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Frases de Maria Lu T S Nishimura

327 frases

Brasão e Kamon No vasto campo onde tudo se estende, Observa a natureza que tudo se aprende!
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Brasão e Kamon No vasto campo onde tudo se estende, Observa a natureza que tudo se aprende! Estiliza as coisas, faz na alma abertura, Desta forma o Suzuki ou o Nishimura! No Japão já disposto no esquema No simbolismo a fazer sobrenome Da origem a representação, o nome; Os clãs em forma de um emblema! Neste ritmo pensei aqui no Brasil Os sobrenomes sob o céu azul anil Tem emblema no berço de origem? Todo fazer é imaginário da modelagem Onde a diferença está no criar, na teima Se brasão ou kamon, não tem problema!

Vão do nada Abre a cortina e expia tua liberdade; Voe por onde possa sentir- te pleno
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Vão do nada Abre a cortina e expia tua liberdade; Voe por onde possa sentir- te pleno Nada é tão urgente quanto fazer - te É tão mais prudente sentir-te sereno! Não vivas ansiosamente pelo futuro Nem tenteis resgatar-te no passado O presente é mais que suficiente a ti, Viva plenamente o instante no aqui! Não apegas - te do lugar e das coisas Nem ao monte daquilo que te afeiçoas Aquela exigência do que dita a moda, Dispensa está regra que incomoda, Valoriza as pequenas coisas boas Afinal, o tudo é o ser no vão do nada!

Velho Ano Novo Quão novo é o velho Ano Novo? O que te reservas a nova posse?
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Velho Ano Novo Quão novo é o velho Ano Novo? O que te reservas a nova posse? Se de repente ludibriando o povo a inevitável politicalha acontece! Abrigada a negociata no ministério sem liberdade, poder, nem mando, se ao povo não esconde o mistério, a velha ditadura de firme comando! Presumimos o novo velho tempo, em que de novo o engano aborrece e nem tudo na virada passa limpo! Depois do brinde em tom de agrado a nova liderança acenta no campo e também nova grama e novo gado?

Cego estigma Barragem explodida de lama impura, desce o morro derrubando meu tudo,
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Cego estigma Barragem explodida de lama impura, desce o morro derrubando meu tudo, me fere, mata, destrói e ver, me apura, embora, sobrevivente deste absurdo! O que ignora lama enfurecida de vício? Se sou pessoa, sou criança, sou a cria; sou planta, sou animal, menos seu cio! A tua soberba gananciosa é vil autoria, desta lama desastrosa que me vitima, me faz órfão desta miséria do mundo, onde tua ganância, a ambição estima! Na minha inocência te mostro a língua, a esta escorrida lama de cego estigma, em que o poder aumenta e não míngua!

A contracifra Na contracifra de um ser Que escrita tem cada um?
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A contracifra Na contracifra de um ser Que escrita tem cada um? Na minha alma queria ver Os olhos de um mutum! Pusera contice no vento Deleitou seu pensamento O auça andando pra traz Feito gente que mal faz! Bem - querente tem a flor Tem o raio do sol radiante E a sinceridade do amor! Qualquer intento do mal Repudiais fervorosamente Dissipais o demônio com sal!

Perigeu em órbita Perigeu meu cosmo em órbita Entre os períscios, projeto de luz
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Perigeu em órbita Perigeu meu cosmo em órbita Entre os períscios, projeto de luz Hastilho as estrelas que reluz No faetone de uma reta! Meu giro certo feito falena Pouso no céu faisqueira E na terra todo o bem conjuro Sem rasto de mal ratinheiro! Sou ninféia de dons celestiais Em fradice ensina os frades Eu não tenho mais que ais! Dado que, conto meu passo Que contérmina não se escondes Á ser livre e conter-me no espaço!

O quebra - cabeça Certa vez veio - me a seguinte ideia: - Nossa vida é um quebra-cabeça!
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O quebra - cabeça Certa vez veio - me a seguinte ideia: - Nossa vida é um quebra-cabeça! Quem não sabe jogar, fica na platéia, Fica a ver, que o outro o jogo vença! No jogo vence quem sabe encaixar Cada peça no seu devido lugar! Na vida vence quem sabe lutar, Ama a própria vida sem se queixar! Se o objetivo é sempre uma meta, O sonho consiste em se realizar E o quebra-cabeça é a descoberta! Á quem a própria vida sabe decifrar, Criar estratégia na própria conduta, De repente, aprende sozinho a jogar!

