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Frases de Marydiana Soares

7 frases

Amo meus contrastes...falo com firmeza,mas amo com ternura; sou moderna,mas tenho valores tradicionais e inegociáveis. Sinto ciúmes,mas respeito a liberdade;
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Amo meus contrastes...falo com firmeza,mas amo com ternura; sou moderna,mas tenho valores tradicionais e inegociáveis. Sinto ciúmes,mas respeito a liberdade; sou protetora,mas amo ser cuidada. Sou tempestade que não destrói -apenas lava; Sou calmaria que não adormece, apenas acolhe; Carrego uma coragem antiga e uma sensibilidade recém-nascida. Não sou metade de nada — sou inteira nas minhas dúvidas e gigante nos meus afetos; E quem me alcança,descobre que meus contrastes não são contradições, são apenas o jeito mais sincero que encontrei de existir. Marydiana

Ser elegante não tem nada a ver com Prada, Gucci ou Hermès. Elegância é presença: aquela que acolhe, que não humilha, que não pesa. É saber conversar com qualquer pessoa — da realeza à plebe — deixando todos à vontade.
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Ser elegante não tem nada a ver com Prada, Gucci ou Hermès. Elegância é presença: aquela que acolhe, que não humilha, que não pesa. É saber conversar com qualquer pessoa — da realeza à plebe — deixando todos à vontade. Elegância é respeito. É saber ser sem precisar mostrar.

Superação é quase sempre um gesto íntimo. Ninguém vê o instante exato em que você decide tentar outra vez. Não existe anúncio, fanfarra, nem testemunha.
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Superação é quase sempre um gesto íntimo. Ninguém vê o instante exato em que você decide tentar outra vez. Não existe anúncio, fanfarra, nem testemunha. Existe apenas um pensamento pequeno — às vezes tão tímido que parece nada — dizendo: “Eu não quero parar aqui.” E é assim que a vida continua: numa escolha calma, repetida muitas vezes, mesmo quando não há garantias. Superar não é sobre apagar a dor, mas dar a ela um lugar que não te impeça de andar. É entender que a ferida pode permanecer, mas você também permanece — e cresce. A superação não costuma vir de coragem heroica, mas de uma paciência profunda consigo mesma. De aceitar que tropeços fazem parte do caminho, e que recomeços não diminuem ninguém. No fim, superar é isso: perceber que, apesar do peso, você ainda se move. E que esse movimento, por menor que seja, é digno, verdadeiro, e seu.

PORTAS INVISÍVEIS Nem todos que cruzam nosso caminho encontram a porta aberta. Há acessos que concedemos sem perceber, movidos por uma sensação difícil de explicar. Não se trata apenas de simpatia ou afinidade. É algo mais silencioso, quase intuitivo. Uma energia que nos alcanç…
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PORTAS INVISÍVEIS Nem todos que cruzam nosso caminho encontram a porta aberta. Há acessos que concedemos sem perceber, movidos por uma sensação difícil de explicar. Não se trata apenas de simpatia ou afinidade. É algo mais silencioso, quase intuitivo. Uma energia que nos alcança antes mesmo que a razão consiga traduzir. Existem pessoas que chegam e, naturalmente, encontram espaço. Suas presenças não invadem; apenas se acomodam. Com elas, o diálogo flui, os silêncios não constrangem e a convivência parece familiar, como se a alma reconhecesse algo que a mente ainda desconhece. Outras, por mais corretas e gentis que sejam, permanecem do lado de fora. Não por rejeição, arrogância ou falta de generosidade, mas porque nem toda presença encontra ressonância dentro de nós. Aprendemos, ao longo da vida, que abrir as portas do coração exige discernimento. Nem todo encontro precisa tornar-se permanência, e nem toda proximidade precisa transformar-se em intimidade. A energia que sentimos diante das pessoas nem sempre é explicável, mas frequentemente é reveladora. Ela nos aproxima, nos afasta, nos protege e, por vezes, nos ensina. Talvez a maturidade consista justamente em respeitar essa percepção interior: abrir quando a alma encontra paz, limitar quando ela encontra inquietação, e compreender que selecionar quem entra em nossa vida não é egoísmo — é cuidado. Porque as portas mais importantes não são as da casa, mas as que guardam aquilo que somos. Mary Soares