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Frases de Marcus Menezes

15 frases

Raiz Forte Belos raios solares roubaram meu olhar um horizonte verde a me buscar
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Raiz Forte Belos raios solares roubaram meu olhar um horizonte verde a me buscar o som do todo me fez querer roubar raiz forte me fez saciar Porém, perdido em raios de desprezo contra o horizonte fui soprar Despejou-me raios escuros Para que eu a pudesse desabrochar Em pedras estávamos a festejar Em horizontes estávamos a nos desejar Em vida estávamos a nos encaixar Em intensidade estávamos a nos amedrontar Medo! de errar ou de acertar? Viver ou deixar a vida passar? Sorrir ou chorar? Abraçar e ter que deixar Assim deixaste seguir em frente Permitindo que o horizonte guiasse a gente...

Contato Leal o seu sorriso me fez encantar e o nosso acaso de caso sem nos notar
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Contato Leal o seu sorriso me fez encantar e o nosso acaso de caso sem nos notar e vc atoa só para dançar e mostro que fui feito para amar O seu corpo todo a me desejar o seu olhar me come com um jantar seu nego estava a lhe esperar e em sua vida eu tive que entrar O seu sorriso aprumava as suas belas feias planando nos meus olhos num passo leal que me preparavam para sua ceia e acordo vendo sua fome num passado real. Você com a lealdade registrada exagera demais fez bagunça na realidade desse pobre rapaz transportou o seu passado me tirando a paz que só fui atracar em seu cais Acabou com o seu antigo rapaz por ele cansar de ser seu capataz só fui te mostrar como se faz vc me mostrou que não era capaz enxergue que eu não trago a mesma dor acabou com todo o nosso fervor te largo como quem larga um apontador e vou embora com a sua dor

Pequena, bela, ela serena, rara, linda singela, vida amiga
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Pequena, bela, ela serena, rara, linda singela, vida amiga amena beleza dela Chega, mostra, inventa vida ensina a flora beleza agora interna minha eterna materna Esperança minha vida segura ela sorria ela já sabia vida dela ficaria Prosa, chora, alegra generosa criança pula, voa, anda Ana.

A Desagregação e o Retorno ao Todo A morte não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, reto…
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A Desagregação e o Retorno ao Todo A morte não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, retornam à natureza e, nesse mesmo processo, libertam aquilo que nunca lhes pertenceu inteiramente: o intelecto, a vida, o eu, a individualidade. aquele que sentiu e viveu embarcado no corpo, que agora se desfaz, que volta a natureza O intelecto (a capacidade de perceber, julgar pensar, coordenar cada membro) não é uma criação do criação do cérebro apesar de estar intimamente ligado a ele, mas uma expressão do próprio universo. Ele é a centelha consciente do infinito, um fragmento do Todo que, por breve tempo, assume a forma humana e experimenta a existência sob os limites da carne e no comando desta. Quando nascemos, é como se uma fração do cosmos se adensasse em nós, uma gota do oceano cósmico ganhando forma e identidade. Vivemos, pensamos, sonhamos, e por um curto lapso acreditamos ser algo separado. Contudo, quando o corpo já não consegue sustentar a contínua dança celular que chamamos comumente de vida, essa gota retorna ao mar. Nada se perde, tudo se transforma, (parafraseando um grande cientista ), e o intelecto, sendo energia consciente, não poderia ser exceção. Ao desprender-se da matéria, ele se reintegra ao universo, dissolvendo-se em tudo o que existe. Passa a ser todos os lugares, todos os tempos, todas as dimensões, assim como uma pedra de gelo no oceano que ao derreter e “morrer”, não morre apenas passa a integrar o oceano. Assim como nos sonhos, onde somos muitos e estamos em toda parte, o intelecto liberto já não conhece fronteiras: torna-se o Todo novamente. Não há mais o “eu” individual, há apenas a unidade essencial do ser. A morte, então, não é uma tragédia, mas um retorno, o reencontro do fragmento com o infinito, do gelo com o oceano da consciência com o silêncio que a gerou.