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Frases de Mwayenda Nyoka

19 frases

APARÊNCIAS Ninguém sabe absolutamente nada de ninguém; Da paz e/ou conflito que se regenera na mente de cada um;
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APARÊNCIAS Ninguém sabe absolutamente nada de ninguém; Da paz e/ou conflito que se regenera na mente de cada um; Ninguém conhece ninguém. Somos todos aparências (boas e/ou más), Espadas, feridas e cicatrizes produzidas pelo tempo.

PENSAMENTADIALOGANDO COMIGO MESMO Se me perguntarem o que é a vida ? (para além do estado de estar vivo e respirando)
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PENSAMENTADIALOGANDO COMIGO MESMO Se me perguntarem o que é a vida ? (para além do estado de estar vivo e respirando) Eu direi a vida é um pouco disso e daquilo. E se me pedirem para discodificar o isso e aquilo direi: Isso – é tudo que conseguimos sentir. Ou seja, a nossa realidade. Aquilo – é o que almejamos e vimos nos outros. Ou ainda, a realidade deles no nosso sonho. E se a ninguém convencer então direi: A vida é a mesma incógnita que ambos indagamos.

SECRETA REALIDADE Bebemos voluntariamente do mesmo estimado pecado
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SECRETA REALIDADE Bebemos voluntariamente do mesmo estimado pecado tu és o meu vício insaciado meu fundamento latente meu desejo voraz e bendito Sono leve e emblemático que me permite ter sonhos meu vento moderno asiático que afasta os dias tristonhos O bem que traz a sesta satélite monocórdico que gira a minha volta és a luz com rosto israelita que transforma a audácia de todas as agonias em festa.

AS DUAS GAIVOTAS Cruzavam velozes e solenes a longitude do meu olhar
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AS DUAS GAIVOTAS Cruzavam velozes e solenes a longitude do meu olhar na alva da quinta-feira pareciam (... suas asas) no mar azul ciano molhar Seguiam aquela aragem na horizontalidade do norte batiam (... suas asas) como que sem fronteira e o voo saia a sua maneira dirigindo-se na margem da inesperada onda da morte Era bom vê-las cruzar o melífluo raiar ilusionista que acordava na inocência das duas gaivotas perdidas no limite da minha vista.

TRISTE ÁLBUM Beba e embriaga-se claro, só se quiseres
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TRISTE ÁLBUM Beba e embriaga-se claro, só se quiseres ache a melhor cerveja dentre as marcas do país para com gosto consumires cante vitória da sua peleja pois foste sucessiva, demais! Enquanto festejas contente bebo das minhas lágrimas fazendo-as de refrigério sumo sinto o doce da polpa latente que geme na língua sem rumo e em concordância choramingo da dor do meu grito de domingo Preto e branco jorra o medo que no meio da percepção fizeste germinar em segredo reverberou-se no meio em vão a imagem implícita que de ti tive Lacrimejo tristemente da sua fotografia em couro daquela bonequinha d´ouro que avidamente me enfeitiçou no instante que inundava em seus olhos a fobia do beijo roubado em orgia que lentamente (só) te içou Deixaste brilho no insolente plano de te ter para sempre farejando no toque mágico as tuas mãos escaldantes que chegaram a amaciar a máscara nua que exibias enquanto no fundo exigias fazer comigo um amor de brinquedo

UM POUCO SE VAI No olhar se perde o encanto No pranto se despede o riso
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UM POUCO SE VAI No olhar se perde o encanto No pranto se despede o riso Nas correntes da equidade Renasce a vil desigualdade E um pouco se vai... O dia nasce na hora indevida Degola da madrugada a vida Restos de fins sem começo Almas prisioneiras no avesso E um pouco se vai... Nas emoções, nas acções No nada febril e nas orações Se prende o pouco do muito Que com esperança devia ficar Mas, ainda assim, lá se vai Enfim, nascemos a padecer.

SOBRENATURAL Decerto ninguém jamais Conquistou uma mulher
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SOBRENATURAL Decerto ninguém jamais Conquistou uma mulher Se possivel fosse com ela Jamais brigarias e por ela Não mais lutarias, confesso! Casamento ?! Nem isso nem aquilo Prende uma autêntica mulher Nem tempos nem momentos Nem jóias, rosas, carros, nada! Ela não é um titulo [...] É uma corrida contínua Que nem São Silvestre Se parar você perde! Acredite! Ninguém jamais Conquistou uma mulher Nem reis, nem poetas Muito menos nossos pais! Ela é uma cidade que nem Canã cabe todas as promessas Mas não é para conquistar É por conquistar dia após dia.

DOIS MIL E CRISE Seu favorito sorriso Viveu um mês de juízo
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DOIS MIL E CRISE Seu favorito sorriso Viveu um mês de juízo Chamou-se monetário Tinha uns tantos zeros às costas do número um Devia ser um milhão! Confortava-lhe o coração Todas as manhãs de Agosto Eram bons amigos, aposto! O número dava-lhe o motivo E o coitado dava-lhe o sorriso Isso antes do memorável Ano de dois mil e crise Que o petróleo em seu Apreciável estado líquido Decidiu vorazmente ser bruto.

CONTRASTES A tua verdade pode ser a minha mentira E o teu compreender o meu ignorar
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CONTRASTES A tua verdade pode ser a minha mentira E o teu compreender o meu ignorar O absoluto é “humanamente” circunspecto Não espero que todos comigo concordem! Minha única preocupação Tem sido ter e/ou estar em paz Comigo mesmo e com os outros. E se nada disso também for verdade Terei de qualquer modo morrido vago.