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Frases de Mayara Floss

27 frases

E depois de tudo, continuou tão Maria quanto antes.
(...) Estamos com o tempo tão magro que as pessoas precisam receber e-mails de autoajuda, doses lights de carinho para manter-se em forma. Aliás, forma, que forma manter, o que é manter-se em forma? Qual é o formato ideal, quais são as linhas que queremos, qual é nossa embalagem,…
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(...) Estamos com o tempo tão magro que as pessoas precisam receber e-mails de autoajuda, doses lights de carinho para manter-se em forma. Aliás, forma, que forma manter, o que é manter-se em forma? Qual é o formato ideal, quais são as linhas que queremos, qual é nossa embalagem, o nosso rótulo. Que magreza que existe, que medo de alimentar-se de coisas boas, comer um bom livro, digerir uma boa música, engordar nossas relações. (...)

(...) Talvez muitos falarão que foi apenas uma família, algumas pessoas e que no contexto geral isso não faz diferença. Porém, acredito que o rufar das asas de uma borboleta, pode provocar um furacão, que as pequenas mudanças são o primeiro passo para uma grande mudança. Geralmen…
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(...) Talvez muitos falarão que foi apenas uma família, algumas pessoas e que no contexto geral isso não faz diferença. Porém, acredito que o rufar das asas de uma borboleta, pode provocar um furacão, que as pequenas mudanças são o primeiro passo para uma grande mudança. Geralmente, os pacientes sabem lhe dizer todos os riscos, todas as formas de tratamento, e sintomas de várias doenças - embora não entendam o real funcionamento daquilo. (...)

Frações Confesso que quero minha vida-poesia Minhas rédeas soltas
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Frações Confesso que quero minha vida-poesia Minhas rédeas soltas E menos uma estatística Na minha vã filosofia E peço para todos os místicos Uma sentença Para o meu desconforto Às vezes esqueço que o lado esquerdo é o do coração Me desculpe mas deixei cair os dados E espero que minha fé não seja em vão Perdi meus documentos E penso num disco voador Na minha sacada E deixei minhas crenças na mesa E se o vinho manchou a toalha Espero que o futuro Não passe deste infortuito E que a vida fique por medida No infinito dos dias das frações do tempo Divididas de mão em mão Deixo minhas palavras ou meu Silêncio para a próxima música tão eterna quanto este instante

José e Deus José não acreditava em deus Mas quando as coisas apertavam
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José e Deus José não acreditava em deus Mas quando as coisas apertavam Resava pai nosso de joelhos José não acreditava em deus Mas pedia pela mão divina E dizia meu Deus do céu José sofria, pagava seus pecados, pensava Adoecia, rezava Melhorava, rezava mas não acreditava em deus Afinal, juntar as mãos de joelhos e o céu Tem mais história do que crer.

Em qual parte de mim? Quanto de mim eu desencontrei?
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Em qual parte de mim? Quanto de mim eu desencontrei? Quanto de mim eu não reconheço? Qual metade de mim eu perdi? Quais olhos me encaram no espelho? Qual olheira come meu sono e me come por dentro? Qual sossego eu busquei Para acomodar meus pensamentos e esquecer meu âmago? Qual rede me prendeu? Qual isca me fisgou? Que qualquer ideia não passa de um lampejo de juventude Visto a carapuça da retidão para apagar meus anseios A experiência é uma forma sútil de esconder os próprios erros Não sei em que parte de mim, mas envelheci.

(...) Somos espectadores da história, mas criamos expectativa. Inquiridores da vida sabemos sobre o amor e os olhos. A oftalmologia enxerga muito, embora os olhos passem da anatomia e fisiopatologia. Inevitável, sim, falar da medicina, sem falar das doenças, da saúde, dos exames.…
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(...) Somos espectadores da história, mas criamos expectativa. Inquiridores da vida sabemos sobre o amor e os olhos. A oftalmologia enxerga muito, embora os olhos passem da anatomia e fisiopatologia. Inevitável, sim, falar da medicina, sem falar das doenças, da saúde, dos exames. Porém, mais inevitável é não falar sobre os olhos, as janelas da alma, quantas vezes os nossos olhos apenas adentram a enfermaria e prontamente definem um diagnóstico. (...)

(...) Embora, tudo pareça muito assustador sempre podemos nos metamorfosear e deixar as asas baterem para que possam plainar suavemente sob a vida. Os ambientes de recuperação e cura estão repletos de lagartas de jaleco branco e acabam convivendo com casulos, retraídos. Depende d…
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(...) Embora, tudo pareça muito assustador sempre podemos nos metamorfosear e deixar as asas baterem para que possam plainar suavemente sob a vida. Os ambientes de recuperação e cura estão repletos de lagartas de jaleco branco e acabam convivendo com casulos, retraídos. Depende do profissional-borboleta saber pegar esses casulos e promover a melhora em borboletas que alçaram o voo ou apenas reforçar as paredes do casulo. Precisamos das borboletas, quem sabe podemos começar vendo-as na anatomia e depois todos terão tempo para (re)abrir as próprias asas. Texto: Anatomia e borboletas