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Frases de Monteiro Prazeres Manuel

21 frases

⁠" Páginas escritas" Minha vida se transformou num deserto de sentimentos Pois tudo o que nos definia esta reduzida em cinzas
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⁠" Páginas escritas" Minha vida se transformou num deserto de sentimentos Pois tudo o que nos definia esta reduzida em cinzas Cinzas que vão com o vento apagando cada momentos nossos Nos deixando mais distante um do outro Não se trata mais apenas de um tempo tempestuoso Temos que encerrar tudo aquilo que achavámos maravilhoso Momentos que outro-hora foram nossos tesouros preciosos Tornaram-se relíqueas do nosso orgulho impiedoso Acabando com as nossas páginas escritas que era o mais valioso Não estou ressentido pelo o que o amor me trazia Mas por estarmos a quebrar todas as promessas que agente fazia Vendo estas páginas escritas parecendo vazias Ardendo-as nas chamas do sentimento que nos diferia Fazendo com que o tempo apague tudo o que agente queria Mas ainda lembro do destino voando como uma borboleta Nos escrevendo naquelas páginas escrita com a sua bela caneta Mostrando o passado com uma cor violeta não preta Para que o futuro não fosse vermelho ou negro Mas igual a tinta da caneta de um poeta As lembranças e os sentimentos ardem neste deserto As lágrimas como a água secam com o tempo liberando o medo Eu sigo o vento para chorar nas cinzas que estão por perto Certamente o amor nos deixa cego tarde ou cedo!

⁠" Estarei satisfeito! " Se a morte me encontrar hoje Me tirar desta terra e levar-me mesmo longe
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⁠" Estarei satisfeito! " Se a morte me encontrar hoje Me tirar desta terra e levar-me mesmo longe Bem ao lado da distância da palavra perto da minha voz Ao lado da encruzelhada próximo daquela foz Eu estaria satisfeito Sim... Estaria satisfeito Pois meus irmãos não me largaram no perigo Apoiaram-me independentemente deste caminho que sigo Levantaram-me mesmo quando Eu dizia: " Já não consigo " Porque nas decepções do cotidiano ganhei novos amigos Satisfeito porque meus pais me guiaram neste labirinto Nos ganhos e perdas ensinaram-me a conservar o que sinto Entre amores e paixões a distinguir o verdadeiro mito Pois nas ondas das marés é onde nasceu o conflito Para abraçar o desconhecido mas não abandonar os antigos amigos Porque nas ilimitações das opressões estiveram sempre comigo Sim... Satisfeito porque assim eu devo estar Na trilha do destino eu sigo apesar dos apesares Nas loucuras da vida eu ainda consigo pensar Na clareza escura da escuridão consigo ainda andar Nas águas dos oceanos dos meus olhos consigo mesmo nadar Porque é assim que consiguiria me salvar Satisfeito porque é o destino e não posso contextar No contexto deste texto é o meu pensamento que estarei a questionar Assim eu estou e apenas posso condicionar Nas impressões de cada metáfora ainda pude impressionar Satisfeito porque a alegria do mau momento fui Eu quem colhi Os frutos das plantaçãoes do meu pensamento Eu recolhi Porque nas frases escritas pelos poetas me acolhi E sim... Estarei satisfeito!

⁠" O Azar da sorte!" A paixão nasce em todo lugar No vosso romance Eu me apaixonei por ela
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⁠" O Azar da sorte!" A paixão nasce em todo lugar No vosso romance Eu me apaixonei por ela Como o sol, a lua e o mar Sinceramente ninguém sabe quando e quem vai amar É rápido e instantânio tal como a brisa leve no ar Dois apaixonados e um amigo... Sou Eu o mar Ela é a lua e ele é o sol... Apenas amo o luar Na sua "fase nova" ela fica completamente nua Não tem como não a amar Linda com o brilho de esmeralda Que sejas ainda mais bela e delicada não pode faltar Falei com os outros astros o tamanho do meu sentimento Mas no momento não a posso confessar Ela esta feliz e encatada Vestida de noiva forma o eclípse lunar É uma bela história mas ela já esta apaixonada É sorte ou azar?

