O amor é eterno na paz e na guerra.
Frases de Maria Almeida
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Ame mais. Ria mais. Ore mais. Perdoe mais. Seja mais feliz.
Suspirou profundamente. Havia um cheiro estranho no ar, a zumbir nos estertores da madrugada. Os quilómetros que correra tinham-lhe causado dores no peito. Talvez tivesse exagerado. Pensou em adquirir umas sapatilhas novas. Desatou o cabelo e fechou os olhos húmidos, reprimindo a…
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Suspirou profundamente. Havia um cheiro estranho no ar, a zumbir nos estertores da madrugada. Os quilómetros que correra tinham-lhe causado dores no peito. Talvez tivesse exagerado. Pensou em adquirir umas sapatilhas novas. Desatou o cabelo e fechou os olhos húmidos, reprimindo as lágrimas. Engoliu-as uma a uma, até ficar com os olhos secos. As suas emoções haviam-se descontrolado por completo. Horas atrás. Dias atrás. Fechou a mente e apoiou as palmas das mãos nos joelhos, tentando respirar pausadamente, ao ritmo certo dos pulmões. Fazer com que as pessoas a odiassem era fácil. Conseguir que o homem, a quem amava profundamente, a desprezasse ainda mais, era fácil. Difícil era lidar com as ondas que a percorriam dentro de si. Buscava forças dentro dos pleonasmos mais densos do coração, porque já havia tentado todas as estratégias que sabia, para esquecer. Era vital rapar o fundo do poço, dececionar, fazer e dizer coisas que não eram de si, até não restar mais nada e chegar à dor aguda, àquela que a rasgaria por completo, para depois a curar. Deixar doer até não suportar a própria dor, até algo se romper dentro dela. Sabia disso por experiência própria. Sabia exatamente qual era a sua posição. Olhou para cima, centrando o azul dos seus olhos no azul do céu, e o seu rosto suavizou-se. “Quando chegar a chuva”, pensou. Talvez, algures, o silêncio do lugar em que se encontrava, sempre delicado, lhe trouxesse a resposta da sua infância, nas asas leves e perfumadas das flores silvestres que a seus pés cresciam em abundância.
Certas pessoas plantam pepinos e querem colher amoras.
Não deixe o exterior interiorizá-lo exteriormente, seja filtro e peneira, não esponja.
A adrenalina é a sabedoria da liberdade unida ao perigo e despida do juízo.
Quando acordo de manhã e abro os olhos, é como se o mesmo verso poetizasse uma nova e perfumada página…
O azul do mar e o verde da serra são para quem procura fascínio e a natureza em estado bruto.
Afrodisíaco é o meu sorriso abrindo quando sinto o teu sorrindo.
… e todos pensaram que a lagosta tinha errado na maré, mas só ela sabia que maré era a sua.
Eu vivo para Ele, porque Ele morreu por mim.
Eu sou da religião daqueles que fazem vida.
Sinto que o saber sabe menos que o sentir.
Eu respeito-te.
Tormenta a tormenta, aprende-se a lançar e a valorizar a âncora.
Penso, logo sou de mim.
Os amigos verdadeiros deveriam ser para sempre amigos, mesmo quando tomam um outro rumo.
O interruptor só acende quando a inteligência emocional é cozinhada a vapor no micro-ondas durante cinco minutos.
Roubou-lhe um beijo e os seus olhos transformaram-se, profundos. Estendeu os dedos longos e enterrou-os no cabelo, puxando-o para si. Acariciou-lhe a face e ele aconchegou a cabeça no seu pescoço. Tinha o cheiro da fruta da primavera misturado com o da chuva de verão. Abraçou-o.…
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Roubou-lhe um beijo e os seus olhos transformaram-se, profundos. Estendeu os dedos longos e enterrou-os no cabelo, puxando-o para si. Acariciou-lhe a face e ele aconchegou a cabeça no seu pescoço. Tinha o cheiro da fruta da primavera misturado com o da chuva de verão. Abraçou-o. Abraçou-o durante muito tempo. Tão repleta de si. Perdida para o mundo. Silenciosamente chorando o vazio onde o corpo dele estivera. Até ali.
Respire fundo, dispa a sua mente, e tire prazer do lado bom da vida.
A nossa existência é a única verdade numa época de pura falsidade.
Cada um tem consciência da falta que faz a si mesmo, sem imaginar a falta que deixa no outro.
Eu sou a resposta às minhas perguntas.
A melhor forma para se encontrar a si mesmo é perder-se dos outros.