Mais uma vez, sinto-me sozinho Nesta rua, Contemplando a lua,
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Mais uma vez, sinto-me sozinho Nesta rua, Contemplando a lua, Enquanto a solidão, em meu peito, flutua. Tudo o que vejo é escuridão, Já não sinto as minhas mãos, Meu olhar se perde ao longe, E meus passos vagam sem direção. Minha alma afundou-se num mar de saudades, Oh, meu amor, liberta-me desta tortura! Minha alma deseja entrelaçar-se à tua, Por favor, não me negues esta doçura. Por mais que não te veja, te almejo. Por mais que não te toque, te desejo. És o sonho que vive em meu peito, A lembrança que nunca rejeito.