⁠" OS SANTOS, VIVEM NOS CÉUS... " Eu sou um homem comum se afogando no próprio defeito A modestia é a qualidade que vês neste homem feito
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⁠" OS SANTOS, VIVEM NOS CÉUS... " Eu sou um homem comum se afogando no próprio defeito A modestia é a qualidade que vês neste homem feito Deixei que as pessoas construissem uma ideia sobre a minha pessoa totalmente diferente Não sou o que aparento pois a aparência é o verdadeiro veneno da serpente A calmidade é o casaco que uso para proteger-me da frieza do mundo Me escondo da falsidade deixando as minhas lágrimas cairem por dentro, não me importo se com tempo inundo O mundo é realmente maldoso por isso me guardo no meu cantinho A futilidade é tão sedutor que chama a atenção dos meus olhinhos Aprendi a ser o que sou nos quereres que o mundo queria que Eu fosse Deixei de viajar em fantasias desde os meus 14 Larguei os vícios na caltela de evitar a maldita tosse Pois Eu não consigo seguir a regra de cada dose Eu decidi ser doce ao invés de amargo Eu tenho o meu mar de lágrimas escondido mas meu sorriso estampado Por ser honesto me chamam de santo Já notei que não gostam no entanto Talvés os tenha acostumado mal Ocultando os meus erros de suas visões Deixando-lhes imporem em mim as suas posições Mas esquecem-se que a humildade tem as suas próprias restrições Eu apenas sou recíproco dou o que recebo Nas reveladas fustrações acabei por dominar o meu ego A quem diga que os vencedores se passam por cego Eu apenas reconheço os meus limites nas ranjadas de ventos Quem fala muito acaba por se cansar Eu me canso na luta pelos objectivos que tenho que alcansar Pés tão bem firmes no chão só acaba por retardar Uso a ironia como a ignorância para me resguardar Querer o que não se quer é realmente contraditório Quando se é humano aprende-se a ser irónico Não olhem para mim como se Eu fosse o que Deus prometeu Os santos, vivem nos céus

" TRISTEZA " Não consigo ser diferente da pessoa que fui habituado a ser Até parece que o meu sofrimento no tempo está a entreter
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" TRISTEZA " Não consigo ser diferente da pessoa que fui habituado a ser Até parece que o meu sofrimento no tempo está a entreter Odeio este sentimento de pensar em vir-a-ser O fracasso habita na minha pessoa não consigo rejuvenescer Nunca confiei nos meus cinco sentidos Preciso de um outro me sinto mulher Comprei inúmeros quereres da vida com delitos Hoje em dia só penso em devolver A infinidade do céu só sabe me deixar de rastos Suas cores vagas me tratam como seu enteado Nele só enxergo nuvens que trazem tempestades, parecem o meu passado É como se a vida quisesse que Eu presenceasse algum holocausto Estou deitado no cansaço de nada ter O quem me dera nos meus pensamentos só sabe corromper O silêncio me guia num caminho de embrulhos para me conter Ideias minhas não alcançam o estatuto para constar no paper Adoptei os princípios dos santos Não quero ver-me preso em prantos Minha vida foi sempre uma história e tanto Nunca colhi das plantas que planto O horizonte ofereceu a esperança para as estrelas Deixando a distância visibilizar todas as minhas sequelas Sou apenas polém ao vento desejando se tornar uma pétala Nunca fui bom com as palavras, não fui feito para ser tagarela Como as ondas do mar Meus sentimentos apenas criam turbulências Que caminho rumar? Quando as trilhas só dão as inconveniências Sorriso nasce em rios de más vivências que leva Lágrimas secam em goladas molhadas de cerveja A solidão me seduz diante da saudade que me beija Que romance o meu, no dia dos namorados em mim só amanhece a inveja ⁠

