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Frases de Moraez

14 frases

⁠Liberdade é um limite.
O salário mínimo empurra as pessoas para a pobreza. É uma fórmula perfeita: Não há nada mais preciso para destruir um indivíduo na sociedade que a expropriação-extorsão por impostos, a educação não oferecida, e a decisão coletiva sobre os merecimentos individuais nas interrelaçõe…
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O salário mínimo empurra as pessoas para a pobreza. É uma fórmula perfeita: Não há nada mais preciso para destruir um indivíduo na sociedade que a expropriação-extorsão por impostos, a educação não oferecida, e a decisão coletiva sobre os merecimentos individuais nas interrelações.

A escassez que nos governa não é natural. Ela é inventada, construída, impressa, possuída, administrada e distribuída: Hoje, o dinheiro é infinito, ou melhor, potencialmente limitado; E isso é fato. O primeiro equívoco está em tratar o dinheiro como se fosse um objeto escasso po…
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A escassez que nos governa não é natural. Ela é inventada, construída, impressa, possuída, administrada e distribuída: Hoje, o dinheiro é infinito, ou melhor, potencialmente limitado; E isso é fato. O primeiro equívoco está em tratar o dinheiro como se fosse um objeto escasso por natureza, como água no deserto ou ouro enterrado no chão. O dinheiro moderno não é uma coisa, é uma relação. Uma relação contábil, jurídica e política.

O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva. A crise funciona como um filtr…
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O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva. A crise funciona como um filtro. Ela não pune: A crise seleciona.

Costuma-se dizer que crises destroem dinheiro. Essa frase é enganosa. O que crises destroem é acesso, não moeda. Durante crises, pequenos negócios quebram, famílias perdem renda, ativos populares se desvalorizam. Ao mesmo tempo, grandes grupos com acesso a crédito barato, inform…
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Costuma-se dizer que crises destroem dinheiro. Essa frase é enganosa. O que crises destroem é acesso, não moeda. Durante crises, pequenos negócios quebram, famílias perdem renda, ativos populares se desvalorizam. Ao mesmo tempo, grandes grupos com acesso a crédito barato, informação antecipada e proteção institucional compram tudo a preço de liquidação. O dinheiro não desaparece. Ele muda de mãos. Volta para os mesmos circuitos de sempre. O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva. A crise funciona como um filtro. Ela não pune: A crise seleciona.

– O quadro Pomar com Ciprestes, de Van Gogh, vale 117 milhões de dólares. – Aproximadamente 29 mil pessoas no mundo têm mais de 100 milhões de dólares. – Mas só uma pessoa possui o quadro original de Van Gogh.
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– O quadro Pomar com Ciprestes, de Van Gogh, vale 117 milhões de dólares. – Aproximadamente 29 mil pessoas no mundo têm mais de 100 milhões de dólares. – Mas só uma pessoa possui o quadro original de Van Gogh. Então, se o dinheiro vale tanto, por que milhares têm esse dinheiro, mas só uma tem o quadro? A resposta é simples: dinheiro é abundância genérica. Arte é raridade existencial. O que a arte nos dá é algo tão único que nenhum valor monetário poderia mensurar. E pra concluir: 117 milhões de dólares são 117 milhões de dólares em qualquer lugar. Mas as obras são únicas, porque os artistas são únicos. – Moraez Rio de Janeiro, 20 de outubro de 2025 © 2025 Moraez