Oh, doce rosa solitária, No jardim, tão desamparada, Pensava estar sozinha, sem ninguém,
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Oh, doce rosa solitária, No jardim, tão desamparada, Pensava estar sozinha, sem ninguém, Mas um jardim inteiro a acolhia também. As outras flores, em volta dela, Cuidavam com carinho, sem sequer vê-la, As abelhas zumbiam ao seu redor, Levando o seu néctar com muito amor. E assim a rosa percebeu afinal, Que não estava só, nem marginal, Pois o jardim inteiro era seu lar, Um lugar onde podia desabrochar. Então, a rosa sorriu radiante, Por ter encontrado amor constante, No jardim que a acolhia com devoção, Mostrando que nunca estava sozinha, afinal.