Motim dos sofistas I Ao disfarce do bem querer
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Motim dos sofistas I Ao disfarce do bem querer Não despercebido a tolice Disfarce bestial, da burrice O sofismo de um padecer! O que traz na sua cachola Na atenção pede esmola A vergonha na minha cara Visto que, seu riso encara! Tens-me jocosa imagem Meu perfil da difamação Podereis todos ter razão! Sou tudo o que quiseres Sou tudo o que disseres Mal ou bem, sua miragem! II Á burrice de sua ignorância, Faço desprezo da sua inveja! Será ser eu é o que tu deseja, Pois, foca- me na importância? Nunca precisei fazer nada Para chamar logo atenção! Á consciência desta razão, Deveras nascida condenada! Não sou volúvel, nem vulgar, Nem louca burra de soberba Mas, queres todos me atacar! Se for de mim um ato a julgar Até minha irmã fez-me a verba Na disputa, querer me rebaixar! III Sou decerto eu tão imperfeita Infestada de orgulho e metidez, Sempre eu a proclamar altivez Sempre a primeira ser eleita? - Cheia de virtude e todo o bem! Envaidecida desta minha vitória Enchendo-me de toda a glória Talvez não passe de um ninguém! Devo ser mesmo nada para você Tens mesmo que rir e falar de mim Desdenhar-me até me enlouquecer! Serão então todos plenos por fim... Os falsos amigos todos irão vencer, Jaz -me-ei, já liberta deste motim!

A penitência Crescer é nada além de uma arte, Parece fácil o rumo certo que há!
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A penitência Crescer é nada além de uma arte, Parece fácil o rumo certo que há! Mas, tu escolhes as voltas que dá Na sua forma viva de fazer parte! A vida no vasto sobre bela terra É um íntimo de experimentação, Que em cada peito se encerra Na fala ou no silêncio da emoção! Não é deste mundo o julgamento Na hora certa, cada um saberá O veredicto do seu testamento! As linhas disso estão lá com Deus Alguns nele escreve sem o: ô... "Será"? Se tortos, pedem perdão só no adeus! II Se ficam retos e belos depois disso, Não nos cabe saber o triste desfecho. Se a alma irá ao céu ou ao inferno E que fim haverá a alma após isso! Renascerá então, por sete vezes, talvez... Até que, o algo "torto", fique bem reto, Que o espirito apreenda cá o correto E toda alma evolua na sensata altivez! Renascerão todos até alcançar evolução, Viverão a narrativa romântica desta vida, E moldar-se-ão na reza rija, por salvação! Não é insensata a vida nesta existência, Posto a viver, cá em vão para perfeição? Então... a vida terrena é uma penitência?

Saibam ser pais e ser filhos de verdade Se um pai sabe ser verdadeiro, Ser amigo e ser conselheiro!
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Saibam ser pais e ser filhos de verdade Se um pai sabe ser verdadeiro, Ser amigo e ser conselheiro! Não importa como o filho veio Se da geração ou do coração! Uma vez por Deus escolhidos Os filhos serão sempre filhos Obstantemente, pai sempre pai Ambos na sua missão apraz, Para ambos a responsabilidade Mas, há pais que só os filhos fazem Para abandonarem sem moralidade E filhos que não cumprem sua parte Desonra o pai e vivem na vadiagem, Estes não são filhos nem pais de verdade!

O eco da notícia Olhem, olhem a notícia no jornal! Ela é polêmica, má e ordinária;
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O eco da notícia Olhem, olhem a notícia no jornal! Ela é polêmica, má e ordinária; Vejam! A notícia nacional! Vejam, leiam é extraordinária! A notícia esplanada toda, espalhada feito folha no vento, o povo no olho se farta da danada e a notícia corre o cumprimento... No intento declarante mais alerta: - Perigo, cuidado! Não caia, caia, caia, caia, no eco o tudo desperta! De repente restou no eco: - Caia! O eco para, parada caia e atenta.. - ...aia caia! Atenta a aia, o caia!

