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Frases de Marinho Guzman

945 frases

Mais um dia. I Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.
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Mais um dia. I Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo. Acordado mas não desperto, posso ter de imediato qualquer pensamento, a vaga lembrança de um sonho, de um pesadelo ou vislumbre os poucos afazeres que me aguardam. II Quatro ou cinco passos, até porta do banheiro, acendo a luz, escovo os dentes, lavo rosto e penteio o cabelo, nem sempre nessa ordem, mas parece que tudo está em ordem. Até agora uns poucos sons, nenhuma palavra, só minha imagem refletida no espelho, retrato da obra destrutiva do tempo. Tempo que às vezes é pouco, outras suficiente, que na maioria das vezes sobra. Há certa solidão nesses movimentos quase automáticos. III Não uso meias, o calçado é um prático Croc. Encaixo os pés sem auxílio das mãos e nem preciso olhar. Calça jeans, de barra cortada com o estilete, sem acabamento. Qualquer camisa polo, pego sempre a de cima, são todas idênticas, de cores neutras e sóbrias. Não sinto nenhuma necessidade de variar o traje nem o trajeto, será mais um dia igual aos outros e isso não requer nenhuma postura diferente. IV Abdiquei do café da manhã com os amigos, prática de mais de quinze anos. Os assuntos interessantes se esgotaram e deram lugar a discursos de mesmices disparatadas e fofocas de homens, absurdo inaceitável na minha idade. Antes só, comigo mesmo do que rodeado de Wikipédias ambulantes. Ainda vou lá de vez em quando conferir e constatar. V Não compro mais jornais nem revistas. As notícias saltam aos meus olhos a cada clique no Google e no Facebook, com o aval das agências de notícias, umas mais, outras menos, mas todas superficiais, vendidas e parciais. Tudo junto e misturado como é atual, moderno e perigosamente fácil. VI Do café da manhã até o almoço são uns tantos minutos de umas poucas horas. Ao entrar no mesmo restaurante vejo os mesmos funcionários, alguns clientes de sempre e o almoço de R$44,90 o quilo pula no meu prato. Uma rodela de tomate, uma de pepino, uma colher de ervilhas, outra de grão-de-bico ou feijão-branco, mais uma de milho. Não pode faltar uma pequena porção de beterraba com cebola crua, três ou quatro vagens e um ramo de brócolis. Sinto falta do rabanete, da erva doce e do salsão, nunca presentes. Quando tem berinjela temperada faço uma troca. Nesse dia como até pão. A proteína animal se resume no menor pedaço de peito de frango assado ou de uma pequena posta de pescada branca à milanesa. São trezentos e cinquenta gramas, fora o azeite à vontade que só coloco depois de pesar. Poucas vezes erro na mão mas nunca passei dos quatrocentas e cinquenta gramas. Tem gente que coloca sal, pimenta e outros molhos, eu não, eles não me fazem nenhuma falta, então para que colocar? Ás quartas e sábados tem uma espécie de feijoada estilizada. Num desses dias mudo o cardápio e ela é a única opção. VII Sempre durmo de quinze a trinta minutos depois do almoço. Posso ter herdado o costume dos antepassados portugueses ou espanhóis e essa é única herança que eu queria. Dos portugueses não invejo a inteligência nem dos espanhóis a teimosia. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses ou alemães tudo aqui seria muito diferente. VIII Fotografar pode ser um trabalho, um prazer ou ambas as coisas. Para mim uma alquimia para transformar luz, sombra e cores em belas imagens, que vão durar bem mais do que as próprias lembranças. Minha tarde é de luz, sombra, cores e garotas de biquíni. Nada mal. IX De uns tempos para cá o que era um lanche da tarde deu lugar a experiências culinárias da Amanda. Sem grandes pretensões ela inventa, esquenta, mistura e dá sabor especial a qualquer coisa. É o amor. Um simples misto quente se transforma num croque monsieur e qualquer massa num penne à italiana ou um lombo assado com molho madeira ou de mostarda, num quitute de dar inveja a qualquer chefe francês. X À noite, ninguém está livre de contrair doenças, defeitos ou vícios e eu mantenho tudo ao alcance dos dez dedos, quando martelo o teclado, num amontoado de palavras, para mim cheio de significados, para a maioria sem nenhum. Posso estar na cama às dezoito horas ou às vinte e três. Acordo de três em três horas e serão sucessivas dormidas e passadas no computador até acordar novamente para mais um dia. Abro primeiro um olho, depois o outro mas pode ser que algumas vezes eu abra os dois ao mesmo tempo.

