Cárcere do não-amor Não conseguia se afastar, Tampouco chegar muito perto.
Continuar lendo
Cárcere do não-amor Não conseguia se afastar, Tampouco chegar muito perto. Mirava a foto do par, Num horizonte incerto. “Senhor Destino” ou “Senhor sem pé nem cabeça”, Por favor, dê-lhe uma “mãozinha”. Antes que a donzela enlouqueça, Ou que se entupa de chocolate na cozinha. Sobrevivia aguardando o abstrato. Encontrava-se odiando o rapaz Somente por não tê-lo a seu lado. Não era justo com nenhum dos dois. A menina não sabe mais o que faz, Apenas amava-o agora no depois.