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Frases de Marinho Guzman

945 frases

Velhice não é doença. É pior. Doença a gente trata e muitas vezes têm cura. Já a velhice em que pesem as muitas opiniões de gente nova, de que se trata da melhor idade, ela vai se instalando e minando tudo o que a gente tem ou já teve de melhor.
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Velhice não é doença. É pior. Doença a gente trata e muitas vezes têm cura. Já a velhice em que pesem as muitas opiniões de gente nova, de que se trata da melhor idade, ela vai se instalando e minando tudo o que a gente tem ou já teve de melhor. Não vou cair na armadilha de fazer da minha uma opinião geral mas contesto com veemência qualque opinião de quem não seja velho. Também não vou repetir o que já disse, que a velhice é uma merda, mas fica bem longe da maravilha que é juventude, mesmo com toda a sua vasta inexperiência.

Não te preocupes demais com o dia de amanhã, o dia de amanhã terá as suas próprias preocupações. Muita gente boa já repetiu essas palavras, ou parecidas, para dizer que Deus proverá, mas eu, particularmente, acho que a frase está mais para inconsequentes, que deixam as coisas ao…
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Não te preocupes demais com o dia de amanhã, o dia de amanhã terá as suas próprias preocupações. Muita gente boa já repetiu essas palavras, ou parecidas, para dizer que Deus proverá, mas eu, particularmente, acho que a frase está mais para inconsequentes, que deixam as coisas ao deus-dará.

Há gente de peso, estudiosos de verdade, contra e a favor de tudo e de todos. E nós, pessoas comuns, acostumadas a pesquisar para tentar errar pouco e fazer as coisas da melhor maneira possível chegamos à triste conclusão de que não há lado certo ou errado, estamos vivendo uma é…
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Há gente de peso, estudiosos de verdade, contra e a favor de tudo e de todos. E nós, pessoas comuns, acostumadas a pesquisar para tentar errar pouco e fazer as coisas da melhor maneira possível chegamos à triste conclusão de que não há lado certo ou errado, estamos vivendo uma época do mais ou menos errado.

Ora pílulas... Não me apego demais ao que vivi, apesar de ter grandes e boas recordações. Não vislumbro grandes conquistas por fazer, nem me vanglorio dos meus feitos, aliás alguns bem malfeitos.
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Ora pílulas... Não me apego demais ao que vivi, apesar de ter grandes e boas recordações. Não vislumbro grandes conquistas por fazer, nem me vanglorio dos meus feitos, aliás alguns bem malfeitos. Também não penso no futuro, que parece um tanto incerto, e não é preciso ser muito inteligente para perceber. Quando relembro minha vida, e as pessoas que com quem convivi, percebo que tive muitas dúvidas, que poderiam ter virado certezas, se eu tivesse pensado mais com o cérebro e menos com o coração. Se você acha que essas palavras são amargas, pode ter alguma razão, tomo diariamente várias pílulas, de muitas cores e não há como dourá-las, a não ser engoli-las.

Não é fácil fazer a coisa certa. Ouço na TV, que o teto rebaixado da boate de Santa Maria RS, foi obra em cumprimento a um Termo de Ajustamento de Conduta assinado pelos responsáveis com o Ministério Público. Vizinhos descontentes com o nível de ruído produzido pela boate conse…
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Não é fácil fazer a coisa certa. Ouço na TV, que o teto rebaixado da boate de Santa Maria RS, foi obra em cumprimento a um Termo de Ajustamento de Conduta assinado pelos responsáveis com o Ministério Público. Vizinhos descontentes com o nível de ruído produzido pela boate conseguiram pela Lei e pela Ordem, que seus proprietários fizessem a obra para reduzir o barulho. Mal executada, com materiais inadequados, o que atenderia a legalidade lançou a sentença de morte de 234 jovens. Estranhos os caminhos da vida. E da morte.

Antes era de tudo um pouco, agora é muito de tudo. Há um exagero descontrolado no ar, um excesso de comunicação, de informações e de desinformação. É sabido que quem entende de tudo um pouco, pode acabar não sabendo muito de nada e o excesso de informações a que estamos exposto…
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Antes era de tudo um pouco, agora é muito de tudo. Há um exagero descontrolado no ar, um excesso de comunicação, de informações e de desinformação. É sabido que quem entende de tudo um pouco, pode acabar não sabendo muito de nada e o excesso de informações a que estamos expostos não nos permite saber muito, da coisa mais importante da vida, que é viver bem, viver tranquilamente, viver em paz.

