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Frases de marcos fereS

271 frases

Todos vivem da misericórdia. Imaginando viver da própria força. marcos fereS
A Pedra Recebia os raios do dia. E a noite a luz do luar.
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A Pedra Recebia os raios do dia. E a noite a luz do luar. Mas, por um movimento da vida. Ao fundo do rio. A pedra passou a morar. E águas em correntes tórridas. Em limbos a encobria. Lamentos, após lamentos. Agora jaz. Calor não se fazia. Não que não houvesse luz. Por seus elementos a transpassar. É que luz, aquela pedra não via. Escondida em águas frias. Sem esperança , noite e dia Se deixava derrotar. Pensava ser eterna. Aquela forma de pedra, e por ali. Para sempre ficar. O calor que outrora aquecia, Ficou escondida em saudade. Porém por um fato, um destino, assim mudou. Aquela pedra rolou no abismo. E aquele fundo de águas, Passou para cima da terra. E todo aquele frio deixou. Foi para em uma estrada, por onde havia rolado. E no quebra dessa pedra. Em duas partes ficou. Novamente em luz aquecida. O limbo do Bardo tirou. Novamente se descobrindo. Com toda a água caindo. Seu interior não atingiu. E mais alegre ficava. Os raios do sol que a secava. E, da vida não mais reclamava. Da felicidade já ignorada. Da ignorância, do limbo, Aquela pedra já não estava.esquecida. Servia em uma estrada. Para pavimentar um caminho, que por ela passava. marcos fereS

A simplicidade do mesmo Corro para saber as novidades, do que, pouco sei.
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A simplicidade do mesmo Corro para saber as novidades, do que, pouco sei. As noticias que preciso saber. Para ratificar do que nada sei. E o novo que procuro. Se nem sei , se vou gostar. E se acaso um dia estiver com aquilo. Contar com as horas para largar. Noticias. Compromissos. União parcial. Impermanente. Sem ressentimento.Não deu. Segue em frente. Já não sabe ser feliz. Daquilo que sempre quis e procurou. Não deu certo largou. Longe dos olhos. Mas dentro do coração. Movimentos de vidas. Esquecidas no tempo. Felicidades sonhadas. Jogadas ao vento. Mais um casamento. Largado sem dor. Não deu certo. Não era amor? A simplicidade do mesmo. Com o tempo se perdeu. Se agradar , com tudo, mesmo pouco. Segredo de sobra de vida. A seu dispor. marcos fereS

Entenda o mundo não cabe em Si. Quando existe trevas, não quer dizer que não existe Sol. O paraíso não está só La.
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Entenda o mundo não cabe em Si. Quando existe trevas, não quer dizer que não existe Sol. O paraíso não está só La. Então levanta a cabeça e pare se sentir Dó, de si. Fa ça alguma coisa para sorri o coração. Pare de percorrer o passado e andar de Ré. Sorria e deixe de Mi mi mi mi. marcos feres

Mover do Amor Quando o limálio do ferro em brasa. Se atrita e cai ao chão.
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Mover do Amor Quando o limálio do ferro em brasa. Se atrita e cai ao chão. Também cai o grão na terra. E novamente nasce o pão. As águas que movem os sonhos. Procurando procurando se queimar. E assim desde o começo. "Creando" tudo. No mesmo lugar. Muda-se os sonhos. Muda-se a geração. Só não muda, a terra . Capricho e ilusão. Quando forte se faz atrito. Desbastar é preciso.. Se a fome se faz vício. Deves pão para compartilhar. E a ideia de pensar. já de tudo saber? Abaixa o fogo e amorna a água. Do que precisava aprender. Banhar novamente nas águas. Onde o fogo não apaga. E não queima em se fulgor. Esse fogo que tudo agita. move os mundos e não se atrita. Só conhece como verdadeiro. Todos os atos que por inteiro. Foram realizados. Pelo mover do Amor. marcos fereS

