“ A poetisa” Visto-me de tantas histórias as vezes tem Sol a encher de vida
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“ A poetisa” Visto-me de tantas histórias as vezes tem Sol a encher de vida os aposentos do castelo ou o breu do sótão sem janelas. No luxo... glamour, puro brilho e society, sem destino vejo um fio da lua entre as tábuas do meu quarto. Fui Rapunzel aprisionada... mas senti a liberdade das estradas sob ruídos de rodas enferrujadas. Digo de peito aberto: - conheço o mais amargo gosto e o mel do mais fino licor que veio de Piemonte em taças com marzipan e beiradas de ouro Sabe onde moro e sempre morei? dentro das páginas de um livro que se chama : “Todas as minhas vidas!” (eras e eras) aut. Marllene Rodrigues respeite direitos autorais