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Frases de Matheus N. (Nassi)

153 frases

ROLÊ(zeiros); Uma palavra com 10 letras, milhares de histórias e milhões de sentimentos; Essa talvez seja a palavra mais utilizada no meu atual vocabulário;
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ROLÊ(zeiros); Uma palavra com 10 letras, milhares de histórias e milhões de sentimentos; Essa talvez seja a palavra mais utilizada no meu atual vocabulário; Foi aí que eu conheci algumas das melhores pessoas que já conheci; O que dizer de vocês? De você? De mim? Foi lindo, foi nosso, foi amizade, foi amor, foi união, foi fraternidade, foi compartilhar, foi gritar, foi passar vergonha, foi sair da escola durante as aulas vagas, foi passear, foi pegar ônibus, foi ser feliz, foi abraçar e vai ser sobre nunca esquecer. Obrigado, a vocês o mundo, e a mim, a saudade de um mundo sem diariamente ter vocês.

Canela, Comparo-te a esta iguaria tão peculiar pelas semelhanças entre vocês; Seria tu canela ou seria canela tu?
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Canela, Comparo-te a esta iguaria tão peculiar pelas semelhanças entre vocês; Seria tu canela ou seria canela tu? Tua cor canela que tanto combina com teus cabelos esvoaçantes que dançam uma dança própria, desconhecida por outros e regada por teus sorrisos é o que te faz tão especial; A força da canela assim como a tua, deixa marcar por onde passa: no paladar, no ar, na vida; Como alguém pôde um dia pensar que deverias deixar de ser canela, para seu próprio agrado? O fato é que tu nunca foste Maria pra seguir as outras, logo, não deixarias a opinião alheia te tirar de ti; É quem sempre foi e quem sempre nasceu pra ser. É obra prima, pintura, iguaria, flor, menina... É mulher. Se acaso algum dia cogitar ser algo por alguém, seja pra si e assim serás pra todos; Por fim, te digo: GUERREIRA, TU ÉS ENORME DE ALMA E CHEIA DE LUZ. TU FOI FEITA PRA SER FURACÃO E NUNCA DEIXE QUE TENTEM TE TORNAR VENTANIA, CRESÇA PRA TODOS OS LADOS DA ALMA E SEJA AO FIM, ENFIM, POR TI, Canela.

Te julgo pelas tuas “macumbas”, ou até pelo teu axé Te julgo pelos teus inúmeros santos e tudo que é oferecido à eles Te julgo por você acreditar que talvez tenhamos sido amigos em outra vida e digo que essa coisa de Carma é pura mentira
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Te julgo pelas tuas “macumbas”, ou até pelo teu axé Te julgo pelos teus inúmeros santos e tudo que é oferecido à eles Te julgo por você acreditar que talvez tenhamos sido amigos em outra vida e digo que essa coisa de Carma é pura mentira Te julgo por você acreditar em Buda Te julgo por tua leitura de aura Te julgo por teus cristais Te julgo por não acreditar em nada, afinal, você tem que crer em algo Te julgo pelo teu DEUS que merece tudo de bom, de ti Te julgo sempre. Por demais, por de menos, julgo apenas por julgar Te julgo porque estou confuso comigo, como posso viver num mundo onde não estou 100% certo o tempo todo? Te julgo pois esqueço, que no fim, além de tudo, além de nós mesmo, além de Deuses, cores, crenças, luz ou escuridão existe algo maior Te julgo porque te julgar é mais fácil do que perceber, que na real e no final nunca passou de UMA QUESTÃO DE FÉ.

GRATIDÃO. Gratidão é parte de quem sou, é muito do que tenho a dar, é bastante do que sinto e uma das coisas que mais acho necessárias de se ter. Se sentir grato é abraçar, é encostar a cabeça no ombro do outro e assim dizer tudo, o olhar de alguém que é grato, grita! Gratidão n…
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GRATIDÃO. Gratidão é parte de quem sou, é muito do que tenho a dar, é bastante do que sinto e uma das coisas que mais acho necessárias de se ter. Se sentir grato é abraçar, é encostar a cabeça no ombro do outro e assim dizer tudo, o olhar de alguém que é grato, grita! Gratidão nunca foi sobre ter, foi sempre sobre ser, ser alguém cheio de luz ao ponto de agradecer ao sol por voltar a iluminar o dia outra vez. Agradeça, seja, tenha, vibre, use e abuse da gratidão!