A casa caiu? Ninguém gosta de errar ou falhar e não sendo possível mentir nem omitir, vale a pena lembrar que atos, fatos e boatos, fazem parte da mesma história e no futuro só alguns fragmentos serão lembrados. O que aconteceu? Quem contou? O que os outros entenderam? O que te…
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A casa caiu? Ninguém gosta de errar ou falhar e não sendo possível mentir nem omitir, vale a pena lembrar que atos, fatos e boatos, fazem parte da mesma história e no futuro só alguns fragmentos serão lembrados. O que aconteceu? Quem contou? O que os outros entenderam? O que tem de verdade nisso tudo? Em que isso pode te prejudicar? Não se preocupe demais com as coisas ruins que já aconteceram, se não tem remédio, remediado está. Depois de algum tempo a memória faz como julgamento de escola de samba, descarta os piores notas e isso dá às boas lembranças peso maior. A natureza humana é sábia e a gente descobre um jeito para continuar. Lembra do refrão? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Ninguém está falando que é fácil, mas não há alternativa, pode ter certeza: A casa caiu mas o mundo não vai acabar.

Um bom texto não impõem a ideia, mostra que qualquer assunto pode ter uma ou mais abordagens e aí você coloca a sua. Você não precisa concordar com um texto, mas se acrescenta subsídios às suas ideias, permitindo que você reforce pontos fracos, corrija algo que não está muito bo…
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Um bom texto não impõem a ideia, mostra que qualquer assunto pode ter uma ou mais abordagens e aí você coloca a sua. Você não precisa concordar com um texto, mas se acrescenta subsídios às suas ideias, permitindo que você reforce pontos fracos, corrija algo que não está muito bom, mude para melhor ou aprenda qualquer coisa, você aproveitou o texto e então ele é um ótimo texto.

A vida nos obriga a optar, mas modifica o final da história independente da nossa vontade. E você pode ter muitas opções, algumas ou nenhuma. Se você não tem nenhuma opção maktub, está escrito, nada a fazer.
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A vida nos obriga a optar, mas modifica o final da história independente da nossa vontade. E você pode ter muitas opções, algumas ou nenhuma. Se você não tem nenhuma opção maktub, está escrito, nada a fazer. Já se você tiver muitas, será mais difícil do que se tiver só algumas. Numa encruzilhada onde não ninguém conhece o destino, é quase impossível dizer se você vai acertar ou errar. Assim é a vida, você pode ter as opções, pode dar o melhor de si e escolher o caminho, mas como o final não está escrito, tudo pode mudar e isso é uma questão de sorte ou de azar.

Ilusão, conhecimento e realidade. Jovens começando a vida descobrem o mundo pelos seus próprios olhos, vislumbrando um futuro promissor. Nem poderia ser diferente. Só a experiência dos anos mostra a realidade.
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Ilusão, conhecimento e realidade. Jovens começando a vida descobrem o mundo pelos seus próprios olhos, vislumbrando um futuro promissor. Nem poderia ser diferente. Só a experiência dos anos mostra a realidade. As diferenças começam a aparecer ainda no banco da escola, início à nítida percepção de que, contrariando a regra divina, que também foi adotada pelos homens, não somos todos iguais. “Pois quanto maior a sabedoria maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto. Eclesiastes 1:1-18”

A distância entre o sim e o não. Verdades e mentiras, regras e exceções, não há nenhuma verdade nas mentiras, não há honra na fraqueza nem pode haver perdão para traição. Mudar de ideia é uma coisa, não ter certeza é outra, mas o tempo ensina, que para acreditar é preciso conhe…
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A distância entre o sim e o não. Verdades e mentiras, regras e exceções, não há nenhuma verdade nas mentiras, não há honra na fraqueza nem pode haver perdão para traição. Mudar de ideia é uma coisa, não ter certeza é outra, mas o tempo ensina, que para acreditar é preciso conhecer antes, para confiar é preciso mais do que convivência e para amar é preciso estar quase louco de paixão. Arrisco-me a ira de alumas amigas, mas não de outras, as que não confundem gênero com generalidade concordarão em parte comigo e outras até com Miguel de Cervantes que escreveu:- "Entre o sim e o não de uma mulher, não me arrisco a pregar um alfinete.

