Um toque Com o dedo Logo, logo
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Um toque Com o dedo Logo, logo Alguém atende de lá se diz alô E daqui Responde-se: – Sou eu, O teu amor.
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Um toque Com o dedo Logo, logo
Um toque Com o dedo Logo, logo Alguém atende de lá se diz alô E daqui Responde-se: – Sou eu, O teu amor.
O que faz o céu ser mais azul? O sol brilhar mais forte? O canto dos pássaros mais lindo?
O que faz o céu ser mais azul? O sol brilhar mais forte? O canto dos pássaros mais lindo? A brisa mais refrescante? O que faz os problemas menores? O perfume mais doce? Os pensamentos melhores? A tristeza ir embora? O que faz meu sorriso maior? Meus sonhos mais intensos? Meu humor inabalável? Minha felicidade sem fim? O que faz meus dias mais curtos? Meu trabalho mais alegre? Meus amigos mais felizes? Minha saudade maior? O que faz esse vulcão em mim? Esse choro de alegria? Essa paz e harmonia? Minha vida mais feliz? O amor a tudo no mundo, Aos presentes dos dias, Mas, antes de tudo, O amor que sinto por ti.
A mulher é uma incógnita, Um monumento à dúvida. Num dia é linda,
A mulher é uma incógnita, Um monumento à dúvida. Num dia é linda, No outro, mais ainda. A mulher é brisa, É perfume de flor, É viço da vida, Doce do mundo. A mulher é notícia boa, É colírio, deslumbramento. É desejo esculpido, poesia. A mulher é linda, sempre.
Eu, o vento, que sou calmo e violento, sou vendaval e brisa que a mercê da vida, às vezes sou conforto, às vezes incômodo. Às vezes paz, às vezes caos. Eu, o vento, que sou incolor e frio, sou calor e sangue, que a mercê da vida, às vezes sou dor, às vezes rotina. As vezes sou m…
Eu, o vento, que sou calmo e violento, sou vendaval e brisa que a mercê da vida, às vezes sou conforto, às vezes incômodo. Às vezes paz, às vezes caos. Eu, o vento, que sou incolor e frio, sou calor e sangue, que a mercê da vida, às vezes sou dor, às vezes rotina. As vezes sou morte, às vezes vida. Eu, o vento, que sou órfão e só, sou carinho e carente, que a mercê da vida, às vezes sou colheita, às vezes plantio. Às vezes sou notado, às vezes esquecido. Eu, o vento, que sou força e anemia, sou opressor e vítima, que a mercê da vida, às vezes sou vento, simplesmente.