A mim. A mim que fui desacredito; A mim que fui ridicularizado;
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A mim. A mim que fui desacredito; A mim que fui ridicularizado; A mim que fui chacota; A mim que fui por vezes pisado; A mim que fui esquecido; A mim que fui quando ninguém acreditava que ia ser; A mim que no momento de desistir não parei; E a mim que com as pedras jogadas fiz degraus e subi; A mim também que olhei pra trás, perdoei, me perdoei, chorei, me levantei, sorri e me reergui... Isso é sobre mim. Isso foi sobre mim, é sobre mim e será sobre mim pra sempre. Isso é quem sou, e sou o que isso é. Afinal, quem sou? No final, sobro eu, sou só eu, e quando me olho no espelho vejo de dentro de mim transbordar algo que fui, sou e serei pra sempre, eu vejo a arte.

Indiferença é uma das mortes mais dolorosas da vida. Mortes? Sim, mortes. Tudo morre ao redor da indiferença, amores, amizades... Tudo. Um amor indiferente se torna frio. Esse frio se torna dor. Essa dor se torna escuridão. E essa escuridão logo vira vazio. Uma amizade indiferent…
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Indiferença é uma das mortes mais dolorosas da vida. Mortes? Sim, mortes. Tudo morre ao redor da indiferença, amores, amizades... Tudo. Um amor indiferente se torna frio. Esse frio se torna dor. Essa dor se torna escuridão. E essa escuridão logo vira vazio. Uma amizade indiferente se torna incômoda. Esse incômodo se torna saudade dos bons tempos. Essa saudade vira sentimento de perda. Esse sentimento de perda se torna dor, que vira escuridão e logo depois vazio. Vazio, o vazio é o fim. O vazio é o caminho dos indiferentes. Nada. Vazio. Espaço sem coisa alguma que o preencha.

Caro amigo ator, porque você é ator? Afinal, tu não tens fama, sucesso e nem tampouco dinheiro. O que te move a ser ator? O que te move a seguir uma profissão tão incerta, tão exaustiva por ser cheias de falhas tentativas? O que te leva a querer sofrer com tantos nãos? Caro amig…
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Caro amigo ator, porque você é ator? Afinal, tu não tens fama, sucesso e nem tampouco dinheiro. O que te move a ser ator? O que te move a seguir uma profissão tão incerta, tão exaustiva por ser cheias de falhas tentativas? O que te leva a querer sofrer com tantos nãos? Caro amigo ator, eu sei a resposta pra minha própria pergunta. Eu sou meu caro amigo ator, e eu fui esse tal perguntador por um tempo. Eis aqui a resposta que você talvez nunca tenha pensado ou ouvido, assombre-se com essa resposta caro amigo, ator, claro. Tu não te cansaste e não desististes por um simples e lindo dom recebido quando foste gerado. Tu és ator, caro amigo. Ator, sim! Isso que tu tens dentro de ti que te faz levantar a cada queda, que te permite criar escadas com todos os nãos pra alcançar o difícil “sim” e que nunca te deixou desistir, ao menos não de verdade, dessa luta travada entre arte e medicina, se chama ATOR. É chama, é alma, é grito querendo sair, é quem tu és de verdade. Escuro é o caminho do ator, genuíno (porque se é ator de corta e edita nunca foi ator), que decide não seguir a carreira por “faz medicina que dá dinheiro”, “direito é muito bom e ainda deixaria seus pais tão orgulhosos”, “faz administração que pra arrumar um emprego de verdade é tão rápido”, “eu te apoio sim, eu sei que isso é fase e quando passar eu vou estar aqui pra te ajudar”... Mãe... Pai... família! Isso é fase, claro que é. Mas isso é fase permanente, essa fase dura desde o dia em que 23 pares de cromossomos encontraram outros 23 e me formaram dentro de você, Mãe. Pai, essa fase dura desde o dia que eu abandonei o futebol pelas aulas de teatro. Família, essa fase dura desde o natal de 2009 em que eu fiz uma peça sobre o nascimento de Jesus e atuei em todos os papéis. Sim, é fase, a vida é fase, eu sou fase, somos fases e o teatro não é diferente não, a arte imita a vida e a vida imita a arte, não sabiam? Perdão, eu não vou ser o médico que curou as doenças do mundo, eu não vou ser o advogado que livrou tantos de irem presos, eu não vou ser o administrador que conseguiu arrumar um emprego bom e rápido, eu me recuso seguir teus passos, infelicidade. Pode doer, na verdade eu sei que vai. Eu tenho quase certeza que o Beto, o Carlos, a Nina, a Duda, a filha do padeiro, a filha da professora, sei lá... Eles vão ser bons, excelentes... ÓTIMOS médicos, advogados, administradores... Eu não. Eu vou ser o feliz. O feliz ator, o feliz personagem, a feliz pessoa, o feliz filho, o feliz amigo e o realizado SER HUMANO. Nunca foi sobre dinheiro e/ou fama, nunca foi sobre ir à Hollywood, sim eu quero muito, mas nunca foi sobre isso, nunca foi sobre a Globo, a Record, o SBT. Nunca foi sobre nada além de teatro, de amor, de paixão, de quem sou e de quem serei. Desculpa. Eu conversei com Deus outro dia e contei todos os meus planos pra ele, e ele me deu um abraço tão forte que aí sim eu tive certeza. E se DEUS, meu pai, permitiu e disse que eu deveria que eu posso e que eu vou... Desculpa, mas eu vou sim. Não peço que entendam, deve ser... é difícil lidar com isso sim. Mas espero que possam respeitar a minha escolha e que ao me verem tão feliz sendo quem nasci destinado a ser, possam ficar felizes também. Seu filho, o Ator.