Motos grandes, mulheres novas e uma aventura por dia. Se possível mais de uma. Assim foi a minha juventude e a de tantos outros da louca, dourada, intensa, também chamada juventude transviada.
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Motos grandes, mulheres novas e uma aventura por dia. Se possível mais de uma. Assim foi a minha juventude e a de tantos outros da louca, dourada, intensa, também chamada juventude transviada. Já não somos jovens, nem as mulheres tão novas, as motos menores são imprescindíveis para que a gente mantenha a necessária agilidade. Assim é a maturidade, a gente percebe que a aventura não é o único caminho nem a maior emoção, que tamanho não é documento e que a leveza, das motos e da alma podem levar mais longe, que só é preciso acelerar.

A vida e o jornal de hoje. A vida só é uma incógnita para quem não sabe observar, entender e aprender, que cada dia pode não ser o melhor, mas será único. E ler, é o melhor remédio para a gente se reinventar.
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A vida e o jornal de hoje. A vida só é uma incógnita para quem não sabe observar, entender e aprender, que cada dia pode não ser o melhor, mas será único. E ler, é o melhor remédio para a gente se reinventar. De uma rápida leitura no jornal tiro duas frases que podem me dar muitos dias de reflexão e assunto para muitos textos. Poderiam ser até livros para os felizardos que sabem escrever. Conheço poucas músicas do Tremendão Erasmo Carlos mas ele foi capaz de dizer na entrevista do jornal, que “agora, aos setenta e quatro anos me satisfaço com o que posso fazer.” E assim deveríamos ser todos nós com qualquer idade. Por que exigirmos de nós mais do que o possível? Logo em seguida uma frase da grande Fernanda Torres. “Por que ansiamos pelo novo que já nasce ruína?” Tem gente que não lê, que não sabe o que os outros pensam, que não sabe usar umas palavras de alguém para complementar os próprios pensamentos. Ler é viver reinventado, pronto para mais um dia que poderá não ser o melhor, mas será único nessa corrida curta que temos até o desconhecido. E nada pode nos deixar entediados nem enfastiados, porque nada será como antes e breve não haverá depois. Por quê ansiar pelo novo que já nasce ruína? Eu me satisfaço com o que posso fazer.

Saber é.... Saber é ter conhecimento de alguma coisa, estar informado a respeito de algo ou de alguém, saber é o contrário de ignorar. Tão ou mais importante do que saber é quando saber.
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Saber é.... Saber é ter conhecimento de alguma coisa, estar informado a respeito de algo ou de alguém, saber é o contrário de ignorar. Tão ou mais importante do que saber é quando saber. Há que se saber na hora certa, para dar a aplicação correta do saber. No decorrer da vida a gente aprende muitas coisas, desaprende e esquece algumas, ou prefere ignorar, porque não há muito que fazer a respeito. A informação drástica, para alguns, inexorável para todos, de que vamos todos morrer, nos coloca na única, verdadeira e universal igualdade. Todos vamos morrer. Tem gente, parece que não sabe.

O Facebook Não há hoje, nem houve nunca, vitrine maior do que o Facebook. Há controvérsias de todo o tipo, se ele é bom, se é ruim, se acrescenta, ou generaliza a idiotice. Se a gente aprende ou não alguma coisa.
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O Facebook Não há hoje, nem houve nunca, vitrine maior do que o Facebook. Há controvérsias de todo o tipo, se ele é bom, se é ruim, se acrescenta, ou generaliza a idiotice. Se a gente aprende ou não alguma coisa. Mas vitrines são janelas, e você pode estar de um lado ou do outro, vendo ou sendo visto. Há, hoje em dia, a possibilidade potencializada do que já houve com o rádio, com o cinema e com a televisão, de você saber que o mundo é mais do que a sua rua, a sua escola, seu trabalho ou para uns mais curiosos, que existe um mundo de bilhões de pessoas parecidas com você, pensando mais ou menos igual ou muito diferente do que você pensa, e vivendo uma vida única, porque ninguém jamais viverá a vida de outro. Para quem quiser, o Facebook pode ser mais do que um livro. Pode ser uma biografia, um romance, um drama, uma trama cada dia. Um jogo que você faz com alguém, que ela faz com ele, que um grupo tenta e às vezes consegue fazer com muita gente. Um jogo onde a gente vê que muitas mulheres são fortes, nem todos os homens são covardes e que as crianças serão o retrato dessa era que traz poucas esperanças. Pelo Facebook passam todos os dias notícias de nascimentos felizes, mortes trágicas, começos incríveis e finais medonhos. E quem quiser escolhe o que ver ou ouvir, com quem concordar ou discordar, se fará isso dentro dos seus próprios pensamentos ou virá a publico para opinar ao que na maioria das vezes não foi chamado. O Facebook é isso, bom para quem souber separar e aproveitar e muito ruim para alguns, cuja vida não está boa, mas pode piorar.