Somente poemas Somente poemas eu quero aqui, poemas e mais poemas, apenas;
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Somente poemas Somente poemas eu quero aqui, poemas e mais poemas, apenas; poemas aqui, poemas por aí,aí, aí poemas, perto de ti poemas, perto de mim muitos poemas, traga poemas de todos os tipos, que seja seus próprios poemas, poemas belos e bem bonitos... -Bonitos? De alguma forma bonito! Os poemas são canções, músicas. Em poemas e canções eu acredito, acredito, acredito e acredito, é isso, é isso, isso, é isso mesmo repito! Poemas apenas, nada mais além disso!

A ladra da divisória Escola ladra de baixa diretoria, diz que o seu cargo é superior,
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A ladra da divisória Escola ladra de baixa diretoria, diz que o seu cargo é superior, humilham e expõe a acessoria, do faxineiro, até ao professor! Acordo dali e acordo de lá, dá, é cabresto de quando precisar! Filtra com diligência o é pra já, paciência é pra poder enganar! Pra derrubar a máscara da cara, a intervenção vem do supervisor, se o humilhado esclarece, declara! Por fim ficou confirmado a ladra da divisória que não era tão cara... Levou pra casa dela ou à quadra? II A curiosidade logo se espalhou, a diretora ladra teria defesa? Devolveria a divisória que furtou, ou seria ela condenada e presa? A história teve pano pra manga, pois a escola sendo ela pública tudo foi parar no Palácio Ipiranga por estância de auditoria jurídica! Por o país estar no trilho da justiça a diretora não pode sair dessa ilesa, e não saiu! - É agora Brasil de raça! Pois, divisória ou não, roubo é roubo, foi - se o tempo da opressão de graça. Chega de furto, de roubo e de rombo!

Ponto de partida Ao novo ano, no tsuru pedidos escrevi, em suas asas escrevendo lembrei de ti,
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Ponto de partida Ao novo ano, no tsuru pedidos escrevi, em suas asas escrevendo lembrei de ti, desejei pra ti que gosta da poesia daqui muita saúde, paz, prosperidade e parti... Fui pra bem longe e deixei - me voar, no meu vôo, o vento e a tempestade, o bem e também sem querer magoar, alguns resquícios de pura maldade! Dos olhos caíram algumas lágrimas... Nos meus lábios também sorrisos vi, houvera ternura e talvez duros dramas! De tudo guardarei grato aprendizado; Não quero ser mais, que meus poemas, no mais agradeço a todos que tem lido!

Rorejo Ao nuance mais belo da vida, Há sempre lindo amanhecer!
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Rorejo Ao nuance mais belo da vida, Há sempre lindo amanhecer! Pétalas, folhas no rorejo flora No espetáculo do bem viver! Porque somos parte de tudo Entre porções da existência; Também um pouco do nada, Entre razões do ego absurdo! Preencha-se e continuemos, Vamos juntos, seguir o rumo Neste universo onde vivemos! Que seja tudo o bom proveito Para a vida de bem e aprumo, Não para o mal e o desgosto!

Picadinho Quando se fala da vontade e do querer No rumo certo do que tem a afirmação
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Picadinho Quando se fala da vontade e do querer No rumo certo do que tem a afirmação Tem o lado incerto do mal da castração Que interrompe o caminho do seu saber! A ideologia do mal faz a corja do ladrão Ceifar o sonho da criança no seu crescer Na escola a imposição se faz aborrecer É coisa vedada sem aprumo e sem razão! Na correnteza natural o rio tende seguir, ir Deveria ser assim o desenvolver de gente Mas, tem o castramento querendo impedir! Por quê? Em cada mil apenas um se forma? Por que tem escola de monte sem estudante? É que, pica tudo na vã desculpa da reforma!

A arte A arte é a parte do encanto criado: Ás vezes serenidade, outras vezes
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A arte A arte é a parte do encanto criado: Ás vezes serenidade, outras vezes um arrebatamento do algo na alma, sem intento de nada, só expressão! Ao talento cabe tudo, até o pecado, ou o silêncio, ou um grito de vozes! O que importa é a paz que acalma os sentimentos dentro do coração! A arte tem um que de Deus e oração; Há saudade, amor, encanto, intuição, tem filosofia, sabedoria e realidade! Veste-se de sonho e também ilusão; Traz também a beleza ou a reflexão, ou qualquer coisa de uma liberdade!