Eu te amo, mas eu me amo mais. Não há erro nessa frase, não há erro em si ter como abrigo caso nada dê certo ou mesmo quando tudo dá certo demais. Não há erro em si ter como amigo mais íntimo, e não há erro em manter a sua resiliência ao alcance das mãos. Lembre-se, amor e espont…
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Eu te amo, mas eu me amo mais. Não há erro nessa frase, não há erro em si ter como abrigo caso nada dê certo ou mesmo quando tudo dá certo demais. Não há erro em si ter como amigo mais íntimo, e não há erro em manter a sua resiliência ao alcance das mãos. Lembre-se, amor e espontaneidade andam juntos, são sinônimos, são amantes de mãos dadas no pôr do sol da sua alma. Não aceita meio amor, não aceite “quem é sabe”, não aceite nada além de atitudes. Há abraços que falam mais que o livro de “As crônicas de Nárnia”, há beijos que são mais inesquecíveis que ganhar na loteria por dois anos seguidos, há “estar junto” que são mais solidários que tentar ajudar, e não ajudar em nada. Amar parece fácil, mas não é simples como parece. Dar seu coração a um completo desconhecido ou desconhecida é aterrorizante e tem que ser, trate-se como prioridade, ame-se, cuide-se, fuja de tudo que te prende, que te afasta de quem és. Se me perguntarem como é se sentir amado eu não precisarei dar uma resposta, quem é amado não precisa de definição, é e sabe. Falta de reciprocidade? Tô fora! Pego minha bike e vou embora!!!

Oi eu de outro corpo, Você tem passado sufoco atrás de sufoco né? É... eu tenho sentido aqui no meu peito sua tamanha aflição. Você acha que eu não entendo né? Bom, do mesmo jeito que você, talvez não, mas ainda assim eu partilho do furacão que te tem tirado o sono. Ei, eu sou p…
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Oi eu de outro corpo, Você tem passado sufoco atrás de sufoco né? É... eu tenho sentido aqui no meu peito sua tamanha aflição. Você acha que eu não entendo né? Bom, do mesmo jeito que você, talvez não, mas ainda assim eu partilho do furacão que te tem tirado o sono. Ei, eu sou parte de ti, assim como tu és parte de mim, não vês? Essa lágrima aí, tá rolando no meu rosto também, a mão fria? Estou com as duas, aperto no peito? Acertei? É como se o meu coração crescesse tanto que não tem espaço pra ele. Ei, eu! Você acha que pode lidar com tudo sozinho e até pode, mas não precisa. Eu sei que te tenho, então porque não aceitas que tens a mim? Eu sei que ás vezes, ou melhor, sempre, eu me meto demais em coisas demais e que às vezes as pessoas tem problema em partilhar seus problemas, até de eu pra eu. Mas “eu”, ei! Despeja em mim, cospe fora essa angústia, porque segurar essa pose de forte se sabe que no primeiro olhar que eu der, tu vai despencar de cima desse teu muro em torno de si mesmo? Não precisa ser assim, mas já que é me afastarei. Olharei de longe para ti e estarei a esperar apenas o sinal, sonoro, visual, não sei, dê o sinal e saberei, que dentro de eu, ainda falta eu, e que eu posso ajudar, corro pro problema, te ajudo no dilema, mas te peço: ME DEIXE ENTRAR.