A união poderia fazer a força. Nas conversas sobre a política do Guarujá as queixas são muitas e das mais variadas. Não muito diferentes da do resto do Brasil onde a maioria é de bandidos engravatados.
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A união poderia fazer a força. Nas conversas sobre a política do Guarujá as queixas são muitas e das mais variadas. Não muito diferentes da do resto do Brasil onde a maioria é de bandidos engravatados. Suspeitos, investigados, processados e condenados, eles continuam livres para roubar, porque a Justiça é inoperante e falha, no mínimo porque tarda. Vejo poucos novatos, idealistas, gente que gostaria de entrar na política para melhorar, gente que gostaria de uma cidade melhor e as suas chances de chegar ao poder são reduzidíssimas, porque o sistema é corrupto e corruptor. A desconfiança é tão grande contra a classe política que a má fama acaba colocando bons e maus na mesma panela. Na impossibilidade de encontrar um bom nome acaba-se fazendo a escolha dos menos ruins, daqueles que ainda não têm ficha suja, como foi no caso da prefeita Maria Antonieta de Brito, agora ficha sujíssima. A união poderia fazer a força mas a nossa cultura é a do salve-se quem puder e cada um por si.

Inferno. Fui batizado, estudei alguns anos em colégio de padres, fiz curso de catecismo e primeira comunhão. Sou católico. Católico, temente a Deus, pouco praticante e às vezes acho que o inferno é aqui na Terra.
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Inferno. Fui batizado, estudei alguns anos em colégio de padres, fiz curso de catecismo e primeira comunhão. Sou católico. Católico, temente a Deus, pouco praticante e às vezes acho que o inferno é aqui na Terra. Não que a minha vida seja ruim, aliás, pouco posso reclamar, mas olhando para gente menos privilegiada, mais perto da verdadeira realidade, cada vez acredito mais em Deus, menos nos homens e torço que a entrada e permanência no inferno seja por merecimento e tenha uma certa gradação, porque se houver pouca diferença no castigo, a injustiça só vai continuar.

Carnaval Tem muito mais gente falando mal do Carnaval do que falando bem. Sou dos que falam mal, nunca foi minha festa preferida, mas tirei, numa época, as minhas casquinhas.
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Carnaval Tem muito mais gente falando mal do Carnaval do que falando bem. Sou dos que falam mal, nunca foi minha festa preferida, mas tirei, numa época, as minhas casquinhas. Os que gostam não tem tempo a perder para falar bem, estão por aí, dançando e cantando, mas serão os mesmos que daqui a alguns anos falarão mal. Não é o Carnaval que foi bom ou é mau, nós e que temos uma idade momesca que passa.

Democracia. Com um sentimento de indignação me curvo à vontade popular, contaminada pela crise ética que assola meu povo inculto. Isso é a nossa Democracia.
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Democracia. Com um sentimento de indignação me curvo à vontade popular, contaminada pela crise ética que assola meu povo inculto. Isso é a nossa Democracia. Imaginem, um país onde a maioria parece ser constituída de indolentes, por puro abandono, onde a falta de caráter e a desonestidade são motivos de regojizo, porque isso lhes parece vantajoso e certo. Ensinaram ao nosso povo tantas maracutaias, mas aprenderiam coisas boas, como a vantagem de ser honesto, se lhes fosse ensinado. Estamos num continente pouco afetado pelos grandes desastres naturais, mas não lhes permitem nem permitirão aproveitar a vantagem, porque é a ignorância democrática que elege e mantém os corruptos no poder. Imaginem um país rico de minerais valiosos, terra fértil, cujo clima aliado ao solo permite generosas colheitas. Apesar de não dominarmos as melhores técnicas de cultivo e termos perdas de mais de trinta por cento no manuseio e transporte, ainda conseguimos preços competitivos nos mercados internacionais. Imaginem um país rico em petróleo e outras fontes energéticas, com um número tão grande de rios que lhe dá o título de primeiro lugar, com 12% de toda água doce do mundo. Nossa navegação entretanto é pífia e toda essa água é desperdiçada enquanto grande área se torna desértica por falta de obras e porque quando são aprovadas ficam só no papel porque o dinheiro destinado é roubado e dividido entre quadrilheiros. Imaginem um país tropical tão extenso, onde inverno e verão se confundem de tal maneira, que a temperatura vai de muito agradável a boa o ano inteiro, o que não exige paralisação das atividades, mesmo em inverno rigorosos, ou verões muito quentes. Imaginem um país desses, dirigido por políticos competentes e honestos. Isso seria uma ideia quase perfeita do paraíso na Terra. Esse país jamais será o Brasil.

