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Frases de Michelle Trevisani

154 frases

Não reduzi minhas expectativas. É que aprendi a direcioná-las. Por exemplo: já não espero que você cresça, e também não espero que estas babaquices terminem. Resolvi partir para outra, outro sonho, outra encrenca.
Tapou os ouvidos, mas não adiantava: os olhos viram os lábios apertados dele dizendo que terminara. O amor terminara. A doçura, o calor, as risadas... terminara. Os ouvidos foram poupados, mas o coração desmanchava. Ela balançava incrédula a cabeça, numa tentativa de negar o silê…
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Tapou os ouvidos, mas não adiantava: os olhos viram os lábios apertados dele dizendo que terminara. O amor terminara. A doçura, o calor, as risadas... terminara. Os ouvidos foram poupados, mas o coração desmanchava. Ela balançava incrédula a cabeça, numa tentativa de negar o silêncio dito pelos lábios dele. Ás vezes o amor tem avessos – inexplicáveis avessos.

Peguei o trem da liberdade, mas ele só trouxe saudade, saudade de ter você aqui. Tentei fugir, tentei driblar as lágrimas, mas uma enxurrada de imagens suas turvou o meu olhar. E o vento tolo, agora me acaricia, como seus dedos um dia fizeram... e foi como tocar o céu num minuto…
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Peguei o trem da liberdade, mas ele só trouxe saudade, saudade de ter você aqui. Tentei fugir, tentei driblar as lágrimas, mas uma enxurrada de imagens suas turvou o meu olhar. E o vento tolo, agora me acaricia, como seus dedos um dia fizeram... e foi como tocar o céu num minuto de sanidade. Mas é tarde, e eu tenho que partir. É tarde pra desculpas pedir, é tarde pra nos reconstituir.

Senhores sentimentos, a baderna em meu coração está imensa. Favor pararem imediatamente com essa barulheira, pois: não estou conseguindo dormir – olheiras passaram a ser companheiras cotidianas; já não consigo diferenciar vozes – a maioria de vocês grita muito, abafando a sanidad…
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Senhores sentimentos, a baderna em meu coração está imensa. Favor pararem imediatamente com essa barulheira, pois: não estou conseguindo dormir – olheiras passaram a ser companheiras cotidianas; já não consigo diferenciar vozes – a maioria de vocês grita muito, abafando a sanidade; quem disse que era para trazer bebida alcoólica?; meu estômago vive embrulhado e já não sei se é pelo espaço que vocês tomam – acabam ultrapassando as barreiras do coração, que já é um lugar bastante razoável e privilegiado, ou se é porque convidaram estas borboletas infernais, que estão fazendo inclusive novos casulos – multiplicam-se atrozmente as infelizes; - Temo ainda que estão fazendo a razão de refém.

Vale à pena estar aqui: por mais um dia respirando pertinho de você e sentido seu abraço solto me fazendo sorrir. Vale à pena sentir o calor do seu corpo me envolvendo e aquecendo, vale à pena estar entregue por mais alguns momentos, esquecendo os problemas cotidianos, esquecendo…
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Vale à pena estar aqui: por mais um dia respirando pertinho de você e sentido seu abraço solto me fazendo sorrir. Vale à pena sentir o calor do seu corpo me envolvendo e aquecendo, vale à pena estar entregue por mais alguns momentos, esquecendo os problemas cotidianos, esquecendo que sou minha...

Queria te ter mais perto, certo, de dia, de noite, com chuva, sem chuva. Queria te ter completo, sério, careta, sincero.
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Queria te ter mais perto, certo, de dia, de noite, com chuva, sem chuva. Queria te ter completo, sério, careta, sincero. Queria um amor sem rodeios. Um amor com cheiro, forma, calor e tantos outros adereços. Um amor tenro, sem dor. Um amor cor - aquele que te deixa tão leve, tão alegre, que parece visita ao circo. Um amor que poderia ter alguns defeitos, que poderia ser isto ou aquilo, mas por favor – um amor inteiro, sem metades, sem falsidade – inteiro.

Meio-dia e uma saudade apertada. Pensei que era fome: comi. Mas não era. Tomei água, abri um doce. Ainda apertava. Afrouxei os cadarços do tênis. Me afundei no sofá. Dormi. E o sonho veio logo, me abraçando com imagens suas, imitando sua voz – quase agarrei seu cheiro e o trouxe…
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Meio-dia e uma saudade apertada. Pensei que era fome: comi. Mas não era. Tomei água, abri um doce. Ainda apertava. Afrouxei os cadarços do tênis. Me afundei no sofá. Dormi. E o sonho veio logo, me abraçando com imagens suas, imitando sua voz – quase agarrei seu cheiro e o trouxe pra perto – mas ele voou. Acordei. Algumas flores frescas esperavam sobre a mesa. Você sentado ao lado delas, me observava a dormir. Sorria. Eu retribui o riso, toda abobalhada. 'Sonhava com o que meu anjo?' - ele disse. 'Com a saudade' – concluo. E a matei num abraço longo e perfumado. Um abraço que matou a fome da vida inteira.

É arriscado pedir: me dê uma chance. Chance para quê? - me pergunto. Para errar de novo, para fazer chorar de novo, para abrir cicatrizes e pronunciar palavras meias? Para forçar o riso quando se quer chorar, para estar junto e não estar, para olhar um futuro único, não duplo? Ra…
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É arriscado pedir: me dê uma chance. Chance para quê? - me pergunto. Para errar de novo, para fazer chorar de novo, para abrir cicatrizes e pronunciar palavras meias? Para forçar o riso quando se quer chorar, para estar junto e não estar, para olhar um futuro único, não duplo? Rasgo a carta embriagada de um perfume que nunca me pertenceu. Os picadinhos jogo num lixo qualquer do quarto. Segunda chance só para o meu coração: que merece amar de novo. Algo novo. Novo.