Era 23 de novembro de 2017 e eu estava com medo, eu soava frio, eu mal conseguia respirar, eu só pensava que daria tudo errado... Foi quando em meio a tanto caos chegou a sua mensagem. A sua mensagem foi sobre o orgulho que sentia de mim, você me falou sobre a certeza que tudo da…
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Era 23 de novembro de 2017 e eu estava com medo, eu soava frio, eu mal conseguia respirar, eu só pensava que daria tudo errado... Foi quando em meio a tanto caos chegou a sua mensagem. A sua mensagem foi sobre o orgulho que sentia de mim, você me falou sobre a certeza que tudo daria certo por eu estar envolvido com isso, você disse que estaria na plateia do teatro naquele dia, mas que na plateia da vida você estaria pra sempre me aplaudindo, de pé, enquanto gritava meu nome. Nesse mesmo dia eu me preparava pra fazer a minha estreia e entrei em curto-circuito, meu peito não era mais controlado por mim, eu sentia a necessidade de chorar, eu sentia a necessidade de vomitar palavras bonitas antes que o excesso das mesmas me sufocasse, então eu fiz, eu disse o que sentia e como me sentia àquelas pessoas, que eram companheiros de cena, de vida, de teatro, porém, em meio aos abraços recebidos eu ainda sentia a falta do ar, o tremor nas mãos, o medo no peito, e você me ajudou. Eu ainda nem tinha entrado em cena e te vi, brincando de esconde-esconde comigo (ou ao menos achava que eu não ia te descobrir na plateia de cima) fazia dois meses depois do último adeus, que achamos ser definitivo, mesmo com o medo imenso no peito de que isso fosse realmente verdade. Chegou a hora, entrei e fiz o melhor que podia naquele momento, eu não enxerguei ninguém na plateia, eu nem sei se realmente alguém me viu em cima daquele palco ou se foi tudo fantasia, pra mim, sempre será um sonho muito bom e do qual acordei sem querer acordar. Fim. Fim de espetáculo, fim de personagem, fim de ciclo... E eu saio pelo camarim para voltar a ser Matheus. Eu vejo meus amigos e saio correndo pra abraça-los e despejar toda a minha gratidão, pra minha surpresa eles não aceitaram, eles é que me encheram, eles me abraçavam sorrindo e dizendo que foi lindo, meus amigos são especiais, eles não são pessoas iguais as outras, eles têm algo diferente, sei lá... Eles são únicos, maravilhosos, e muito talentosos. Finalizei aquele dia, em meio ao abraço dos meus amigos, os de perto, os de longe, os de agora e os de antes, os de sempre e os de NUNCA VAI ACABAR. Eu também recebi um abraço apertado e caloroso de alguns alguém(s) que eu já sou amigo desde antes de nascer, a rainha da minha vida demonstrou orgulho no olhar e aquilo de fez flutuar, minha tia me encheu de elogios e minha prima me fez entender que realmente eu fui bem, porque ela me elogiou mesmo sem gostar muito de teatro, aquele momento foi único, foi diferente, foi especial. Eu terminei a noite acompanhando de amor, eu terminei a noite com eles, meus amigos.

Hello Stranger, Droga! Como me dói estar longe de você, como me toma esse sentimento de vazio, que é quase tão grande quanto a saudade que sinto quando você não está por perto. Droga! É uma droga, não te ter por perto, e é ainda pior ter que admitir isso pra mim, é doloroso ter…
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Hello Stranger, Droga! Como me dói estar longe de você, como me toma esse sentimento de vazio, que é quase tão grande quanto a saudade que sinto quando você não está por perto. Droga! É uma droga, não te ter por perto, e é ainda pior ter que admitir isso pra mim, é doloroso ter que entender que te deixar ir, por mais certo que pareça, ainda é tão doloroso que eu me arrependo todo vez que penso o quão necessário isso foi. É uma droga te ver feliz e saber que você consegue ser feliz sem mim, é uma droga me sentir uma droga por você não está se sentindo uma droga. Qual o meu problema? É sentir demais? Ou sentir errado? Sentir que você deveria demonstrar tristeza por não termo mais o número um do outro, a gente nem se segue mais no instagram pra poder responder um “stories” polêmico com outra polêmica. Mas que DROGA! Eu odeio isso, eu odeio esse fim que o “nós“ levou e odeio ainda mais que quem ler até aqui, só enxergou um casal de namorados e nem sabe que tô falando de você, meu mais profundo e chegado amigo. Eu nunca fui de acreditar nessa coisa de “Melhor amigo” essas convenções que inventam pra ajudar o noivo ao denominar quem deve ser escolhido pra ser padrinho do casamento com a mulher da sua vida, mas você me fazia crer nessas coisas made in sociedade. É amigo, passamos por mal bocados pra chegar aqui né? Nesse aqui que só a gente sabe o quanto foi doloroso chegar. Um dia éramos as duas metades de uma mesma laranja e no dia seguinte o que restou dessa laranja foram os caroços, secos de sol e inférteis. Doeu, dói, vai doer lembrar de você e de nós e é estranho ter um “nós “ depois que nós deixamos de ser nós pra sempre eu e você, caminhos separados e vidas distintas, dá pra acreditar? Bom velho amigo, eu ainda sou a sombra no fundo da plateia do seu espetáculo diário onde sendo o ator principal, você dá um show e me deixa derramando orgulho. Eu ainda sou o cara que deixa as moedas que faltam pra inteirar o preço da passagem de ônibus sem que você saiba, eu ainda vou ser o pai que por um filho enfrentaria o mundo, por ti. Mas nunca serei nada “pelos velhos tempos”, não nos devemos nada, afinal, sempre fomos abundantes e nunca gostamos de poupar amizade. Não pense que me afastar foi o caminha fácil, esse foi o caminho com a placa “sem volta” na entrada, mas antes de facilidade eu busquei necessidade, ser nocivo pra um acabaria sendo pra dois e isso acaba com qualquer sentimento de qualquer intensidade. Despedidas não são fáceis pra ninguém, velho amigo, e espero que a nossa tenha sido um “até logo”, mas não vou exigir da vida algo que quero, estou apto a receber o que ela me guarda. Espero que fique bem consigo, para assim ficar bem com o mundo. Você é tão jovem e o mundo tão grande. Torço por ti, torça por mim e nunca se esqueça de que o mundo é todo seu, e você sempre soube voar, só nunca deixe que lhe podem as asas, você é infinito demais pra ficar no ócio eterno de um mente sem memórias.

