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Frase de Marinho Guzman

Afundando a galinha dos ovos de ouro. O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo. Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível. A estrutura dos pontos de parada também são inferiores às de outros países. Veja alguns dados fornecidos pela reportagem no Jornal A Folha de São Paulo de 24/12/2016. 552 mil passageiros na temporada 2015/2016. 383 mil vagas disponíveis nessa temporada 2016/2017 ainda não preenchidas. Recuo de no mínimo 30% no número de passageiros e receitas. No mundo a atividade cresceu 4,5% nesse período. 120 atracamentos, na temporada 2015/2016 apenas 39 confirmados na cidade de Ilha Bela. Ubatuba ano passado 9 atracamentos, esse ano nenhum. Santos ano passado 17 embarcações, esse ano 14. Segundo estudos da Fundação Getúlio vargas cada passageiro gera cerca de R$446,00 em receitas diretas e indiretas em cada cidade onde o navio para e por esses dados Ilha Bela perderá cerca de R$54 milhões de reais em receitas. Tá bom ou vai perder mais?

Marinho Guzman

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marinho Guzman

Na falta de um namorado não tenha nenhum Quem se sente só porque não tem um namorado ou uma namorada vai ficar sozinho mesmo quando estiver acompanhado. Quem precisa de outra pessoa para completar a coisa, tem alguma coisa faltando.
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Na falta de um namorado não tenha nenhum Quem se sente só porque não tem um namorado ou uma namorada vai ficar sozinho mesmo quando estiver acompanhado. Quem precisa de outra pessoa para completar a coisa, tem alguma coisa faltando. O relacionamento de duas pessoas é muito mais legal quando cada um traz algo que faz transbordar de felicidade a relação. E isso não é milagre nem impossível. É só as pessoas deixarem de esperar alguma coisa e passarem a oferecer alguma coisa.

Há vários da gente dentro de cada um de nós. Mas, por mais que a gente se ache original somos um padrão. A gente nasce, cresce fica bobo e casa, dizia um velho ditado que não ouço mais.
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Há vários da gente dentro de cada um de nós. Mas, por mais que a gente se ache original somos um padrão. A gente nasce, cresce fica bobo e casa, dizia um velho ditado que não ouço mais. Mas já não se ouve mais tanta coisa... O casamento desceu do altar onde já foi rei, ao patamar dos simples mortais, que não comunicam mais à sociedade que vão cumprir a próxima e importantíssima fase da vida. A vida a dois continua importantíssima, mas já não é mais tão celebrada. Os filhos nascem e não são batizados, crescem e não são crismados, fazem a primeira comunhão, quando fazem, para andar na mesma fila que os outros andam, igualmente sem saber bem porque. Todo mundo se veste mais ou menos igual, come mais ou menos as mesmas coisas, assiste aos mesmos programas na televisão e vai a discotecas diferentes só por causa do preço. Os carros têm todos mais ou menos o mesmo design porque o túnel de vento obriga os estilistas a obedecerem às regras da física. A mesma boa e velha física que jamais vai sair de moda, apesar da maioria dos jovens pensar que física é a ginástica que fazem nas academias. As mesmas academias. A originalidade vai por água abaixo, no exato momento em que percebemos que até as diferenças são tão iguais. Ainda assim, há várias pessoas dentro de cada um de nós e cada uma delas querendo seguir um caminho diferente. Mas tudo tão parecido, tudo quase igual...

Não dá para ganhar todas. O importante é não perder todas. Dizem que a vida é uma loteria. Não dá para concordar com quem pensa dessa maneira, simplesmente porque gente como eu e mais a grande maioria das pessoas nunca ganhou nem ganhará na loteria.
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Não dá para ganhar todas. O importante é não perder todas. Dizem que a vida é uma loteria. Não dá para concordar com quem pensa dessa maneira, simplesmente porque gente como eu e mais a grande maioria das pessoas nunca ganhou nem ganhará na loteria. Uma coisa é certa. A vida é feita de escolhas e quem erra menos ganha mais. Não que as melhores escolhas sempre sejam as certas. Meu primo que sempre jogava os mesmos números na Mega Sena, um dia cismou e trocou o numero seis por um meia dúzia qualquer e pimba! Deu. Também tem aquela velha história do ajudante do padre que ficou multi milionário vendendo velas. Analfabeto, certo dia foi entrevistado por um jornalista que teria dito: - O senhor que é analfabeto ficou milionário. Onde teria chegado se soubesse ler? E o industrial respondeu sem titubear: Teria continuado ajudante do padre. Só comecei a fabricar velas quando fui despedido por não saber ler e escrever... O tal do livre arbítrio faz com que possamos tomar qualquer rumo. I dolos e campeões como o goleiro Bruno e o cantor Belo optaram, em certo momento por conviver com criminosos. Foram e serão punidos severamente. Um perdeu muitas e o outro todas as chances de uma vida de sucesso. O certo é que não dá para ganhar todas então, trate de ganhar algumas senão o bicho pega...