Não digas nada! Deixa-me adivinhar os seus sentidos No toque aleatório dos meus dedos
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Não digas nada! Deixa-me adivinhar os seus sentidos No toque aleatório dos meus dedos Na busca de um único indício Que me faça ser refém dos seus desejos Entre quatro paredes e pouca luz Não há nada que possa me deter Essa força voraz que me conduz Ao um mundo suave de prazer.