•Era uma vez a menina que todos desacreditavam... - Uma pequena menina ouvia os exemplos do grande sábio... Já os outros, seus exemplos compartilhavam ...
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•Era uma vez a menina que todos desacreditavam... - Uma pequena menina ouvia os exemplos do grande sábio... Já os outros, seus exemplos compartilhavam ... mas na hora de agir não encaixavam... •O silêncio,com a sabedoria nela depositavam...sabiam a responsabilidade que levara,pois na sua aparência não acreditariam no que carregara... Não tinha medo de viver e o que os outros pensavam não à fazia esmurecer... Lá a menininha seguia ...mesmo quando crescia ,ninguém à via ,pois a imagem que ficava era daquela menina sorridente, a maluquinha... Enquanto no passado se prendiam,nela a juventude cada dia renascia, o que para todos era motivo de coagir ,para ela viver era reagir ... Cada vez que dela desacreditavam,mais velhos ficavam e com as suas próprias vidas não se importavam... Certo dia a consciência bateu em suas portas ,mesmo com tudo em mãos,parecia um teto vazio com a companhia da solidão. Viviam a felicidade para outros e esqueciam da sua própria felicidade,dando abrigo à julgamentos e debates... Levaram à vida tão à sério, em auto afirmação, como se tudo fosse um combate ou competição. A menina não se cansava e tentava mostrar para todos ,o quanto a vida fora não se jogava ... -Mas porque todos não conseguiam ver ? ...O que para ela ,era fácil perceber... - Para que ser igual? pareciam doentes ,mas a menina era desdenhada por ver a vida de uma forma diferente... Diferente achava que poderia presentear ao mostrar...incansável queria tentar,mas nada parecia fazer os iguais enxergar... A menina não se cansou ,mas precisou ir para quem à chamou ...um vento leve,uma brisa que a cada dia ensinava o que tanto ela procurava ... Não era preciso tanto para ser feliz,pois o pouco que tinha para uns, era o muito que a fincava em sua raiz... Cada pedacinho de pedra ,cada pedacinho de terra,era tudo sagrado para ela... Ela sabia que enquanto os iguais queriam ser irreais, não conseguiriam ver o quanto eram capaz ou encontrar a sua paz... Isso não à fez desistir ,mas saber que em todos os iguais, um pedacinho dela ficou ali e que um dia poderá com todos eles a esperança, novamente voltar à sorrir . •A maior oração não é aquela onde todos repetem ,mas a que se ouve dentro de si mesmo e isso não se veste. Elisabeth RedMoon