⁠" DESAMAR... " Não é legítimo Nadar contra a corrente
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⁠" DESAMAR... " Não é legítimo Nadar contra a corrente Negar o desaguar do belo sentimento na gente Ilegitimar o proeminente Que conveniente Mergulhar as emoções nestas águas pouco fervente Colocar as lembranças nas espumas de esquecimento dos detergentes Alegar que ninguém sente Desamar... A estúpida arte do desapegar Teu coração a me abandonar Minha vida a me negar Minha pobre semente Que nada dá no meu cuidar Que perto de mim não quer ficar Me fazendo seu ar descontente A minha mão não foi feita p'ra plantar Produz um efeito contrário como os desertos Na lareira da paixão apenas cinzas se pode constactar Fantasmizando todo o meu império Desamar Aonde se aprende? Como se apreende? Do meu bem gostar para o gosto das águas do mar Seria fácil pois Até para os dois O gosto não passaria de desgosto A fantasia e a realidade não teriam o mesmo rosto

⁠" NADA! " Passaram-se já alguns anos e nada, permaneço igual Tal igual as ruas esboracadas do meu bairro
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⁠" NADA! " Passaram-se já alguns anos e nada, permaneço igual Tal igual as ruas esboracadas do meu bairro Já fui tanta coisa mas nada, arranca de mim o que Eu tenho de racional Como a dita fantasia dos sonhos acordados Ás vezes me sinto tão insuficiente para mim mesmo Eu tenho medo de fechar os olhos e abri-los quando velho Meu pensamento tornou-se insignificante como todo o resto Perdi meu ser crítico para este senso comum modesto Ainda ontem tinha catorze e hoje celebro os meus vinte e três Passei por tantas transformações e lições dos quartéis Não sei se estas palavras surgem da embriaguez Mas nada produz um sentimento como se Eu tivesse alguma invalidez Não me arrependo de ter sido Eu mesmo Mas de cada acto meu que foram tão pequenos Quando precisei ser grande fui sereno Como se Eu fosse as gotículas de águas que chamam sempre pelo o inverno Os sonhos desgastam-se quando nos desapontamos A paciência e a persistência ás vezes nos abandonam no combinado A coragem segue os fracassados Pois nada ocorre conforme pensamos

⁠" EM QUE PÉ ESTAMOS? " Em que pé estamos? Se nos pés que nos apoiamos não marcam passos
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⁠" EM QUE PÉ ESTAMOS? " Em que pé estamos? Se nos pés que nos apoiamos não marcam passos Se as asas que nos levitavam cortamos Até parece que reduzimos a infinidade num facto escasso Aonde está a compreensão? Não sei qual de nós em nossos sentimentos gerou a desertificação O teu coração quer me tornar num órfão de afeição Eu olho para os teus olhos e hoje apenas refletem a insatisfação Em que pé estamos? Se de um ou outro tudo se resume a "tanto faz" Se os sonhos e fantasias, juntos não enxergamos mais Parece que bebemos dos relacionamentos tóxicos demais Nem tanto em prantos nos encontramos Mas em que pé estamos? Quando o prazer nos abandona... Com quem ficamos? Órfãos nos tornamos! Nem Eu e nem você o erro aceitamos O orgulho tem o seu defeito, olhe o quão crasso Será que nos reduzimos ao fracasso? Diz-me... Em que pé estamos?

