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Frases de Mario Vascon

3 frases

Olhando de cima voando pela vida eu vou sorrindo, curtindo, existindo
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Olhando de cima voando pela vida eu vou sorrindo, curtindo, existindo olhando de cima, sem muros em minha visão eles foram derrubados pelo conhecimento de mim mesmo descobri que ao contrário do que me falaram eu não valho o que tenho eu sou o que sou lá no meu mais íntimo o meu centro eu encontrei e as amarras da mentira, o falso ego se foram com a luz do sol com a luz da verdade a ignorância aprisiona mais que uma cela pois a cela eu posso ver e é difícil destruir o que não pode ser visto por isso a intuição deve ser desenvolvida acredito que ela já era só bastava eu acreditar que era real que as respostas já estavam em mim pois nada esta fora, tudo esta dentro o falso ego aqui não tem morada o que me disseram tem interesses o que me ensinaram tem interesses o homem tá cheio de interesses para escravizar outros homens doa a quem doer ou mate quem tiver que matar o lucro é uma tremenda farsa usado para iludir os desavisados salve a verdade! salve a quebra de paradigmas! salve o novo modo de pensar! salve o erro! olhando daqui de cima o que mais enxergo é uma sociedade falsa parece um bando de robôs tentando se adequar durante a vida naquilo que condicionaram como certo e mentir pra si mesmo gera tristeza depressão, destrói a graça da vida e quando eu não sou feliz eu preciso enganar o meu cérebro eu preciso de prazer nem que seja por alguns segundos então eu fujo para as drogas lícitas ou não açúcar, cigarros, orgasmos, álcool e todo tipo de paliativo mas e sobre a causa? esse problema é parte de qual problema maior? efeito não se trata a causa deve ser desvendada pelo silêncio da boca e da mente ir "De encontro consigo mesmo" adentrar o vazio, ouvir o grito da alma as batidas do coração isso é a verdade esse é o norte apontado o tempo todo aos berros: "Me ouve, olha aqui!" e jamais ouvimos ainda no tempo da moeda no tempo da mentira nesse meu mundo quem escuta a si mesmo é rei rei de si mesmo rei de sua própria vida liberte-se do "Show de Thruman" o palco ainda continuará montado acredito que para sempre pois o dinheiro pode comprar armas e a guerra fere, não só o corpo mas também o espírito mas você não precisa estar sentado comendo pipoca nesse circo vá embora dele vá viver de verdade a sua verdade mas na verdade isso são só pensamentos de um futuro velho sábio não quero mudar nada -pois tudo muda, exceto a mudança- apenas parafrasear idéias ao vento pois o mais importante é o respeito ao sagrado ponto de vista de cada um beijos de um pensador direto da caverna

⁠O Refúgio do Agora Há uma arte esquecida, quase secreta, no turbilhão de nossos dias – a arte de pausar a mente e simplesmente ser. Em um mundo que se move em ritmo frenético, onde o passado é uma sombra que persegue e o futuro uma tempestade no horizonte, existe a sublime graç…
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⁠O Refúgio do Agora Há uma arte esquecida, quase secreta, no turbilhão de nossos dias – a arte de pausar a mente e simplesmente ser. Em um mundo que se move em ritmo frenético, onde o passado é uma sombra que persegue e o futuro uma tempestade no horizonte, existe a sublime graça de viver no presente. Não é uma fuga, mas uma redescoberta, um retorno ao núcleo da existência, onde o passado, com suas palavras não ditas e amores não revelados, perde seu poder de afligir. Na quietude do agora, o "eu te amo" não dito se transforma em uma promessa para o momento seguinte, e os arrependimentos se dissolvem na luz da consciência presente. As ansiedades, medos do escuro, preocupações sobre a pobreza, a doença, as guerras e a miséria – todos eles têm seu tempo e lugar, mas não precisam ser os senhores de nossos pensamentos. Há uma fortaleza dentro de cada um, um santuário interno onde podemos nos refugiar e observar o caos do mundo como uma tempestade vista de uma janela segura. Flutuar acima das turbulências da vida é um ato de rebelião sutil. É encontrar paz na respiração, um ritmo constante que nos lembra da vida pulsando dentro de nós. É na meditação, nesse encontro silencioso consigo mesmo, que descobrimos a serenidade. Como disse um sábio, "a paz não é a ausência de caos, mas a presença de equilíbrio". E a leitura, ah, a leitura é o bálsamo para as almas inquietas. Cada livro é uma janela para outro mundo, uma fuga, um refúgio, uma lição. Com um bom livro e uma xícara de café, sentados confortavelmente enquanto as notas suaves de um jazz ou as harmonias complexas de Bach preenchem o ar, encontramos um tipo de contentamento que é quase celestial. Neste refúgio, os problemas do mundo parecem distantes. Não que sejamos indiferentes a eles, mas porque aprendemos a arte de não permitir que nos consumam. Conhecemos a maldade e a ignorância do mundo, mas escolhemos não permitir que envenenem nossos corações. Em suma, é na capacidade de estar plenamente presente, de se apossar do momento atual, que encontramos nossa maior força. É um estado de ser onde cada respiração é uma afirmação da vida, cada batida do coração uma melodia de resistência contra o caos do mundo. No refúgio do agora, somos verdadeiramente livres.

Ecos da Existência Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Viníciu…
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Ecos da Existência Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor. Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado. O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário. E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora. No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza. As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado. E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas. Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.