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Frases de Marinho Guzman

945 frases

A vida é um grande aprendizado. Nos primeiros anos tudo é novo e não é muito fácil aceitar princípios concebidos por gente mais velha como os pais, e até de gente que nunca se ouviu falar. Não há prioridades, há imediatidades, que pouco levam em conta as consequências.
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A vida é um grande aprendizado. Nos primeiros anos tudo é novo e não é muito fácil aceitar princípios concebidos por gente mais velha como os pais, e até de gente que nunca se ouviu falar. Não há prioridades, há imediatidades, que pouco levam em conta as consequências. O mais importante é viver intensamente o tempo que passa lerdo na época das aulas e voa nos fins de semana, férias e feriados. Para os jovens a noite nunca é escura, no máximo tem sombras e elas dão realce, mais cor e mais temperatura a certos mistérios que parecem encantados. Pouco importa o que possa esconder alguns perigos, o que importa é viver a aventura da vez. Mais velhos, a gente começa a perceber que as responsabilidades ocupam mais e mais o nosso tempo. Trabalho, casamento, filhos, algumas doenças, os pais que envelhecem. É a gente aprendendo que a vida pode ser doce, mas também tem o seu lado amargo. A gente envelhece mais e aprende mais, percebe que aprendeu por todo o tempo mas ainda é surpreendido por descobertas incríveis, como sorrir e sofrer pelos filhos e pelos filhos dos filhos, sentir pelos amigos que nos deixam, pelo companheiro ou companheira que parte. Nessa hora a gente ainda aprende que a vida termina sempre desastrosamente com a morte. Mas a jornada segue para quem fica, aprendemos a controlar a saudade para seguir em frente, aprendendo com os outros que passaram pelo que passamos e deixaram escrito, que dessa partiremos para uma melhor.

Deixa rolar. As águas vão rolar. Para falar a verdade, a maior parte já rolou.
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Deixa rolar. As águas vão rolar. Para falar a verdade, a maior parte já rolou. Como numa cascata os anos se jogaram frenética, desordenadamente independentes, rebeldes e indomados, desobedecendo a minha vontade, sem que eu pudesse de fato organizar a maior parte desse aguaceiro. Assim é, água morro abaixo e fogo morro acima, ninguém segura. Deixa rolar.

