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Frases de Magaiver W.

33 frases

"SAUDADES DO DESCONHECIDO' O dia raiou com uma leve brisa no ar, meu corpo se perdia por entre as páginas.Acho que é outono, ouço ruídos de folhas secas a se quebrarem, ou talvez seja só mais uma alucinação.Esta já é a segunda cartela de comprimidos que tomo esta noite.Estou com…
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"SAUDADES DO DESCONHECIDO' O dia raiou com uma leve brisa no ar, meu corpo se perdia por entre as páginas.Acho que é outono, ouço ruídos de folhas secas a se quebrarem, ou talvez seja só mais uma alucinação.Esta já é a segunda cartela de comprimidos que tomo esta noite.Estou com sono porém não consigo dormir, eles me perseguem, vc sabe, eles também conhecem você.O que eles querem? Já fazem três semanas com essa, e ainda posso ouvir os passos em minha cabeça... Não me sinto bem, estou meio tonto.O que será isso? Me sinto como se estivese preso dentro de uma caixa de vidro, minha formosa concha de retalhos.Ando pelos corredores surdos a noite perambulando, eles conhecem meus medos.Há alguns pedaços de garrafas no chão do corredor, acho q são de whiskey, talvez sejam mesmo.Me sinto estranho, o chão parece se mover, com uma intenção próxima de me abamdonar, esta é a sensação que sinto agora.Nem mais meus fantasmas querem me acompanhar em mais uma dose... Sinto fome, fome de sonhos agora, as vezes fecho os olhos e enxergo uma luz, tento caminhar até ela mas ela parece se distansiar ao ritmo que meus passos tentam se aproximar dela.Olho então pela janela e vejo um rio lá fora, na verdade um lago, um lago sem fim, sua beleza parece desaparecer no horizonte. Ouço vozes agora, mas não almas a se formarem no ar.Minhas mãos começam a suar, sinto um leve peso no meu braço direito agora.A ultima vez que tive essa sensação foi quando dei meu coração a outra triste alma. Olho mais um pouco pela janela, depois sigo em frente com pesar de saudades no olhar.Que luz é esta que tanto me facina? que parece me hipnotizar? Muitas coisas acontecem conosco e compreendemos sem si quer precisar explicar, sinto que já vivenciei isto antes.Mas quando? Onde? Serão coisas de outra vida? Vidas passadas? Aqui resta esta dúvida, e acho sinceramente que sempre restará...

Os cavalos mortos a arrastar seu orgulho, meu cadáver, a idolatrar seus carrascos.Me sinto um menino preso em um curral.Cavei e enterrei meus olhos em um buraco escuro, para não mais assistir o drama dos cavalos mortos no céu.Esperei o sol se despedir para só então sair de meu re…
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Os cavalos mortos a arrastar seu orgulho, meu cadáver, a idolatrar seus carrascos.Me sinto um menino preso em um curral.Cavei e enterrei meus olhos em um buraco escuro, para não mais assistir o drama dos cavalos mortos no céu.Esperei o sol se despedir para só então sair de meu refugio.Encomentei minhas falsas preces, iluminei o caminho do meu próprio túmulo ao longo dos anos, para que eu não o esquece-se, para que não houvesse nenhum engano.Em minha mente as marcas dos açoites, a carne ferida, os cortes, q jamais iram fechar.Escravo de meus medos, morrerei engolido pela terra que tanto reneguei, sozinho, inerte.Que agonia, que agonia...

Você falhou garoto, ela te deixou sem chão. Você sonhou alto de mais,
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Você falhou garoto, ela te deixou sem chão. Você sonhou alto de mais, e esqueceu de agir quando deveria botar em prática tudo aquilo que prometeu. E agora ela não responde mais suas ligações. Uma garrafa de Vodka após a outra, é isto que a noite reservou para você. Mas não fique triste, nem tudo esta perdido ainda resta uma bala no tambor... Você é só mais um número agora, você é só mais um número. Você fará novos amigos no escuro.

