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Frases de Manuel Santos

1.093 frases

O nosso humano pensamento; e O SENTIMENTO… Que pena haver em nós tanta maldade; Devido a: o nosso humano, pensamento;
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O nosso humano pensamento; e O SENTIMENTO… Que pena haver em nós tanta maldade; Devido a: o nosso humano, pensamento; Tanta vez em nós, matar a bondade; Por nos neutralizar O SENTIMENTO! Que pena os dois, não se tornarem um; Com força, para só bons nos tornar; Devido a: o valer de ambos, ser nenhum; Se um já, dentro de nós não se encontrar! Pois se um, sempre em nosso outro se encontrasse; Com esse dominar do Sentimento; Todos cá viveríamos a AMAR!... Porque sempre que mal, em nós entrasse; Pelo entrar do nosso mau pensamento; O nosso AMOR, o tal ia expulsar. Com carinho;

Quem tem burro e anda a pé… Quem tem burro e anda a pé, por ser ditado; É mais burro que o bicho, em que acredito;
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Quem tem burro e anda a pé… Quem tem burro e anda a pé, por ser ditado; É mais burro que o bicho, em que acredito; Por o desperdiçar, algo a nós dado; Ser como um deitar fora, o pra nós dito! Por o para nós bom, ser cá tão raro; Vamos aproveitar o seu servir; Porque esse bom servir, é como um aro; Que roda, sem parar; por se ter que ir! Ter que ir, por ser uma oportunidade; Que só irá servir, quem a tal vir; Durante o seu tão rápido passar!... Por como a sorte, tal não ter vontade; Mas sim, ser útil e ter bom sentir; Em quem; tal bem souber, aproveitar. Por isso se o tens, dá-lhe um; [que seja para ambos] bom usar!

O Sucesso… É sonho, só com trabalho alcançável; Que devido a de nós tanto exigir;
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O Sucesso… É sonho, só com trabalho alcançável; Que devido a de nós tanto exigir; Nos chega a parecer inalcançável; Por ser cá tão difícil de atingir! Sendo difícil, não é impossível; Daí, aqui deixo estes dois exemplos; Pra que todos vejamos ser possível; Cabendo a nós, dar-lhe os seus alimentos! Alimentos que são árduo trabalho; Aliado também a alguma sorte; Que neste viver temos que intentar!... Pra que na nossa vida, nasça o galho; Que quem sabe, do tal, será suporte; Quando ELE, vier a nosso encontrar. Com esperança;

Entre um poeta e um político; Compatibilidade, NUNCA!!!!!!!!!!!! Nunca haverá compatibilidade;
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Entre um poeta e um político; Compatibilidade, NUNCA!!!!!!!!!!!! Nunca haverá compatibilidade; No ver de um político e de um poeta; Devido à responsabilidade; Que pra tais, tal ver ter; tanto acarreta! Tal é, por a mentira não caber; Num poema, por tal não suportar; Esse tanto que o outro terá que ter; Por só com tal, se poder governar! Porque caso se invertesse o pensar; De um de ambos, só para ao outro agradar; À poesia iria envergonhar!... Devido, à mentira não rimar; Com métrica, por em tal tão faltar; Verdade, que faz ambas; conjugar! Com satisfação, por tal;

A de nós, entrega; mas TOTAL!!!!!!!!!!!!! Não há um gesto mais puro, em nosso dar; Que a alguém, totalmente nos entregarmos;
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A de nós, entrega; mas TOTAL!!!!!!!!!!!!! Não há um gesto mais puro, em nosso dar; Que a alguém, totalmente nos entregarmos; Sem para o nosso Ser, sequer olhar; Pra pesar, esse de nós; tudo darmos! Que bom é tal sentir, em nós sentido; Pela beleza, do tão bom ganhar; Que nesse tanto dar, está metido; Devido a ter de nós tanto entregar! Por isso, vamos todos muito dar; Mas dar, só do de bom, que em nós tivermos; A todos, que acharmos que tal merecem!... Pra neles irmos ver, quando chegar; O dia em que já forças não tivermos; Pra mais dar, no TAL que eles oferecem. Com o Carinho desse dar;