Lembrando o discurso de transmissão de cargo de Presidente e posse da Associação Comercial do Guarujá 1999. MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA Há um ano fui convidado a assumir a presidência da Associação Comercial de Guarujá. Tentei de todas as maneiras furtar-me à responsabilidade,…
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Lembrando o discurso de transmissão de cargo de Presidente e posse da Associação Comercial do Guarujá 1999. MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA Há um ano fui convidado a assumir a presidência da Associação Comercial de Guarujá. Tentei de todas as maneiras furtar-me à responsabilidade, capitulando quando percebi que nesse crítico momento ou aceitava ou veria perdido o trabalho de muitos companheiros que como eu buscavam levantar a associação que tem mais de trinta anos na cidade. Em nenhum momento achei que seria fácil a missão. Tínhamos poucos sócios pagantes, uma receita mensal em torno de mil reais, insuficiente para pagar o aluguel e a secretária e um saldo negativo que foi coberto antes da posse por alguns sócios. Pior do que a situação financeira, era o acreditar na possibilidade de uma associação para servir e não para servir-se. Ousei mostrar serviço sem pedir nada. Trabalhei com a prioridade de fortalecer o quadro associativo. Hoje temos quase 500 sócios pagantes, receita suficiente para cobrir todos os gastos, o que nos permite investir na imagem da Associação, fornecer balcão do SEBRAE, Serviço de Proteção ao Crédito, convênio com assistência médica e dentária a custos mais baixos para os associados, na UNIMED e TOI. Tão importante como os serviços e a representatividade conseguida, impusemos respeito. Respeito que foi muitas vezes colocado à prova com intrigas e mesquinharias, mas que resistiu por todo o meu mandato com respostas incisivas, educadas e sem medo, fazendo calar a boca os detratores da verdade. Nesse trajeto perdemos uns quatro ou cinco sócios por não concordarem com o que não estão acostumados a conviver. Honestidade, probidade, hombridade e outras boas condutas que não puderam suportar. Tivemos a perda, essa sim irreparável, do colega, amigo, mestre e responsável maior pela reativação da associação, o inesquecível Vitor de Azevedo Marques, com quem pouco convivi e muito aprendi e a quem credito todo mérito que possa ser destinado à minha gestão. Foi ele quem me convenceu que seria possível ajudar a classe e a cidade por esse caminho. Para quem não acompanhou nesse pouco tempo o trabalho dos colegas Luis Pagode, Ronaldo Sachs, Sérgio Cesar, Heitor Gonzales, Alcy Leite e alguns outros, pode parecer que o trabalho foi fácil, mas efetivamente não foi, como podem testemunhar todos que aqui estão. Se tivéssemos mais alguns como eles, certamente teríamos mais de mil associados, o que vamos conseguir nesse próximo ano, com o novo presidente que poderia ser sem dúvida qualquer um dos acima nomeados, mas que por nossa escolha será Heitor Gonzales, com quem estaremos bem representados. Continuarei participando da associação com o novo conselho administrativo que terá uma função mais atuante, que junta os nomes mais representativos da cidade, sem preocupação política de agradar ninguém. Não é possível esquecer a colaboração da nossa secretária Heloísa e do moço Wagner, bem como de muitos que anônima e abnegadamente ajudaram a colocar a Associação Comercial na confortável situação de uma das maiores associações de classe da cidade. O trabalho da próxima diretoria será ainda mais difícil. Pouco nos foi cobrado, já que estávamos sedimentando uma base, partindo de quase nada. Daqui para a frente, as cobranças e comparações serão inevitáveis, o que será bom para a associação e para os associados, que deverão colaborar ainda mais para o crescimento de sua representatividade. Alguns podem pensar que as coisas serão mais fáceis para o poder que não cumpre as suas obrigações e dificulta como pode a vida dos comerciantes. Tenho certeza de que próximo presidente fará exatamente como eu fiz, lutando contra os privilégios odiosos dos afilhados do poder, contra a concorrência desleal que admite o comércio temporário predatório e outros privilégios que todos conhecemos e abominamos. Seu bom senso não permitirá que confundam franqueza com fraqueza. Para quem não colaborou e tentou prejudicar a Associação no passado. Não tente isso com a atual diretoria, pois não foi fácil e nem vai ser... Muito faz quem não atrapalha. Aquele com seus longos e repetitivos discursos, não tem vergonha de mentir, prometer, acusar de turma do quanto pior melhor, de fracassomaníacos, reis do blá... blá... blá... e outros termos copiados do nosso presidente, não nos ajudou em nada nesse ano, tentou na verdade e muitas vezes conseguiu, desestimular, atrapalhar, atravancar o trabalho que hoje entrego ao atual presidente que será, como eu fui, pura e tão somente representante da vontade dos que o indicaram, com um compromisso maior do que continuar o trabalho. Com certeza o tom dessas minhas palavras não agradará a muitos e desagradará os de sempre. Deixo ao meu sucessor os melhores votos e tenho certeza ele terá muito sucesso,para o bem e gáudio de toda a classe que representa. Muita sorte e bom trabalho, senhor presidente. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE GUARUJÁ Mário Pacheco Guzman Presidente do Conselho Deliberativo 1.999

Há quem pense que está resolvendo um problema mas está criando vários. A organização social econômica e política é essencial para a manutenção da paz social. Há parcelas da população em qualquer parte do mundo que sofrem com a falta de educação, falta de emprego, falta de comid…
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Há quem pense que está resolvendo um problema mas está criando vários. A organização social econômica e política é essencial para a manutenção da paz social. Há parcelas da população em qualquer parte do mundo que sofrem com a falta de educação, falta de emprego, falta de comida e falta de justiça. Na nossa cidade há centenas de favelas e milhares de desempregados, todo buscando sobreviver. É nessa toada que parte da sociedade dita privilegiada aceita a mendicância, tolera o crime de extorsão dos guardadores de carros e se apieda dos ambulantes que vendem de tudo nas ruas e nas praias. Ocorre que quando a administração deixa de organizar e fiscalizar qualquer atividade os efeitos colaterais são mais maléficos do que podem parecer, senão vejamos: As empresas de transporte coletivo funcionam ou deveriam funcionar vinte e quatro horas por dia atendendo a população. Se lhes fosse permitido, reduziriam esse horário só para os horários onde há grande quantidade de passageiros, o valor da passagem seria muito menor mas população estaria desassistida a maior parte do dia. O mesmo acontece com o comércio na nossa cidade. Durante todo o ano os comerciantes mantém as portas abertas, funcionários registrados e pagam aluguéis e outros encargos. Só no verão contam com grande número de veranistas e turistas que deveriam lhe garantir o faturamento para subsistirem por todo o ano. Nos últimos anos da desastrada administração de Maria Antonieta de Brito, toda sorte de desmandos foi tolerada. Existem milhares, vou repetir, milhares de carrinhos de roupas, alimentos e outras quinquilharias vendendo as mesmas coisas que se vendem nos bares, padarias e nas lojas dos pequenos comerciantes do Guarujá, exclusivamente na temporada, fazendo a concorrência desleal que faz minguar o faturamento das lojas estabelecidas que não conseguem mais sobreviver o ano inteiro atendendo regularmente os moradores da cidade. Nos próximos dias questionarei a Ouvidoria do Guarujá para saber quantos são, quais as atividades permitidas e qual a localização desses ambulantes bem como qual o regime fiscal obrigatório para os que vender roupas nesses carrinhos que têm mais mercadoria do que muitas lojas estabelecidas, pagando impostos, aluguéis e outros encargos durante todo o ano. Não adianta tolerar a ilegalidade. Ou todos nos locupletemos ou restaure-se a moralidade.(Stanislaw Ponte Preta).