Qual a coisa mais importante da vida? O que realmente importa na vida? É bem provável que a maioria das pessoas não tenha se perguntado o que é mais importante na própria vida. Eu já me perguntei, mas nunca parei tempo suficiente para ter resposta. Parece uma questão difícil, c…
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Qual a coisa mais importante da vida? O que realmente importa na vida? É bem provável que a maioria das pessoas não tenha se perguntado o que é mais importante na própria vida. Eu já me perguntei, mas nunca parei tempo suficiente para ter resposta. Parece uma questão difícil, complicada, mutável no tempo e no espaço, sempre incompleta quando se fala “no mais importante”. Afinal, são tantas coisas importantes. Essa também não é uma pergunta que os jovens devem fazer a si próprios. Na juventude e até na meia idade, confunde-se importância com prioridade e certamente é preciso fazer primeiro o essencial, pouco importando o que seja mais importante. Se você está bem, se as coisas correm nos conformes, é bem provável que a resposta seja diferente de outra, num dia em que elas não estejam tão bem. Todo mundo sabe que importante na vida é amar, ser amado, ter saúde, família e amigos que completem a nossa vida, dando alegria e multiplicidade de vozes a um suposto diálogo. Não é provável que quem viva só, recluso, companheiro de si mesmo, pense da mesma maneira que quem socializa. Mas também não acredito nas milhares de opiniões que dão a amizade como a coisa mais importante na vida. Vivo bem com as lembranças das boas amizades, mesmo sem conviver ou ter muitas notícias desses amigos e confesso, não consegui fazer nos últimos vinte anos novas e sólidas amizades, nem sinto falta disso. Acredito que a maioria das pessoas como eu vai deixando passar, vai pegando leve com as próprias dúvidas, no máximo comparando a própria vida com a dos outros. É vendo como a dos outros parecem complicadas, cheias de problemas, que a gente pode, se quiser, mensurar o próprio grau de felicidade. E agora depois de ter lido e relido esse texto, na esperança de encontrar pistas do que seja o mais importante na vida sinto-me meio decepcionado. Será que não há algo que se possa dizer que é o que mais importa? Ou que seria a coisa mais importante da vida? Algo por que se viva e se morra, se necessário? Os grandes sonhos já se realizaram ou se transformaram em grandes decepções e seria cômico, se não fosse trágico, mas a coisa mais importante da vida deve ser, na hora certa, encontrar uma doce morte.

É da natureza humana tentar, vencer, fraquejar, e em alguns casos, desistir. Não somos super-heróis nem sobre-humanos, somos mortais buscando sobreviver nesse mundo que evoluiu e nos permitiu multiplicar várias vezes a expectativa de vida. Em contrapartida, os desígnios da huma…
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É da natureza humana tentar, vencer, fraquejar, e em alguns casos, desistir. Não somos super-heróis nem sobre-humanos, somos mortais buscando sobreviver nesse mundo que evoluiu e nos permitiu multiplicar várias vezes a expectativa de vida. Em contrapartida, os desígnios da humanidade estão cada vez mais nas mãos das maiorias, que nem sempre foram as que fizeram do mundo essa coisa melhor. Governos totalitaristas impõe regras pela força e povos incultos elegem vigaristas, para em nome da democracia, roubar o que há de melhor nos dias de hoje. Os bem-intencionados e os bons tentam, fraquejam e desistem. É da natureza humana fraquejar e desistir. E esse é meu medo!

Tanto faz, de tanto que a gente já fez. Antigamente eu andava com papel e caneta e corria escrever possíveis ideias boas. Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia era boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido.
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Tanto faz, de tanto que a gente já fez. Antigamente eu andava com papel e caneta e corria escrever possíveis ideias boas. Hoje acho que na hora de escrever, se a ideia era boa, estará mais na ponta dos dedos que no papelucho quase sempre perdido. Parece que eu já vi tanto e já fiz tanto que será difícil vivenciar novidades, melhor mesmo é trazer da memória, do passado, umas ideias e adaptá-las ao presente, que daqui a pouco já será futuro. Estava pensando na situação em que está Dilma Roussef, em quem foi Eike Batista e o que o destino reservou para Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula um, ele único, de uma lista que tem menos de cem pessoas vivas e nem o dobro disso em todos os tempos. Graça e desgraça andam juntas e o sobe e desce faz parte da vida de todo mundo, com umas quedas vertiginosas e sem volta para muitos. Ter feito muito só é vantagem para quem fez e não adianta exibir as próprias conquistas porque, para quem fez pouco ou nada, tanto faz.

