É como a estiagem que chega e se recusa a partir Que maltrata e castiga a terra sem piedade e sem dó Onde a esperança vira clamor de ver chegar a água que não quer cair.
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É como a estiagem que chega e se recusa a partir Que maltrata e castiga a terra sem piedade e sem dó Onde a esperança vira clamor de ver chegar a água que não quer cair. De certo assim é o coração Perambulando em terras arenosas Cansado do calor que lhe escalda Desejoso daquele que lhe transborda.