Antigamente, antigamente
Havia o hábito de escrever
No papel com caneta
Onde se perfumavam as cartas escritas
De amor, de paixão, de saudade
Hoje existe internet, facebook
Mas não é a mesma coisa.
AMOR QUERO
Quero abraçar-te com força
Para sentir o teu coração
Bater no meu peito
Mas tu já sabes amor
Quero conhecer
Os teus olhos novamente
Aqueles que me fizeram
Ver-te na minha alma
Quero morar aqui
Junto aos teus lábios
Para ouvir o mar na tua boca.
Feliz Dia do Pai
Pai, tu és único
És o melhor pai do mundo
Tu nunca vacilas
Ama incondicionalmente
Os teus filhos
O teu amor não se iguala
Ao amor de mais ninguém
Obrigado, pai, nós te amamos
As flores
Florescem sem ferir
Perfumam sem asfixiar
Embelezam sem humilhar
Envelhecem sem magoar
Murcham sem dor
Morrem na delicadeza
E voltam de novo em flor.
São nas vazias
Ruas da minha solidão
Entre prosas e sonetos
Dos molhados becos escuros
Que estão abandonados todos
Os poemas que te escrevi
Durante toda a minha vida