Nas brumas de Murim, onde o tempo repousa, A China se ergue, histórias que se entrosam. Entre montanhas e rios, antigos segredos se enlaçam,
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Nas brumas de Murim, onde o tempo repousa, A China se ergue, histórias que se entrosam. Entre montanhas e rios, antigos segredos se enlaçam, No sussurro do vento, a alma se apronta e se espalha. Silenciosa como a brisa que acaricia o bambu, A história se tece, como um bordado no azul. Murim, guardião do passado que persiste, Na trama do tempo, a China persiste. Entre muralhas que ecoam memórias antigas, O dragão desperta, suas asas se resignam. Em cada pedra, um suspiro do passado, Na dança do tempo, um legado preservado. Oh, Murim, testemunha das eras que se vão, A China floresce, como um lírio a desabrochar. Na dança do tempo, o presente se entrelaça, E a história sussurra: "Murim, sempre a guardar."