Zete, Foi de broto à planta, de botão à rosa, de semente à árvore de frutos magníficos; Zete foi de fraqueza à força, foi de obediência à ousadia, foi de tranquilidade a sagacidade e continuou indo...
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Zete, Foi de broto à planta, de botão à rosa, de semente à árvore de frutos magníficos; Zete foi de fraqueza à força, foi de obediência à ousadia, foi de tranquilidade a sagacidade e continuou indo... Zete nunca teve medo da morte, afinal, ela travava lutas diárias contra coisa muito pior, então... Como teria? Zete nunca passou despercebida, ela chegava e marcava. Ela mostrava quem era, e todos a amam por isso; Zete, traduzido do amor de quem a ama: FORÇA INFINITA... É força e luz; É raiva e paixão; É ódio... Ódio não, isso nunca coube em seu coração; Zete é silêncio, delicadeza nos mínimos detalhes entre suas cocadas e suas costuras; Zete estava presente no cavalinho de pano que deu a seu neto; Sua doçura estava presente nas suas cocadas; Sua força estava presente na sua comida; Sua leveza estava presente no seu abraço; E no seu olhão azul eu podia ver, era claro, o amor que me era dado; Zete se foi, mas como sempre, ela não se encheu de “tchaus”, ela nos banhou de “até logos” e que logo eles cheguem; Zete passou por mim, e o que eu posso dizer é que antes de Zete eu era um, depois dela, eu sou infinito.

Mar, Ah meu querido amigo, tua imensidão me constrange, teu azul profundo me deixa envergonhado, mas ainda assim eu me enxergo tanto em ti. Assim como eu, tu afastas de ti as pessoas quando se encontra estressado, tu as aproximas quando se sente vazio, e as abraça aos fins de ta…
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Mar, Ah meu querido amigo, tua imensidão me constrange, teu azul profundo me deixa envergonhado, mas ainda assim eu me enxergo tanto em ti. Assim como eu, tu afastas de ti as pessoas quando se encontra estressado, tu as aproximas quando se sente vazio, e as abraça aos fins de tarde quando todos estão pensando que o dia acabou e por isso devem ficar tristes. Ah mar, tu és tão sábio, tolos são os que não aprendem contigo, os que não aprendem a te ouvir, te sentir, te deixar tomar conta dos seus corpos que boiam em suas águas salgadas. Ah mar, me dá tua serenidade, que eu te prometo que sempre volto e te dou um pouco do meu amor.