As luzes se apagam os corpos se incendeiam; Os olhos se calam,
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As luzes se apagam os corpos se incendeiam; Os olhos se calam, nesse incontrolável devaneio. As bocas se encontram, linguas malditas dançam sem parar; Não há mais ninguém no jardim. Em meio ao silêncio da vasta escuridão seus lábios entreabertos me esperam... O mar é testemunha, é incontrolável sem razão.

"Corações Mecânicos" Pobres corações mecânicos que acreditam que a paz se conquista atravez das guerras, que a força bruta predomina sobre as palavras e fortifica a alma.Pobres corações mecânicos que aprenderam a viver de olhos fechados, e deixarem seus sonhos de lado.Que aprede…
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"Corações Mecânicos" Pobres corações mecânicos que acreditam que a paz se conquista atravez das guerras, que a força bruta predomina sobre as palavras e fortifica a alma.Pobres corações mecânicos que aprenderam a viver de olhos fechados, e deixarem seus sonhos de lado.Que aprederam a falar só o que lhe são permitidos, que aprederam a matar os heróis e cultuarem os bandidos...Que aprenderam a engolir suas lágrimas para que ela não fossem usadas contra eles mesmos, pelos reis desse falso império.Ah Pobres corações mecânicos, antes quando crianças não tinham tempo para se preocupar, muito menos com tais guerras.Viviam ocupados demais com seus brinquedos, hoje mal sabem eles que o fogo consome seus ossos em segredo...

Mar de dentro Estou debilitado cansado de frases repetidas
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Mar de dentro Estou debilitado cansado de frases repetidas Isandecido, é complicado. Dane-se todo esse comformismo é o que digo. As guerras são o que nos acolhe, o mar de dentro que nos engana e nos engole... Fácil falar sem pensar mais isso já é demais pra mim. Meus olhos já não me crescem mais, meu coração desconhece a paz. Estou ficando louco, esse drama que consome os homens, a carne que devora os ossos repetidamente noite após noite... O que dizer de toda essa babozeira? Eu sinceramente não sei e nem pretendo tentar entender. Pra mim basta apenas viver, ou melhor dizendo tentar sobreviver.

Espelhos secretos olhares indiscretos, frases incertas
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Espelhos secretos olhares indiscretos, frases incertas verdades abertas. O que dizer da certeza que não se tem? O que pensar da verdade que lê convem? Passos leves para não acordar o sol, os laços se envouvem na procura do calor. Sangue, suor, prazer e dor. Eis minha doença e minha cura, minha eterna busca pela doce loucura. Sonhos ao mar, corações em garrafas, o que mais posso pensar?

Amarga utopia! Deces pela teia que teces, embalada por uma insana sinfonia.
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Amarga utopia! Deces pela teia que teces, embalada por uma insana sinfonia. Montas em teu cavalo de ferro que a tantos impérios veio a esmagar. Levas consigo a imagem daquela jovem donzela que tantos corações veio a despedaçar. Emudece te na escuridão, eis minha glória, eis minha maldição. Olhares gélidos devoraram nossos sonhos, será que foi tudo em vão?

Garrafas vazias coragens baratas, noites em claro.
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Garrafas vazias coragens baratas, noites em claro. Minha face no espelho, olhar vázio como de um palhaço assustado de sorriso quebrado ou de qualquer outro prisioneiro. Cansado e atormentado por seu passado. Tudo isso me atormenta. Poesias escritas em um gardanapo levemente embebecido em vinho barato. Eu sigo esse dilema. -meu troféu? -o peso desse fardo.

Tantos olhares, tantos corpos a se misturarem, tantas dúvidas,
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Tantos olhares, tantos corpos a se misturarem, tantas dúvidas, tantas curvas. Tantos caminhos a percorrer, tantos destinos a se cruzarem, porque? Dentro dela eu quero me esconder mas dê que? Eu simplesmente não sei! Perambulamos pela noite, misturamos as cores, dividimos as mesmas dores. Somos todos grandes atores. Iludidos, embriagados, alucinados pelo sol da madrugada. Apenas mais um sonho infântiu, não nos resta mais nada. Apenas chorar pelos cantos, compartilhando nossos plantos. Há saudades vázias espalhadas pelo chão, nada mais do que mera ilusão. Ah se eu pudesse mudar algo, nem que fosse uma árvore de lugar. Talvez assim a vida parecese menos dura...

