Pular para o conteúdo

Frases de Mariana markes

31 frases

Quem é Alice? Mais uma noite em claro, mais um sonho desperdiçado. Pergunto-me o porquê da solidão que me abraça diariamente, meus olhos semiabertos, meus lábios ressecados e por fim, meu coração ensanguentado, sinto-me inferior a ti quando te vejo passar. Amar-te-ei por mil an…
Continuar lendo

Quem é Alice? Mais uma noite em claro, mais um sonho desperdiçado. Pergunto-me o porquê da solidão que me abraça diariamente, meus olhos semiabertos, meus lábios ressecados e por fim, meu coração ensanguentado, sinto-me inferior a ti quando te vejo passar. Amar-te-ei por mil anos e por mil anos vou sofrer a dor de não ser correspondida, quem me mandou nascer Alice? Carrego esse fardo em minhas costas, você é o meu fardo e agora, as minhas costas doem. – Alice Shared.

Meus dias são exatamente iguais, todas as manhãs eu me perco em meio ao aglomerado de pessoas ao meu redor, apenas procurando por você, mas aonde você está? Depois que você me deixou cair, passei todos esses anos recolhendo os meus cacos e, incrivelmente, eu ainda não encontrei…
Continuar lendo

Meus dias são exatamente iguais, todas as manhãs eu me perco em meio ao aglomerado de pessoas ao meu redor, apenas procurando por você, mas aonde você está? Depois que você me deixou cair, passei todos esses anos recolhendo os meus cacos e, incrivelmente, eu ainda não encontrei todos eles.

O corvo e o canário Havia um pequeno corvo que encontrava-se - o tempo todo - solitário, sozinho e inseguro. Ele voava sempre na mesma direção à procura de proteção ou de abrigo. Às vezes, à procura de outra ave que pudesse fazê-lo feliz novamente, embora nunca tivesse a encont…
Continuar lendo

O corvo e o canário Havia um pequeno corvo que encontrava-se - o tempo todo - solitário, sozinho e inseguro. Ele voava sempre na mesma direção à procura de proteção ou de abrigo. Às vezes, à procura de outra ave que pudesse fazê-lo feliz novamente, embora nunca tivesse a encontrado. Ele voava sozinho, vivia sozinho e toda vez que a sua existência era negligenciada pelos canários mais bonitos de todo nicho, um buraco enorme em seu peito abria-se e ele sangrava, mas essa dor não era física, era da alma. Enquanto isso - no outro lado do nicho - morava o canário. Uma das mais belas aves que existiam. Toda vez que cantava era como se deuses estivessem dançando nos céus, o corvo amava vê-lo cantando, o corvo amava vê-lo voando. Era a ave mais apaixonante de todas e, assim como o corvo, também tinha muitas cicatrizes e tais cicatrizes sagravam toda vez que arrancavam a casca de ferida. O corvo dizia a si mesmo “tenho band-aids a oferecer” mas sabia que eles não iriam cicatrizar a alma do canário que também estava ferida. Então, partindo de um pensamento errôneo, resolveu ajudá-lo, ele amava tanto o canário que não poderia mais encontrá-lo naquele estado. Resolveu ajudar, mas de forma errada, então tudo o que ele fez foi jogar sal na ferida. O corvo perdeu o canário.

Texto sem título Eu não sou mais que eu costumava ser. Eu costumava cantar quando era mais jovem, mas agora, o meu silêncio é mais profundo do que uma música particularmente especial. Quando envelhecemos, nós percebemos que a fonte da juventude não existe e que nenhum raio de e…
Continuar lendo

Texto sem título Eu não sou mais que eu costumava ser. Eu costumava cantar quando era mais jovem, mas agora, o meu silêncio é mais profundo do que uma música particularmente especial. Quando envelhecemos, nós percebemos que a fonte da juventude não existe e que nenhum raio de esperança será capaz de impedir o acontecimento daquilo que quase todos nós tememos, a morte. A morte já se hospedou vinte ou trinta vezes em minha casa, às vezes a sua chegada era tão imprevisível como um parente distante que eu nunca cogitei a possibilidade de conhecer tão cedo, mas eu nunca quis conhecê-la, por isso eu sempre a temi, na verdade, acredito que todos temam a morte por isso, porque ela é imprevisível.

Breu Enquanto a insônia me ataca, meus pensamentos transformam-se em punhais que insistem - todos os dias - em perfurar o meu crânio. Enquanto carrego o fardo da sua ausência, lembro-me de que tudo o que tenho são só fotos e memórias, fotos daquilo que nunca fomos e memórias da…
Continuar lendo

Breu Enquanto a insônia me ataca, meus pensamentos transformam-se em punhais que insistem - todos os dias - em perfurar o meu crânio. Enquanto carrego o fardo da sua ausência, lembro-me de que tudo o que tenho são só fotos e memórias, fotos daquilo que nunca fomos e memórias daquilo que nós nunca seremos. Seus olhos eram como estrelas que nunca couberam no pequeno céu que eu tinha a oferecer, por isso fiquei por tanto tempo no escuro. Você desapareceu da minha vida sem mesmo estar nela e isso fez com que eu inventasse uma história melancólica perfeitamente elaborada para algo que nunca existiu: Você e eu.

Aglomerado Meus dias encontram-se exatamente iguais, em todas as manhãs eu me perco em meio ao aglomerado de pessoas ao meu redor apenas procurando por você, mas aonde você está? Depois que você me deixou cair, passei todos esses anos recolhendo os meus cacos e, incrivelmente,…
Continuar lendo

Aglomerado Meus dias encontram-se exatamente iguais, em todas as manhãs eu me perco em meio ao aglomerado de pessoas ao meu redor apenas procurando por você, mas aonde você está? Depois que você me deixou cair, passei todos esses anos recolhendo os meus cacos e, incrivelmente, eu ainda não encontrei todos eles.

Deus lhe pague Pela cela Que me deixou escolher.
Continuar lendo

Deus lhe pague Pela cela Que me deixou escolher. Deus lhe pague Pela vela Sem fósforo para acender. Deus lhe pague Pela dor dela O sofrimento faz o mundo crescer. Deus lhe pague Pela donzela Que me deu a vida e não pôde viver. Deus lhe pague Pela verdade que revela Faz massa de manobra acreditar sem contradizer. Deus lhe pague Pela favela E o amanhã que pode não vir a acontecer.

Martírios do Destino Amei-te como uma pássaro perdido no breu Perdi-te na penumbra, tornei-me teu Orfeu
Continuar lendo

Martírios do Destino Amei-te como uma pássaro perdido no breu Perdi-te na penumbra, tornei-me teu Orfeu Os martírios transcrevem o meu pobre destino Desde tua partida, esqueci-me do Divino. Não há mais brilho no céu que me foi prometido Mas o desejo a minha cova foi friamente proferido A esperança- de que me vale? O amor - este nem me fale! O término da vida é o começo da morte Nenhum ser mundano pode ser imortal Eu era um ser vivo desprovido de sorte Amar foi meu erro, meu erro fatal.