Vida Acontece Acontece vida, acontece. Se faz de mansinho e esquece.
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Vida Acontece Acontece vida, acontece. Se faz de mansinho e esquece. Tantas palavras para descreve-la. Tanto de felicidade imensa. Ou de ignorância insana. Continue acontecendo. E retire do homem. Todo o poder de decisão. Esta posto. Não está preparado, para tamanha imensidão. Para decisão concreta. Rápida, Para determinar o destino. Enrolando-se em princípios. Para depois voltar. E podendo usar do privilégio do arrependimento. E, por-se novamente em correto. Para o Recomeçar. Esquecendo-se das dores sofridas e causadas. Acontece vida . Acontece. Apesar de tanto atrito e aguilhões. Eles não sabem o que fazem. E o que só fazem. É viver. Sentem medo. O que ignoram. Vaidade. Da certeza. Até o encontro da paz tão pura. Escondem e preservam , a persona, em um véu, de vontade. Onde se esconder é lei. E faz dessa árvore o seu fruto. Protegendo a continuação, da própria genealogia. Dia após dia. Onde a vida acontece. marcos fereS

Na terra dos Tupinambás Um passo no escuro, corrompendo um futuro.
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Na terra dos Tupinambás Um passo no escuro, corrompendo um futuro. Na terra dos Tupinambás. Um sentido arredio. No ar um desalinho. Da cultura esfacelar. Ainda a ideia tacanha. Das lutas de instituição. Criação de ratos, para; Devorar brasilês. Com emenda, e corrupção. Não és do quinhão dessa raça. És pérfidas ocupação. Que logo há de passar. Com olhar de nojo da população. Se jogasse a toalha. Entender-se poderia. Mas as rusgas da miséria. Se confunde com poder. E se não tive pão. Que comam broas. Corta tudo em guilhotina. Já não é mais são. Esse jeito de ser. Desse sonho nem um grão. O que sugere essa mentira. Até argumentar? Essa vontade de se apoderar. Das terras dos Tupinambás. marcos fereS

Coração de Silício Um pequeno banco de madeira. De baixo de um telhado.
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Coração de Silício Um pequeno banco de madeira. De baixo de um telhado. De onde se pode os pingos de chuva, molhando as folhas e flores de um jardim. Dispõe desse tempo na vida? Sem uma quantidade de silício, há um metro de distancia. Que dita a forma de que, precisa ocupar os pensamentos. Se assim for. Considere-se feliz. Ainda possui a liberdade simples. aquilo que realmente importa. Para você e aqueles a quem ama. Ainda pode realizar em seu redor modificações. Do tamanho de seu coração. Coração com com sentimentos humanos. Que não segue misturado ao silício. marcos fereS

A semente de ervilha Enquanto a semente crescia, sonhara em potencia.
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A semente de ervilha Enquanto a semente crescia, sonhara em potencia. Conhecer todo o uni e verso de Deus. Já colhida e levada com outras sementes, por uma estrada, entre dois pontos equidistante. Em um solavanco causada por uma pedra; desceu ladeira abaixo. Enquanto outras sementes ficaram secando no asfalto. Abaixo do sol. Caída em terra firme. Fincou raiz a ali mesmo, agradecendo toda a água. E nutrientes que a mantinham com vida. Fez-se crescer seus ramos e multiplicar-se em seus atributos, de ervilha. Já madura aprendera em potencia. Que o uni e o verso não lhe cabia. Em potencia. Mas para sua proteção. Mas também aprendeu que, somente ela e sua descendência, poderia ser ervilha. Outras que foram levadas pela estrada afora. E, em cada parada se transformavam. Umas em alimentos, para o mundo em rodizio de beira da estrada. Acompanhada de uma folha de alface. Outras se tornaram transgênicas, e não puderam mais reproduzir-se. Algumas esqueceram da própria natureza ao potencializar ideal, de algo que não cabia sua natureza. E quando tomaram conhecimento dessa verdade, Já havia terminado a estrada. E outras finalmente, foram plantadas em em solos adubados criando raízes, para melhorar nova safra. Assim. Nova geração estava garantida. Agora a ervilha no caminho, já não reclama o seu destino. Não precisava mais compreender o uni e o verso. Para saber que. Só precisava desenvolver. Toda sua potencia de ervilha. E sabia que, as fantasias de uni-potencia. uni-presença. Uni existencia. Uni-poder. Bem; era só fantasias. E podia brincar fantasiando com seus ramos. Ser uma imensa floresta. marcos fereS

