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Frases de Marcus Vinícius Alves de Jesus

20 frases

eu colho o que eu planto e não me espanto mesmo as vezes plantando o que não quero colher
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eu colho o que eu planto e não me espanto mesmo as vezes plantando o que não quero colher não tem o que fazer a gente paga o preço das consequências do nosso querer

ultimamente me sinto perdido no tempo e no espaço virei aquele famoso
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ultimamente me sinto perdido no tempo e no espaço virei aquele famoso maluco no pedaço não sei se estou certo nem se eu deveria ser julgado mas quem é quem pra me julgar nesse planeta alucinado alucinado pela confusão alucinado também pela maldade me vejo no meio de tantas ilusões que nem sei o que é verdade talvez eu tenha perdido o medo da morte me sinto até mais forte mas talvez eu tenha medo da vida e vivo contando com a sorte nem sei quem eu sou não sei o que pensar quem diz saber não se deve confiar eu posso estar num abismo perto do fundo do poço mas não perco minha fé creio que alguma força está conosco talvez seja tudo um teste tenho que aguentar até o fim até porque se eu não viver quem vai viver por mim? enfim esse é meu desabafo mais um poema perdido em meio ao tempo e o espaço ass:maluco no pedaço

errando e aprendendo morrendo e vivendo sempre foi assim
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errando e aprendendo morrendo e vivendo sempre foi assim e vai ser até o fim os dias passam devagar enfrento meus demônios no dia-à-dia pensamentos em conflito nem tudo é como a gente queria admita, o que seria da vida sem esse ar de mistério nessa passageira existência entregamos ao tempo tudo o que nos há de mais secreto

as vezes eu não entendo se vivemos tão pouco pra que arrependimento?
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as vezes eu não entendo se vivemos tão pouco pra que arrependimento? não espere amanhã pra dizer aquilo quem é quem pra te julgar? ninguém tem nada com isso liberdade pra se expressar é disso que precisamos não é qualquer um que tem coragem em meio a tantos estranhos nada pode te abalar e se você morrer amanhã quem vai fazer no seu lugar? viva e faça o que sente porque a vida pode acabar quando menos se espera assim, de repente

independente das dores seguimos sendo atores nesse teatro de ilusões
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independente das dores seguimos sendo atores nesse teatro de ilusões em busca de verdadeiros amores quem me dera se pelo menos hoje eu tivesse a certeza de algo real igual a tristeza ou o efeito entorpecente da cerveja eu e tu nu e cru seres autênticos e originais vivendo na selva iguais animais aí vem uma pergunta na minha mente será que realmente esse lugar nos pertence? já nem sei mais e já é meio tarde pra voltar atrás me vejo em delírios frequentes neurônios fritando em frequências diferentes da gente que se diz normal mas me diz aí o que é normal? eu realmente não sei afinal, isso é real? esse livro a gente começa a escrever já sabendo do final

os dias estavam tão iguais já não estão mais será que é só ilusão
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os dias estavam tão iguais já não estão mais será que é só ilusão ou eu achei em você o que eu nem acreditava mais? sei lá, é difícil responder quem é convicto demais está totalmente cego e nunca vai conseguir perceber vamos esperar para ver ver para crer o tempo traz todas as respostas só ele sabe responder espero que minha intuição esteja certa não quero estar equivocado mas independente de tudo isso me sinto tão bem quando estou do seu lado

⁠tipo um calor gelado um frio quente a gente se prende
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⁠tipo um calor gelado um frio quente a gente se prende preso na mente uma liberdade impotente uma escravidão transcendental fingimos que ta tudo certo o mal deu oi, o bem deu tchau afinal, como diferenciar? a dor que machuca também vem ensinar a verdade é uma ilusão é tudo vista de um ponto a se olhar preferimos o ponto que nos convém melhor que ninguém, é o que dizemos mas sempre um passo a frente do outro a desculpa é que nós merecemos cordeiros quando expostos lobos no anonimato ser humano de aparências nunca quer ser pego no ato a questão não é nem é essa o ponto é a hipocrisia julgamos o próximo como se vivêssemos nas mil maravilhas a vida é sofrida é uma lapidação sem dó muitas vezes ardida vivendo o resto dos dias até voltar ao pó aqui todo mundo nasce morto temos rédeas na mente e quem ousa viver acaba morrendo novamente

⁠terrestre no terreno embaixo do sereno vivendo o momento
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⁠terrestre no terreno embaixo do sereno vivendo o momento fumaça contra o vento observando o movimento o reflexo meio lento com o olho ardendo avermelhado do veneno remédio do pensamento torna brando o sofrimento fica leve o passar do tempo engrandece o pequeno trás paz pro sentimento semente abençoada presente de outro reino

⁠⁠nos conflitos da dualidade terminamos cedo começamos tarde
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⁠⁠nos conflitos da dualidade terminamos cedo começamos tarde o que nos cura também arde onde até o covarde precisa de coragem o amor vira ódio nem sempre os vencedores estão no pódio sérios de tanto brincar os erros ensinam a acertar onde obtemos calma na ira nessa loucura onde até a verdade é, na verdade, mentira

⁠eu não sei a dor que eu transmito nem o alívio que eu trago mas sei que saber disso
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⁠eu não sei a dor que eu transmito nem o alívio que eu trago mas sei que saber disso faz eu ter esperança de aguentar o meu fardo tem males que vem para o bem todo mundo sabe disso mas quando os bens vem para o mal a visualização fica mais difícil expandir o campo de visão ver além dos globos oculares entender que cada cidadão carrega em seu coração diversos lares tem quem tampe o sol com a peneira o que não adianta de nada uma hora a coisa fica feia e a vida vira uma desgraça é como se fossem bolas de neve caindo pelas ladeiras de floco em floco elas crescem capazes de destruir construções inteiras construções essas que tu lapidou com o tempo que vieram do fundo da tua alma não deixe um tormento bagunçar e destruir a tua calma o amanhã é só amanhã imagina se ele não vem não machuque o próprio coração seja sincero consigo para viver bem viva o agora e tenha fé a vida é o maior tesouro quem poema amigo é quem poesia amigo em dobro

⁠uns atravessam o inferno tocando gaita outros se lamentam no paraíso uns explodem fingindo que acontece nada
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⁠uns atravessam o inferno tocando gaita outros se lamentam no paraíso uns explodem fingindo que acontece nada outros fazem belas moradas no precipício uns fogem de si outros abraçam seus demônios uns se cuidam pra continuar a existir outros dançam com a morte em meio aos escombros muitos apaixonados tantos de má fé uns na contramão outros seguem a maré poucos perfeitos talvez nenhum mas muitos na busca mesmo com nada em comum e eu aqui refletindo a passagem perspectiva que obtive observando da margem mesmo tentando ver além do céu aberto a vida não perdoa ninguém caminhando em direção ao incerto sou só mais um refém

⁠as vezes eu penso que eu sei então eu paro e penso de novo as vezes penso que eu sou um sensei
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⁠as vezes eu penso que eu sei então eu paro e penso de novo as vezes penso que eu sou um sensei no corpo de um poeta louco as vezes só sei que nada sei e nem disso tenho certeza as vezes acho que a vida é um replay e tamo preso eternamente nessa cena as vezes a mente se desorienta a gente cai, a vida arrebenta mas ela te ensina e te sustenta a ferida sempre sara, então aguenta!