As aparências não enganam. Em Nova Iorque nos anos 90, o então prefeito Rudolf Giuliani implementou o que foi chamado de tolerância zero, um projeto de recuperação da cidade que começava por acabar com a impunidade por menor que fosse. A grosso modo, explicava-se, a degradação…
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As aparências não enganam. Em Nova Iorque nos anos 90, o então prefeito Rudolf Giuliani implementou o que foi chamado de tolerância zero, um projeto de recuperação da cidade que começava por acabar com a impunidade por menor que fosse. A grosso modo, explicava-se, a degradação e má conservação de prédios públicos e privados da cidade geram reação negativa em cadeia e o que começa com uma janela apedrejada num prédio leva os indivíduos a destruirem ou ocuparem ilegalmente o imóvel abandonado. Em São Paulo o recém-empossado prefeito João Doria começou sua administração limpando, recapeando avenida Nove de Julho inclusive com a troca de placas de sinalização e retomada dos baixos dos viadutos que haviam virado favelas. Mais do que cuidar do próprio público, essa ação quis e conseguiu mostrar que se você não cuidar da cidade os cidadãos não se preocuparão em mantê-la limpa, conservada e digna de admiração. Na esteira dos grandes administradores, o prefeito Valter Suman tem se empenhado pessoalmente nas ações que visam dar ao guarujaense orgulho de viver na cidade que voltará a ser a Pérola do Atlântico, uma joia verdadeira que fará com que nós a guardemos com respeito e lugar de destaque. Colabore como puder, denuncie quem joga lixo e entulho nas ruas e vamos cobrar a fiscalização dessas denúncias.

Guarujá é o melhor lugar ruim para se morar. Guardadores de carros, ambulantes, som alto em todo lugar, trombadinhas de monte, ruas cheias e praias mais do que lotadas, fila até para entrar na fila. Esse é o Guarujá.
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Guarujá é o melhor lugar ruim para se morar. Guardadores de carros, ambulantes, som alto em todo lugar, trombadinhas de monte, ruas cheias e praias mais do que lotadas, fila até para entrar na fila. Esse é o Guarujá. E ainda assim o melhor lugar para se morar, passar as férias ou uns poucos dias. A não ser multimilionários que podem escolher lugares exclusivos, onde não há acesso a simples mortais como eu, você e mais de um milhão de pessoas que passarão pela cidade nesse verão. Só eles poderiam reclamar do nosso Guarujá. Mas esses não aparecem por aqui então o melhor mesmo você que mora, tem casa ou vem passar uns dias por aqui é parar de reclamar e aproveitar tudo que há de bom. Estamos no Brasil, no Guarujá e a gente pode até recriminar os políticos por não cuidarem da cidade mas sempre lembrando que cada lugar tem seus problemas. Curta o Guarujá! ET ainda que as notícias não sejam as melhores, será a cidade do litoral de São Paulo que sempre recebeu e vai continuar recebendo mais gente o ano inteiro. E isso não é por nada!

Ao escrever você fala com você mesmo e quando resolve publicar fala para uma uma plateia que concorde ou não com as suas ideias pode gostar da forma como ela foi colocada. Escrever é um dos raros prazeres que não custa nada mas depende muito do investimento que você fez anterior…
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Ao escrever você fala com você mesmo e quando resolve publicar fala para uma uma plateia que concorde ou não com as suas ideias pode gostar da forma como ela foi colocada. Escrever é um dos raros prazeres que não custa nada mas depende muito do investimento que você fez anteriormente.

Afundando a galinha dos ovos de ouro. O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo. Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível.
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Afundando a galinha dos ovos de ouro. O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo. Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível. A estrutura dos pontos de parada também são inferiores às de outros países. Veja alguns dados fornecidos pela reportagem no Jornal A Folha de São Paulo de 24/12/2016. 552 mil passageiros na temporada 2015/2016. 383 mil vagas disponíveis nessa temporada 2016/2017 ainda não preenchidas. Recuo de no mínimo 30% no número de passageiros e receitas. No mundo a atividade cresceu 4,5% nesse período. 120 atracamentos, na temporada 2015/2016 apenas 39 confirmados na cidade de Ilha Bela. Ubatuba ano passado 9 atracamentos, esse ano nenhum. Santos ano passado 17 embarcações, esse ano 14. Segundo estudos da Fundação Getúlio vargas cada passageiro gera cerca de R$446,00 em receitas diretas e indiretas em cada cidade onde o navio para e por esses dados Ilha Bela perderá cerca de R$54 milhões de reais em receitas. Tá bom ou vai perder mais?

