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Frases de Mar ia

18 frases

Meu colo é leito mareante, Que afoga sentimentos... Tempestades e ventos arrebatem-me,
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Meu colo é leito mareante, Que afoga sentimentos... Tempestades e ventos arrebatem-me, E batem desesperos... e vésperas. Me desfaço, liquefaço! (Para que me reinventes...)

Ah! Tua presença sublime, Pouco menos que sufocante! Ao lembrar-me de ti tão perto
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Ah! Tua presença sublime, Pouco menos que sufocante! Ao lembrar-me de ti tão perto Suspiro... E ao suspirar Te respiro... Em respirar te aspiro Numa taça de cristal finíssimo, E absorvo... Fulgores dourados de sol... Flamejantes... E torno-me gaivota dourada A alçar vôo alto, mais uma vez Resvalando no espaço/tempo Esperando... Que o tempo passe, depressa! E a cada dia que me escorre, Aguardo aquele toque a mais, Que de mansinho virá me invadir Com aquela sensibilidade tal, Que há muito me alcançou. Até lá, sacio-me com recordações E a ciência de sua terna existência Que me é vital, pois só assim suporto, Por mais um tempinho apenas Sem padecimento... Que a esperar tenho (assim me convenço), O reencontro iminente Que sei, ah, sim, eu sei, Que virá, Pois não acredito em contos inacabados.

Vivo em um tempo/espaço que não me pertence. Todavia ouço nítida a canção das águas frescas De uma fonte cristalina que um dia mostrou-nos,
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Vivo em um tempo/espaço que não me pertence. Todavia ouço nítida a canção das águas frescas De uma fonte cristalina que um dia mostrou-nos, Tal espelho mágico que leva a ulterior dimensão, Que meu ser e minha essência pertence a outrem, Alguém que, sem pedir licença, sem aquiescência Aproximou-se, fez minha leitura e interpretou-me, Acertadamente, ora...como jamais cri ser cabível! E me fez provar da vida e amá-la de tal maneira Que é como se eu jamais antes houvesse existido. Eis meu portal: Entendam... quase me basta saber, e inebrio-me Só em pensar que em algum lugar, em sintonia... Existe um sol que brilha muito, que amo e que é MEU

A mágica a findar-se, com saída pela tangente. Pois de um leve laço...
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A mágica a findar-se, com saída pela tangente. Pois de um leve laço... veio a romper-se o elo. Basta! Foi-me suficiente. Contemplarei a macieira por sob a casa-meu castelo! Soube bem ferir um coração. Será passada a camisa, tudo será passado então. (Os quatro cânticos também) Deixe que me sare a ferida. Amém!!! [Ter]mo “Um ser tão tolo que esqueceu-se: sabia exatamente quem é o outro.” E de um grande amor fez-se a ida... Abriste os olhos, feito um sonho, num segundo teve o céu e o mundo- eis o por que da dor...da despedida.

É noite de eclipse da lua, E nesta noite, e sempre... Sou sua, lembre de nós:
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É noite de eclipse da lua, E nesta noite, e sempre... Sou sua, lembre de nós: Minha face em teu colo, Seus dedos em meus caracóis, Pensamentos anelados, Corpos recém amados, Só risos, abraços apertados. É noite de eclipse da lua. E meu amor continua..., Hoje e sempre, infindável. Lembra de nós? Em tantos momentos, Não etéreos...eternos! Um amor palpável, De pele, de toque...ao vento. E nesta bela noite de eclipse, A lua retoma seus ensejos E põe-se a pensar mais em ti, ... em seus toques urgentes... ...e seus ardentes beijos... Invadem-lhe anseios, desejos De ter-te por perto, bem aqui, Outra vez... e mais, e sempre!

