"Enquanto reclamamos do arroz papado, do pão dormido e do feijão aguado, os refugiados sobrevivem (mundo afora) ao seu inferno pessoal, indivisível e intransferível!"
Frases de Max Rocha
163 frases
Acrescentando: O inferno, a solidão e a melancolia são individuais, intransferíveis e indivisíveis
Não existem coincidências. O destino é uma mera poesia (no máximo uma figura de linguagem) e o final feliz - para nosso desencanto - nunca passou de uma utopia, derrotada por uma obcecada distopia.
Sabe qual é a coisa mais difícil do mundo ? ... É falar com uma câmera .
Sonhar é uma sementinha.
Prometi a mim mesmo, todo santo dia, mentalizar (como mantra) uma fração do espírito iluminista: - Le roi est mort. Vive le roi!
Sua mente é governada (com estoicismo e abulia) por um tirano silencioso, implacável, solitário, decisivo e, às vezes paranóico. Seu nome: Voz da consciência
Mantra do dia: Que a percepção, o ativismo e a sensibilidade superem minha mortalidade
Fiz da escuridão, do simbolismo e do impressionismo um estado permanente de angústia, universo em desencanto. Uma dose homeopática de absinto, jejum a pão e água e um milagroso experimento alquimista. Tudo para multiplicar o pão, reviver o peixe e transformar coroas de espinhos e…
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Fiz da escuridão, do simbolismo e do impressionismo um estado permanente de angústia, universo em desencanto. Uma dose homeopática de absinto, jejum a pão e água e um milagroso experimento alquimista. Tudo para multiplicar o pão, reviver o peixe e transformar coroas de espinhos em flores. Sem cura, restou o sofrimento e seu sentimento mais puro e libertador
Descartes, Kant, Confúcio, Hume, Burke, Sartre e Hegel tinham razão: O paraíso se foi e o céu nunca foi o limite...
Assim, vamos levando a vida oscilando entre a Sequência de Fibonacci, a Equação de Drake e os Algarismos de Valenzetti...
A globalização crucificou a poesia e os corações foram povoados de outdoors. O paraíso virou um campo de concentração. Assim, como se vai todo dia à igreja e ao trabalho, as noites não seriam noites sem o ar da psicodelia, da sociopatia e da burguesia. Ruas povoadas de personagen…
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A globalização crucificou a poesia e os corações foram povoados de outdoors. O paraíso virou um campo de concentração. Assim, como se vai todo dia à igreja e ao trabalho, as noites não seriam noites sem o ar da psicodelia, da sociopatia e da burguesia. Ruas povoadas de personagens e vícios, moda, superstições e cultura enlatada. Flertes, pensamentos, excitações e excentricidades em um mundo à beira do fim e da mistificação do nada
Enquanto isso, sonho com o dia no qual o existencialismo fará as pazes com o transcendental...
Entre parágrafos e hiatos, nada como um dia após o outro, um passo de cada vez e 3 verdades absolutas (já citadas pelos poetas): O inferno é individual e intransferível; Uns tem preço, outros tem valor; Vida vazia, vida que pesa...
Um dia, o calor humano ainda vencerá o aquecimento global...
Releitura do dia: Copo de bêbado não tem dono
Fiel companheira, silenciosa conselheira. Flerte com a solidão, a inquietação e a angústia. Poesia, desencanto e dor de todo santo dia. Vida sem sentido e vazio existencial. Seu nome: Melancolia
Vizinhança silenciosa e saudade, muita saudade em cada canto do imóvel
Vazio existencial preenchido com coca-cola, capuccino e aspirinas; anfetaminas, promoções outlet e Joy Division (no último volume)
Que as diferenças não façam mais tanta diferença no mundo, ao ponto de se tornarem desigualdades. De um lado, coisas de valor. Do outro lado, o verdadeiro valor das coisas...
Sonho americano, jeitinho brasileiro, charuto cubano, talco colombiano e um universo inteiro de eufemismos
Que mundo é esse, onde o amor verdadeiro, o romantismo e o cuidado perdem (de goleada) para a falsa sensação de felicidade, para a “vida loka” e a “porra-louquice”?
Vendem-se: Abraços calorosos, Apertos de mão verdadeiros, Simpatia(s) em doses homeopáticas, Mantras de botequim e ideologias com prazo de validade...
Aquela sensação de que é hora de absorver o golpe, recolher os cacos e sacudir a poeira. Curar as feridas e arrumar as gavetas. Dar a volta por cima e virar a página. Dar tempo ao tempo e sepultar a questão. Entre parágrafos e hiatos, nada como um dia após o outro, um passo de ca…
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Aquela sensação de que é hora de absorver o golpe, recolher os cacos e sacudir a poeira. Curar as feridas e arrumar as gavetas. Dar a volta por cima e virar a página. Dar tempo ao tempo e sepultar a questão. Entre parágrafos e hiatos, nada como um dia após o outro, um passo de cada vez e duas verdades absolutas: uns tem preço, outros tem valor; vida vazia, vida que pesa. É hora de mudar de assunto, rezar a missa de 7° dia e voltar para o fundo da caverna. Na placa leia-se: Coração fechado para balanço