Da coragem a posse " O empoderamento do mover-se, em conformidade da paz de
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Da coragem a posse " O empoderamento do mover-se, em conformidade da paz de que passa existir no coração, Tão logo a verdade toma conta do espirito. É o que liberta, acalma e transforma vidas. E por ser tão especial. Esse mover-se junto com a vida, e com a vida. Cai a naturalmente as máscaras sociais, Onde a persona, que estava aprisiona a alma. Passa a sentir a liberdade do existir. Leve, sem o juízo, que fora imposto, desde, os tempos mais remotos do existir. E; essa nova maneira do ser . Estar. Costumam chamar de milagre." marcos fereS

Razão e coração Sabia que um dia. Em que nada seria. Senão memórias em fragmentos,
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Razão e coração Sabia que um dia. Em que nada seria. Senão memórias em fragmentos, daqueles que passaram por mim. Simples realidade. Em que; o conformismo dos anos. Já não assustam mais. Mas a perda sentida. Seria a que todos acalentam. Fazer o bem.Da melhor forma, Expressar o que há de bom. Do que existe, no fundo d´ alma. Todos possuem esse atributos. E o sentem. Quando não estão jogando, o jogo da vida. As forças para construir e destruir. são igualmente de razões para o melhor. E corretas. Mesmo que; equivocadas em resultados. Não existe perfeição, sem experiencias, fora da natureza. E somos a soma das experiencias passadas. Ou é natureza em manifestação. Ou uma razão alterando a natureza. O certo e o errado. Estão nos olhos quem os observam. E cada olho. Possui seu próprio mundo. Chegar a razão. Se denotou, uma face de evolução dos homens. Porém com paradigmas errados. As vezes.Torna-se involução. Porque a característica da natureza, é regenerar-se. E os homens, correm o risco de não possuírem tempo, para se recomporem. A razão com sabedoria, escolhe os melhores paradigmas. E com isso a alma, se torna , cada vez mais leve, conforme seus seus julgamentos e conformidade, Esse atributo da alma. O homem carrega em sua passagem Pela natureza desse planeta. As memórias, organizadas em razão. Com o tempo se organiza a natureza interna. A lógica é a passagem para a memória, que irá reproduzir a experiencia. E o sentimento natural, que angustia. É a falta de tempo para realiza todo amor internalizado, que se concentra. No coração, Desde de sua primeira batida. levando alimento ao cérebro. para fazer nascer a razão. marcos fereS

Suave Brisa do encanto suave de uma criança. Fixando o olhar.Em um ponto indefinido
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Suave Brisa do encanto suave de uma criança. Fixando o olhar.Em um ponto indefinido no tempo. Em que nada espera. Além de brincar e ser feliz. Suave momento, que nos sequestra por dentro.E nos esquecemos de tanta preocupação. Guerras acirradas com o mundo e tempo. Deixando escapara bons momentos. Por medo, culpa ou competição. Quando foi que deixamos de ser crianças? E ; quando na vida. Nós mudamos a razão? Cada um por si .Deus por todos. Mas nem todos, com o mesmo quinhão. Suave, também deixou de se o olhar para a vida. E não se lembra mais. Quando? Alcançar o próprio espaço. Lhe fez correr , e ocupar a situação confortável. Na precisão , preciosa do ser. Para proteção e conforto. Não foi só você. Conforto. Contido armazenado e esquecido. Ficando , a um passado distante. Um momento perdido. Que nem se lembra mais. Associando a um um momento suave. Onde o medo não chegaria chegaria mais. E aquele momento suave, se estenderia, por toda uma vida. Em continuidade de um sonho. Assim, como. O olhar da criança. Sem apego. Sem nada apenas largada em suas mãos. Com o espirito repousando no Anjo de sua proteção.. Suave , compartilhando a viagem, ditada apenas pelo coração. E, naquele olhar. Trazer-lhe a lembrança. De que. Quando criança. Seu olhar para a vida. Também foi assim. Em que, nenhum ato, não se realizava por exagero. E se ouve-se esforço , seria para um maior prazer. Como pedalar no parque, ao encontro da brisa. Ou ser levantada para o alto em seus braços, para poder sorrir. e com um olhar suave. Ensinar onde se encontra, O tesouro da vida. E a verdadeira felicidade. marcos fereS