Zero à esquerda. Não chego a ser um zero à esquerda, mas ser nada e tão pouca coisa, faz com que eu pense onde foi que eu errei.
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Zero à esquerda. Não chego a ser um zero à esquerda, mas ser nada e tão pouca coisa, faz com que eu pense onde foi que eu errei. De tanto ver triunfar as nulidades, Ruy Barbosa ficou com vergonha de ser honesto e dá para sentir que a honestidade não é nem de longe o primeiro requisito para o sucesso.

Sonho Éramos três no meu sonho, a terceira pessoa eu não consigo lembrar ,mas a segunda era seguramente você. Eu discorria calmamente sobre as preocupações que tinha com a vida, com a família, com nossa cidade e com os rumos desastrosos que o Brasil tomou, iludido por pessoas n…
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Sonho Éramos três no meu sonho, a terceira pessoa eu não consigo lembrar ,mas a segunda era seguramente você. Eu discorria calmamente sobre as preocupações que tinha com a vida, com a família, com nossa cidade e com os rumos desastrosos que o Brasil tomou, iludido por pessoas normais que se tornaram bandidos, inebriados que foram pelo poder. Você parecia comungar com os meus pensamentos, e teria até concordado com a minha ideia de nos chamarmos atenção cada vez que fossemos reclamar mais uma vez de alguma dessas coisas que embruteceram a natureza humana, envenenando o planeta e tornando mais difícil a vida. Concordamos que cada um de nós ao seu tempo e na nossa idade, já havíamos gasto tempo suficiente tentando fazer com que as coisas andassem nos trilhos, que todos colaborassem como e com o que pudessem para o bem comum. Perdemos nosso precioso tempo, fomos reconhecido por poucos e ironizados pela maioria. Daria para contar nos dedos os prazeres que sentimos com as conquistas e encher umas caixas com os dissabores. Escrevo essas linhas para pedir que você não esqueça de me alertar sempre que eu for reclamar de alguma coisa. Farei o mesmo, e se você descobrir quem era a terceira pessoa no sonho me diga, para eu não pensar que estivemos sozinhos nesse sonho e nessa batalha perdida

Perdoar. Perdoar, dizem, é divino. Talvez porque errar é humano, porque todos nós erramos e se não houver perdão, breve não haverá mais erros nem acertos, só um monte de chatos se achando o máximo, pensando que estão sempre certos.
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Perdoar. Perdoar, dizem, é divino. Talvez porque errar é humano, porque todos nós erramos e se não houver perdão, breve não haverá mais erros nem acertos, só um monte de chatos se achando o máximo, pensando que estão sempre certos. Hoje perdoei o Jô Soares. Fazia muito tempo que eu não assistia às suas entrevistas porque passei a achá-lo um chatão tentando mostrar ser superior e intelectual, toda hora interrompendo seus entrevistados no meio das respostas. Mas com a iminência da sua despedida depois de vinte e oito anos e dos vários compartilhamentos que os dois últimos programas tiveram eu os assisti pela internet. Vi um Gordo diferente, que finalmente foi igual aos melhores anos do passado. Vi um cara humilde relembrando alguns dos ótimos momentos do programa, que existiram tanto pelas suas perguntas inteligentes e bem colocadas, como pela boa escolha dos entrevistados que invariavelmente tinham coisas inéditas para contar. Vi um cara que deve ter passado muitos dias e noites pensando se seria a hora de parar, principalmente pela enxurrada de críticas que vinha sofrendo, por aparentemente babar os ovos dos poderosos, sabe-se lá porque. Sou suspeito para falar das críticas, pois parei de assisti-lo faz tempo, muito antes dessas acusações. Fiquei com a séria impressão de que terminado esse ciclo de programas diários que desgastaram a sua imagem virá para ele um novo tempo ainda melhor. Com sua inegável inteligência e capacidade, acho que breve teremos mais desse cara incrível que pode ter errado, mas que não persistiu no erro. Gostaria agora de ter notícia de que o Faustão vai encerrar definitivamente seu programa na semana que vem. Poderia até perdoá-lo, em que pese não ter a nenhuma esperança de vê-lo fazer no futuro algo realmente aproveitável.