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Frases de Mick Rocha

21 frases

⁠Eu sou um bobo apaixonado Que sofre por aí Sem respostas do amor
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⁠Eu sou um bobo apaixonado Que sofre por aí Sem respostas do amor Não sei o que há por vir

⁠Sou o eco das risadas que encheram o ar, Das conversas sussurradas ao luar. Sou o cantar das canções que embalaram corações,
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⁠Sou o eco das risadas que encheram o ar, Das conversas sussurradas ao luar. Sou o cantar das canções que embalaram corações, E das promessas feitas em noites de paixões. Mas também sou testemunha do tempo que passou, De quem partiu e não mais voltou. Carrego a saudade que aperta o peito, E o vazio deixado por quem já não está por perto.

⁠⁠Quem eu sou? O que devo fazer? Quem devo ser?
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⁠⁠Quem eu sou? O que devo fazer? Quem devo ser? Quais palavras devo escolher? É complicado, a mente não ajuda, Me sinto maluca, Tudo se acumula. O medo me amarra, A emoção embala. Quero fugir, mas para onde ir? Respostas? Nada. Me sinto em uma vala, sem ar, prestes a sufocar. Talvez melhor saída não há.

⁠Ela o amava em segredo, sem nunca revelar, Seu coração batia mais forte a cada olhar. Ela suspirava sempre que ele passava,
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⁠Ela o amava em segredo, sem nunca revelar, Seu coração batia mais forte a cada olhar. Ela suspirava sempre que ele passava, Mas ele parecia nunca perceber sua paixão guardada. Ela tentou se aproximar, mas sempre hesitou, Com medo da rejeição e da dor que viria após. Ela sonhava com o dia em que ele iria notar, Ela e seu amor que nunca deixou de se multiplicar. Mas o tempo passou e nada mudou, Ele nunca soube, nunca demonstrou. Ela continuou sozinha, a sonhar E ele sem saber que seu amor era correspondido, seguiu seu caminhar. Ela se perguntou se poderia ter sido diferente, Se ela tivesse arriscado, se fosse mais persistente, Mas já era tarde, a oportunidade perdeu. E ela continuou a amá-lo em segredo, sem nunca ser vista por seus olhos cor de mel.

Na solidão da despedida, mesmo que tenhas ido embora, Ainda te deixarei flores.
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Na solidão da despedida, mesmo que tenhas ido embora, Ainda te deixarei flores. Nos rastros da memória, mesmo que seja tarde, Ainda te deixarei flores. Nos anseios do perdão, mesmo que tenha falhado, Ainda te deixarei flores. No caminho da redenção, mesmo que tudo pareça vazio, Ainda te deixarei flores. Em cada verso que possa escrever, Nos momentos bons e nos piores, Mesmo que queira me esquecer, Ainda te deixarei flores...

⁠Eles me aceitam, mas só pela metade, Com sorrisos pintados de falsa bondade. Escondem quem sou, disfarçam meus traços,
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⁠Eles me aceitam, mas só pela metade, Com sorrisos pintados de falsa bondade. Escondem quem sou, disfarçam meus traços, Como se houvesse um “melhor” em mim. Sou outra para seus olhos, mas nunca para os meus. Querem uma versão que não sangra, uma que não dói ao existir. Me apago aos poucos, não por escolha, mas pelo peso de ser quem nunca me permitiram ser.

⁠0.1 CAPÍTULO 18 Aos 18, minha jornada está apenas
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⁠0.1 CAPÍTULO 18 Aos 18, minha jornada está apenas a começar. Novos desafios e sonhos, Horizontes a desbravar, Navegando estou, Sem medo de naufragar. 0.2 CONTROVÉRSIAS Emoções conflitantes, como tempestade a rugir, Um caos de sentimentos, que insistem em persistir. Entre sonhos e medos, um furacão sem fim, navego na confusão que vive dentro de mim.

⁠Sob a luz da lua, Segure-me bem forte. Sonhos levantam voo,
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⁠Sob a luz da lua, Segure-me bem forte. Sonhos levantam voo, Ao longo de toda a noite. O vento sussurra leve, Segredos ao coração. No brilho do nosso ceú, A vida é uma canção. Lá vamos nós, Flutuando pelo espaço. Em teus braços acho paz, Nada pode ser mais... Entre as estrelas guia-me, Em tua luz encontro fé. Caminhando pela via láctea, Nunca vou te esquecer. No silêncio da madrugada, Nossos sonhos vão dançar. Num mundo só nosso, Nada vai nos separar.