A Bateria Colocada no sistema, transportada se fazia. Concedia muita luz, por tudo que se fazia.
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A Bateria Colocada no sistema, transportada se fazia. Concedia muita luz, por tudo que se fazia. Iluminava com tanta força, que tanta vaidade não cabia. Era farol, alto falante, rádio, razão e alegria. E o tempo passou.e a franqueza dividia. Não aquela que clareia. Mas aquela que sentia. Teve que aprender . Que própria energia não era que produzia. Apenas acumuladora. Do que a correia lhe permitia. E as placas se juntavam, em todos o passar dos dias. E força da iluminação, era apenas um presente, que já não ocorria. Precisava água destilada, Senão seca ficaria. E a luz que distribuída a vontade. A verdade quedaria. Precisaria escolher, entre a necessidade e o desejo. Parte de um sistema, agora se descobria. De onde a correia girava. Um motor ali havia. E sem o combustível o alternador não rodaria. E viver sem produzir luz´necessária. De nada adiantaria. marcos fereS

O mundo de Inha Nascera como tantas quantas, nascera. Crescera, como tantas quantas. Com o que se tinha.
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O mundo de Inha Nascera como tantas quantas, nascera. Crescera, como tantas quantas. Com o que se tinha. Sagrou-se que, por inteira. E aos poucos. Por capricho ou desejo. Tornou-se o mundo de Inha. Pelo fato de ser e estar. Apropriou-se do direito que havia. E; em todos os movimentos, sufixais. Colocava sua marca. E; em toda conjugalidade, Na sua palavra, prolixa fazia carne. Expressão de seu próprio ser. A sua marca no mundo. O seu nome ela tinha. E todos os pensamentos e atos. Que então; lhe adivinha. Acostumara ao final. As vezes sem perceber. Acrescentar o seu sufixo. A sua marca. Inha. Com o hábito no tempo. Não mais percebia. Mas em todo seus movimentos. Cristalizava, o que se carregava por dentro. Daquilo que, se tinha. E de sufixo. Por sufixo. Aprisionou-se no próprio nome, as acoes de Inha. E sem economizar.Passara pela vida. E ; o que, precisava ser recebido como graça. No final de todos os verbos. Com sua marca terminaria. Nesse mundo. Já não encontrava. E viver fora de si, não podia. E para todos a projetava. A forma que continha. E, em cada vida que atravessa. Por suas ações se notava. Seu único jeito de ser. Se acostumara , onde estava. E no final. Por tudo que passava. Seu efêmero jeito que usava. Sua sombras no mundo deixava. Esquecerá. Estava aprisionada. Mas todos a percebiam. E assim. Aos poucos se afastavam. Vivia em um mundo auto encantado. Um mundo, que por si limitado. O mundo de Inha. marcos fereS

O Fruto A mentira é sempre mentira. Não importa o caminho em que se embriaga.
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O Fruto A mentira é sempre mentira. Não importa o caminho em que se embriaga. Um dia o Juízo que gira em torno do próprio ser, há encontra. E o ajuste se torna Lei. Se em escorregão do destino. Seja do sonho que não se cumpriu. Daí a vida chama a mentira para dançar no papel de vítima, no calo do pé, que usava um band-aid para esconde-lo. Enganar a quem? A vida? Há quanto tempo perdido. Escolhe viver o real? O ideal? Ou a fantasia? Em qual pedaço de consciência, prendeu-se em vida. Quantas areias já escorreram pela ampulheta. E o tempo quieto a observar , tamanha insistência, em deixar de viver de verdade. Em rodopios moinhos. Onde um dia, sucede o outro. Em um apertar de botão, em uma tela cheia de fantasias , nos labirintos dos pensamentos. Onde o verdadeiro caminho. Não se encontra. E os pensamentos não se aquieta. Encontraste sua própria verdade? Definiu ideal? Preferiu viver da vida. Um eterna fantasia? O sintoma é o juízo interno. Cobrando o amadurecer, pela paz sentida. Através do bendito fruto de vosso ventre........... Marcos FereS

