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Frases de Nataniel Felipe Longo

2 frases

⁠E depois de um tempo, quando o luto nos dá uma trégua, de alguma forma, aparentemente ele passa, vem a verdadeira cara da vida, com toda a sua melancolia demagógica, e com o tempo, os que já se foram, vivem em nossas lembranças, seus momentos felizes e tristes aqui ao nosso lado…
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⁠E depois de um tempo, quando o luto nos dá uma trégua, de alguma forma, aparentemente ele passa, vem a verdadeira cara da vida, com toda a sua melancolia demagógica, e com o tempo, os que já se foram, vivem em nossas lembranças, seus momentos felizes e tristes aqui ao nosso lado. Os momentos, é que realmente fica, e em nossa memória, como se fossem tangíveis, os guardamos eternamente, esses fragmentos de momentos memoráveis daqueles que já se foram nos conforta a cada dias neste plano.

⁠Hoje não levantei Na cama fiquei. Não quis abrir os olhos.
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⁠Hoje não levantei Na cama fiquei. Não quis abrir os olhos. Com problemas pra resolver, o cobertor puxei, me cobri, e ali me escondi. Esperando essa onda levar... e voltar... com a tranquilidade das manhãs, com cafés quentes, que queimam o céu da boca e nos preenchem de calor. Das tardes ensolaradas, o esplendor, do céu azul e dos ventos fortes, com pássaros assobiando — lindos são as sonoridades. Livres são as aves, os pousos nas árvores, o cheiro de plantas e flores com o sereno da noite. Hoje... tempos anuviado. Tempestuosos são os pensamentos, trazendo consigo ventos gélidos. E aquela luz... já não brilha mais. Mas os problemas ainda estão lá. Mesmo que o mundo não esteja parado, mesmo que o mundo esteja em uma disputa com o tempo. Sei que, na dissonância de um cobertor escuro, eu procuro... não acho... nada. E me deparo: ainda são cinco horas da madrugada. E nada me faz levantar. Fecho os olhos novamente. Não sei se estão fechados... ou abertos. Na escuridão, não importa o que é ou o que não é. Mesmo que eu veja... ainda está escuro. E procuro descansar. Não me lembro mais do verão, apenas do outono, com seu frio e dos problemas que virão. Despejo na imensidão da escuridão, no quarto, reflito, repito: “Nada há o que fazer, a não ser se mover.” Poema Título : Na dissonância do cobertor Autor: Nataniel Felipe Longo