Se não for pra arrepiar a alma, não deixo que me toque. Si tu cuerpo me arrepiento mi alma soy tuya.
Frases de Martinha S. Dias
24 frases
Para alguns, basta apenas um motivo para um "para sempre" acabar.
Te amar... Eu acredito que exista aquele amar que não sufoca, não amarra, não cobra, o amar livre. Aquele amar que não pesa, não julga. Aquele amar no meu tempo, no seu tempo. Aquele amar... que só faz te amar...
O músico é criador de harmonia, e não de desavenças.
Possuo um dispositivo que não pode ser alterado, nem por meio de emenda constitucional. É cláusula pétrea; vem de berço, vem de sangue. MEU CARÁTER.
A música é silêncio na agonia da minh'alma.
A cada dia vou me beneficiando com a perversidade alheia. Ontem foram as roupas e eu. Hoje foram os cachorros. E olha só, sou livre, aproveitando ao meu modo, e em boas companhias...meus dois cachorros.
Que a poesia entre em nossas veias em doses homeopáticas, assim ficaremos livres de qualquer malignidade.
Sou um rouxinol preso na gaiola, escrevendo pra fora.
O que me defini é o que sinto, e não o que vejo.
'Você, o mar, e a poesia,
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'Você, o mar, e a poesia, se encontram.
Sinto o amor e a poesia, emanando pelos poros.
Quanto mais se mostra o pântano, maior se torna o culto a lama!!
Tem que mostrar sentimento SIM, deixa pra ser frio quando morrer.
"Tá feliz?" Tô muito "Muito quanto?"
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"Tá feliz?" Tô muito "Muito quanto?" Quanto a minha mente decidir.
Sou como um poeta solitário Tenho muitos amores Mas não fico com nenhum
O que sustenta um casamento? O AMOR. Ok.
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O que sustenta um casamento? O AMOR. Ok. Mas ninguém nunca perguntou o que sustenta o AMOR? A admiração, o respeito. Esses dois juntos transformam-se em valorizar quem está caminhando ao seu lado. Fica a dica aí para você continuar alimentando esse AMOR. ❤💋
Quando olhamos tudo com mais profundidade, descobrimos o que há de feio no mundo.
Alguns pensamentos meus, é colocado sobre linhas retas. Palavras, corre o risco de sairem tortas.
Se você não tinha intenção de ficar, porque veio me desboar, já que eu estava de boa, quieta na minha?
Sob a Lua Canceriana Silêncio, eu estou com ombros de maré alta —
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Sob a Lua Canceriana Silêncio, eu estou com ombros de maré alta — o mundo, um sal, eu, concha virada. Não peço leveza, aprendi a carregar até que o pranto vire mapa e o peso, asa. Um Poema-casa, porque Cancerianas carregam até o que não é seu... mas também sabem transformar lágrima em raiz. 🌊✨
Pode ser que daqui há 1 ano olhemos esse poema por outra perspectiva. Sol alto, céu aberto, azul tão limpo que parece recém-lavado pelo vento.
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Pode ser que daqui há 1 ano olhemos esse poema por outra perspectiva. Sol alto, céu aberto, azul tão limpo que parece recém-lavado pelo vento. As nuvens passam preguiçosas, como se estivessem apenas visitando o dia. Na areia clara, quente de luz, uma mulher ergue o rosto como quem conversa em silêncio com o horizonte. O chapéu de palha desenha círculos de sombra, protege — mas não esconde — a tranquilidade que mora no seu gesto. As mãos seguram a aba como quem segura o próprio instante. Óculos escuros guardam o mistério do olhar, mas o rosto revela serenidade, uma pausa rara entre o barulho do mundo e o som do mar. O biquíni branco reflete o sol como espuma que decidiu virar pele. O vento brinca com os fios do cabelo, e o tempo, por um momento, parece esquecer de passar. Lá atrás, no alto da colina, uma igreja observa tudo em silêncio — antiga, paciente, como se conhecesse histórias de outras marés e de outros verões. O mar se move devagar, respirando ondas na beira da areia, enquanto pequenas figuras caminham ao longe, distantes, quase parte da paisagem. Mas ali, naquele ponto exato de luz, existe um instante inteiro: uma mulher, o vento, o sal no ar, e a certeza simples de que o mundo às vezes se resume a estar viva sob um céu azul. 🌊☀️ Autoral: Martinha S. Dias
Ser sensível nunca foi fraqueza. É sentir tudo em volume máximo. É doer mais… mas viver mais também.
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Ser sensível nunca foi fraqueza. É sentir tudo em volume máximo. É doer mais… mas viver mais também. Eu já tentei ser menos. Já tentei caber no raso. Mas entendi que é exatamente essa intensidade que me faz ser quem eu sou. Eu sinto tudo. A dor. A música. O silêncio. Sou complexa. Sou profunda. Sou viva. E eu não trocaria isso por nada.
Entre brilhos e silêncio, eu me reconheço. A máscara enfeita o rosto,
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Entre brilhos e silêncio, eu me reconheço. A máscara enfeita o rosto, mas é a consciência que ilumina o olhar. Eu não me escondo. Eu me revelo — no ritmo, na liberdade, na inteireza de ser quem sou. Carnaval é festa. Mas minha essência é permanente.