"Viver julgando. É um oficio reservado para poucos. Aqueles que, se apoderam dessa forma de raciocinar. Atrai para si. Juízo daquilo que julga vinte e quatro horas por dia.
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"Viver julgando. É um oficio reservado para poucos. Aqueles que, se apoderam dessa forma de raciocinar. Atrai para si. Juízo daquilo que julga vinte e quatro horas por dia. E, a cada Juízo errado. O próprio corpo é padece. Somatizado em derredor da própria alma apenada." marcos fereS

Medo de Voar Se soube quem és. Te libertarias num beijo.
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Medo de Voar Se soube quem és. Te libertarias num beijo. Quem ama não prende. E não trai um desejo. Vive na alegria do amor correspondido. E estaria ao seu lado. Cada vez que sentir-se A vontade de voar mais alto. E te ampararia. Quando tivesses que Regressar ao seu ninho, para renovar suas forças e , elevar-se novamente, para seus sonhos mais queridos. Se liberdade pretendes? Já as possuis? Um coração que amarra outro coração. Não consegue ser feliz. Que espontaneidade haveria em capricho enfermo? Em um beijo que uni as almas? Amor pacificado? Contaminado por ciúmes? Que sacramento cínico seria. Perante Deus e os homens. Jogo, um jogo de perda de vida e de tempo? O dia. Que conheceres , quem tu és. Apareça. Amar não é pecado. Sentir desejo de ser amado. É natural. E fechar-se em pseudônimo. É negar a vida. É medo infantil. Ou soberba, de quem acha muito. Só. Marcos fereS

Anima de Gaia. Girando em sentido a vida. Tanta vida que não cala.
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Anima de Gaia. Girando em sentido a vida. Tanta vida que não cala. Porque vontade distraída. Sabe o rumo, em sentido. Da astronomia a rodar. Um ponto clareando o escuro. No cosmo, para guiar. Tanto lá, assim aqui. Tudo igual. A vida vestindo, O corpo, daquilo que é natural. Se na areia, no céu se esquece. O que dizem as estrelas? Mirando no chão da terra. O olhar da linda sereia. Saber da física para contar? Se a força que conta é a atração. Tanto muito, quantas , poucas? Se já tens a intuição. Atrai, o que é precisa, E solta, em tempo certo no ar. Seja a vida temo incerto. Só para fazer e melhorar. Não se explica. Só extinto. Vem o malho da razão. Não planejei. Logo sinto. Foi apenas por paixão. Solta quantificada no espaço. Atrai olhares. Suspensão. Só um ponto, rodando no espaço. Gaia, girando. Perfeição. Marcos fereS

tu não é eu Tu não é eu. Tu é isto.
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tu não é eu Tu não é eu. Tu é isto. E, isto. É o que somente, Tu, vês. Por isso gastas tantas energias. Tentando se eu. eu vivo , sempre no passado ou no futuro. Tentando ser fantasias nesse carnaval. mas. Só estais no presente. E estar na realidade, Sem o sentir-se grato. É falta de aceitar eu. E vive tentando ser eu. Rodando nos moinhos de ventos, Soprado. Como folhas secas no ar. Tentando ser isto, que Sou. Mas eu, não Sou. E tu. É isto. E, isto. É o que somente tu vês. É preciso amadurecer. Para que, enxergues eu. Para começa ser isto. Idealizando e sonhando ser eu. Porém, começando a ser tu e Ele. Em verdade. Sem projeções. Apenas sendo e estando, Nele. tu não é eu. tu é isto, o que somente vês. marcos fereS

