Meu passado, eu não deixo ser presente-ausente, por mais que me atormente a mente
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Meu passado, eu não deixo ser presente-ausente, por mais que me atormente a mente (que sente) e tente.
30 frases
Meu passado, eu não deixo ser presente-ausente, por mais que me atormente a mente
Meu passado, eu não deixo ser presente-ausente, por mais que me atormente a mente (que sente) e tente.
Arrepio é forma que meu corpo escreve em braile "continue", quando beijas a minha nuca ou quando passas levemente os dedos na minha pele, após me fazer amor.
Para que dinheiro se temos um violão e um pandeiro?
Lamento Umbilical Mamãe, Não se preocupe comigo...
Lamento Umbilical Mamãe, Não se preocupe comigo... Feche os olhos para o meu sofrimento Finja que não o vê... Pois isso é apenas um vento passageiro. Mamãe, fui mal na escola da vida, Talvez eu tenha dormido na aula de religião... Ou não entenda mesmo nada de química. Mas não se preocupe com minhas lágrimas, Me disseram que o que eu tenho não é mal, Chega a ser um dom... Sabe amor, mamãe? Dizem que o meu é diferente. Eu não entendi me disseram assim: "São poucos os que conseguem sentir" e eu sinto, mamãe... Talvez você deva se orgulhar disso... Mas o que eu não entendo, Como pode ser um dom ou encanto... Se é uma coisa que dói tanto? Não se preocupe com minhas lágrimas, mamãe, Por mais que digam que isso que sinto é eterno... Eu prefiro pensar nos ventos que passam E levam junto o inverno.
Amor morno Eu sei que amar morno é bonito É quando o amor finca, estabiliza...
Amor morno Eu sei que amar morno é bonito É quando o amor finca, estabiliza... Mas eu não sei simplesmente amar assim. Porque você é apaixonante E esse é seu ponto forte. Eu consigo te amar constante Te ver dormir em sonhos errantes Ou Certeiros... Consigo ter ternura, cumplicidade... Consigo ter amizade. Mas amar morno não é da minha natureza. Então me aceite exagerada, escancarada E sua... Amar assim é minha certeza.
R E C I T A L Em um encontro não casual Para preencher o vazio
R E C I T A L Em um encontro não casual Para preencher o vazio Das vidas por um fio Providenciamos nosso sarau. Foi chegando Bilac de mansinho, Com versos oferecidos Acompanhados de carinho. Neruda respondeu de lá Pois calado não podia ficar. Odiou, desejou e resolveu se entregar. Pessoa só queria falar de amor, Poesia adivinhada por quem já tinha lido e gostou. Quintana timidamente se mostrou, Renascimento ou suicídio? Depende de quem interpretou. E Hilda, insistindo que bebêssemos a vida Um verso a ti dedicou. (Palmas para ela!) E assim findou-se nosso sarau: - confissões apaixonadas meio à madrugada apressada Com sábias frases de Pascal.
Sobre nós, nada precisaremos dizer... Vivemos em uma nova era. Eles verão,
Sobre nós, nada precisaremos dizer... Vivemos em uma nova era. Eles verão, Nós primavera!
queria escrever pra você o amor mas você chega, eu tremo e acabou.
Vazio Ah, velha conhecida... Entre mais uma vez.
Vazio Ah, velha conhecida... Entre mais uma vez. Nem mesmo preciso dizer: "Fique a vontade" Pois você aqui já é freguês. Já trocamos tantas confidências, Somos ítimas demais a sós. Não há espaço pra cordialidade Entre nós... Você mesma sabe como chegar E tantas vezes não te quis E mesmo assim você ficou até não cansar. Ainda que eu não me acostume com você Ainda que não me traga felicidade... Durma comigo hoje, Minha cara Saudade.
Me deram um tempo, assim forçado. - Um tempo pra mim? Obrigada, não precisava... (sorriso amarelo, meio às lágrimas) Eu não queria mesmo!
Me deram um tempo, assim forçado. - Um tempo pra mim? Obrigada, não precisava... (sorriso amarelo, meio às lágrimas) Eu não queria mesmo! Mas ganhei um tempo... Aliás, ganhei o tempo todo que eu já tinha e nem sabia. E o que fazer com esse tempo? Nada de melosidade, doçura... tudo isso causa diabetes! E ficar doente nesse tempo, não é a saída. Me deu um embrulho no estômago (um embrulho arrumado até). Só aí que eu percebi que esse tempo é um presente embrulhado. E eu sempre gostei de ganhar presente. Caiu tão bem em mim, o presente, que resolvi guardar o passado numa caixinha bem bonita e nem lembrar que o futuro quer chegar.
Por que digo demais que te amo? Pra compensar o tempo que ainda não te conhecia e já te amava sem saber.
Leonina E se eu insisto no querer esquecendo da razão
Leonina E se eu insisto no querer esquecendo da razão Não pense que é falta de amor-próprio é que eu sou de leão. Se por onde eu passo me mostro Voltando toda atenção Não é só vaidade Eu nasci de leão. Se eu morro de amores mês sim e outro também Não se espante com minha vontade Eu sou leonina, meu bem. Se eu exagero no ciúme causando confusão É só o lado inseguro De uma pessoa de leão. Quando anoitece, eu ardo Se amanhece, ardo mais ainda Não é que eu seja insaciável É intensidade de leonina Outras melhores existem, sim. Mas não te culpo se depois Ainda vai preferir a mim É que por ser de leão deixo marcas sem fim.
A tristeza se tranveste de versos para ganhar em concursos de beleza.
Joaninha que foi embora, até hoje besouro chora
O vivo impulsiona o abraço
No sonho: em um gole engulo a lua.
A poesia não tem dia, nem tem hora, é só acaso. Seja fato, sonho ou fantasia,
A poesia não tem dia, nem tem hora, é só acaso. Seja fato, sonho ou fantasia, com ela, todo dia eu me caso.
Eu sonho acordada passarinhos. Tem sorrisos morando no pé carregado de jabuticabas. E ai de quem ousar mexer nos mamões deles. Quando cai o aguaceiro, dezenas de periquitos que pensam que são nuvens danam a trovoar. E se o assovio soa mais forte, é de correr mais depressa que há…
Eu sonho acordada passarinhos. Tem sorrisos morando no pé carregado de jabuticabas. E ai de quem ousar mexer nos mamões deles. Quando cai o aguaceiro, dezenas de periquitos que pensam que são nuvens danam a trovoar. E se o assovio soa mais forte, é de correr mais depressa que há novidade para se mostrar. Com tanto pólen no bico, logo se vê que passou toda tarde mergulhado em flores. Muito bonito! E tudo é música. E festa. Música que sabe voar na dança dos passarinhos.
Estrela foi a forma que Deus encontrou de desejar bons sonhos todos os dias.
C aia sobre mim H ora qualquer, A mores
C aia sobre mim H ora qualquer, A mores O u flores.
Beija-flor mostrou dia de chuva também tem cor.
No sapatinho. Na boca dos amantes existe o desejo, ora mútuo, ora disperso.
No sapatinho. Na boca dos amantes existe o desejo, ora mútuo, ora disperso. Deveria haver um acordo das partes que alimente o querer, mas o que vibra é um jogo desnecessário e sem graça. No jogo dos amantes, eu viro o tabuleiro e me mando para uma roda de samba particular, roda de gente grande, onde o único jogo é sambar.
Temperamental: sopro leve é temporal.
Passarinho que oferece a noite: quer em troca o dia.