Eu já me impressionei mais. Onde foi parar o brilho das coisas? Parece que as estrelas sumiram, que os passeio de fim de tarde já não acontecem... que a gente ama e des-ama com muita facilidade. Onde foi parar o compromisso? Aquele que só com uma palavra já é verdade, aquela fé,…
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Eu já me impressionei mais. Onde foi parar o brilho das coisas? Parece que as estrelas sumiram, que os passeio de fim de tarde já não acontecem... que a gente ama e des-ama com muita facilidade. Onde foi parar o compromisso? Aquele que só com uma palavra já é verdade, aquela fé, aquela vontade, aquela força que nos move e nos impede dos abismos? Comi pipoca outro dia. Quando criança, pipoca fazia tanto sentido ao se assistir um filme. Hoje não mais. Perdeu o gosto, perdeu o sentindo, o significado. Deixo a bacia de pipoca do lado e viro, me reviro. Dificuldade de assistir um filme inteiro! Nem a paciência, coitada manteve seu espírito.

Não faz vista grossa para o amor que carrego. São múltiplos, bem sei. Mas quem disse que amor é só de um único jeito? Quem disse que o amor é um sujeito sossegado, que se contenta só com um beijo e que é redondamente coberto de razão? Os amores que tenho – são meus, não os nego.…
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Não faz vista grossa para o amor que carrego. São múltiplos, bem sei. Mas quem disse que amor é só de um único jeito? Quem disse que o amor é um sujeito sossegado, que se contenta só com um beijo e que é redondamente coberto de razão? Os amores que tenho – são meus, não os nego. São diversos, são loucos, tontos, são inteiros e meios. Mas são amores – me alegram, me preenchem e, o que faz todo o sentido: me perturbam. Sou doida por esse desassossego.

Ele estava na minha coleção. É um dos 10+, o livro que ninguém pode deixar de ler, a música das paradas, a cor da moda, ele é aquele desconto irresistível... ele é tanta coisa boa, que não sei mesmo se existe. Ele é aquele doce açucarado que não enjoa, que não sai da boca... aque…
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Ele estava na minha coleção. É um dos 10+, o livro que ninguém pode deixar de ler, a música das paradas, a cor da moda, ele é aquele desconto irresistível... ele é tanta coisa boa, que não sei mesmo se existe. Ele é aquele doce açucarado que não enjoa, que não sai da boca... aquele doce que nos arrepia à toa.

Para o novo ano: Eu desejo mais amor-próprio (aquele que muitas vezes deixamos de lado para fazermos outras pessoas felizes). Desejo grana no bolso (mas se ela não vier em grande quantidade, não se frustre – ao contrário, viva, sorria, lute!).
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Para o novo ano: Eu desejo mais amor-próprio (aquele que muitas vezes deixamos de lado para fazermos outras pessoas felizes). Desejo grana no bolso (mas se ela não vier em grande quantidade, não se frustre – ao contrário, viva, sorria, lute!). Desejo mais abraços, mais beijos, mais amaços, mais amores correspondidos, bate papo na calçada. E se houver lágrima, que haja sempre um ombro amigo. Eu desejo mais confiança, mais fé, menos superstições e ritos sem emoção. Eu desejo Deus no coração, independente do incentivo. Eu desejo menos fome. Menos fome de comida, de ganancia, de excesso. Menos fome de busca pelo sucesso sem limites. Desejo mais tempo em família, mais briga seguida de beijo com pegada, beijo de língua, desejo mais vida. Desejo enfim, sonho, muito sonho. Afinal não se paga nada por isso e sonhar mantém a mente ativa. Mantém a mente conectada ao que ainda não é, mas que é possível – e se não se tornar possível que não vá embora com o sonho sua alegria.

Quando dei por mim ele já havia soltado minhas mãos e falava apressadamente. Ajeitou o cabelo diversas vezes, e contraiu os lábios. Colocou as mãos nos bolsos e empurrou para frente os ombros, num gesto que eu já admirei tantas vezes. E mesmo se despedindo era sexy. As lágrimas q…
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Quando dei por mim ele já havia soltado minhas mãos e falava apressadamente. Ajeitou o cabelo diversas vezes, e contraiu os lábios. Colocou as mãos nos bolsos e empurrou para frente os ombros, num gesto que eu já admirei tantas vezes. E mesmo se despedindo era sexy. As lágrimas que me cortavam eram doces e fechavam meus lábios. 'Eu volto, prometo', disse ele num último aceno. Eu sorri tentando sufocar a saudade que já me abraçava, e soprei um beijo. Fiquei a olhar, até que ele entrasse no avião.

Parabéns otário. Você acabou de estragar uma roupa minha inédita com este jantar desgraçado de ruim (que mausoléu é este meu filho?... Há entendi – comida barata!), com estas furtivas olhadas no relógio, com este papo nem um pouco atraente. E ainda se oferece com o olhar mais caf…
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Parabéns otário. Você acabou de estragar uma roupa minha inédita com este jantar desgraçado de ruim (que mausoléu é este meu filho?... Há entendi – comida barata!), com estas furtivas olhadas no relógio, com este papo nem um pouco atraente. E ainda se oferece com o olhar mais cafajeste que já vi na vida a me acompanhar até em casa. Olho incrédula: 'Para quê?' - me pergunto. Levanto da cadeira batendo fortes os pés. Não olho para trás. Me retiro.