Ser de Pura HUMILDADE! Tal ser: é ter em si tanta beldade; Tão pura, como o puro imaginar;
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Ser de Pura HUMILDADE! Tal ser: é ter em si tanta beldade; Tão pura, como o puro imaginar; Que se encontra na mais pura bondade; Das profundezas do nosso habitar! É ter a caridade tão apurada; Como o lindo filtrar que purifica; O lindo AMAR de uma pessoa Amada; Por dar, ser o restar; que em tal tão fica! É pôr em segundo o seu desejar; Por ter servir, maior que o seu querer; Tão grande, ou mui melhor que o seu gostar!... Por sempre em tal, ter patente um olhar; Para quem pra si olhar, ter em seu ver; Certeza que em tal ver, tem importar. Com a humildade deste pensar;

O político e a sua política de remunerações/vencimentos! Sabiam que um só político, aufere; Dobrar, do de um médico, vencimento!...
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O político e a sua política de remunerações/vencimentos! Sabiam que um só político, aufere; Dobrar, do de um médico, vencimento!... Quando ao ir trabalhar, dormir prefere; Sentar-se num banco do parlamento?! Dorme, acordando só pra receber; O chorudo ganhar desse dormir; Que tão consiste, nas dele fazer; Injustas leis, tão só pra seu servir! Por isso, tal ser: é ser sanguessuga; Que se alimenta como uma carraça; De todo o povo a: o sangue lhe sugar!... Sendo, do trabalhar, a tartaruga; Sempre disposta a mamar, na desgraça; Da injusta lei que faz, pra nos tramar. Com profunda alegria, por deles tanto gostar;

ACARINHAR, mas sem; olhar a quem!... Que bom será pra nós, esse sentir; Desse viver, no BOM acarinhar;
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ACARINHAR, mas sem; olhar a quem!... Que bom será pra nós, esse sentir; Desse viver, no BOM acarinhar; Por o tal, quem sabe talvez tão vir; Um dia, de outrem para em nós morar! Vamos semear todo o que pudermos; Com todo o ser, mas sem a quem olhar; Para também do tal, por cá colhermos; No dia em que ele comece a sobrar! Sobrar, pela bondade e caridade; Que todos nós por cá pudermos dar; Para tentarmos matar a tristeza!... Que nesta vida, por tanta maldade; A tanta pobre gente, anda a matar; Devido a nossa tão grande pobreza. Com Carinho;

A má, doença FATAL; e a sua amiga! Que pena, a tanto inocente apanhar; Esse mal, por tanto gostar de nós;
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A má, doença FATAL; e a sua amiga! Que pena, a tanto inocente apanhar; Esse mal, por tanto gostar de nós; Por de nós mesmos se ir alimentar; Até com a tal, tão nos deixar sós! Por ser mal, que mais dia, menos dia; Connosco e sem ter dó, virá morar; Vamos aproveitar, para A outra via; Preservar, por desta má livre estar! Por isso, e por sabermos que a má morte; Já se encontra, no de nós, corredor; Vamos aproveitando o bom sabor!... Que elas, não estando em nós, por grande SORTE; Nos vão deixando, a semear O AMOR; Que um dia, afagará; a delas dor! Com desejo, que a mesma por cá se vá mantendo esquecida, principalmente de quem for BOM;

A injusta justiça, ou INJUSTIÇA… É chaga que aparece a todos nós; Nesta tão curta vida que cá temos;
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A injusta justiça, ou INJUSTIÇA… É chaga que aparece a todos nós; Nesta tão curta vida que cá temos; Devido à da justa, fraca vós; Ter som, que nós por cá tanto perdemos! Perdemos, sempre que vemos ganhar; Mentir, à verdade ou realidade; Por o ouvir de quem está a julgar; Ser surdo, par’ à do pobre; verdade! Que pena a cá cegueira da justiça; Ser pobre a julgar rico, pois tal cega; Julgando a tanto tal, inocentado!... Por transformar tal cega em injustiça; Com o absolver quem à verdade nega; No condenar o inocente a culpado. Com profunda mágoa, por ver tanta injustiça;