⁠Um dia somos amigos, no outro somos rivais. e no final das contas,
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⁠Um dia somos amigos, no outro somos rivais. e no final das contas, somos seres irracionais. Brigamos por tão pouco, E esquecemos o que é real. É tudo tão louco, Um ciclo quase fatal. Mas no fundo, eu sei que é só, Parte do nosso jogo. Um vai e vem sem parar, Que consome como fogo. Mas no final de tudo, irmão, Somos só seres irracionais. Vivendo entre o amor e a razão, Perdidos em nossos ideais.

⁠Chegou a crise dos 18, sem dó nem piedade, Achei que vinha festa, mas veio a realidade. Carteira de motorista? Ainda não tirei.
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⁠Chegou a crise dos 18, sem dó nem piedade, Achei que vinha festa, mas veio a realidade. Carteira de motorista? Ainda não tirei. E o tal do ENEM? Nem estudei. "Agora é adulto, parabéns!" eles dizem. Mas ninguém me avisou que adulto vive em crise. O que eu faço da vida? Ninguém sabe explicar, Só sei que minha mente não para de me pressionar. História ou Farmácia? A dúvida tá forte. De um lado a faculdade, do outro o trabalho, E ainda perguntam por que eu me atrapalho. Futuro incerto, (in)decisões demais, Vou virar professor ou vender arte na praia? Já nem sei mais!

É tarde. O mundo dorme. E eu estou aqui,
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É tarde. O mundo dorme. E eu estou aqui, olhando pro teto, como quem espera uma resposta que nunca vem. Tem dias que parecem semanas. Tem noites que duram uma vida. E mesmo quando tudo está quieto, aqui dentro continua gritando. Me disseram, por tanto tempo, que ser eu era errado, que eu comecei a acreditar. Fui apagando pedaços de mim pra caber em lugares pequenos demais pra quem só queria existir. Olhar no espelho e não reconhecer nada: nem os olhos, nem o nome, nem a história. Não saber quem sou. Não ser o que esperam. Não ser nada que baste. Só esse lugar nenhum em mim. Viver tentando lembrar de quando foi que começou a doer tanto, e não achar o começo. Não saber se ainda sente, ou se está só copiando emoções que aprendeu a demonstrar pra não parecer vazia demais. É dizer “tá tudo bem” porque é mais fácil do que explicar o que nem se entende direito. Pensar em desaparecer, e depois se sentir culpada por pensar nisso como se até a dor fosse um erro. Queria ter coragem. De gritar. De não me calar. De admitir que está difícil. Mas, ao invés disso, eu só fico aqui, escrevendo pra ninguém, deixando que o papel segure o que eu não consigo mais carregar sozinha.

É tarde. O mundo dorme. E eu estou aqui,
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É tarde. O mundo dorme. E eu estou aqui, olhando pro teto, como quem espera uma resposta que nunca vem. Tem dias que parecem semanas. Tem noites que duram uma vida. E mesmo quando tudo está quieto, aqui dentro continua gritando. Me disseram, por tanto tempo, que ser eu era errado, que eu comecei a acreditar. Fui apagando pedaços de mim pra caber em lugares pequenos demais pra quem só queria existir. Olhar no espelho e não reconhecer nada: nem os olhos, nem o nome, nem a história. Não saber quem sou. Não ser o que esperam. Não ser nada que baste. Só esse lugar nenhum em mim. Viver tentando lembrar de quando foi que começou a doer tanto, e não achar o começo. Não saber se ainda sente, ou se está só copiando emoções que aprendeu a demonstrar pra não parecer vazia demais. É dizer “tá tudo bem” porque é mais fácil do que explicar o que nem se entende direito. Pensar em desaparecer, e depois se sentir culpada por pensar nisso como se até a dor fosse um erro. Queria ter coragem. De gritar. De não me calar. De admitir que está difícil. Mas, ao invés disso, eu só fico aqui, escrevendo pra ninguém, deixando que o papel segure o que eu não consigo mais carregar sozinha.