É meu teu coração... Sou Maria que ama, e que é amada!
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É meu teu coração... Sou Maria que ama, e que é amada! E sentir-me-ei por ti abraçada. Meu amor, és meu reflexo.. Já materializei o teu sussurro e agora o meu– teus amplexos. Sabes que a mim pertence todo o teu– meu coração... Eis que quero tomar posse é você minha ambição. És pra mim tudo que almejo E todo meu o seu desejo... E bem sei que para sempre é tão longe... tempo demais. E não penso e nem creio na iminência de um jamais. Não padece tanta dor uma história de amor... Sendo esse meu receio sendo meu maior temor. É de minha vontade, Aniquilar essa saudade! Compreenda... inda me habitas! Pulsa-me!!! Adentra meu âmago. Exalo-te!!! És meu amanhecer... e meu dormitar. Meu desfalecer... E realentar. Sol, incandescente! Viço das manhãs! Vislumbre da noite! Inconstante afã! Gosto d’água ardente! E agradável odor d’um amor urgente. Ó tempo barbárico e ardil... Clemência! A esse amor febril! Todavia, amigo lhe é justo saber, não posso iludí-lo melhor lhe dizer: Vivo de véspera, de mágoa e de luta. Minha vida imputa - e veda-me impor um lugar,um isntante a viver esse amor. Por ora não ouso, e nem determino. Sequer ainda me é dado poder. Por ora me resta Refrear e conter, E enquanto não nos vemos Vai mantendo-nos...eternos... A espera mortifica o viver, meu existir Me envenena esse absinto... é você meu elixir! E não pense que consinto com esse fardo a me exaurir. Eis o meu legado: Enquanto amar nos é podado vede bem os teus – meus olhos Para assim nós nos tocarmos. Neste momento eu te enlaço... Sinta também o meu abraço. E aí enfim teremos tantos ósculos, tão merecidos. Outra vez o nosso tempo! Mui felizes, concernidos ! Ver-nos juntos tal um dia fomos: mãos laçadas, mil abraços!!!! Peles tocadas... Único passo! Olhos no olhos a mirar, reluzente. Ser e estar... Eternamente!

_Começa quando o objeto da sua afeição dá a você uma dose inebriante e alucinógena de alguma coisa que você nunca ousaria admitir querer. Uma droga emocional de amor e vibração estrondosos. E logo você começa a desejar essa atenção com a obsessão faminta de qualquer viciado. Qua…
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_Começa quando o objeto da sua afeição dá a você uma dose inebriante e alucinógena de alguma coisa que você nunca ousaria admitir querer. Uma droga emocional de amor e vibração estrondosos. E logo você começa a desejar essa atenção com a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando isso é negado você fica doente, fica louco...sem mencionar o rancor que sente pelo traficante que o incentivou a principio mas que agora se recusa a pagar pela boa droga. (trecho extraído do filme "Comer, Rezar, Amar")

Não derramo fogo á lenha, Ora, posto que não seja chama, "Eterno enquanto dure", mito!
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Não derramo fogo á lenha, Ora, posto que não seja chama, "Eterno enquanto dure", mito! Sendo infinito...sendo infinito, Remato aqui meu amor, meu grito, O que se encerra, não se derrama, Ei de aprender, feito os aflitos Sufocar esse grito de quem ama. O VOLVER DA BRUMA Vá, antes que a aurora, insana Lamente sua doce dor, e chore Não! Não alimentarei a chama, Vás a quem console, recolhe.

Materializo-te Então fale mais comigo, Que eu ouço teu sussurro
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Materializo-te Então fale mais comigo, Que eu ouço teu sussurro Poste aqui o que quiseres Que em ânsia te procuro Ou[vir]-te-ei cada palavra Pra calar meu desespero Quero tê-lo aqui comigo Vem, atende meu apelo Fale muito e eternamente Inda que por um instante E em apenas um segundo Ilumine o meu semblante Pois enquanto houver Sol Não surgirá a tempestade Alimente meus devaneios falando-me de eternidade E expondo feito espelho Toda a nossa verdade Se fizeres como peço Poderei materializá-lo A cada segundo já te amo E ainda mais vou amá-lo.

Na poesia de minha vida cabe tudo, e outro tanto. Encontro até um espaço pra falar de um não amor, Avanço precavida. Vou descalça...meio temerosa,
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Na poesia de minha vida cabe tudo, e outro tanto. Encontro até um espaço pra falar de um não amor, Avanço precavida. Vou descalça...meio temerosa, Com receio em minutar, apenas enceto...e pronto! A caneta segue, escorrega,...rabiscando esse papel, Registrando meu legado, onde todo o fado se revela. Não é caneta...é teclado, e o telhado ...invés de céu E nem papel - desencarcero minha agonia nesta tela. A vida te pega no laço,e quando vês já nos cercou. Sempre há dor e punição a quem vacila nas escolhas! E eis que os laços...em barras de aço se convertem, (E ao forçar saída, logo os calos vertem em bolhas). O não-amor não compreende...vê sem ver... e segue Aperta o laço, junta as barras, me mantendo reclusa. Até esse meu grito, esse desespero aflito, não escuta Espera minha recíproca, inda que mil vezes lhe negue. Em punição de quem comete erro, numa gélida masmorra, Erro, há mesmo quem o diga? Se inalar um querer é viver! Presa de alguém insensível, que inda julga-me sua posse. Traz cativa quem não mais é tua, pertencente a outro ser! Neste momento de trégua atendo meus dedos em pressa, Em um pranto onde escorre, não lágrimas... mas sangue. Escrevo em lamúria, expondo minha sorte, minha injúria... Pois meu carcereiro, pra este frio cativeiro, logo regressa. E ao tempo que o faço, ...sinto o aperto das barras de aço, Em eterna resignação, recolhendo-me, a pensar em Wilde Em seus lindos versos , (leia-os na “Balada do Cárcere”): Assim como eu, ele apenas viveu sua história, ... humilde. E agora, escravizada noutra história, faço tal seu prisioneiro Que matou o ser amado, e sendo erro, e até mesmo pecado, Submergindo-me aos poucos, nesse meu mar de desgosto Também visto a máscara no rosto, e nos lábios, o cadeado!

