Me convidei a falar do amor, esbarrei na paixão. Me convidei a falar de felicidade,
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Me convidei a falar do amor, esbarrei na paixão. Me convidei a falar de felicidade, fui coagido pelo egoísmo. Me convidei a falar de fé, encontrei a prepotência. Me convidei a falar de mim, me surgiu o universo. Sei ser Xangô justiçando a vaidade. Não espero provocação, domino as possibilidades. E assim ficou pronto meu margê, o qual não ouso mostrar.