Corpos nús dançam em meio a foresta de cobalto procurando sua sede saciar, ela veio me levar.
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Corpos nús dançam em meio a foresta de cobalto procurando sua sede saciar, ela veio me levar. Não há como escapar. O sol da meia noite surge por entre as árvores, sua voz me leva aquele lugar, então eu me tórno mais uma vítima. O perfume das ninfos me enbriaga. Mãos gélidas, corpos trêmulos, meu corpo encontra abrigo dentro do seu. Nenhuma poesia poderia explicar. Sua lingua em meu ouvido, susurrando sáliva reescreve meu destino. Minhas mãos, suas curvas por onde eu quero viajar. Seu sorriso me devora, qual o segredo do seu olhar?

A noite me convida para dançar, logo logo estarei dentro dela... carnes embriagadas
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A noite me convida para dançar, logo logo estarei dentro dela... carnes embriagadas protegidas pelos olhares do sol da madrugada, eis me aqui a sua espera. Leve meu cadaver consigo, enterre meus ossos em teu formuloso abrigo. Deixem que eles falem por nós, somente dessa vez, e nada mais. Esqueça os passos, os compassos, nada disso importa agora apenas seus traços...

'A TERRA E A CARNE' "A vida é um fio por entre ois dedos, escapasse o fio se perdeo-se o tempo."
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'A TERRA E A CARNE' "A vida é um fio por entre ois dedos, escapasse o fio se perdeo-se o tempo." Tic-tac o relógio bate Tic-tac o relógio insiste em soar. A morte é certa. Morte suave, morte violenta, anunciada, inesperada, tanto faz nunca é desejada. Feche os olhos, deixe que a terra engula a carne, deixe que a terra finalize o trabalho. Ouça o marchar das pás cobrindo você com seu último abrigo, sua última casa. O despertar dos relógios anunciam o fim do espetáculo. Não há mais atores a atuar nem mais mãos a apraudir, apenas rosas a perfumar o ar, apenas terra anunciando o fim.

Eu assumo tudo que falo, e eu falo e faço. Eu não sou nenhum palhaço,
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Eu assumo tudo que falo, e eu falo e faço. Eu não sou nenhum palhaço, eu não me escondo atrás das cortinas de um palco... Eu imploviso, eu vou pela emoção do momento sem essa de ensaios ou limite de tempo... Não é mecânico, é sempre inesperado. Depende do momento exato, até mesmo para um beijo roubado. Você sabe, você já deve ter vivido ao menos uma vez na vida. Você deve saber que as vezes estravazar com tudo pode ser a melhor saída... Então viva, viva como se esse momento fosse o ultimo de sua vida. Sorria, não se sinta extranho muito menos se sinta intimidado com os olhares tortos que te cercam. Ahh, "eu sou responsavel pelo que eu falo, não pelo que vocês interpletam.

Senta-se em sua cadeira de arames e retalhos, fechas os olhos com pezar com intuito de sua tristeza escapar,
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Senta-se em sua cadeira de arames e retalhos, fechas os olhos com pezar com intuito de sua tristeza escapar, a quem você quer enganar? Não minta pra si mesma, não diga que eu estou errado, não feche os olhos só para parecer mais fácil. Os ponteiros do relógio apontados como flechas sobre nossas cabeças, o tempo nos condena, não há como escapar... Uivos desertos, trêmulos incertos, sobre a luz da noite vagueiam por ai como insetos. Nos devoram, nos condenam, é o peso da carne sobre o medo e o arrependimento. Olhares, bochejos, é o peso da culpa sobre o insano desejo...