O vigarista e o seu conto!... Por tanto a todos nós, tão mal fazer; É chaga que temos que erradicar;
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O vigarista e o seu conto!... Por tanto a todos nós, tão mal fazer; É chaga que temos que erradicar; Tentando a essa má praga desfazer; Sempre que a tal cá virmos, a actuar! Pra tal, só nos resta o denunciar; A todos os de nós, cá vigaristas; Sempre que os tais cá tentem aldrabar; A alguém com seus actos malabaristas! Porque a dor do sermos vigarizados; Tem duplo mau sentir, em nós sentido; Pelo amargo sabor, desse enganar!... Nos obrigar a ver o quão gozados; Tão fomos, por em tal conto caído; Ter vigarista a rir, nosso chorar. Com a mágoa, de quem nela já caiu;

A ingenuidade… ignorância… Mesmo a burrice, nada ter em tal; É triste o seu sentir, quando em nós tido;
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A ingenuidade… ignorância… Mesmo a burrice, nada ter em tal; É triste o seu sentir, quando em nós tido; Por culpar, da grande variedade; Do tanto aprender que existe escondido. Não é vergonha alguma, quando vista; Por sábio da gente pra a tal, olhar! Por tal, ser para todos boa pista; Pra o dela em nós, por cá tanto encontrar! Por isso jamais caias nessa asneira; Que tantas vezes, te faz até rir; Quando a encontras mui vista noutro ser!... Ou também irás cair, na ratoeira; Que por a tal em ti, tanto existir; Provoca, esse pobre em ti; a tal não ver! Com prudência; Ignorante, é o que julga; Que esse tal, é O que não sabe; Por tanto a tal ter, como a pulga; Que em todos nós, cá tanto cabe! A tod@s dedico este recitar.

A de cada um, Personalidade… Nada mais é que um de nós, tão só ser; Cujo igual, não encontrado em lado algum;
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A de cada um, Personalidade… Nada mais é que um de nós, tão só ser; Cujo igual, não encontrado em lado algum; Por só cada um ter, como parecer; Arquivo, em seu ser; como mais nenhum! É do nosso registado, arquivado; De todas as vivências, por nós tidas; O filtrado de todo o já filtrado; Gravado durante estas nossas vidas! É conteúdo, nas nossas memórias; Gravado no nosso pobre morrer; Que nos distingue, em cá; tanta existência!... Que a nós vem dar derrotas ou vitórias; De acordo, com nosso cá escolher; De acordo; com nossa resiliência! Com cautela;

Descobertas… Invenções… Por todo o descobrir, já existir; Só em nós, tal acontecer se dá!...
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Descobertas… Invenções… Por todo o descobrir, já existir; Só em nós, tal acontecer se dá!... Daí, tudo o que seja um descobrir; Tão só ser, demonstrar o que já há. Por isso, é tão importante o seu ver; Por ir dar pra espalhar por todos nós; Esse ver, que no nosso conhecer; Entrou, para fluir por nossa voz! Oxalá, comece a haver o bom senso; De só coisas boas, pra nós trazermos; Desse tanto descobrir, que ainda há cá!... Para que a má destruição, em que eu tão penso; Por do tal cuidar, tão de nós abstermos; Ser o inverter do que em tal, de bom há. Com Carinho;

A nossa humana esperteza… É sorte que tivemos por nascer; Com tudo no seu devido lugar;
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A nossa humana esperteza… É sorte que tivemos por nascer; Com tudo no seu devido lugar; No cérebro, onde todo o conhecer; Facilmente em tal tem, um bom entrar. Por isso, o ser esperto, ou ser sortudo; Por tal virtude em nós, tão se encontrar; Neste passar que irá cá matar tudo; É do sabor da sorte, um bom provar! Guardemos, em nós O bonito SER; Que um dia, como ela a nós foi cá dado; Mas pra nós vindo de Um outro Lugar!... Porque ELE sim, é em nós O bom ter; Que valerá a pena ser guardado; Na esperteza que iremos ver matar. Com Carinho;