⁠" UM IMPETUOSO TEMOR ME ASSOMBRA " Um impetuoso temor me assombra Ameaçando mostrar os meus pecados ao mundo
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⁠" UM IMPETUOSO TEMOR ME ASSOMBRA " Um impetuoso temor me assombra Ameaçando mostrar os meus pecados ao mundo Fez a coragem cair em suas manobras Na tentativa de evidenciar o meu Eu profundo Até um homem de fé tem seus pecados Não é novidade... É a essência de ser humano Eu tenho os meus, garanto-vos! Não foi premeditado e não tenciono confessá-los A minha dignidade anda com as pernas de avestruz Tornaram-se bambas desde que tem este fardo Parece mesmo o passado, todo pesado Mas sabe que as provas nunca há de chegar nas mãos do juiz Vendi a minha alma ao silêncio e os tagarelas descontentes estão Nas artimanhas da vida temos que ganhar habilidades que não nos dão Os meus pecados estão selados longe das portas desses tribunais Bem que Eu queria a liberdade mas ela não é assim tão livre quando também é dada aos demais Como a de qualquer outro homem A minha coragem tem os seus vacilos Nem tudo é tranquilo como as ondas do rio A verdade é que traquinas não são apenas os macaquinhos Mas o temor me segue e me cobra Está bem diante da minha porta Sou um homem de poucas palavras, não dou-lhe corda Eu sempre pago as minhas dívidas mas dele não me importa

⁠" Eu queria poder ser diferente!" Eu queria poder ser diferente Sem pensar em que penso, agindo normalmente
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⁠" Eu queria poder ser diferente!" Eu queria poder ser diferente Sem pensar em que penso, agindo normalmente Um homem com bom censo, Não escondendo o que sente Eu queria conhecer a lealdade verdadeiramente Seguir os seus propôsitos, ser humilde realmente Um homem bondoso, Com uma personalidade transparente Eu queria mesmo ser você Sem defeitos e com qualidades para se convencer Ter acções independentes, Viver a vida e poder se compreender Eu queria mesmo ser encantador Não mulherengo mas paquerador Acreditar em Deus, ser crente e fiel Imprudentemente sou um ateu infiel Eu queria amar um belo sorriso Em uma só pessoa encontrar o paraíso Um homem com sentimentos submisso Eu queria mesmo se apegar nisso...

⁠" Auto-estima! " Hoje Eu não sei o que sou Porque o que Eu fui ontem me foi tirado
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⁠" Auto-estima! " Hoje Eu não sei o que sou Porque o que Eu fui ontem me foi tirado Nas minhas mãos Eu tenho o que sobrou Pois meus pensamentos estão sendo persuadidos pelo o engano Estou meio traumatizado Pelos os acontecimentos que sucederam no passado Estou seguindo resguardado Porque a ingenuidade decidiu casar com o insano Eu tenho uma auto-estima Mas a minha já não pratica desporto Decidi pôr o meu ego em baixo e a minha ignorância por cima Porque até a amizade provoca uma dor pior a que deixa um morto Já não sei diferir uns dos outros Agora os meus olhos encaram todos iguais Já sofri tantos poucos Por isso uso este sorriso rasgado dos anormais O mundo insiste em julgar pela aparência Aparentemente Eu sou um ser que rejeita o próprio ser Tento salvar a minha auto-estima desta decadência Porque é ela que nos ensina a viver

⁠" Imortalidade! " A minha imortalidade esta neste céu sem estrelas Onde escrevo meus versos nessas nuvens de pedras
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⁠" Imortalidade! " A minha imortalidade esta neste céu sem estrelas Onde escrevo meus versos nessas nuvens de pedras Versos de sentimentos que trago nos meus poemas Que exalta qualquer estrela de cinema A minha imortalidade esta dentro desta cela Onde a solidão penetra no coração sem desejos de pensar Os pensamentos voaram longe desta maldição da depressão sem parar Procurando uma história bela p'ra contar A minha imortalidade esta nas novas gerações Onde cada um deles reviverá as minhas fantasias com emoções Fantasias que esta neste verso que escrevo Com a mesma paixão que um cientista tem pelo universo A minha imortalidade esta na voz dos declamadores Que declamam estas estrofes que me fez escritor Com as suas vozes suaveis de sonhadores Encantam qualquer um como a melodia do nosso predileto cantor A minha imortalidade esta longe de mim Esta nos pensamentos de um pensador É nele que a poesia vive num rumo sem fim Como nas mãos do nosso eterno criador