Eu achei que podia fugir de quem eu era, eu achei que quem eu era tão ruim que eu deveria fugir, mas não, não era ruim, era eu, e se eu era ruim era porque eu ainda não tinha aprendido a conviver comigo mesmo. Decidi partir de mim, decidi me dar um tempo, um tempo necessário, um…
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Eu achei que podia fugir de quem eu era, eu achei que quem eu era tão ruim que eu deveria fugir, mas não, não era ruim, era eu, e se eu era ruim era porque eu ainda não tinha aprendido a conviver comigo mesmo. Decidi partir de mim, decidi me dar um tempo, um tempo necessário, um tempo comigo mesmo embaixo de uma árvore, daquelas enormes onde a gente senta pra refletir sobre a vida. Foi lá, no meu isolamento interno do mundo, que eu aprendi uma das melhores e mais importantes lições da vida: deixar ir. Não é fácil deixar ir, só os fortes conseguem, não é algo que você acorda e diz “hoje eu vou deixar ir” e só segue o baile. Ás vezes deixar ir algo com que conviveu por muito tempo dói, machuca, é quase impossível, te deixa fraco, te quebra as pernas, quase te mata. Foi aí que eu senti a chuva, a chuva mais forte e densa que já havia visto em toda a minha existência, era uma chuva fria, com nuvens escuras, ela molhava tudo, encharcava, e foi ali também que eu quase me afoguei, a chuva era alimentada por mágoas, mágoas que eu guardei por muito tempo no profundo do meu ser e agora me afogavam de mim. Eu mergulhei naquele mar de mágoas e achei que nunca mais veria a superfície, aí eu encontrei, no meio de tantas memórias ruins, um raio de luz, a minha salvação, eu me encontrei com o pedaço de mim que andava angustiado, e com um abraço dos mais fortes que já dei em alguém, ele me perdoou e me mostrou que havia uma saída. Logo após a chuva de mágoas em me encarei com um imenso e seco deserto, nunca estive em um lugar tão feio, tão vazio, era silencioso de doer os ouvidos. Ali estava eu, em meio a todos os perdões que eu não tinha dado, eu me encontrei com meu orgulho. Ele era feio, velho, forte, cheio de prepotência e não queria me deixar chegar até o outro lado desse deserto que eu mesmo tinha criado dentro de mim. Ele me disse algo que nunca esquecerei “foi por deixar teu ego falar, que cada gota de vida aqui morreu e esse imenso deserto se criou”. É duro ter que entender que seu orgulho fez com que o bom em você morresse, é duro ouvir que a vida acabou por não ter dado ouvido a sua humildade pelo menos uma vez na vida, foi duro me encontrar naquele lugar, parecia que iria morrer ali, eu já não sentia mais as minhas pernas, eu nem sabia se o que via era verdade ou alucinação, eu gritava no silêncio do meu ser, ninguém parecia ouvir, nem eu mesmo me ouvia, foi quando um gavião me pegou, ou ao menos o que restou de mim, pelo bico e me levou junto com meu pedaço que estava no deserto, pra um lugar com grama verde, cachoeiras e um urso que esperava impaciente, que um peixe pulasse na sua boca. Aquele momento eu soube que me encontrava com a minha paciência, e a forma com que eu entregava minha sorte ao acaso e não corria atrás de nada, eu deitava e esperava os peixes pularem na minha boca, eu não corria atrás, eu tinha medo e preguiça de me atirar à correnteza para pegar os peixes. Deitar e esperar havia se tornado cômodo, viável e habitual. Nesse momento pós-descoberta eu decidi pegar o bote que estava à margem do rio e seguir a maré, ir atrás de algo pelo menos uma vez, e dessa vez eu estava indo atrás de quem perdi, que no momento era o meu eu. Antes de partir ganhei do urso, um dos meus pedaços, um dos que ainda faltavam, e segui, junto com meus pedaços, partes de quem eu era, mas que no momento não estava sendo. Segui pelo rio até que me deparei com uma cachoeira, e em meio ao desespero de ver a morte diante dos meus olhos, os fechei e aceitei o meu destino. Que brisa é essa no meu rosto? Não pareço cair, pareço estar flutuando... O que me aconteceu? Abro meus olhos e me encontro em meio às nuvens, lá de cima eu vejo cada parte de mim, da raiva ao medo, da serenidade ao amor, em me vejo por completo, mas não entendo o motivo de não ter tido que enfrentar essas tantas outras partes de mim. Eis que um pássaro me sussurra ao ouvido: “tu não precisas se encarar mais, já aprendestes demais o que é preciso ser feito, voe, voe como eu até quem és. Ame-se, ame tudo que és e tudo que não está sendo, perfeição não deves te agradar, ao invés disso, deves procurar se adaptar aos teus erros e a preservar tuas qualidades, voe pra longe de tudo que te distancia de si, porque já passaste muito tempo longe. Voe, voe ao seu próprio encontro”. Nesse momento eu acordo com o travesseiro molhado, suado, sem ar, e com o peito queimando. Nesse momento eu havia me achado, eu pude duelar com quem me impedia de me tornar quem eu já nasci sendo, eu mesmo. Depois desse dia, eu aprendi que por mais escuro, longe e profundo, nós estejamos de nós mesmo, precisamos nos buscar. Buscar quem somos.