À Estrelinha... Estrelinha D’alva, NalvaSol: É desse espaço o arrebol.
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À Estrelinha... Estrelinha D’alva, NalvaSol: É desse espaço o arrebol. Tanto melindre nos versos Tanta destreza e fascínio- Versar é mesmo seu destino (E também nossa inspiração- candura que levas no coração) Ò Ministra do “en[cantar]” Não há como ser diferente, Tente poetar sem emocionar, Tente! Sem nos fazer cantar... Cada teu verso e cada tema É um castelo de emoções... (Jamais apenas poema).

WORMHOLE Sobre perder-se em outras dimensões... Sabe, receio que muitas vezes gostaria de ter a opção de por lá ficar.
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WORMHOLE Sobre perder-se em outras dimensões... Sabe, receio que muitas vezes gostaria de ter a opção de por lá ficar. Gosto de viajar entre minhas dimensões, uma vez que fisicamente nunca vou a lugar algum. Revelo-te agora um sonho singelo: conhecer uma cachoeira – é sério, jamais testemunhei uma cachoeira...imagino ser maravilhoso o som das águas caindo. E quão espetacular deve ser a visão dos raios de sol a crivar as gotas que jorram...caleidoscópio mágico de luz e água, a carícia do arco-íris... Em minhas viagens pelo buraco da minhoca – wormhole – eu sou alguém feliz, com as escolhas acertadas, sinto os mais nobres aromas e ouço apenas as canções mais belas...sussurros...E estou acompanhada de quem amo, não sinto saudade...não sinto saudade...não sinto saudade... Certa vez esse meu sonho tomou forma. Flutuei até uma cachoeira e encontrei a pessoa mais encantadora de toda minha vida. Não sei bem em que dimensão isso aconteceu, apenas sinto ser para lá que vou com tanta frequência, pois é onde sempre te encontro!!!

Outro dia vieste me ver, meu amigo... Tive saudade! Chamei-te e veio No mesmo dia socorrer meu anseio.
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Outro dia vieste me ver, meu amigo... Tive saudade! Chamei-te e veio No mesmo dia socorrer meu anseio. Que gosto de riso trouxe contigo! Abraço apertado, bem demorado... Falamos de tudo e de quase nada, Expomos a alegria guardada. Os que observaram não surpreenderam, Pois nada mudou, sempre foi assim, todos ao redor sempre souberam: Junto de ti gosto tão mais de mim!!! Sem nossos eufóricos instantes, Meu dia é sensabor, é deserto. Me regozijo quando estás por perto. Lamentável é o passar do tempo, insaciável é a fome de assuntos. E tanto o desejo de estarmos juntos. Não se vá ainda amigo, te rogo! (Porém o relógio pôs fim ao momento) ...te espero em breve, até logo!

Sintonia de poetas, Complexo e simples, o Amor é a razão de ser do poeta: amores diversos, amores intensos, amor a Deus e sua criação, amor pela paz, amor pela vida, amor ás cores da natureza, amor pelo próximo, amor a quem está próximo, amor próprio, amor a nós...amor por ti.…
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Sintonia de poetas, Complexo e simples, o Amor é a razão de ser do poeta: amores diversos, amores intensos, amor a Deus e sua criação, amor pela paz, amor pela vida, amor ás cores da natureza, amor pelo próximo, amor a quem está próximo, amor próprio, amor a nós...amor por ti. E o poeta continua a descrevê-lo, ao tempo que o tenta decifrar... Amor em si, em sim, em sintonia!