Se desejas prender? Prepare-se para sofrer. Se desejas apenas usar?
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Se desejas prender? Prepare-se para sofrer. Se desejas apenas usar? Ninguém segura o vento. Passarinhos presos, Não cantam de felicidade. Cantam de saudade. Saudade em que eram livres, Para voarem por onde desejavam. E voltavam para os seus. Porque os amavam de todo o coração. Quando caçados e colocados em jaulas. Se entristeceram, e vendo o tempo passar. Sem nenhuma esperança. Apenas um olhar breve do caçador. Fechou-se em seu mundo. E nada mais espontâneo de suas almas. Senão apenas o gorjear da mesma canção. O coração aprisionado. Nada mais faz. A não ser, breve repetição. Não deseja chama a atenção do caçador. Não deseja novas brincadeiras. Seu espirito está preso. E só expõe a carcaça , para seu algoz. Também não deseja liberdade, Se não for de seu espírito. Livre aceito e respeitado. Porque sabe. Que aquele que prende. Também está preso. E não sabe. Vive a ilusão de possuir o vento. Mas o vento. Que também é vida, Não se segura. E sopra aonde quer. Marcos fereS

Afinação Não aperte a corda demais. Assim ela não conseguirá,
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Afinação Não aperte a corda demais. Assim ela não conseguirá, afinar-se a música que está no ar. E que você não vê. As ondas que são empurradas, aos seus ouvidos. São perfeições, matemáticas. Que regulam e suavizam, suas idéias e pensamentos. Por isso. A sensação de bem estar, quando de uma música bem tocada. O instrumento, revela. Mas a música, está dentro de si. Se te esqueces. E aperta demais, por um ignorante desejo. Ou mesmo, afrouxa as linhas tênues, dos próprios pensamentos? Permanece sem encontrar sua própria música. E afinar-se a ela. E a harmonia, da vida. Vivida com todo o esplendor. Se acostuma, com vibrações, de pequenas sonoridades, de graves, escalas. E poucas subidas, há afinações, mais refinadas da vida. Dizem que a música é mágica. Digo que não. Ela é caminho. marcos fereS

Eternidade Se não for surpresa. Lhe será um presente.
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Eternidade Se não for surpresa. Lhe será um presente. Você já está na vida eterna. Se não percebe.É porque não sente. O sentir vem do coração. Mas a projeção. Faz seu pássaro não parar de ir. Se debate na gaiola pensando? O que será de vir? E não se permite, estar no presente. Porque o presente, não deseja sentir. Ou por medo? Ou expectativa. Um salto quântico? Merecimento. Ou por não saber onde ir. O tempo inexiste. As horas invenção. Inverte , a forma de olhar. E quando acostuma? Condição. Os olhos e pensamentos. Sempre no amanhã. E quando ver. Já passou. Tudo se fez, novamente. E de vez, em quando. Adaptação. Nova invenção. Conseguir parar. Para sentir o coração. Tornou-se exercício penoso. A razão crítica e pura. Ocupou, seu lugar e seu apreço. E o que a ciência não explica? Fez da vida um adereço. Onde antigas sabedorias, Se perderam em selvas, e, em mosteiros distante. E o que não fosse moderno. Não seria verdadeiro. Dai a eternidade perdida. Não sentida a cada respirar. E como mudar a vida? Se a razão aprendida? Se precisa acompanhar? Como mudar o caminho do coração? Se o condicionamento, se tornou lei? E como conseguir amar. Se não projetar, o que se tem? A paz, projetada, na alegria , na euforia. Por uma foto gravada. Congelada. Numa compulsão expressiva. E valores pacificados. No fundo do coração. A razão, não explica. É só dá solução. Substitui, o sentir. Critica, Kant, da razão pura. Solução coletiva. Para onde se deve ir. O que substituir. O que preencher. O que compartilhar. Você já está na eternidade. É preciso se aceitar. A eternidade não esta, e projetar. E se aceitando. Muda. O que preciso mudar. E o peso da ilusão, carregada. Passa a aceitação corajosa. De saber o que realmente se deseja. E o caminhar fica mais leve. E não fica contando as horas da a eternidade. Mesmo porque. Você já esta Nela. marcos fereS