Ele nunca quis aprender a voar, sempre preferiu o mar por admirar sua imensidão. Nunca foi de mendigar e se não for 100% ele nem dá atenção. Desde cedo aprendeu a se adaptar, cair é sobre aprender a levantar e se ralar é parte da lição. "Vida louca, vida, vida breve. Já que eu nã…
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Ele nunca quis aprender a voar, sempre preferiu o mar por admirar sua imensidão. Nunca foi de mendigar e se não for 100% ele nem dá atenção. Desde cedo aprendeu a se adaptar, cair é sobre aprender a levantar e se ralar é parte da lição. "Vida louca, vida, vida breve. Já que eu não posso te levar, quero que você me leve". Crescer é sobre si aprender, aprender sobre você e com você, como viver.

Ainda garoto eu não entendia o que se passava em mim Era ódio, raiva, agonia, perguntava a DEUS o que eu estava fazendo aqui. Ainda garoto eu tive que aprender a lidar com a rejeição
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Ainda garoto eu não entendia o que se passava em mim Era ódio, raiva, agonia, perguntava a DEUS o que eu estava fazendo aqui. Ainda garoto eu tive que aprender a lidar com a rejeição A falta de amor, o desinteresse e a indiferença são a praga da nossa geração. O eu garoto nunca entendeu porque as pessoas preferiam ser duras e grossas a amar e abraçar a todo o momento No fim, o eu garoto teve que aprender a deixar de ser garoto e tomar a injeção do “ser homem” e foi ali, solitário enquanto matava o meu eu garoto, que aprendi; Estamos perdidos, estamos sozinhos e gostamos disso, estamos cheios de “desamor”. Estamos, fomos, ficamos e morremos.

Eu parei de escrever quando tinha medo. Eu parei de escrever quando estava feliz. Eu parei de escrever quando estava triste. Eu parei de escrever, só parei. Eu não sei quando eu comecei a me deixar dissolver pela vida, pelos problemas e pelo pré-conceitos alheios. Eu não lembro q…
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Eu parei de escrever quando tinha medo. Eu parei de escrever quando estava feliz. Eu parei de escrever quando estava triste. Eu parei de escrever, só parei. Eu não sei quando eu comecei a me deixar dissolver pela vida, pelos problemas e pelo pré-conceitos alheios. Eu não lembro quando e onde eu me vi pela última vez e nem se eu cheguei a me ver pela última vez, antes de abrir mão de mim. É engraçado começar a vida com tudo programado, o dia que você vai nascer, o horário de mamar, quando vai começar a estudar e que gravatinha borboleta vai usar na sua formatura da alfabetização. Daí, você cresce e vê que o mundo exige de você outros comprometimentos, como acordar cedo e ir até o banco resolver “problemas de adulto” quando o que você mais quer fazer é dormir e descansar de um dia estressante e ou quando você precisa ir trabalhar, porque diferente da escola, eles vão querer saber o motivo e vão te castigar por isso. O mundo adulto não perdoa, mas alisa, não passa a mão pela cabeça e nem é doce. Você cresce com tudo arrumado e do nada eles te jogam por conta própria num canto úmido, escuro e cheio de solidão. Dói não ser mais nada do que adulto, dói não ter meus amigos sempre a um passo de mim ou a uma bolinha de papel, dói não ter mais um intervalo emendado com horários vagos que nos permitiam tirar fotos, sorrir e colocar o papo em dia. Dói, machuca, é ruim. Eu sei, ser adulto e amadurecer é algo que você “precisa” fazer, mas alguém perguntou se eu gostaria de fazer isso? Alguém perguntou se eu gostaria de andar em bancos e assinar contratos? Alguém se preocupou em perguntar se eu gostaria de ter a necessidade de ter que trabalhar em um lugar só pelo dinheiro, porque as outras pessoas nunca valorizam o que você é bom o suficiente? Quando eles perguntaram se eu estava afim de me perder de mim? Quando eles falaram “com licença, você quer abandonar seus sonhos e vir trabalhar sem ser realizado, mas de forma remunerada”? Quando as pessoas começaram a não se preocupar? Quando? Ser adulto dói, machuca a alma, entristece e aborrece o meu ser. Ser adulto á amargo, tem gosto de café frio e tem cheiro de cc. Ser adulto te dá espaço aéreo, mas te poda as asas. Ser adulto é... tudo que você quer ser quando criança, mas tudo que você não gosta de ser quando adulto. Ser adulto é isso e eu não gosto.

