Um amor assim... Amor que fala e silencia
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Um amor assim... Amor que fala e silencia Amor que toca e contagia Amor que sente e compreende o coração da gente Ah! Eu quero, sim.
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Um amor assim... Amor que fala e silencia
Um amor assim... Amor que fala e silencia Amor que toca e contagia Amor que sente e compreende o coração da gente Ah! Eu quero, sim.
OUTONO... Tão real! Existencial... Caem as folhas, ficam os ramos
OUTONO... Tão real! Existencial... Caem as folhas, ficam os ramos Doce/amargo sabor da vida Identificado pelo paladar do homem OUTONO... Suaves melodias! Notas caladas... Presença que alenta a alma Ausência que alerta o coração Fim do caminho? Novas encruzilhadas... OUTONO... Inverno, primavera, verão Apagam-se as luzes... Ciclos se completam Nada se perde, tudo se ganha Vivendo a magia de cada estação
Se não vejo meu semblante refletido num olhar perdido, marcado pela dor... como posso desbravar os caminhos do amor?
Dá-me tua mão... Deixa ir o que te marcou Sem dores, nem lágrimas
Dá-me tua mão... Deixa ir o que te marcou Sem dores, nem lágrimas Desapega-te! Vem... Não és página riscada de uma história esquecida Nem folha pisada no chão da vida Levanta-te! Firma teus pés... Caminha leve por entre rosas e espinhos Supera-te! Vem... Dá-me tua mão!
Na medida em que o homem desconsidera o outro e se isola, também perde-se no vazio de si mesmo.
Por que choras, menino? Por quê? Menino crescido Menino criança
Por que choras, menino? Por quê? Menino crescido Menino criança Na dor a lembrança Do amor esquecido Por quê? Menino talento Nas ondas do vento a vida em risco Riscos? Não! Um rosto, uma lágrima... O grito! ...de apelo Menino crescido não chores A vida ...a morte em folhas caídas Pois as marcas da dor São também algemas rompidas
Cedo ou tarde a VIDA sacode quem adormecido está... Porém, muitos preferem virar para o outro lado e continuarem dormindo.
Fim de tarde... Campos dourados! Prelúdio da colheita do que foi semeado em horas orvalhadas... seladas pelos primeiros raios luminosos presentes nas dores e amores do homem, permitindo-lhe sonhar, projetar e realizar em prol de si... da humanidade!
Dores anímicas... Minhas dores anímicas, sutilmente, me desafiam a depositar lágrimas sentidas sobre o passado, repensar o presente, abraçar o futuro e seguir em busca da luz perdida.
Ajustes forçados, contemporizados... Cicatrizes disfarçadas por períodos de silêncio... Inúteis são os esforços para apagar a chama da liberdade que arde dentro de cada ser humano.
Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o…
Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o equilíbrio se faz no caminho do meio... Equilíbrio? Equilíbrio é chão; é lição! É vida pautada no agora, meu irmão!
O CORAÇÃO do HOMEM é grande o suficiente para abrigar o ESSENCIAL a si mesmo e à HUMANIDADE... AMAR, SER AMADO e ENTENDER o SENTIDO da VIDA é o ESSENCIAL; é TUDO o que de fato precisamos em nossa jornada existencial.
Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente.
O comprometimento do homem não brota de palavras mortas ou discursos vazios, desprovidos de humanidade... Brota do silêncio mediado pela consciência do fazer sem alarde.
Piso o solo sagrado do homem e resgato elos perdidos de minha história; revejo capítulos escritos à luz de uma frágil lamparina; completo lacunas no espaço e no tempo; vou ao encontro de ti e permito-me ser encontrada... Assim, descubro-te em mim!
