Eu fechei os olhos, consciente de que aquilo não acabaria tão cedo, de que seria impossível me mover, de que meu corpo não obedeceria a nada que eu miseravelmente tentasse fazer. Me tornei mais uma vez conformada que não havia por que ter medo dos perigos do mundo, porque o meu perigo era eu mesma.
Minha inimiga que habitava constante e incuravelmente dentro de mim.
Eu era uma borboleta, e a vida foi aquela que quebrou minhas asas. Mas ele chegou e curou minhas feridas. Com amor, lealdade, bondade e um coração tão ferido quanto o meu.
Nossa jornada ainda seria longa e não importava quais outros desafios seriam postos em nossa frente, nós passaríamos por eles como fizemos milhões de vezes antes.
Ele lutando por mim e eu por ele.