A retina egoísta, altruísta e anômica, o aromatizado mundo não vê passar. O coração espalhafatoso vai deixando de pulsar; falha armadura a penar.
Frases de Marcelo Calderari Miguel
72 frases
A vida acelera e quase macha... Sintonia nunca é regra, pode gerar angústias e selvas. A coisa é incerta e, não ficará pedra sobre pedra. Desmontam-me e quebram-me, sangro!
Vinho, Café e Licor… Não esqueça o sabor. Busco tanto amargor. Que venha um Ser de papo faceiro, um leal cozinheiro, alguém que me dê ardor.
Acessibilidade é um norteador, pilar para todas as atuações.
Café, Licor e Vinho, por favor! Sou um tanto acolhedor nessa arte de brindar. Traga tudo, toda orientação e o amor; e alguém com muito vigor... Que venha, venha sim, com papo brejeiro, um leal tesoureiro, alguém para me transpor.
Poesia é não só nasce e mostra em si real sentimento de esplendor: quem as gerou? Cara aberta ou no anonimato, experiência de voar. Eis a êmula taça de uma alma que mergulha em duplos sentidos, ímpar jogatina, ímã e seus polos traz-e-leva: Penumbra, Penhasco, Pastagem, Paisagem,…
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Poesia é não só nasce e mostra em si real sentimento de esplendor: quem as gerou? Cara aberta ou no anonimato, experiência de voar. Eis a êmula taça de uma alma que mergulha em duplos sentidos, ímpar jogatina, ímã e seus polos traz-e-leva: Penumbra, Penhasco, Pastagem, Paisagem, Paradoxo, Presença, Panaceia, Parábola, Perleúdo, Presteza, Percalço, Primado. Poesia e poemas são muita mais paixões, e, penduricários, feitos especialmente para tocar você! Presente, passado e porvir.
Poesia reflete vida – e desta natureza provém imperfeições várias. Poesia é sina, e é certamente ir além dos reais limites da contextura e da mera moldura métrica.
Café, Vinho & Licor… Traga tudo meu amor. Sou um tanto carecedor. De um papinho ligeiro, de um leal companheiro, de alguém para me contrapor.
Breve, semibreve, muito breve é a vida. Às vezes é um concerto de sonhos na cabeça. Outras vezes é um descompasso de alegrias.
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Breve, semibreve, muito breve é a vida. Às vezes é um concerto de sonhos na cabeça. Outras vezes é um descompasso de alegrias. Muitas outras são delírios, revelam edificação magnífica.
Forte Penedo, rochedo: as margens da Baía de Vitória é tenaz revelação e força! Se o rochedo falasse, muita historia teria esse rochoso litorâneo maciço. Poder-se-ia dizer que é o guardião dessa baia.
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Forte Penedo, rochedo: as margens da Baía de Vitória é tenaz revelação e força! Se o rochedo falasse, muita historia teria esse rochoso litorâneo maciço. Poder-se-ia dizer que é o guardião dessa baia. Conta-se que em dia de tempestade e de vazantes marés, horripilante gemidos dele saia.
Palavras! Quem as entende? Ora doce, suave, meiga e terna. Ora triste, agressiva, áspera e bruta.
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Palavras! Quem as entende? Ora doce, suave, meiga e terna. Ora triste, agressiva, áspera e bruta. Provocam saudades e tormentos. Machucam e amarguram. Afligem e alegram. Torturam.
Haja coragem, oh porto seguro! O ar é elogio, a prudência e a ira um atributo. Escolhas há na vida, veja qual é o pano e o palco… Ambos tecem longo fio na efêmera arte, no tenaz território de poder e das pantufas.
Poesia é pintar um quadro de palavras além da singela janela na chuva ou, da simples conversa da missa e de bar. A poesia exprimi a arte de experimentar, e aguçar a mente com provocações vastas, arrancando da espreguiçadeira o valente. Reacionária essência, visa o mágico poder d…
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Poesia é pintar um quadro de palavras além da singela janela na chuva ou, da simples conversa da missa e de bar. A poesia exprimi a arte de experimentar, e aguçar a mente com provocações vastas, arrancando da espreguiçadeira o valente. Reacionária essência, visa o mágico poder de denunciar. Poesia é carrega tônus, informalidade, inconformismo – vociferar.
Vida longa, vida breve... Muita arte marca a sina. Queria que fosse grandeza, queria tivesse mais fantasia. Pouco a pouco ela finda, num misterioso trajeto parte.
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Vida longa, vida breve... Muita arte marca a sina. Queria que fosse grandeza, queria tivesse mais fantasia. Pouco a pouco ela finda, num misterioso trajeto parte. Pela tangente da lógica ciência, deflagra a sutil blindagem.
Palavras! Quem as entende? Ora doce e suave, ora ardil e bruta. Queria possuir palavras-alvitres inclinando prudência e resistência.
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Palavras! Quem as entende? Ora doce e suave, ora ardil e bruta. Queria possuir palavras-alvitres inclinando prudência e resistência. Que a tênue linha da vida, haja extremos de lisa arquitetura e de bel-prazer
O amor mais bonito, é o que não se vive. A convicta crença é sentir – o Ser humano é mais forte que as paixões!
Tenho em mim uma rede de palavras. Entre cinco e seis as que mais uso. Palavras abraçadas e entrelaçadas.
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Tenho em mim uma rede de palavras. Entre cinco e seis as que mais uso. Palavras abraçadas e entrelaçadas. Uma a uma ‘coletadas’ num arranjo bruto.
Minha vida é como uma estrada na lua... Há as cavidades de pequenas dimensões, ora são gigantes e até turvas.
Tem lutas que não têm vitória; há caminhos sem saída. Acontece de um tudo nessa vida!
A vida é uma estrada da lua, tem encruzilhada e pista, amores e dissabores
Minha vida é como uma estrada na lua É preciso parar, olhar, cuidar, reparar, direcionar esforços Nessa estrada estacionar não é uma questão singular!
Na incrível artimanha de recosturar a vida, superação sou.
Entre nós e a cachaça há relações contundentes. Entre nós, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.
Entre nós e as cobras rasteiras há fogos ardentes, perfis chamuscados.