamemente com álcool e cachaça; e com certeza insistiam o quanto podiam, para não sair daquele ambiente “etílico” que estavam envolvidos. Se pudessem cantar, cantariam: “Daqui não saio / daqui ninguém nos tira /...” Coitada da Irmã Maria das Dores!...Tem vivido, mas, tem sofrido! “Se seus pais tivessem o cuidado de não pôr “ Dores” compondo o nome da filha, ou se Maria das Dores, tivesse seguido a orientação de seu pastor: removendo o 'das Dores' do seu nome, com certeza sua vida seria menos “dolorida”. Há palavras que devem ser omitidas se for possível. Tenho uma sugestão para os futuros pais: na frente do nome "Maria" coloquem "Dolores", e a "dor" da sua filha,ao logo da sua caminha, ficará mais amena; além de ser uma palavra mais romântica. Fica a dica! 21.08.16