Privatização, na maioria das vezes é algo dispensável. Quando se tenta privatizar o “pensar”, então, é extremamente dispensável. Me irrita ver algumas pessoas pensando por outras, me irrita mais ainda ver pessoas que permitem que outros pensem por elas, como se existisse uma verd…
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Privatização, na maioria das vezes é algo dispensável. Quando se tenta privatizar o “pensar”, então, é extremamente dispensável. Me irrita ver algumas pessoas pensando por outras, me irrita mais ainda ver pessoas que permitem que outros pensem por elas, como se existisse uma verdade absoluta e imutável em que alguns privilegiados pudessem usufruir do dom de “saber das coisas”, dom preterido para os “laïkós” apartados do saber e do “ser crítico”.