Princesa neutra Por onde quer que alcance o olhar À observar milhões de pintinhas
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Princesa neutra Por onde quer que alcance o olhar À observar milhões de pintinhas piscando para todo o céu iluminar, as estrelas brilham quietinhas! Se por um acaso a lua vier interromper recobrarei as estrelas sem esconder. A lua irá ficar ali a meu lado na dela, mas, saberá que a estrela, que é bela! Uma a uma brilha sem ofuscar a outra formando uma grande constelação! Nenhuma não brilha egoísta do contra. Estivera eu por conta da imaginação... do pequeno príncipe, a princesa neutra; do seu pequeno grande mundo, a ilusão!

Bereré As campanhas de eleição Não passa de ato ceráceo
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Bereré As campanhas de eleição Não passa de ato ceráceo Esse de promessa em vão Que se crê apenas um nécio! Ainda se põe fazer bereré Não vêem que andam de ré Ao eleger qualquer candidato Que fala de olho no mandato! Tudo que falam é coerente Não é atoa que engana a gente Mas, vou dizer uma real: - A mudança é o ideal! O jeito é passar o pente, Pra fazer um Brasil diferente!

A força da luz Tudo, tudo mais que o tudo do tudo vai indo, indo e vou vendo o tempo,
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A força da luz Tudo, tudo mais que o tudo do tudo vai indo, indo e vou vendo o tempo, tempo de tudo no meu indo e indo, de repente tudo para no céu límpido! Tanto, mais tanto azul e mais azul, lindo, o mais lindo azul celeste, encobre a terra do norte ao sul e no centro uma luz transparente! A luz tão forte, mas tão forte e forte mas, doce, serena, toca- me e sinto... Sinto, sinto a luz, a luz puramente! É assim na força que a luz emana, que sinto - me composta e triunfante, é assim que sou eu vida humana!

Formiga ligeira A formiga na jura da mudança Porque tinha em si esperança!
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Formiga ligeira A formiga na jura da mudança Porque tinha em si esperança! Mas, na via que corre a conversa, No rumo se segue a controvérsia, Perdera o rumo da trilha da escolha Escondida ficou debaixo da folha, Pois, já desviaram - se do caminho, O rumo já longe do centro do ninho! Será que não há mais salvação, Á qualquer ponto desta trincheira? Recolheram - se na acomodação, Perderam - se em meio a barreira Supostamente na euforia ou ilusão Ficou a formiga a pensar ligeira!

Boca azul A pedra mostra -me uma boca azul A boca feito de montanhas brutas
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Boca azul A pedra mostra -me uma boca azul A boca feito de montanhas brutas Côncavas rochas e solitárias grutas, Voa pássaro no céu de norte à sul! Eu também quero voar nas alturas Amar o infinito da glória neste vôo Semear alegria á tudo que perdôo Abre - me as asas sem amarguras! Sem o mal vejo suspenso o oceano O tudo no meu universo hei de unir Nem que o desejo for um engano! Farei em toda pedra um jardim florir Atravessarei a gruta do teu desengano E neste tudo enfim meu fim à possuir!

A inteligência e a ignorância "Onde a inteligência fala a ignorância cala a boca"!
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A inteligência e a ignorância "Onde a inteligência fala a ignorância cala a boca"! No ritmo desta escola, briga a sabida e a tosca! A ignorância toma a palavra põe a inteligência rebaixada e nisso o pensamento lavra atua em defesa à condenada! A inteligência foi ofendida acusada de mentirosa e louca, de autoritária e até de bandida! Outras se aliaram a ignorância soltaram sua falácia remediada espalharam endêmica sua ânsia! II A inteligência ficou em silêncio conversou com dona sabedoria, deixando o tolo dizer de um nécio confabular sua cômica alegoria! Quem tem razão reivindica direito, quem tem ignorância faz picuinha, se vangloria e afirma não ter defeito, mas, tudo não passa de artimanha! Logo chegou a paciência e disse: - Parem já com essa grosseria! - Santa ignorância! Chega de tolice! E assim a paz que estava longe, chegando deu um fim à tagarelice, depois saiu no trage de um monge!