A dor me ensinou que... A vida simplesmente passa... Ou permanece, através dos frutos do amor semeado. E nós, viajantes do infinito, também passamos como cometas descomprometidos com o brilho-guia nas noites escuras da indiferença... Ou permanecemos, além do tempo e do espaço qu…
A dor me ensinou que... A vida simplesmente passa... Ou permanece, através dos frutos do amor semeado. E nós, viajantes do infinito, também passamos como cometas descomprometidos com o brilho-guia nas noites escuras da indiferença... Ou permanecemos, além do tempo e do espaço que ocupamos no universo, através da sensibilidade e do amor alentados pela humanidade. O plantio é agora; a colheita, no futuro! Amanhã... Depois... Não importa! O que realmente importa são as sementes que lançamos ao longo do caminho percorrido, pois um dia alguém as colherá. Semear é preciso, mesmo que seja sob sol escaldante...
O encanto abriga a suavidade da brisa e também a fúria dos temporais... Assim como embala nossos sonhos, nos remete ao labirinto dos pesadelos. Encanto é ilusão... porta aberta ao êxtase ou à dor.
"Não agir": uma atitude sábia... Acredito que a essência da verdadeira ação está no "não agir". Logo, a verdadeira ação consiste em respeitar a natureza, deixando-a seguir seu curso; consiste em se permitir guiar por ela, agindo nos momentos oportunos de modo espontâneo e livre,…
"Não agir": uma atitude sábia... Acredito que a essência da verdadeira ação está no "não agir". Logo, a verdadeira ação consiste em respeitar a natureza, deixando-a seguir seu curso; consiste em se permitir guiar por ela, agindo nos momentos oportunos de modo espontâneo e livre, sem interferências externas, seguindo a voz do coração. A verdadeira ação consiste em acreditar que há sempre o momento certo para agir - nem antes e nem depois -, mas sim o momento certo para abraçar oportunidades; para desbravar caminhos e vencer, sem deixar de ser unidade com a cadência natural da vida.
Desprovida de máscaras, a simplicidade é fonte inspiradora na arte de se revelar em essência... Essência que abriga o valor imensurável do homem, imortalizando-o através de suas ações/criações manifestas na pintura, na música, na literatura... Na arte de viver!
A princípio não é o que nos choca, mas o nosso sistema de crenças que deve ser re-avaliado com lentes mais acuradas... Não podemos mudar a realidade manifesta no AGORA, mas podemos mudar quem nós somos e - a partir da realidade presenciada - ampliarmos nossa visão de mundo para q…
A princípio não é o que nos choca, mas o nosso sistema de crenças que deve ser re-avaliado com lentes mais acuradas... Não podemos mudar a realidade manifesta no AGORA, mas podemos mudar quem nós somos e - a partir da realidade presenciada - ampliarmos nossa visão de mundo para que possamos agir consciente e coerentemente, sendo pontos de luz nas trevas do desamor, ignorância, preconceito e indiferença tão presentes no seio da humanidade...
A vida é um relâmpago nas bordas do tempo... Como viajante do infinito escolho ser luz por uma fração de segundos... ou deixar um vazio somatório de muitos nada como marca da minha passagem.
O ser humano trás em si um espaço interior sem limites onde seus "erros", "culpas" e "dores emocionais" podem ser ressignificados pela força curativa do amor. Cabe a ele a decisão de buscar nos recônditos do coração este manancial e, paulatinamente, experimentar a alegria subjeti…
O ser humano trás em si um espaço interior sem limites onde seus "erros", "culpas" e "dores emocionais" podem ser ressignificados pela força curativa do amor. Cabe a ele a decisão de buscar nos recônditos do coração este manancial e, paulatinamente, experimentar a alegria subjetiva de viver - apesar dos altos e baixos existenciais - ou permanecer ao largo do caminho, lamentando um passado que a muito se perdeu nos mares revoltos do tempo...
Permito-me viver intensa e desapegadamente o amor/presença e também o seu reverso... Assim, terei a real noção dos abismos oceânicos; da amplitude do horizonte; dos "limites" do infinito, em minh'alma, represados.
Ausência... Ausência... Por que vestes
Ausência... Ausência... Por que vestes o véu da noite e desnudas minha alma? Ausência... Por que gritas no silêncio e não ouves meus lamentos? Ausência... Por que insistes ser presença nos meus gélidos momentos? Ausência... Eu preciso te dizer que não aprendi viver com tua amarga presença