Tenha cuidado ao tratar os diferentes como se fossem iguais. É um erro comum a gente tratar todo mundo como se fossem iguais. Vida corrida, muita coisa por fazer, cada um de nós, da sua maneira, corre atrás do “pão de cada dia”, todo mundo com pouco tempo para avaliar cada situ…
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Tenha cuidado ao tratar os diferentes como se fossem iguais. É um erro comum a gente tratar todo mundo como se fossem iguais. Vida corrida, muita coisa por fazer, cada um de nós, da sua maneira, corre atrás do “pão de cada dia”, todo mundo com pouco tempo para avaliar cada situação independente. Passamos a dizer bom dia, boa tarde, até logo e outras expressões mecanicamente, sem realmente levar em conta quem merece uma atenção maior, para quem a gente quer um bom dia e quem não está nem aí para o que a gente quer, desejando mais é que a gente “se exploda”. E é da falta de atenção para com quem merece e até precisa de uma palavra verdadeira vinda de nós, o que resulta sermos tratados como mais um, qualquer um, um a mais e até um demais. Cultivar as boas relações é ocupar um espaço que custa pouco e pode valer muito, já afastar-se de algumas pessoas pode ser a melhor coisa a fazer. Goste mais de quem vale a pena e não esqueça jamais de avaliar quem gosta mesmo de você. Palavras doces muitas vezes trazem amarguras e palavras duras podem significar amor.

Mais um dia daqueles…. Cada dia mais, eu aceito menos obsequiosidades de quem quer que seja. E, se eu fosse você, pararia de ler agora, nesse exato momento.
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Mais um dia daqueles…. Cada dia mais, eu aceito menos obsequiosidades de quem quer que seja. E, se eu fosse você, pararia de ler agora, nesse exato momento. Pare! Me delete! Saia fora! Como perder tampo um cara que usa, nos dias de Facebook, a palavra obsequiosidade? Só pode ser xarope, chato, um troglodita mesmo. Eu sou assim. Dono de um bom vocabulário, de muita leitura na juventude, de vez em quando aparece na minha cabeça uma coisa dessas:- obsequiosidade…. quem já ouviu falar isso? Que raios de palavrão? É bom que se diga, que depois de ter sido voraz leitor na época em que não havia internet, passei a não ler mais, embora tenha tentado algumas vezes. Vou começar de novo em homenagem a quem ficou por aqui. Mais um dia daqueles. Cada dia mais, eu aceito menos gentilezas, de quem quer que seja. Acordei para o que deveria ser um dia normal, preparei meu café da manhã e dei uma olhada na listinha de afazeres de hoje, claro, depois das dez horas. Depois das dez porque já estou acostumado que antes dessa hora, a maioria dos lugares não esteja aberto ou apesar de aberto não funcionam ou quem deveria trabalhar neles ainda não está funcionando pois não acordou direito. São seis horas da matina e até as nove e meia, seriam três horas e meia, para bater furiosamente neste teclado “que vos fala”, produzindo meus afazeres na internet. Mas, lá pelas nove, minha querida Amanda Palma fez a obsequiosidade...., ops.... “Quer que eu te leve ao banco? Está garoando. Aceitei prontamente e perguntei:- Mas já está aberto? Será que a grente já chegou? -Claro, respondeu ela prontamente. Desci para encontrá-la na garagem e fomos ao banco. Depois da dificuldade de costume para estacionar o carro chegamos e lá estava o aviso:- Horário de funcionamento, das 10:00 às 16:00 hs. Bem o que começou mal acabou pior. Não consegui resolver o assunto do banco, o caixa do supermercado não tinha troco, o sistema de cartões estava fora do ar, a cancela do estacionamento estava quebrada e eu que faço tudo com uma scooter, que entra em qualquer buraco e para em qualquer lugar estava…. de carro. Nada de chuva, nada de banco, listinha por fazer nem na metade e já passou da hora do almoço. Juro que a Amanda estava com as melhores das intenções, mas cada vez mais, eu aceito menos obsequiosidades. ‪#‎prontofalei‬!