Vida Levei anos vivendo como todo mundo, mas sem pensar muito, deixando a vida correr como achei que deveria ser. Mas de uns tempos para cá parece que estou mudando, há mais reflexão em cada ato, mais atenção nas consequências, menos pressa de vivenciar as novidades, que parece…
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Vida Levei anos vivendo como todo mundo, mas sem pensar muito, deixando a vida correr como achei que deveria ser. Mas de uns tempos para cá parece que estou mudando, há mais reflexão em cada ato, mais atenção nas consequências, menos pressa de vivenciar as novidades, que parece rareiam, ou nem são tão novidades. E isso não é ruim. Acho que prestei pouca atenção na relação que a vida tem com o tempo, aprendi pouco ou deixei de aprender algumas coisas que se não me fazem falta, poderiam acrescentar. Tomara que haja nos próximos anos, algum tipo de compensação, e aprender, tendo experiência, seja mais fácil pois prazeroso eu sei que é.

Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte. Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte. Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rod…
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Quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte. Dentre os questionamentos da vida está a certeza da morte. Arrebatadora e cruel para a maioria que parte e para quase todos que ficam, ela é como um jogo onde todos perderemos as últimas fichas, na última mão, da última rodada. Há quem lembre mais dos lances de sorte e como eles foram festejados, outros lamentam as muitas perdas e o vazio que fica quando cai a ficha e a má sorte foi lançada. Todos chegamos com um grande cacife e partiremos sem nada levar, mas quem não tem medo da vida, não deve ter medo da morte.

Há quem confunda confundir com confusão. Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias. A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comung…
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Há quem confunda confundir com confusão. Existe uma sutil diferença entre frequentar, participar e comungar ideias. A maioria das pessoas frequenta um clube ou uma academia de ginástica pelo equipamento que ele possui e que lhe permite praticar uma atividade e não porque comunga das ideias ou ideais dos muitos frequentadores. Algumas academias vem tentando isso com pouco sucesso. Clubes de servir e associações como o Rotary, Lions, sindicatos, associações de comerciantes, de advogados e de outra profissão, têm como escopo juntar pessoas que comungam das mesmas ideias e ideais com a finalidade de proporcionar bem-estar a muitos pelo trabalho organizado de todos, sob a liderança de alguns. Não espero com essas palavras, que não são definições, esgotar o assunto e sim observar quão pequeno é o resultado quando as pessoas confundem a finalidade de cada coisa e principalmente quando essa confusão é gerenciada por pessoas que visam subverter a ordem nas prioridades, com a finalidade de obter vantagens para si e para uma pequena parcela dos participantes, voluntários ou não, esses muitas vezes obrigados por convenções com as quais não concorda e não foram chamados para participar da sua constituição. Não vou entrar em detalhes, esse é um assunto onde cada um sabe como e por que é obrigado a participar de grupos com os quais não tem nenhuma sintonia, sendo muita vezes confundido com a escória que se apodera dessas associações transformando-as em quintal vizinho da própria casa.

As chances de imprevistos indesejáveis na vida são menores, quando a gente faz, ao longo dela, boas escolhas. Há percalços e imprevistos, nem sempre o que foi ótimo para uns se mostra bom para outros. Essas escolhas deixam, quase sempre, claros sinais do que está por vir. Uma coi…
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As chances de imprevistos indesejáveis na vida são menores, quando a gente faz, ao longo dela, boas escolhas. Há percalços e imprevistos, nem sempre o que foi ótimo para uns se mostra bom para outros. Essas escolhas deixam, quase sempre, claros sinais do que está por vir. Uma coisa é certa, se a gente faz ou tenta fazer tudo certinho as chances de darem errado são menores.