Escrevo enquanto choro; Choro porque já não consigo conter em mim tamanha dor; (sinto-me carregando o mundo no peito, de tamanho peso que sinto)
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Escrevo enquanto choro; Choro porque já não consigo conter em mim tamanha dor; (sinto-me carregando o mundo no peito, de tamanho peso que sinto) Não escrevo por achar que vou me libertar por completo desse meu eu de agora, que sofre e que se machuca. Escrevo na tentativa de buscar uma maneira de lidar com a dor, não mais a aguento, estou fraco demais. Choro enquanto escrevo, porque não consigo trazer a força aos olhos, que fracos, se derramam sobre mim. Choro e escrevo para lidar comigo, ou ao menos, com esse jogo de “mim” que a vida tem feito. Não escrevo a alguém, não escrevo com intuito, só escrevo. Mudo. Olhos fechados. Respiração pausada. Escrevo. Não há páginas que suportem tamanha dor, tamanho desequilíbrio, tamanho eu. (páginas se despedaçam) Meus amigos nem notaram os sinais, eles riem comigo enquanto grito socorro por dentro. Choro por não ter a coragem de admitir que preciso de ajuda, mesmo sabendo que as pessoas viriam para me ajudar. Choro, é isso. Estou fraco, e por isso... EU CHORO.

Me olham estranho quando mudo. Odeio quando me olham estranho quando mudo. Nunca fui a pessoa que chega e diz “estou mal, me ajude”, confesso (ainda assim odeio quando me olham estranho quando mudo);
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Me olham estranho quando mudo. Odeio quando me olham estranho quando mudo. Nunca fui a pessoa que chega e diz “estou mal, me ajude”, confesso (ainda assim odeio quando me olham estranho quando mudo); Hoje eu não quis mais habitar em mim. “É CRISE” dizem os universitários; É dor, digo eu. É desconforto, é grito comprimido, é falta de força, mas você não me entende. Eu não quero um “o que foi?”, só quero um abraço. um amigo. Amor! Fale comigo, fique comigo, se abrace a mim, seja meu amigo, preciso de ti.

Me feri, Me feri ao não tentar me feri; Me feri ao tentar ajudar;
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Me feri, Me feri ao não tentar me feri; Me feri ao tentar ajudar; Me feri ao me meter no que não fui chamado; Me feri ao exigir empatia, mesmo sabendo que é algo muito difícil a se fazer; Me feri por mesmo sem saber, querer me ferir; Me feri por ego; Me feri porque não pensei, só fiz; Me feri e me feri feio ao ferir você; Por fim, a vida é um jogo de “aceite o que aconteceu e siga o baile”, mas não sei se conseguirei; Até lá, por fim e para mim, será difícil mas sobreviverei.

⁠eu te perdi; Eu te perdi pra história; Eu te perdi pro outro;
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⁠eu te perdi; Eu te perdi pra história; Eu te perdi pro outro; Eu te perdi em mim e no que fomos; Eu te perdi dentro de tudo que gostamos e descobrimos; Eu te perdi desde o dia em que nos deixamos ir e sem perceber, demos um adeus que não foi até logo; Eu te perdi a cada dia que eu me encontrei; Pois é, quem diria, eu te perdi; A você que tanto foi e tanto fez e que também sou eu e que também fui pra mim, gratidão; A você, por você, pra você, até mais; Te amo de longe e te deixo ir porque a vida é sobre encontros e tudo que resta deles quando decidimos ir embora :))

Então me vi ali, dentro daquela pequena história de rimas sutis e cheias de apereza sobre o menino sonhador que colecionava sonhos, metas, objetivos e que vivia efervecido pelo calor de cada um dos projetos que alimentava em seu peito; PAUSA Balde de água fria, mais um não. E A…
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Então me vi ali, dentro daquela pequena história de rimas sutis e cheias de apereza sobre o menino sonhador que colecionava sonhos, metas, objetivos e que vivia efervecido pelo calor de cada um dos projetos que alimentava em seu peito; PAUSA Balde de água fria, mais um não. E AGORA? O menino sonhador que tanto planejou acabou, de novo, mais uma vez, perdendo a chance que mudaria tudo e aquele era um momento de se questionar: E eu? E quando? E como? E nunca? E de sonho em sonho o menino sonhador foi se agarrando e seguindo e indo até não conseguir mais, era o que ele achava mas também nem tem como dizer o fim, porque no fim, o fim, não tem fim, porque está tudo apenas no começo.⁠