Grandes pequenos, pequenos tão altos. Alto embaixo dos pés. Gangorra que não balança.
Continuar lendo
Grandes pequenos, pequenos tão altos. Alto embaixo dos pés. Gangorra que não balança. Debaixo de um pé de manga Olhos tão cego, cego para não vê. Ver o impossível acontecer. São vendas que ali, tão longe agora. Menina bonita tão feia historia Cruel o destino tá fácil dizer. Tão difícil escrever nas linhas tão torta, que torta. Que fome está. Que delicia agora enjoado vou. Ao ver os mistérios, mistério ator.