A velhice e a morte. Dia desses escrevi um texto com o título Morte. Foi um dos textos menos curtidos e como eu já esperava, pouca gente se interessou.
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A velhice e a morte. Dia desses escrevi um texto com o título Morte. Foi um dos textos menos curtidos e como eu já esperava, pouca gente se interessou. Não desejo a morte.Nem minha nem dos que me cercam, quanto a dos desafetos há que analisar caso a caso. Escrevo de políticos corruptos e nem por isso sou um deles, sobre periguetes e poucas conheço, sobre vida e felicidade, assuntos dos quais arrisco dizer que entendo um pouco. Por que não escrever sobre velhice e morte, assuntos que a gente pode até tentar ignorar, mas que chegará um dia para todos nós? Se você fizer uma pesquisa no Google ver os seguintes resultados, na mesma fração de tempo: Vida: 923 milhões; Amor: 367milhões; Morte:189 milhões; Felicidade 34 milhões e 600 mil; Velhice: 1 milhão e 40 mil; Noves fora nada, isso quer dizer que todo mundo está mais preocupado com a vida e a felicidade, do que com a velhice e com a morte. A velhice, e a morte estão mais perto de nós do que gostaríamos mas tenho a impressão de quem viveu sempre uma boa vida, em todas as suas fases, encara o assunto com tranquilidade e se prepara, como sempre fez antes, para ter o melhor possível para o que der e vier, seja lá quando vier.

Guarujá desse jeito não há quem aguente. Diz o ditado popular que desgraça pouca é bobagem. Parece que para o Guarujá a sucessão de más notícias, como era esperado, já deu lugar às péssimas.
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Guarujá desse jeito não há quem aguente. Diz o ditado popular que desgraça pouca é bobagem. Parece que para o Guarujá a sucessão de más notícias, como era esperado, já deu lugar às péssimas. A reforma do estádio de futebol consumiu mais de vinte milhões de reais, não viu nenhum jogo e terminou o tempo regulamentar com vários processos na cabeça dos envolvidos. O avião do candidato a presidência da república Eduardo Campos espatifou-se em Santos, porque não conseguiu aterrizar no aeroporto do Guarujá, aquele que tem mais estória que qualquer novela mexicana ou global. Tenho visto a Associação Comercial do Guarujá bastante envolvida no processo de privatização do mesmo. Certamente não será um jogo de cartas marcadas. Prá que? Com inveja do incêndio que destruiu depósitos na cidade vizinha,Guarujá superou-a com um incêndio com direito “nuvem tóxica” que teria feito reduzido a traque qualquer filme apocalíptico. De concreto o que e viu foram cerca de duzentos atendimentos o que deve ter gerado pelo menos a metade de faltas ao serviço com atestados “assinados nos joelhos”. O Carnaval vem aí, e antes que eu seja tachado de pessimista, gostaria que as autoridades incompetentes ficassem atentas arrastões nas calçadas e na areia e principalmente com a venda de todo tipo de alimentos pelos ambulantes pois o nosso mosquito da dengue sozinho não vai conseguir o primeiro lugar absoluto nas manchetes negativas da TV Tribuna com repetição de todas as afiliadas da Rede Globo do Brasil. Já tivemos faz algum tempo o escândalo do “mensalinho”, o “cala boca” que garante a sustentabilidade do mandato espúrio de prefeitos. Está em estado vegetativo em alguma gaveta bem lubrificada do Judiciário mas pelo tempão que faz e pela “sede” dos parlamentares, deve estar próximo de novas denúncias, dessa vez sacramentadas pelo instrumento da caguetagem premiada. Que eu saiba, por aqui não tem petróleo mas vai que comecem as obras do túnel….por aqui tudo é possível, só falta achar petróleo e aí sim! Teremos um escândalo que fará jus ao da Pertrobrás. Ah...já ia esquecendo, bloquearam todos os bens conhecidos da prefeita, do Duíno e do resto da turma.Vichi!!!Segura... que vai ser um pega-prá-capá para ver quem é que vai vai à forra primeiro, para garantir a reposição dos mesmos...