O DEFICIENTE profundo… Que pena, tantos haver, nesta morte; Que por tal, têm suas ALMINHAS presas;
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O DEFICIENTE profundo… Que pena, tantos haver, nesta morte; Que por tal, têm suas ALMINHAS presas; Da que neste viver tivemos, sorte; Para exibirmos As DELAS belezas! Tivemos sorte por nascermos aptos; Para por cá tudo saborear; Tal como podermos provar tais factos; Que a nós, vieram tanto embelezar! Oxalá, eles sejam compensados; Quando um dia, se forem desta vida; VIVER na Linda Terra da verdade!... Por nesta cá terem sido privados; Até de AMAR com A ALMA em tais tão TIDA; Para AMAREM, por toda a ETERNIDADE. Com AMOR;

A nossa inteligente, animal inteligência; e a nossa INTELIGÊNCIA! A nossa tão Suprema e BOA Essência; nada tem a ver com sabedoria;
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A nossa inteligente, animal inteligência; e a nossa INTELIGÊNCIA! A nossa tão Suprema e BOA Essência; nada tem a ver com sabedoria; daí, nossa de cá; boa ciência, não ter para ELA, uma grande valia!... Só tal tem, por sermos tão dependentes; da de cá, experiência adquirida; mas a que a nós define: INTELIGENTES; é a PURA, que é; de nós fluida!... É de: esse fluir dela pra arquivar; no INTERIOR bom, das nossas memórias; que em nós separa, O BOM; do mau vilão!... Por A Tal, só em nossa ALMA habitar; da nossa animal, só temos vitórias; Que um dia, em tais memórias, morrerão. Com Carinho;

Como certo dia, O Grande Poeta, António Aleixo; numa linda quadra disse: “Há tanto burro a mandar; Em homens de inteligência;
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Como certo dia, O Grande Poeta, António Aleixo; numa linda quadra disse: “Há tanto burro a mandar; Em homens de inteligência; Que às vezes fico a pensar; Que a burrice, é uma ciência!” Sobre essa grande verdade/razão, aqui deixo este recitar: Que pena neste viver, tal se dê; por tamanha injustiça em tal tão ter; porque ser mandado, por quem não vê; é mágoa, que fere; por tão doer!... Doer, por ver no faltar da prudência; da caridade e da pura humildade; mandar, até na Pura inteligência; por tão “sortuda”, cá; ser a maldade!... Por tal, o António achou; e viu ciência, no julgar da humana, “Chico espertice”; que por cá põe, tanto burro a mandar!... Em tanto ser de grande inteligência; que por tal ter, pra tal; tal “malandrice”, em si; por seu querer, não tem lugar!!! Com a: de um por HONESTIDADE, ser “mandado”; mágoa,

A Ti, que ganhaste coragem, para te libertares; dedico este recitar: Que feliz é nesta tão curta vida; Quem coragem ganhar pra se livrar;
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A Ti, que ganhaste coragem, para te libertares; dedico este recitar: Que feliz é nesta tão curta vida; Quem coragem ganhar pra se livrar; De quem cá só a queria encolhida; Por dela não ter qualquer respeitar! Por isso, a Ti que já te libertaste; De alguma besta, que tão te matava; Por tal, por cá nova vida ganhaste; Para viveres a que a Ti, faltava! Bem hajas, por teres essa coragem; Bem hajas, por Te teres libertado; Bem hajas por tua grande esperteza!... Oxalá, encontres por cá a aragem; Que afinal, tanto te tem procurado; Devido a tua tão Linda Beleza. Com Carinho;