⁠" É CERTO QUE AS INCERTEZAS NÃO DÃO CERTEZAS " É certo que as incertezas não dão certezas Quando somos feitos com tantas diferenças
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⁠" É CERTO QUE AS INCERTEZAS NÃO DÃO CERTEZAS " É certo que as incertezas não dão certezas Quando somos feitos com tantas diferenças Aceito que a imensidão não aceita Pois há um monte de direções que podem se apontar as setas Olhe que o destino não segue tão recto como aparenta Não basta olharmos para as indiferenças Se não julgarmos, de quê adianta ser racional? Será a diferença entre o homem e o animal? Eis a sentença ao cair para o real " A realidade é o Supremo Tribunal " Não há conscidência Quando tudo é dirigido pela regra da consciência Só se pode medir um acto pela consequência Bem como as palavras de pedras Não faz parte da ciência, na realidade esta é a regra Somos carrascos de nós mesmos Os nossos próprios demônios Os outros apenas existem para expô-lo Existe uma linha tênue entre igualdade e diferença Ambos são sinônimos de humanidade apesar da controvérsia É certo que as incertezas não dão certezas Como este pensamento inócuo Não é justo ser julgado por quem seja Do mesmo modo que ninguém deve dar valor aos seus defeitos Condenando os dos outros

" BEM QUE EU QUERIA TE ENCONTRAR! " Bem que Eu queria te encontrar Mas avistei-me com o teu desencontro
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" BEM QUE EU QUERIA TE ENCONTRAR! " Bem que Eu queria te encontrar Mas avistei-me com o teu desencontro Não sei se a tua juventude se está a preservar Pois pretendia alegrar os meus olhos A imaginação ainda serve Ainda é capaz de me alimentar Nos bons frutos de sonhar se emergem Os teus beijos incapaz de se esgotar Cruzo os meus olhos ao horizonte Para com os teus se avizinhar No teu doce e meigo caminhar Que me roubou o controle Bem que Eu queria te encontrar Deitada em todas as minhas promessas Pois estou aqui, pronto para as realizar E deixar as conversas p'ra conversas O horizonte tem segurado o teu retrato Não perco nem as horas e nem os olhos para o ver Me sinto vivo apenas quando vejo teu rosto imaculado Resido à beira da morte sem você Meu pobre coração apenas fala de amor Que vive cantando o son dos teus quadris Meus lábios desérticos perderam sabor pela falta da chuva dos teus beijos imperatriz Bem que Eu queria te encontrar Nos antigos lugares dos nossos encontros Hoje Eu passei por lá Apenas achei a arca dos segredos que escondo No âmago do meu amar Intensamente me deixei levar Como nas ondas do mar Mergulhei p'ra me apaixonar Meus pensamentos escrevem p'ra você Não desejando resposta alguma Nas lembranças eu posso reviver A felicidade nas mesmas alturas ⁠

⁠Eu e a minha desmotivação somos amigos tão íntimos Intimidade que coloca a própria afeição por um fio Quando a autoestima aparece para mim de bom grado, desconfio
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⁠Eu e a minha desmotivação somos amigos tão íntimos Intimidade que coloca a própria afeição por um fio Quando a autoestima aparece para mim de bom grado, desconfio Pois os meus sentimentos frequentam todos os anos o baile dos sismos Esses provocadores do terramoto, jogadores de desiquilíbrio

⁠É difícil compreender o mundo se não o vermos com os olhos de ver O mundo e as suas formas são fáceis de entender Olha para o seu redor, nada está em teu poder
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⁠É difícil compreender o mundo se não o vermos com os olhos de ver O mundo e as suas formas são fáceis de entender Olha para o seu redor, nada está em teu poder Ao menos que sejas um dos privilegiados para não reconhecer