No silêncio da minha mente confusa, Eu me perco em uma busca incessante, Comparando-me com um ideal ilusório,
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No silêncio da minha mente confusa, Eu me perco em uma busca incessante, Comparando-me com um ideal ilusório, Que me faz sentir tão distante. Busco a perfeição que nunca alcanço, Nas sombras da minha própria imagem, Me cobro, me culpo, me machuco, Nessa busca constante por uma miragem. Vejo o mundo lá fora, tão cheio de luz, E me vejo na penumbra do meu ser, Me comparando com o que não sou, Esquecendo o valor que há em me conhecer. Às vezes, me sinto pequeno e frágil, Diante do espelho implacável da idealização, Mas preciso lembrar que sou único, E encontrar a beleza na minha imperfeição.