Por termos sido traídos/as; jamais deveremos desculpar, ou fazer mal ao traidor/a!... Por muito que nos custe esse fazer; Por tal, devemos optar nesse caso;
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Por termos sido traídos/as; jamais deveremos desculpar, ou fazer mal ao traidor/a!... Por muito que nos custe esse fazer; Por tal, devemos optar nesse caso; Porque o desculpar ou nele bater; A coisa boa alguma, dará aso! Devemos é festejar nesta vida; O cá termos descoberto a um traidor; Que a ser por nós pessoa, tão querida; Nos saiu por tal, um tão grande estupor! Por isso, só nos resta abandonar; A quem O Amor, com traição nos pagou; Esse Amar, que tanto lhe dedicamos!... Tal como após chorar, cá festejar; Esse trair que do tal, nos livrou; Desmascarando, a uma besta que amamos. Com a alegria, do pago dado;

Festejar o acordar de cada dia!… Por ser pra nós, um milagre da vida; Cá termos a sorte de ir acordando;
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Festejar o acordar de cada dia!… Por ser pra nós, um milagre da vida; Cá termos a sorte de ir acordando; Deveremos nossa vida querida; Por cá, pós cada qual, ir festejando; Porque iremos passar por milhões de anos; Sem esse bom sentir, em nós se dar; Daí cá ser tão bom, quando acordamos; Por mais um viver nele se encontrar. Festejemos o tal, todos os dias; Fazendo por cá bem, a todo o ser; Que como nós, tal sorte, A Alguém tão deve!... Pra quando chegarem, as marés frias; Podermos ser para Alguém aquecer; Por todo este viver, que a gente teve. Com a alegria, de quem acordou mais um dia;

A Ti, que andas desiludido/a, com alguém, por te ter traído; dedico este recitar: Não penses que o desculpar a um traidor; A ti trará algo de bom na vida;
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A Ti, que andas desiludido/a, com alguém, por te ter traído; dedico este recitar: Não penses que o desculpar a um traidor; A ti trará algo de bom na vida; Porque esse tal, só pra ti trará dor; Por nele, não ter a Tua; sentida! Se tal não tem, é-o por não te Amar; Tal como, nem sequer te ter Amado; Logo muito a ti cá, fará chorar; Um viver com traidor sempre a teu lado! Por isso livra-te de tal parceiro; Agora que acabou de te trair; Por pra ti ser boa oportunidade!... Para te livrares, de um estrangeiro; Por o dele trair, te permitir; Libertar, sem deixar qualquer saudade! Com a devida ponderação;

A Ti, que andas a pensar, que do teu pensar, a alguém deves pensar em dispensar; dedico este pensar!... Pensar… Se pensas, que em meu pensar, penso em ti;
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A Ti, que andas a pensar, que do teu pensar, a alguém deves pensar em dispensar; dedico este pensar!... Pensar… Se pensas, que em meu pensar, penso em ti; Eu penso, que em teu pensar pensas mal; Pois nunca em meu pensar, pensar te vi; Nem penso em tal pensar, pensar ver tal! Porque para em meu pensar, pensar ter; Pensado, pra pensar em teu pensar; Nesse de ti pensar tinha que ver; Um pensar, pra o meu pensar desejar! Por tal, que jamais penses que em ti penso; É pensar, que cá tenho em meu pensar; Pra que jamais penses, pensar em tal!... Porque onde houver um pensar sem consenso; Nunca haverá pensar, pra compensar; Pensar, pensado sem de ambos aval. Por assim pensar;

Orgulho… Humildade… Caridade… Egoísmo… Honra… Quem por cá trocar a Honra, por o orgulho; Tal como a Humildade, por o egoísmo;
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Orgulho… Humildade… Caridade… Egoísmo… Honra… Quem por cá trocar a Honra, por o orgulho; Tal como a Humildade, por o egoísmo; Estará a enterrar-se nesse entulho; Que tanto em si tem, nesse egocentrismo! Que pena entre nós andar tanto ser; Sem qualquer bom sentir da caridade; A tanto ser, tanto mal cá fazer; Por não ter ver, para ver tal verdade! Pois quem troca a Virtude por defeito; Por não saber, Bem do mal, separar; Devido a em si, tão faltar a humildade… Demonstra a grande falta de respeito; Tal como a cegueira que tem no olhar; Por tanto desprezar, a essa vontade! Com profunda mágoa, por eles;