Há um perigo em caminhar com aqueles cujos sonhos morrem aqui;
pois acabam nos conformando a acreditar que não existe tesouro algum além deste mundo aqui.
Mas há coisas que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, e que jamais ao coração humano subiram. E essas coisas não estão aqui.
Éramos tão miseráveis ao ponto de Sua mão não conseguir tocar
Deus foi tão amoroso ao ponto de não se limitar em esperar nossa iniciativa em desejar n'Ele tocar.
Mas Ele desceu ao nível daqueles homens para as suas miseráveis vidas trocar.
Aí começou o romance.
Não olhe o mundo como se fosse um juiz, olhe como um aprendiz.
Independentemente de qual seja a situação, esteja pronto para aprender dela, existem circunstâncias que Deus permite em tua vida, não se queixe mas aprenda delas.
Não obstante estar a vivenciar essa situação, creia que há um porvir melhor. Não vou me queixar, pois não sou um juiz mas um aprendiz.
Estou em construção, existe um porvir melhor.
OS CORVOS E OS HUMANOS
Os humanos estão sendo mais parecidos com os corvos. Eles gostam muito de cadáveres.
Enquanto os corpos estão vivos, respiram, comunicam e sentem, os corvos mantêm-se distantes, não se aproximam.
Quando esses corpos morrem, se inicia o processo de cadaverização, quando a decomposição começa e o corpo se putrifica, o corvo aproxima-se.
A pequena diferença é que os corvos se aproximam do corpo com alegria porque vão se alimentar. Mas os humanos se aproximam com choros e lamento porque não verão mais.
Talvez seja o tempo de nos amar agora enquanto estamos vivos.
QUE NÃO SEJAMOS MAIS CORVOS DO QUE O PRÓPRIO CORVO.