As estrelas no céu de meus pensamentos São lembranças de histórias
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As estrelas no céu de meus pensamentos São lembranças de histórias momentos Marcas do tempo de um viver Vivas na memória, em meu anoitecer.
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As estrelas no céu de meus pensamentos São lembranças de histórias
As estrelas no céu de meus pensamentos São lembranças de histórias momentos Marcas do tempo de um viver Vivas na memória, em meu anoitecer.
A poesia perde a autoria Se o poeta se queda disperso E uma alma acolhe seu verso
A poesia perde a autoria Se o poeta se queda disperso E uma alma acolhe seu verso como uma fêmea a sua cria.
Sandália grossa machuca o pé da gente. Mas, fere mais
Sandália grossa machuca o pé da gente. Mas, fere mais a palavra que mente. É que não tem calo o coração que sente!
Por ver a porta da inspiração aberta, Quis me tornar poeta!
Ao perder as aspas, me tornei autoral.
Por não crer em Deus, Passei a acreditar em milagres.
As vezes... não os nós. Somos nós!
Pra se viver... É preciso desmontar e refazer.
Busque sorrisos que inspirem, Gestos que acalentem, Mãos que afaguem.
Busque sorrisos que inspirem, Gestos que acalentem, Mãos que afaguem. Viver é escolha!
Não cabem em meu traço as palavras que escrevo. Transbordo a borda,
Não cabem em meu traço as palavras que escrevo. Transbordo a borda, invado espaços. Sobram excessos se me atrevo.
As vezes é melhor fechar o livro, que apenas virar uma página.
Queria ser ferreiro das palavras. Usar a forja com o poder do ventre. Parir contorcionismos poéticos.
Queria ser ferreiro das palavras. Usar a forja com o poder do ventre. Parir contorcionismos poéticos. Mas falta vento... Falta vento...
Minha incompletude provoca ensejos. Procurar meu eu, em busca de outro Tu. Minha inconclusividade brota desejos,
Minha incompletude provoca ensejos. Procurar meu eu, em busca de outro Tu. Minha inconclusividade brota desejos, De romper os limites, ver o mundo nu.
Queria me submeter ao tempo. Ser Érico! Escrever sobre o vento. Despir os grilhões da cruel armadura..
Queria me submeter ao tempo. Ser Érico! Escrever sobre o vento. Despir os grilhões da cruel armadura.. Ser Coralina! Envelhecer com candura.
Por mais que a rua pareça grande... O mundo é pequeno!
A vida é vento! Desarruma cabelo, Desarruma com a gente.
A vida é vento! Desarruma cabelo, Desarruma com a gente. Quem sente, sente!
Se você vem pelo mar Eu... rio.
Inspiração é asa. Difícil engaiolar no papel. Chega como um raio.
Inspiração é asa. Difícil engaiolar no papel. Chega como um raio. Pousa no pensamento; se não encarcerar na linha do momento, como pipa ao vento, se esvai rumo ao céu.
Já o dia se debruça na janela. E eu ainda encharcado de luar. As vezes esqueço de amanhecer.
Pra que serve a pena? Pra escrever um poema!
As decisões que tomamos na vida não são feitas, obrigatoriamente, de certezas. Mas, devem ser alicerçadas em atitudes.
As decisões que tomamos na vida não são feitas, obrigatoriamente, de certezas. Mas, devem ser alicerçadas em atitudes. E, com elas, refletindo sobre ônus e bônus, construir caminhos. Se, não há certeza no acerto, haverá a de se ter tentado.
Quero palavras que polinizem afeto. Com sentimentos e acento agudo. Que extrapolem os muros do alfabeto.
Quero palavras que polinizem afeto. Com sentimentos e acento agudo. Que extrapolem os muros do alfabeto. Que extraiam do meu falar verso mudo.
E, de tanto esperar, se desfez a possibilidade do que não se fez. É! O tempo nos cobra presteza.